FIFA desconhece participação de Madaíl em petição de novas tecnologias e insiste no respeito das leis

Notas Prévias:Outro dia dei aqui nota da falada Verdade Desportiva subscrita por alguns ilustres do futebol deste país.
Um dos subscritores e presentes na cerimónia da entrega da petição - isto andamos na moda de petições, foi o Gilberto Madaíl, o qual é membro da FIFA, para além de ser presidente do futebol cá do sítio.
Vai daí, Blatter não teve para meias medidas e toca de dar na ripa ao seu ilustre membro.
Espera-se mais recato e mais verdade da parte de Madaíl.
E espera-se, acima de tudo, que ele não seja um dos co-destruidores do futebol cá do sítio.
Mete-se em petições pelas novas tecnoligoas quendo disso o Blatter nem quer ouvir falar...
Chama-se a isto a levar com com o cajado na cabeça.
A FIFA desconhece a participação de Gilberto Madaíl na entrega de uma petição na Assembleia da República para a introdução de novas tecnologias no futebol mas lembra que as associações têm de respeitar as regulamentações.
Confrontado com a presença do presidente da Federação Portuguesa de Futebol na Assembleia da República, um porta-voz da FIFA esclareceu à Agência Lusa que o organismo "não foi informado oficialmente" desta iniciativa do jornalista Rui Santos, pelo que "não tem dados suficientes para tecer comentários", embora insista no respeito à regulamentação em vigor.
"Se eventualmente tivéssemos sido informados antecipadamente teríamos outros dados para tecer mais comentários. Não fazemos comentários sobre comentários", explicou o porta-voz do organismo em referência ao apoio de Gilberto Madaíl à iniciativa de Rui Santos.
Mesmo assim, a FIFA, que continua avessa à introdução de novas tecnologias nos jogos de futebol, sublinha que "perante os estatutos (do organismo), todos os membros filiados estão obrigados a respeitar as leis do jogo".
"Só o International Board tem autoridade para alterar as leis do jogo em vigor", insistiu a FIFA.
Sobre esta matéria, Gilberto Madaíl, que se apresentou na Assembleia da República "em representação da Federação Portuguesa de Futebol", acredita que "o International Board pode vir a ser sensível este movimento.
Também um porta-voz da UEFA, igualmente contrária ao recurso às novas tecnologias, considerou esta petição "uma questão doméstica", acrescentando que Gilberto Madaíl, que também é membro do Comité Executivo, "tem direito a ter o seu ponto de vista".
"A UEFA não é favorável às tecnologias televisivas como suporte à arbitragem. Como já disse Michel Platini (presidente da UEFA), preferimos enveredar com a experiência de cinco árbitros que está em marcha na Liga Europa. Temos de respeitar as leis da FIFA", salientou o mesmo porta-voz.
Etiquetas: FPF

António Conceição quer evitar "matemática" no final da época
Notas Prévias:Compreendo a posição do nosso treinador ao tentar dizer que ainda não descemos.
E, de facto, ainda não descemos.
Mas a fazer fé na mentalidade dos nossos jogadores por oposição à mentalidade dos jogadores das outras equipas, como foi o caso do V. Setúbal contra o Benfica, onde até deviam ter ganho o jogo se não fosse o apito vermelho que se instalou no futebol, então o nosso treinador ou terá uma boa surpresa dos seus jogadores ou passa à minha condição e diz para si: que se lixe, é assim que o Viana quer...
Eu já nem faço contas, porque é coisa que deixei de fazer o ano passado.
“Temos 13 finais e em todas elas queremos conquistar os nossos objectivos: assegurar os pontos que permitam a manutenção. É algo que ando a dizer há algumas jornadas e é bom que despertemos para a realidade”, afirmou António Conceição, na antevisão da recepção aos bracarenses, na segunda-feira.
Embora reconheça que “este jogo não vai definir nada e ficará tudo em aberto no final”, António Conceição quer evitar fazer “contas” no final da época, porque, nessa altura, as hipóteses de manutenção na Liga principal poderão ser mais complicadas.
“Se andarmos sempre a adiar os pontos para a próxima jornada, chegará uma altura em que já não temos hipóteses matemáticas. A nossa matemática passa por somar pontos neste jogo e a equipa do Belenenses precisa de uma vitória para se reencontrar psicologicamente”, reiterou o treinador.
O técnico dos “azuis” pediu um rendimento mais constante à equipa, que não pode “ter um comportamento de rigor contra o FC Porto e, passados uns dias, ter uma atitude completamente diferente”, referindo-se à derrota da última jornada, frente à Naval 1.º de Maio (1-0).
“Só fomos autoritários e atrevidos contra o FC Porto e, frente aos outros, fomos uma equipa inibida e com receio de assumir responsabilidades. Eu não me revejo nessa atitude e tenho dito aos atletas para jogarem como treinam. É urgente o Belenenses encontrar o caminho das vitórias”, disse.
O encontro frente ao segundo classificado da Liga - uma equipa que o treinador bem conhece, pois esteve durante vários anos ligado aos bracarenses - será um novo teste à capacidade da formação do Restelo para lidar com a exigência dos seus adeptos e, como tal, terão de ser os jogadores a “puxar” pelas “bancadas”.
“Para os sócios transmitirem carinho e apoio à equipa também é necessário que os jogadores ajudem a criar isso com boas exibições, atitude e vitória. É isso que estamos à procura, se possível amanhã [segunda feira]. Queremos ter uma só voz”, concluiu.
“Temos 13 finais e em todas elas queremos conquistar os nossos objectivos: assegurar os pontos que permitam a manutenção. É algo que ando a dizer há algumas jornadas e é bom que despertemos para a realidade”, afirmou António Conceição, na antevisão da recepção aos bracarenses, na segunda-feira.
Embora reconheça que “este jogo não vai definir nada e ficará tudo em aberto no final”, António Conceição quer evitar fazer “contas” no final da época, porque, nessa altura, as hipóteses de manutenção na Liga principal poderão ser mais complicadas.
“Se andarmos sempre a adiar os pontos para a próxima jornada, chegará uma altura em que já não temos hipóteses matemáticas. A nossa matemática passa por somar pontos neste jogo e a equipa do Belenenses precisa de uma vitória para se reencontrar psicologicamente”, reiterou o treinador.
O técnico dos “azuis” pediu um rendimento mais constante à equipa, que não pode “ter um comportamento de rigor contra o FC Porto e, passados uns dias, ter uma atitude completamente diferente”, referindo-se à derrota da última jornada, frente à Naval 1.º de Maio (1-0).
“Só fomos autoritários e atrevidos contra o FC Porto e, frente aos outros, fomos uma equipa inibida e com receio de assumir responsabilidades. Eu não me revejo nessa atitude e tenho dito aos atletas para jogarem como treinam. É urgente o Belenenses encontrar o caminho das vitórias”, disse.
O encontro frente ao segundo classificado da Liga - uma equipa que o treinador bem conhece, pois esteve durante vários anos ligado aos bracarenses - será um novo teste à capacidade da formação do Restelo para lidar com a exigência dos seus adeptos e, como tal, terão de ser os jogadores a “puxar” pelas “bancadas”.
“Para os sócios transmitirem carinho e apoio à equipa também é necessário que os jogadores ajudem a criar isso com boas exibições, atitude e vitória. É isso que estamos à procura, se possível amanhã [segunda feira]. Queremos ter uma só voz”, concluiu.
Etiquetas: Clube, SAD, Época 2009/2010

Belenenses - Sp Braga, não se pode adiar?
Vem aí um jogo em que de duas três: ou ganhamos ou é melhor encomendar a alma à Liga Vitalis.Cândido Costa diz que precisam de serem mais matreiros e humildes.
Matreiros é que não temos sido, mas humildes temos sido à fartasana, quando não, não andaríamos a distribuir o bodo aos pobres e ricos a toda hora.
Por sua vez, ganhar é algo que não passa pela cabeça daquela rapaziada desde a 2ª jornada e, creio bem, que foi um jogo em que nos enganaram a todos, tal como a classificação à data, aí pelo 5º lugar.
Hoje, estamos em último lugar e a nossa falha mais clamorosa é o ataque, ataque este que não foi melhorado no mercado de Inverno, vá-se lá saber porquê na mentalidade dos gestores da SAD do nosso Clube.
Por falar em SAD, e logo que desçamos, é melhore procedermos à dissolução e, se calhar, é melhor acabar com o futebol np Belenenses e dar o orçamento todo ás ditas modalidades ditas amadoras, porque afinal os dirigentes que lá estão apenas sabem gerir as amadoras e poucop mais daí saiem.
Por sua vez, ganhar é algo que não passa pela cabeça daquela rapaziada desde a 2ª jornada e, creio bem, que foi um jogo em que nos enganaram a todos, tal como a classificação à data, aí pelo 5º lugar.
Hoje, estamos em último lugar e a nossa falha mais clamorosa é o ataque, ataque este que não foi melhorado no mercado de Inverno, vá-se lá saber porquê na mentalidade dos gestores da SAD do nosso Clube.
Por falar em SAD, e logo que desçamos, é melhore procedermos à dissolução e, se calhar, é melhor acabar com o futebol np Belenenses e dar o orçamento todo ás ditas modalidades ditas amadoras, porque afinal os dirigentes que lá estão apenas sabem gerir as amadoras e poucop mais daí saiem.
O Sp de Braga é o pior adversários que nos podia calhar nesta altura, depois de eles terem sido alvo do chamado "sistema" do futebol português, desta feita com cores arruivadas, porque a falta de Vandinho ou do Mossoró compensam eles com suplentes de qualidade que por lá têm, como por exemplo o Andres Madrid.
Por sua vez, cá do nosso lado, não temos titulares à altura dos suplentes deles.
Por sua vez, cá do nosso lado, não temos titulares à altura dos suplentes deles.
Eles trazem o manager João de Freitas que trata e bem do futebol e nós temos um Miguel Ferreira não tem tempo para se dedicar ao futebol, isto por força da gestão dos seus negócios pessoais.
O Viana de Carvalho nem com óculos pesca de futebol.
Logo...
Lista de convocados:
Guarda-redes: Bruno Vale e Assis
Defesas: Mano, Devic, Marcos António, Mustafa, Miguelito, Tiago Gomes e Cândido Costa
Médios: Fajardo, Pelé, Barge, Zé Pedro, Celestino e André Almeida
Avançados: Yontcha, Fredy, Romário, Lima e Dani
O Viana de Carvalho nem com óculos pesca de futebol.
Logo...
Lista de convocados:
Guarda-redes: Bruno Vale e Assis
Defesas: Mano, Devic, Marcos António, Mustafa, Miguelito, Tiago Gomes e Cândido Costa
Médios: Fajardo, Pelé, Barge, Zé Pedro, Celestino e André Almeida
Avançados: Yontcha, Fredy, Romário, Lima e Dani
Etiquetas: Clube, SAD, Época 2009/2010

Andebol: Belenenses vence S. Bernardo
No encontro referente à 14ª Jornada do Campeonato Nacional de Seniores, Belenenses e São Bernardo defrontaram-se no Pavilhão Acácio Rosa, tendo proporcionado um encontro morno e com poucos motivos de emoção ao longo de 60 minutos em que o papel principal coube, infelizmente à dupla de arbitragem.A equipa da casa, que não pode contar com a presença de António Campos, habitual titular por motivos de saúde, rapidamente alcançou 5 golos de vantagem perante um adversário sem poder de reacção.
Na 2ª parte o técnico Ricardo Tavares rectificou alguns aspectos de que sofria a sua equipa que aumentou os níveis de agressividade defensiva e que perante a complacência da dupla tudo foi permitido aos aveirenses. A área de baliza de Vasco Ribeiro, mais parecia um passeio público perante as facilidades que eram permitidas aos pontas e pivot nas suas movimentações, validações de golos completamente apoiados no solo.
Neste período os forasteiros conseguiram empatar a partida devido a um período de menor acerto azul e também ao facto de se jogar constantemente em inferioridade numérica. Mas a irreverência azul foi fazendo estragos quer a nível de resultado quer a nível emocional e que atingiu o seu ponto mais alto quando Carlos Martingo projectou Ronny contra a vedação do pavilhão, causando alguma apreensão nos colegas e no público sobre o seu estado de saúde. Felizmente nada aconteceu ao atleta azul. Nem ao Carlos Martingo que continuou em campo. Momentos depois os mesmos atletas envolveram-se pelo que Ronny viu o cartão vermelho e mais uma vez Martingo ficou em campo.
O encontro chegou ao final com o resultado favorável ao Belenenses de 32-25.
Com este resultado a equipa continua em 3º lugar sómente a 2 pontos do leader.
Constituição da equipa:
Vasco Ribeiro, André Vilhena; Hugo Canela (2), Rui Barreto (1), Belone Moreira, Pedro Matias (1), Diogo Brazão (1), Ruben Pacheco (3), Nelson Pina (3), António Areia (4), Tiago Fonseca (3), Bruno Chantre, Francisco Bacalhau (8), Elledy Semedo (6)

O Andebol foi à Escola
A finalidade com que este Núcleo foi criado foi de promover, divulgar e apoiar a modalidade no Clube de Futebol «Os Belenenses».Devido às dificuldades da vida quotidiana e associando a estas às muitas solicitações que os jovens hoje possuem, temos constatado que este não se sentem atraídos para aparecerem nos clubes para praticarem a modalidade.
Assim, resolvemos sermos nós a procurar esses jovens e dar-lhes a conhecer não só a modalidade mas também o Clube que apoiamos.
Com o inexcedível apoio do nosso ex-atleta ARMANDO ESPADINHA, professor aposentado da Escola 2,3 Francisco Arruda, encetámos este mês no Pavilhão da Ajuda uma actividade de captação de novos praticantes.
No dia de ontem movimentámos 100 atletas desta Escola onde através de actividades lúdicas e desportivas demos a conhecer aos mais novos o que é o Andebol e a sua realidade dentro do Clube.
Esta acção teve a coordenação do Prof. Carlos Garcia coadjuvado pela treinadora de Infantis Susana Vinagre e contou com a colaboração dos monitores Jaime e Sandro bem como os estagiários Simão e Nuno. Também esteve presente o dirigente Pedro Domingos.
Durante esta acção que decorreu no Pavilhão da Ajuda, foram distribuídos alguns livros de regras bem como folhetos com toda a informação sobre a Escola de Formação de Andebol do C.F.B.
Queremos aqui deixar o nosso agradecimento ao ARMANDO ESPADINHA, que nos proporcionou este contacto que nos permitiu o acesso a estes jovens donde certamente sairá novos atletas de osbelenenses.
Solicitamos a todos os sócios, adeptos e ex-atletas que exerçam ou tenham execido a sua actividade profissional em estabelecimento de ensino da nossa zona de influência assim como em concelhos limítrofes que nos contactem e ajudem a realizar noutros locais iniciativas deste género.

Foi ao balneário e...
Viana de Carvalho vai ao balneário dos jogadores, não para repreender disciplinarmente o Diakité, porque ele já não está e no primeiro jogo feito pelo Marítimo marcou um golo e foi para a rua, mas para dizer aos jogadores que façam lá o favor de jogarem um pouco melhor, porque eu(ele) não consegui arranjar arranjar dinheiro para pagar a quota parte do salário do Weldon ou ter tido problemas burocráticos de última hora para trazer um Rodolfo qualquer lá do Brasil.Enfim, é quase de dois em dois dias que me vou actualizando do noticiário à volta do Belenenses, muito embora depois de termos perdido os dois jogos em, casa e, agora, contra a Naval entenda que estamos apenas a 4 meses da Liga VItalis.
Nâo se pode pedir ao treinador que vá fazer uma pré-época dentro do campeonato, nem se pode exigir do treinador aquilo que ele não é capaz de fazer, ou seja, fazer de cepos jogadores de futebol.
Depois, não consigo entender como é que de repente arranjamos dinheiro para adquirir dois centrais e, em vez de dois, contratávamos apenas um e gurdávamos esas lecas para o tal avançado que fazia muita falta. Isto, porque ou vejo mal, ou de centrais estávamos servidos se apenas contratássemos um.
Da incompetência da SAD suponho que estamos todos falados, faltando agora averiguar o lado da equipa.
A não ser que o Beto seja caso para esquecer e isto faze-me pensar, por extensão de raciocínio se a malta que veste de lagarto travestido de azul, somando aqui o caso da sucessiva ausência do Nélson, não andará a minar a equipa toda.
Poderei esta a ser injusto, poderei não conhecer as situações, pode até ser que hajam lesões efectivas, mas..., mas..., mas...
Um outro factor aceito eu de bom grado, ou seja, da má contratação de vários jogadores que por lá andam, da péssima contribuição que cada um deles dá para se formar uma equipa, de indícios da boa vida que alguns deles levam na noite de Lisboa ou fora dela.
Enfim, de tudo se especula, porque de repente, e isto é um facto, os jogadores mais experientes e capitães de equipa, também estes, deixaram de jogar e pior que isto, deixaram de jogar à bola parecendo que esta é um peso nos seus pés.
Etiquetas: Clube, SAD, Época 2009/2010

CAS ao ritmo do dia sim, dia não
Caríssimos leitores,O signatário tem tentado manter este blogue em ritmo diário.
Verifico, agora, atento o agravemnto do meu estado de saúde que, na melhor das hipóteses, apenas poderei publicar posts ao ritmo de um post por cada dois dias, saíndo ao ritmo do dia sim, dia não.
Todavia, penso que não será por falta de matéria por ler que deixem de aqui vir, sendo certo que já fiz a programação de publicação de posts até à entrada do mês de Março, uma vez que, felizmente, tenho por aqui matéria não publicada dar com pau.
E o que verifico é que tendo eu escrito certos posts já há bastante tempo e tendo verificado da sua actualidade, constato que a realidade do nosso Clube é tal que todos os posts escritos, alguns com 1 a 2 anos de distância, mantâm-se actuais, dado que não evoluímos em nada.
A estrutuar do Clube está na mesma.
O futebol vai de mal a pior, devendo ser contemplado com nova descida de divisão, nada que a gente estranhe, uma vez que tirámos essa rifa vai para anos.
Aliás, se descermos de divisão, é desta que o CAS acaba, porque não estou para manter o CA ao nível da II Liga com a agravante de estar bastante doente.

Desabafos
Este que vos escreve e que por aqui vai aguentando este blogue, muito embora o meu estado de saúde me tenha obrigado, nos últimos tempos ao aconchego da cama por impossiblidade de andar como uma pessoa normal, não deixa de andar atento ao que se vai passando pelo Belenenses.Digo-vos, ao contrário do que muitos pensam, que não tenho qualquer informação previligiada do meu Clube, muito embora pudesse optar pela posição de poder ter esse tipo de informação.
Sucede, no entanto, que já tive tempos de ter esse tipo de informação e volta que não volta era-me dado a conhecer factos que, depois, não podia relatar. Como não sei funcionar assim e porque, ainda assim, lá vou conhecendo mais do que queria, entendo por bem conhecer aquilo que todos conhecem a somar àquilo que me entendem dar a conhecer, sempre na condição de poder usar a informação como melhor entender.
Esclarecidas estas questões prévias e esclarecidos como estão que votei nestes dirigentes do Belenenses, mais a pensar que seria a melhor via de defenderem os interesses do Clube, dado que o João Barbosa não me oferecia melhores condições para nele votar.
Pena que numa eleição do Belenenses não nos apareçam dirigentes com curriculum desportivo na área do futebol que seja, pelo menos, do calibre dum Barcínio Pinto, que era o braço direito do Márosa Freire para a área do Futebol.
Pena que não nos tenha aparecido um João Monteiro, o qual nos mandatos do Sequeira Nunes funcionou com um olheiro do futebol, sendo do acopnselhamento dele a contratação de jogadores tipo Carlos Fernandes e outros que pululavam na rota de terinadores hoje retirados do serviço.
Pensei que o Miguel Ferreira fosse o nosso expert para o futebol e nessa condição votei naquela lista, porque esprimidas as duas não tinhamos de ambasa aquilo a que nós chamaos o mais do mesmo.
E pensei isso a julgar pelo noticiário da altura das eleições do candidato único Fernando Sequeira em que era frequente sabermos que o Miguel Ferreira andava por lá, e andou cerca de 30 dias, a tranferir dossiers, em especial do futebol.
Ainda assim, pensei que a lista do Viana de Carvalho, a começar nele próprio tivesse o bom senso de seguir as pisadas do Cabral Ferreira em, no mínimo, se viesse a reunir de algum expert em futebol.
Nem tal o fez, como julgou perceber de futebol, coisa para a qual, em Portugal, é-se necessário conhecer a regulamentação e, em especial, o modus faciendi das coisas neste país, meio à italiana, meio legal, meio ilegal e tudo igual ao que as escutas que o cidadão uganês de nome Tribula nos deu a conhecer no Youtube.
Enfim, de pouco me serve estar arrependido ter votado neles ou, aliás, ter ido votar, porque aquilo ganhou-se por 60 votos e retirados os meus votos e do meu pai, a coisa ficaria em 20 e, se calhar, numa recontagem ficava tudo igual e o Coroado que se desenrascasse.
Por falar nele, ao que aprece a secretaria do nosso Clube não conhece as novas categorias de sócios e nem sabe qual a versão dos EStatutos que está em vigor.
Enfim, estamos a cerca de 4 meses de cair na II Liga e isso vai ser mais uma machadada na minha paupérrima saúde.

O enredo do Boavista num "onze" de desesperos

Notas Prévias:
Neste processo de quase extinção do Boavista, várias são as minhas interrogações, embora, confesse, que nunca tenha gostado deles desde o tempo em que o clâ Loureiro usou e abusou daquilo em proveito pessoal
E interrogo-me se seria possível nós, sócios do Belenenses, deixar crescer um pasivo até perto de 100 milões de euros.
Se seria possível haver uns quantos Fernandos Sequeiras a queimarem o pouco que resta da saúde da tesouraria do Clube.
Espero que estejamos a salvos destas contingências e não passemos pelas amarguras quase traduzidas num só homem, valendo aqui perguntar onde é que estão os outros não sei quantos mil para além do Manuel do Laço?
Como é posssível o clão Loureiro ter passado incólume a esta destruição de um Clube?
Como é que os sócios daquela agremiação não lhe saltaram em cima?
Não entendo.
Por Joaquim Rita, em RTP.pt
É dramático o enredo que envolve o Boavista, quanto mais não seja porque o futuro competitivo do clube está envolto num novelo de incertezas, embora a instituição, por mais minados que estejam os seus alicerces, não pareça ameaçada. Há demasiada história no Boavista para se temer o seu fim. Os sobressaltos serão sempre de natureza desportiva, caso se consume - e oxalá que não! - o seu afundamento.
Para lá das inquietações que emergem do incumprimento do pagamento, mais ou menos atempado, dos salários aos seus profissionais, a grande questão que se coloca é esta: como foi possível o Boavista chegar a isto? Mesmo contabilizando a mentira maquilhada (ou sufocada) em que vive ou sobrevive a maioria dos clubes portugueses, o alçapão em que caiu o Boavista não se formou em meses, se calhar, nem em anos. Neste plano, os boavisteiros saberão descobrir as respostas para as dúvidas que hoje os atormentam, não nos competindo ajuizar e, menos ainda, especular sobre uma realidade que, porventura, até para o sofredor Manuel «do Laço» é descoroçoante. Todavia, há aspectos que importa inventariar numa procura distanciada, desejavelmente serena e despida de afectos.
Como um «onze» de futebol, são também onze os tópicos que nos servem de suporte neste acanhado e despretensioso exercício de análise. Vejamos:
1 - INCREDIBILIDADE pelo tão fundo a que o clube (SAD) chegou;
2 - ARREPIANTE a extensão do anunciado buraco financeiro (entre 80 e 90 milhões de euros?)
3 - IMPENSÁVEL explicar o rombo apenas como consequência do abandono a que o clube foi votado pela Câmara quando da reformulação do estádio do Bessa para o «Euro 2004»;
4 - DESESPERO pela demora ou ausência de alternativas de viabilidade;
5 - TRISTEZA pela profunda degradação da imagem do clube;
6 - INGENUIDADE na aceitação de um pseudo investidor (quando a esmola é grande o pobre desconfia...)
7 - ESTRANHEZA pela ausência de explicações objectivas por parte de João Loureiro (Joaquim Teixeira também se prepara para desertar?)
8 - ANGÚSTIA pelo futuro competitivo de um histórico que ainda ontem foi campeão e passeou talento pela Europa;
9 - APLAUSO pela decisão dos jogadores em comparecerem ao jogo com o Sporting (o cenário de greve estava comprometido face à escassez de tempo para o respectivo e indispensável pré-aviso)
10 - COMPREENSÃO pela atitude de Álvaro Braga Júnior (também ele foi enganado?) ao renunciar ao cargo de presidente da SAD face à incapacidade para, atempadamente, honrar os compromissos que assumira com os jogadores;
11- CORAGEM de Jaime Pacheco em aceitar trabalhar sobre um barril de pólvora, não deixando de ser curioso saber quanto o clube lhe deve e desde quando provém essa dívida.
Antes de encontrar um caminho, antes de definir o que quer (ou pode) para o futuro, o Boavista já tem uma certeza: o passado foi uma engenhosa e desesperante mentira e o presente é feito de medos, de inquietações e incertezas. Um exemplo triste para o futebol português.
E interrogo-me se seria possível nós, sócios do Belenenses, deixar crescer um pasivo até perto de 100 milões de euros.
Se seria possível haver uns quantos Fernandos Sequeiras a queimarem o pouco que resta da saúde da tesouraria do Clube.
Espero que estejamos a salvos destas contingências e não passemos pelas amarguras quase traduzidas num só homem, valendo aqui perguntar onde é que estão os outros não sei quantos mil para além do Manuel do Laço?
Como é posssível o clão Loureiro ter passado incólume a esta destruição de um Clube?
Como é que os sócios daquela agremiação não lhe saltaram em cima?
Não entendo.
Por Joaquim Rita, em RTP.pt
É dramático o enredo que envolve o Boavista, quanto mais não seja porque o futuro competitivo do clube está envolto num novelo de incertezas, embora a instituição, por mais minados que estejam os seus alicerces, não pareça ameaçada. Há demasiada história no Boavista para se temer o seu fim. Os sobressaltos serão sempre de natureza desportiva, caso se consume - e oxalá que não! - o seu afundamento.
Para lá das inquietações que emergem do incumprimento do pagamento, mais ou menos atempado, dos salários aos seus profissionais, a grande questão que se coloca é esta: como foi possível o Boavista chegar a isto? Mesmo contabilizando a mentira maquilhada (ou sufocada) em que vive ou sobrevive a maioria dos clubes portugueses, o alçapão em que caiu o Boavista não se formou em meses, se calhar, nem em anos. Neste plano, os boavisteiros saberão descobrir as respostas para as dúvidas que hoje os atormentam, não nos competindo ajuizar e, menos ainda, especular sobre uma realidade que, porventura, até para o sofredor Manuel «do Laço» é descoroçoante. Todavia, há aspectos que importa inventariar numa procura distanciada, desejavelmente serena e despida de afectos.
Como um «onze» de futebol, são também onze os tópicos que nos servem de suporte neste acanhado e despretensioso exercício de análise. Vejamos:
1 - INCREDIBILIDADE pelo tão fundo a que o clube (SAD) chegou;
2 - ARREPIANTE a extensão do anunciado buraco financeiro (entre 80 e 90 milhões de euros?)
3 - IMPENSÁVEL explicar o rombo apenas como consequência do abandono a que o clube foi votado pela Câmara quando da reformulação do estádio do Bessa para o «Euro 2004»;
4 - DESESPERO pela demora ou ausência de alternativas de viabilidade;
5 - TRISTEZA pela profunda degradação da imagem do clube;
6 - INGENUIDADE na aceitação de um pseudo investidor (quando a esmola é grande o pobre desconfia...)
7 - ESTRANHEZA pela ausência de explicações objectivas por parte de João Loureiro (Joaquim Teixeira também se prepara para desertar?)
8 - ANGÚSTIA pelo futuro competitivo de um histórico que ainda ontem foi campeão e passeou talento pela Europa;
9 - APLAUSO pela decisão dos jogadores em comparecerem ao jogo com o Sporting (o cenário de greve estava comprometido face à escassez de tempo para o respectivo e indispensável pré-aviso)
10 - COMPREENSÃO pela atitude de Álvaro Braga Júnior (também ele foi enganado?) ao renunciar ao cargo de presidente da SAD face à incapacidade para, atempadamente, honrar os compromissos que assumira com os jogadores;
11- CORAGEM de Jaime Pacheco em aceitar trabalhar sobre um barril de pólvora, não deixando de ser curioso saber quanto o clube lhe deve e desde quando provém essa dívida.
Antes de encontrar um caminho, antes de definir o que quer (ou pode) para o futuro, o Boavista já tem uma certeza: o passado foi uma engenhosa e desesperante mentira e o presente é feito de medos, de inquietações e incertezas. Um exemplo triste para o futebol português.
Etiquetas: Apito Dourado, Casos Futebol, Corrupção

Liga: Três milhões para modernizar estádios
Notas Prévias:Finalmente, até parece que o Hermínio Loureiro leu o que aqui escrevi ourtro dia sobre a capacidade de a Liga, como entidade autónoma e já de cariz financeiro, poderia funcionar como motor de modernização de alguns estádios do país dos clubes seus filiados.
Pelo que li num dos jornais, todos os clubes apresentaram já orçamentos de verbas a despender da modernização dos estádios.
Todos, menos o Belenenses.
Assim, e dada a ausência de um plano de reabilitação do Restelo, quer em instalações, quer para novas tecnologias (olha o marcador electrónico a entrar a custos reduzidos), a LPFP fez inscrever uma participação de 25% no valor a inverstir pelo nosso Clube no Estádio do Restelo.
É aproveitar enquanto o protocolo estiver em vigor.
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional assinou esta segunda-feira os contratos-programa com 16 clubes da I e II Liga candidatos ao Plano de Incentivos que vão investir aproximadamente três milhões de euros na modernização de estádios e equipamentos tecnológicos.
O organismo presidido por Hermínio Loureiro vai comparticipar com 25 por cento os investimentos dos clubes da Liga e em 35 por cento os investimentos dos emblemas que alinham no segundo escalão do futebol português. Ao todo, a Liga vai distribuir 864 mil euros.
O Olhanense, que este ano assegurou a promoção ao principal escalão do futebol português, é o clube que mais irá investir nas melhorias das suas infra-estruturas com um total de 686 mil euros, sendo que 171 mil serão comparticipados.
Académica, Desp. Aves, Sp. Covilhã, Feirense, Freamunde, Gil Vicente, P. Ferreira, Rio Ave, Gondomar, Leixões, Naval, Oliveirense, Varzim, Belenenses e V. Setúbal são os outros clubes apoiados pela Liga, numa iniciativa que pretende melhorar as condições de funcionamento e organização dos clubes, assim como a comodidade e segurança dos adeptos e condições para a comunicação social.
Etiquetas: Clube, Liga, Património


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