Não há condições



Pessolamente,já não me restam quiaquer dúvidas da necessiidade urgente de enviar João Carlos Pereira para o lote dos dispensáveis antes que faça mais estragos.

O ontem, apenas ía sabendo os resultados parcelares, via telemóvel, porque não quis sujeitar a Família a mais um desaire vergonhoso, em casa, perante uns amarelos, que, também eles andam à proura do seu melhor caminho, apoós atroca de Paulos Séregio por Ulisses Morais.

Estes último perdeu com a Naval connosco e agora vem cá abaixo e aplica-nos s chapa 3.

É deseronso para um Clube que anda acelebrar os seus 90 anos de história.

E que história via ficar por contar nos 90 anos se continuarmos assim?

Miguel Ferreira vai ter de se desenrescar e arranjar novo treinador.

Credível,s se não der muito mau jeito.
Aquele Estádio merece outros elementos, elementos com pregaminhos, quando não caímos no futebol na mediocridadde da maioria das amadoras.

Passaremos a aser o elo mais fraco da Liga, e todos sabem a qyue é que isso conduz.

As palavras de Nélson, a este respeito são elucidativas:

O que é que fica? Fica um resultado negativo. Tivemos uma primeira parte equilibrada, mas ao sofrermos o segundo golo, a equipa desorientou-se e mostrou alguma falta de personalidade. Temos uma equipa jovem, mas quem se esconde do jogo não pode ser jogador, temos de assumir responsabilidades, era um jogo ao nosso alcançe. A crítica é para todos, temos de assumir que podemos fazer mais e melhor, temos de ter orgulho em ser jogadores do Belenenses

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Ficam estas dicas



Não é notícia que o signatário muito dificilmente poderá permencer nesta Vida durante muitos anos, embora a minha situação actual seja estável, o meu corpo, porém, mesmo nas teclas deste computador, não responde da mesma forma.

Não sei se por falta de treino, se por "tendinites" sucesssivas.

Tenho sido cliente habitual do IPO, sendo que nesta minha última estadia correspondeu, também, à cerimónia observada no Casino Estoril, em que não pude estar presente, juntamente com a minha filha, para lá recebermos os emblemas de 25 anos de sócios, correspondentes aos sócios 4327 e 4328.

Tem piada qua há 2 ouu 3 anos estive lá com o meu pai para ele receber o seu emblema de 50 anos, correspondente ao sócio nº 222.

Porém, o Presidente do meu Clube, o Dr. Viana de Carvalho, que passou, também ele, neste singelo gesto de um visita ao hospital não parou de me surpreender ao lá ir visitar-me, juntamente com o meu Amigo Vítor Ferreira, o qual tratou da parte fotográfica, e fazer a entrega pessssoal dos referidos emblemas.

Coisa que agradeci de forma algo emocionada e de Belenenses e os seus problemas lá falámos a três aquilo que o tempo permitiu.

O meu Bem-Haja Dr. Viana de Carvalho, ficando aqui a constar que também ele passou para a categoria dos meus Amigos, que não é muito longa.

Olhando para as fotos que o Vítor me remeteu, até nem tenho a cara que o corpo diz ter, mas lá está a tal força de vontade que me vem sei lá bem de onde em não me querer vergar a esta maldita coisa que alguns apelidam de "doença" ou a qualidade do fotógrafo, não sei bem, lá transformaram a cara de doente em cara mais normal.

Falámos de coisas dos Belenenses, e estava presente o meu pai, o qual solicitou ao Presidente que faça o favor de ensinar o caminho da rua ao treinador que lá temos.

Mas, se as surpresas fossem só a nível directivo, desenganem-se, já que o meu caro Amigo Pedro Patrão fez questão de ser visita assídua do signatário (2 vezes em 2 semanas e meia é bom ouvir vozes azuis), sendo que sea primeira me surpereedeu em absoluto, já na segunda fez questão de me voltar a surpreender ao trazer-me literatura azul e uma camisola autografada de vários elementos do plantel azul.

A eles, o meu sincero obrigado, não só pela visita de cada um deles, mas pela oportunidade nas minhas actuais condições de saúde.

Podia aqui referir as omissões, mas isso só borraria o quadro que quero dar a esta tela de hoje.



A AG de 24 de Setembro



Notas Prévias:

Aquando da última e tão aguradada AG do Belenenses, estava numa posiçõa em que nem sequer os jornais deraam qualquer destaque aos que lá foi ou deixou de ser discutido e decidido, pelo que só por aqui podemos ver o quanto caímos na escala de valores para os jornalistas ditos desportivos.

E todos os dias me compravam, pelo menos, dois jornais para ir sabendo qualquer coisa do meu Clube.

Entendi, depois de devidamente ponderado, que quer o Hugo Canaipa Henriques, quer o Ricardo Schedel não se importariam de eu aqui transmitir a opinião deles sobre o que láse passou. o primeiro é um sócio tal como todos os outros, vivendo o Clube de forma sensívelmente semelahnte à do signatário. o Ricardo Schedel, como sabemos, já tem ocupado diversos lugares de dirigente, tendo sido parceiro do Cabral Ferreira no seu último mandato da SAD.

Lamento bastante que se tenha deixado por esclarecer determinados abusos de confiança da gestão da coisa azul, uma vez que passámos mais uma assembleia-geral com a culpa a morrer solteira em relação ás asneiras contemporâneas e de todos nos conhecidas, quase valendo a pena eleger o Zé da Esquina para govrenar a Nau Azul.

Resolvi dar enfâse ao último parágrafo, uma vez que é um sentimento comum a quem é meramente sócio e a quem é ou foi dirigente. Ou seja, para meia-palavra, basta o que ambos sentem, que, no fundo, é comum ao signatário.

É o que vou passar a relatar, sem omição de qualquer coisa.

A AG segundo Hugo Henriques:

Eu estive na AG de ontem e resume-se de forma muito simples:

- 90% do tempo (a AG demorou cerca de 2h45) a discutir se deviam ser votados os orçamentos de 2009 e 2010 com base em ano civil, uma vez que os novos estatutos (aprovados mas que ainda não estão em vigor) definem que o orçamento deve contemplar anos desprtivos;
- 10% a falar das contas de 2008 e dos orçamentos de 2009 e 2010.

Acho que os nomes JB e FS nem sequer foram referidos, por isso, podes ver como se falou muito das respectivas gestões...

Resumindo, saí da AG com a noção que não fui lá fazer nada. Cada vez se ocupa mais tempo das AG do clube a discutir questões legais/processuais e menos a falar do clube e dos seus problemas...

E então de futebol, zero x zero, nada! Os sócios do Belenenses, maior accionista da SAD, não têm direito a saber/discutir futebol nas AG do clube...

Quanto a acabar com modalidades, foi repetido pelo presidente VC na sua intervenção o que já havia dito na campanha, ou seja, se for preciso acaba com modalidades. No entanto, o vice presidente da área financeira na apresentação dos orçamentos, não só não falou nisso, como até disse que os custos nas modalidades amadoras não são um problema, o problema é o baixo nível de receitas... Entranto vamos ter mais um défice previsto nas modalidades de cerca de 1,4 milhões de euros (acumulado 2009 e 2010) e gostava de vir a saber qual vai ser o corte previsto na SAD para 2010, só para perceber bem o esforço de contenção que é pedido a uns e outros...

Apesar de ter gostado da apresentação feita pelo vice presidente da área financeira, a documentação entregue relativamente ao orçamento contempla apenas 3 ou 4 páginas, portanto poucas conclusões se conseguem retirar. As modalidades foram apresentadas como um "bolo" sem qualquer detalhe (agora percebo a frustação do Ricardo Schedel ao receber certas críticas), não se falou das piscinas, enfim, é como já disse, ocupa-se o tempo a falar do que não interessa e depois falar de números, tá quieto que depois os habituais fregueses da AG começam a ver a meia-noite a aproximar-se e querem é que se toque o hino para irem embora...

Ao contrário de alguns/muitos sócios, eu estou satisfeito com o trabalho da Direcção até agora. Mas vejo este orçamento muito alicerçado no aumento das receitas com as quotas dos sócios e das quotas suplementares (+25%) e interrogo-me se isso vai ser conseguido se a equipa de futebol não fizer um bom campeonato. Ou aparece um campanha de angariação e recuperação de sócios brilhante, ou andamos sempre à volta do mesmo: é o futebol que puxa as pessoas para os clubes, esqueçam o andebol, futsal, rugby, basket, não vale a pena, em Portugal as pessoas querem futebol e é aí que nós temos que apostar, porque de outra forma é o definhamento irreversível...

Dou alguma tolerância à pouca informação adiantada, face ao que vivemos neste último ano e meio, mas espero que exista algo mais concreto e abrangente no próximo orçamento porque foi tudo muito superficial.

Para terminar este testamento, tenho que dar nota de uma intervenção do consócio Paulo Trindade (um dos habituais oradores nas AG) a chamar a atenção para os gamanços que sofremos em Braga e com o slb e para a necessidade da direcção vir para comunicação social defender o clube e a equipa. Parece que não sou o único a não aceitar esta passividade dos nossos dirigentes!


A AG segundo Ricardo Schedel:

Também estive na AG e partilho tudo o que o Hugo escreveu. Vou apenas fazer alguns acrescentos (considerações).

As contas de 2008 são a repetição quase verba a verba das contas de exercícios anteriores (incluindo as dos anos em que fiz parte da Direcção do Clube), mostrando os mesmos “vícios” já antigos e que me levaram a não querer acompanhar o Cabral Ferreira no seu segundo mandato e a ter ficado apenas na SAD. Foram aprovadas por esmagadora maioria, incluindo por mim, e sem grande discussão, porque estão bem elaboradas pela empresa de contabilidade que as faz e, por isso, enquanto meras contas contabilísticas não há nada a apontar-lhes. Já quanto à política desportiva de que elas são o espelho, haveria muito a dizer, mas não vale a pena estar a discutir a política desportiva de 2008…

Vamos agora aos orçamentos. Ao contrário do que eu fazia, apresentando Custos e Proveitos (ao arrepio dos Estatutos da altura, confesso), voltou-se àquilo que de facto está (erradamente) nos Estatutos, ou seja, Receitas e Despesas. Felizmente que nos novos Estatutos, e a grande insistência minha, lá aparece que os orçamentos serão de Custos e Proveitos e não de Receitas e Despesas. Isto pode parecer minhoquices de contabilista, mas já vou explicar. Reparem: as contas de 2008 deram um prejuízo de mais de 2 milhões de euros e as de 2009 irão decerto pelo mesmo caminho, porque entretanto nada se alterou. Ora se o Orçamento para 2009 prevê um resultado positivo, algo deveria estar errado. Mas não está. Porque no Orçamento de Receitas e Despesas não entram, pela sua natureza, uma série de coisas que depois entram nas contas.

Mas há mais: Receitas é tudo aquilo que é efectivamente recebido, Despesas é tudo aquilo que é efectivamente pago. Exemplificando: o Belenenses contrata um jogador de andebol com um salário astronómico, mas não lhe paga nesse ano, ficando com salários em atraso. Pois bem, é Custo desse ano, mas não é Despesa. E, assim, se pode distorcer toda a realidade. O Vice-Presidente Financeiro, falando das Despesas das modalidades, disse que as mesmas continham verbas de salários atrasados de anos anteriores. Ora esses valores já apareceram nos Custos do ano em que efectivamente deveriam ter sido pagas. Assim, quando vemos os valores do Orçamento, nunca sabemos se se referem ao que se quer gastar nesse ano, ou se são verbas de anos anteriores, ou se não incluem verbas que se vão gastar mas não pagar. Olhando para aqueles valores não se percebe qual vai ser a realidade desse ano. É por isso que os Orçamentos apresentam valores positivos e depois as contas apresentam valores super-negativos.

Os Orçamentos de Receitas e Despesas não servem para rigorosamente nada, nem como o Presidente do Conselho Fiscal tanto insistiu, para permitir ao dito Conselho ir acompanhando a sua execução – o Orçamento está à partida sempre bem executado, porque se não houver dinheiro não se paga e não é, portanto, Despesa. Como o Belenenses não tem um poço de notas escondido, nem há já mecenas, as Receitas são sempre superiores às Despesas – só se paga o que se recebeu. Se se recebeu pouco, paga-se pouco e as dívidas daí resultantes ficam para o próximo pagar. Conclusão: as Receitas são sempre superiores às Despesas (ou, no mínimo, iguais). Por isso, repetindo-me: Orçamentos de Despesas e Receitas não servem para rigorosamente nada. Por isso é que, ao arrepio dos Estatutos, sempre apresentei Orçamentos de Custos e Proveitos (e muito penalizado fui por isso…). Agora, com os novos Estatutos, vai finalmente ser necessário apresentar Orçamentos de Custos e Proveitos que depois se podem comparar com as contas finais – e então é que se vai ver. Nessa altura, sim, se poderão confrontar as direcções sempre que as contas finais não condigam com os Orçamentos apresentados. Nessa altura, sim, já o meu amigo Fernando Veiga Gomes poderá com propriedade “ameaçar” os faltosos com a impossibilidade de se candidatarem nos próximos 5 anos. Agora, com Orçamentos de Receitas e Despesas, infelizmente não.


Mas, apesar do que disse atrás, vou falar sobre o Orçamento para 2010 (sobre o de 2009 não vale a pena, pois o ano já está no fim e o mesmo é apenas um mero exercício teórico – por isso abstive-me na votação). Verifiquei uma coisa boa: voltou a estar consagrada (também em 2009) a entrega de € 1.800.000 à SAD. Passada está, parece, a época em que não se entregava nada (como quando estive na SAD), ou em que se “roubavam” € 300.000 à facturação da SAD, para a mesma não apresentar lucro e poderem assim justificar o empréstimo. Verifiquei, por outro lado, com tristeza, que no mesmo está consagrada uma verba superior a 700 mil euros para as modalidades (apesar de estar previsto um grande aumento dos patrocínios, o que significa que se vai gastar mais). Se em 2009 a verba prevista engloba o pagamento de salários atrasados do ano anterior, para 2010 o Vice-Presidente Financeiro justificou a verba com a vontade de sermos campeões. Isto é, gasta-se dinheiro com as modalidades para sermos campeões, mas não se aumenta a verba para a SAD que, assim, continuará a ter dinheiro apenas para uma equipazinha razoável. Se em 2009 se compreende, porque era preciso arrumar a casa, depois do descalabro fugitivos/CG, para 2010 esperava um aumento da verba para a SAD, em detrimento das modalidades. Ou então, mantinha-se a verba para a SAD e pagava-se uma parte maior do nosso Passivo – neste Orçamento não está previsto nada para amortizar parte do empréstimo (isto é, continua-se a pagar os juros e amortizar nada). Por isso votei contra o Orçamento.

Para acabar, vou roubar um parágrafo ao que o Hugo escreveu:
Ao contrário de alguns/muitos sócios, eu estou satisfeito com o trabalho da Direcção até agora. Mas vejo este orçamento muito alicerçado no aumento das receitas com as quotas dos sócios e das quotas suplementares (+25%) e interrogo-me se isso vai ser conseguido se a equipa de futebol não fizer um bom campeonato. Ou aparece um campanha de angariação e recuperação de sócios brilhante, ou andamos sempre à volta do mesmo: é o futebol que puxa as pessoas para os clubes, esqueçam o andebol, futsal, rugby, basket, não vale a pena, em Portugal as pessoas querem futebol e é aí que nós temos que apostar, porque de outra forma é o definhamento irreversível...

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Liga mais pobre



Notas Prévias.

O arranque da Liga Sagres e, também, da Liga Vitalis, veio demonstrar que a generalidade dos clubes portugueses está de tanga.

A falência aqui por mim denunciada vai já fazer muito tempo da tentativa de se profissionalizar o futebol nacional e fazê-lo competir com os congéneres de outros países está a conduzir à morte de alguns clubes, á agonia de outros e ao estado de pré-agonia de uns quantos.

Este ano foi um ver se te avias em verificar clubes em desistirem pura e simplesmente das competições.

No nosso caso, entendo que estamos já no patamar de pré-agonia embora não tenha sido agravada pela estupidez interna em se recusar em recorrer aos empréstimos de uma forma mais clara.

Estupidez essa agravada pelo recurso ao ecletismo para demonstrar que ainda somos gente.

Uma vez aqui defendi que o Clube devia ter uam política de aliançãs, não só de alianças com os nossos pares da I Liga, mas sobretudo de alianças ou mediante protocolos de permuta de jogadres com clubes abaixo do nosso patamar. Não há, de facto, outra forma a dar corpo ao nosso plantel que não seja o recurso a juniores, jogadores emprestados via I Liga ou jogadores comprados a outros emblemas com os quais devíamos ter relações previligiadas, nomeadamente clubes nossos vizinhos.

Sejamos honestos, a política de empréstimos não devia ter cor. Mas, no nosso caso, e pelo que vou lendo a nossa política de empréstimos é boa se vier do Norte e péssima se vier da 2ª Circular.

Outro dia respondi aqui a um consócio daqueles os que assim pensam mais não passam de marialvas que pendurados de cabeça para baixo só deitam cotão.

Neste momento, o Belenenses apenas deita cotão.

É que associado à política de empréstimos devia estar a tal política de alianças e aí ficamos sempre tramnados ao dar sempre a cara quando so outros a escondem, ao darmos o Coroado em oposição ao Pereira e depois lixamo-nos no jogo de cada dia.

E ainda somos gozados e omitidos nas constantes crónicas dos principais jornalistas desportivos, os quais por não alinharem no nosso diapasão, mais que gsto e estafado e sem pretensões a coisa alguma, entendem, ainda assim, alguns de nós que devíamos ter para eles a importância que os factos não condizem com o objectoi da notícia: é que nós não somos notícia de coisa alguma.

Ora, vejamos:


Este é um tempo de esperanças, promessas e fé. Com maior ou menor legitimidade, todos têm sonhos cor-de-rosa, o futuro como que surge embrulhado em luzidia felicidade perante a convicção de que o amanhã será risonho.

Recusar o pessimismo é mais do que uma obrigação, desviando-o dos caminhos - de todos os caminhos! - que importa percorrer.

Na pré-época só há vencedores. Para muitos, é uma pena que o clima que antecede cada temporada sofra transformações à medida que a temporada adquire cadência. Na incerteza, é melhor aproveitar esta folga, enquanto os tribunais (de dirigentes e adeptos) estão encerrados ou nada exigentes.

Como sempre, é a força mobilizadora dos três «grandes» que absorve maiores expectativas e alimenta a especulação, com o F.C. Porto a cumprir a sina de «campeão do mercado», igualando o volume da facturação (42 milhões de euros ou... mais, só com as saídas de Lucho e Lisandro, para lá de outros trocos) à capacidade ganhadora que lhe corre nas veias. E Bruno Alves à espera...

Pese o contingente das aquisições já consumadas, importa, ponderar dois aspectos:

- a consciente dúvida quanto à imediata imposição de jogadores com lastro indiscutível - Belluschi, Falcão, Álvaro Pereira (F.C.Porto), Matias Fernandez (Sporting), Saviola, Ramires, Shaffer, Patric (Benfica);

- a seriedade para lamentar as deserções de unidades de exuberante qualidade competitiva - Lucho, Lisandro (F.C. Porto), Derlei (Sporting), Katsouranis, Reyes (?) Suazo (Benfica).

Qualquer que seja a argumentação no sentido de desdramatizar as perdas - a excelência de ontem não pode transformar-se hoje em vulgaridade... - julgo que, no plano de rendimento objectivo, nenhum dos «grandes» tem razões para festejar. Sem me envolver em qualquer exercício especulativo tendente a apurar lucros e perdas possíveis ou previsíveis, já me parece razoável considerar o seguinte:

- F.C. Porto é a equipa mais lapidada face à natureza das perdas - o «comandante» (Lucho) e o goleador (Lisandro);

- Sporting perdeu o mais encartado desestabilizador dos adversários em função da mossa competitiva que imprimia à própria equipa (Derlei);

- Benfica viu partir o equilibrador estrutural (Katsouranis), para lá de ter de abdicar do talento genético de Reyes e da velocidade desenquadrada de Suazo.

Neste tempo de esperança - ou mesmo de euforia para alguns, sem importar se construída de forma mais artificial do que objectiva! -, percebe-se que todos preferem inventariar os lucros orçamentados com os que chegaram de novo.

Por mim limito-me a confessar que Lucho, Lisandro, Derlei, Katsouranis, Reyes e Suazo nos fazem falta. É-me indiferente se os clubes não o assumem. Para estrangeiros como esses haveria sempre espaço no futebol português, qualquer que seja a natureza das carradas que têm chegado. E falta saber se as (grandes) saídas já fecharam...

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Apens um bom rapaz



Nesstes dias de ausência destas coisas de dar nas teclas e, sendo engraçado, mas não é, apesar de agora ter mais disponibilidade para as ditas, o meu estado não me permite, ainda (espero que ainda), grandes estadas frente a um pc, não deixei, porém, de ir tomando algum contacto com a coisa do Clube, sendo certo que o meu irmão, o meu pai e um dos meus sobrinhos, todos com o bicho do Belenenses, lá me íam dizendo a sua opinião sobre cada jogo ou sobre coisa à volta dos jogos.

Se eu fosse a ligar apenas à opinião do meu sobrinho, então teria aqui pano para mangas para só dizer mal e muito mal, já que nem sequer o jogo em Alvalade lhe tirou a má opinião quer da equipa, quer do treinador.

É o caso do treinador, o qual, pelo menos desde o jogo amigável com o Vitória de Setúbal, eu constatei não passar de ser um bom rapaz e, na dúvida, solicitei opinião a um meu amigo, consócio e, também, ex-dirigente, o qual me traçou o seu perfil numa só palavra: fraquinho.

Ora bem, separemos o que me é dito daquilo que eu observo, para não ser induzido em erro na apreciação.

E aqui observo um treinador que nada arrisca e, por norma, concede toda a primeira parte aos respectivos adversários desbobinarem o seu futebol, ficando a equipa encostada ás cordas numa reabilitação só possível se tivesse jogadores para isso.

Não entendo a razão pela qual um treinador, mesmo com a equipa a jogar em casa, entra numa toada do deixa ver como param as modas e só depois, na segunda parte, tentar arriscar mais qualquer coisa. Ele é pago para que os jogadores, assim-assim, maus ou menos maus que lhe deram e ele aceitou, sem pestanejar, para que a equipa ganhe.

Passou semanas a reclamar pelos jogadores que, segundo ele, lhe faltariam: defesa que fosse patrão e avançado. A Admisnistração da SAD, num último forcibg, deu-lhe o Beto, o Adu e o Lima, este, então, nos limtes da inscrição.

JCP, em relação ás suas aspirações, não se pode queixar.

Eu, que de facto faço 25 anos de associado este ano, mas não posso lá ir receber o emblema (alguém o fará, por mim),aspiro a bem mais que ver o meu Belenenses em 3º a contar do fim.

Ora, o Belenenses, não tem jogadores para dar a volta a um resultado negativo,caso tal se observe no final da 1ª parte, pelo que devia o o treinador que a gente lá tem saber melhor optimimizar os recursos disponíveis e ele sabe que são escasssos.

Ainda me lembro do despedimento do Mortimore, o qual, na prática, foi despedido pela sua passividade no banco de suplentes.

Comparada a passividadde de um com outro, preferia a do Mortimore, mas como nos venderam a idéia que não há dinheiro para nada, entendo que melhor faria a SAD, se não quiser correrr riscos desnecessários, equacionar a hipótese de um outro treinador.

Um treinador não tem de subserviente a uma SAD, antes terá de impôr a sua opinião.

E nem neste aspecto a gente vê ele discutir coisas com a SAD.

Este rumo a ser foissilizado, poderá conduzir-nos a ter de fazer muitas contas no final do campeonato e disso ando eu farto.

Todos nós sabemos que no Inverno vamos ter de ir ás compras, mas antes do Inverno não será de aproveitar algum treinador ainda disponível?

Caramba, quando a gente vê o Paulo Sérgio a caminho do Vitória de Guimarães, o Lito Vidigal ou o Daúto Faria no Paços ( não sei bem qual deles acabou por ir para lá), quando não há muito tempo tivemos o JJ, porquê corrrer riscos com um JCP, mais indicativo de uma marca de vinhos que de treinador?

Repare-se que a minha ambição seria ter um bom treinador, tanto mais que nós sempre tivemos bons treinadores, os quais íam tapando as insuficiências dos plantéis colocados à sua disposição, pelo que a referênvia a esses dois treinadores mais não era que não seja a aceitação de vivermos uma situaçõa económio-financeira (perdi a AG) algo conturbada.

Mas interrogo-me se não seria de correr menores riscos ir-se buscar um treinador que perceba da poda que andarmos aqui com um treinador, do qual, até à data, faz tudo quanto a SAD manda, quase fazendo lembrar a estória do fugitivo em relação ao JJ ( eu contrata e tu treinas).

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Andebol de fim-de-semana



E pronto, sem grandes dinheiros, sem apoios por aí além, com a quase omissão do apoio da Fúria Azul, apesar de ter feito 25 anos muito recentemente (E não vale mesmo a pena virem aqui tentar covencer do contrário, porque são óbvias as tendências da Fúria Azul em relação a outra modalidade, bastando, para tanto o visionamento da bancada destinada aos sócios, coisa que tive o cuidado de veriufificar no jogo com o ABC), o Andebol lá vai dando cartas em todos os segmentos da modalidade, o que significa que nem sequer é necessário ir ao Brasil comprar jogadores ou utilizar dinheiros da SAD para o pagamento de parte do salário de um ou outro atleta de outra modalidade ( ouq queuerm que aqui escreva o nome de quem o fez e do beneficiado? Olhem, lembrems-e apenas do tal braço de ferro que estupidamente fizemos com os lampiões apenas por causa dum jogador, o qual, findo o contrato, vai para lá - é tudo uma questão de tempo).

Infantis - Acad. Amadora - Belenenses - 21-32 (Torneio de Abertura)
Juvenis "B" - Belenenses - Runa - 55-12 (Torneio de Abertura)
Juvenis "A" - Almada - Belenenses - 23-30 - (C.Nacional)
Seniores - Belenenses - ABC - 23-23 - (C.Nacional)
Juniores - São Bernardo - Belenenses - 32-31 - (C.Nacional)

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Tiago Mota, Santiago e Lima



Não fazia a mínima intenção de escrever qualquer coisa sobre o jogo de ontem para a Taça de Portugal, tanto mais que, apesar de tudo o que tenho vivido, ainda está fresca a derrota em Vila do Conde para a Taça da Liga, mas o simples facto de ter acompanhado, na medida do possível, este jogo com recurso sos sites do record e do Mais Futebol, fez-me mudar de idéias, entre as quais estão essencialmente algumas reflexões que fui fazendo nos tempos mortos e menos dolorosos que vivi nás últimas semanas.

E que fui lendo é mau de mais para deixar de passar incólume tal registo, sendo certo que este post é mais para memória futura que para trazer à discussão, para já, algo de essencial da Vida do Clube.

E tal acompanhamento, a partir do empate a uma bola, mandou-me descansar que era, de facto, aquilo que eu e talvez muita malta que andou por lá com a nossa camisola vestida devia ter feito, porque esta coisa de vestir a camisola de Cruz de Cristo ao peito, se bem que com o modelo arrazoado em relação ao que devia ser, não deixa de personificar a Imagem do Clube de Futebol "Os Belenenses", o qual devia merecer mais respeito por todos aqueles que mandam alguém utilizá-la.

Ou seja, no dia de hoje basicamente chegaram 2 jogadores do Oriental e um árbitro a jeito para colocar em sentido uma equipa profissional de futebol.

O seu guarda-redes e o tal de Santiago que entrava pela nossa defesa como faca em manteiga.

Está bem que se pode vir com a ladaínha de que este tipo de equipas se excede perante os mais fortes e que os resultados já deixaram de serem desnivelados.

Para alguns, digo eu, porue há outros que não permitem que lhe pisem os calos, tal como os lam,piões ou os andrades, já que não tive paciência ainda para ver os outros resultados.

Nós temos aquela equipa e se lá mexermos muito, então seríamos claramente eliminidaos em casa frente ao Oriental.

Esta é a realidade que temos perante o nariz e não há que mascarar com outro tipo de adjectivos ou aparências.

Pois é, o Oriental acabou o jogo com 8 unidades e pelos vistos o árbitro até foi amigo, já que se assim não fosse adeus ó víndima. Vejamos a forma algo simplista da expulsão dos 3 jogadores do Oriental e interroguemo-nos se tal fosse na inversa, já que não me parecem lances para o exagero da expulsão:
1. Simões:O Oriental fica em inferioridade numérica, face à expulsão, por acumulação de cartões amarelos, do defesa-central;
2. Toni: que entrara para compensar a expulsão de Simões, foi também ele agora admoestado com o cartão vermelho (directo), na sequência de uma entrada perigosa sobre Fellipe Bastos;
3. Oriental reduzido a 8 unidades. Pedro Andrade, que estava a ser um dos melhores dos visitantes, lesionou-se e não voltou a entrar em campo, numa altura em que a equipa da 2.ª Divisão já esgotou as substituições.

Isso e Lima, o qual lá vai ter de fazer o papel de ponta de lança, que ele não é, mas à falta de outro, já que o Yontcha vai à afca, estamos bem feitos ao bife para os próximos 2 a 3 meses.

Isso e o treinador, sobre o qual ando aqui com umas idéias meio malucas, mas lá que o rapaz tem pouco jeito para a função, suponho restarem poucas dúvidas.

Vem aí o jogo com o Olhanense, o qual foi eliminado pelo Valenciano após a marcação de grandes penalidades.

Será que não seremos melhores que o Valenciano?

Nota: acabou de ligar o meu pai a dizer-me que estamos a ganhar no andebol...pois, se até em Vendas Novas se torce pelo andebol, ainda há quem me tente convencer dessa coisa do futsal. E, pelos lances finais que ainda tive oportunidade de ver, é um regalo à vista saber que todos os anos, apesar das sangrias que os outros não sabem aproveitar, o João Florêncio lá vai levando a água ao su moínho, ganhando certamente bem menos que alguns craques do futsal e de alguns meia tijelas do futebol.

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A eventual introdução do Paintball



Notas Prévias:

Bem sei que hoje há futebol, num jogo para a Taça de Portugal, contra o Oriental, mas não é disso que me apetece hoje falar.

De regresso à minha mesa de trabalho, sim, porque agora a minha mesa de trabalho não pode passar de outra forma que não seja a clausura das 4 paredes da minha casa ou da da minha filha, dou conta na Mailing List, coisa que depois confirmei no site oficial, da possiblilidade da introdução do Paintball no Belenenses.

Ora bem, estas modernices cá comigo não pegam, antes de começaram a rapar em outro tipo de actividades mais próprias de uma associação de recreio que de um clube de futebol.

Da outra vez, o Viana de Carvalho parecia virado lá para essa coisa do golf. Agora, é o paintball e confesso-vos que tive de fazer algumas perguntas à minha filha e ao meu genro que coisa é essa do paintball, porque suponho que nada tem a ver que o paintball que alguns pc's já trazem.

Esta coisa de introduzir uma modalidade no Restelo, quase faz lembrar um grupo que saíu dos copos e vai ter com o presidente em exercício para introduzir a dita modalidade no ambiente de copos.

Parece ser um desporto radical e isto faz-me lembrar uma outra actividade da tentativa de introdução de uma outra modalidade, igualmente radical, de bicicletas a andarem em canudos de cima abaixo. Era uma idéia que alguém soprou ao Sequeira Nunes e a gaita nestas coisas é que parece não haver critério algum do objecto do Clube de Futebol "Os Belenenses" e ainda não foi há muito tempo que tal ficou redifinido, pelo que Viana de Carvalho tem de parar com estes entreténs.

Dito de outra forma, isto ainda não é o Clube de Futebol e Recreativo "Os Belenenses", nem me parece esta a melhor via para aumentar os associados ou as afluências ao Restelo.

Se querem uma opinião, aquilo nem é para levar a sério, porque não é mesmo para vingar.


Digo eu, mas como um dia me garantiram que o futsal nunca custaria mais de € 80.000 a 100.000/ano ao Clube, já nem digo nada.

É que ás vezes, nesta coisa da introdução de modalidades amadoras, ninguém ouve ninguém e depois para acabar com uma ou uma série delas, lá aparecem os encolhidos a aventarem a hipótese do referendo para acabar ou não com a modalidade A ou B.


Consta que aquilo nos fica a custo zero. Pois é, também o futsal nos custava € 80.000.
Vejamos, no entanto, o que é o Paintball, segundo a Wikipédia:
O Paintball é um Desporto radical que consiste em um jogo onde duas ou mais equipas competem entre si, usando carregadores de bolas que soltam tinta ao atingir o adversário. O objectivo é apanhar a bandeira do outro grupo, na forma mais popular do jogo, e quanto mais adversários forem eliminados mais fácil fica de completar o objectivo.

Nos últimos dez anos, este desporto revelou um desenvolvimento exponencial e conta já com cerca de 15 milhões de praticantes em todo o mundo sendo que a maior parte está aglomerada a norte do continente americano e na Europa.


Para jogar
Em alguns campos existe uma espécie de pacote, onde estão incluídos máscara de protecção, marcador, cilindro de gás, roupa, munições e o aluguel do campo.

Não é preciso estar em forma para jogar. Contudo, é recomendável fazer um aquecimento antes de jogar, pois o jogo pode ser cansativo.

Dependendo do local, o quanto se corre e o quanto se esconde, o jogo pode ser extremamente cansativo, ou seja, vá preparado para sair cansado do jogo. E divertir-se muito!

Normalmente as pessoas optam por jogar em parques de aventura, os quais juntam num mesmo espaço todas as condições para se poder fazer jogos de paintball com toda a qualidade e segurança. Estes parques de aventura pertencem a empresas legalizadas e cumpridoras da legislação em vigor, garantindo os obrigatórios seguros de acidentes pessoais de animação turistica e de responsabilidade civil. Nestes locais, normalmente são disponibilizados vários cenários diferentes para que os jogos sejam interessantes, bem como todo o equipamento necessário e também monitores com formação adequada para que possam auxiliar os jogadores em termos de segurança, arbitragem, apoio técnico e enquadramento dos jogos. Para além disso, contam com instalações de apoio como casas de banho, balneários e estacionamento que contribuem para que os jogos de paintball sejam uma experiência agradável e uma oportunidade de convívio com os amigos.

Os jogos em terrenos ou fábricas abandonadas têm vindo a cair em desuso pelos problemas de segurança associados e devido à possibilidade de intervenção das forças de segurança sempre que não existir autorização do donos do terreno para a realização dos jogos, levando à apreensão do equipamento e identificação dos jogadores

As regras principais
O objetivo do jogo é capturar a bandeira no centro do campo e levar até á base adversária. Cada jogo tem uma duração máxima variando de cinco a sete minutos. O jogador é eliminado quando uma bola o atinge e estoura, em qualquer lugar do corpo ou equipamento que ele usa dentro do campo. Existem juízes dentro do campo para verificar a eliminação dos jogadores. Vencerá o jogo a equipe que conseguir agarrar e levar a bandeira até a base inimiga ou ter eliminado toda a equipe adversária. Acabando o tempo limite do round, vence a equipe que tiver a bandeira, se ninguém estiver com ela, a equipe que a agarrou primeiro e se ninguém a tiver agarrado durante o jogo vence a equipe que tiver eliminado mais jogadores adversários. Crianças de até 11 anos não podem praticar do ´´desporto``

Vertentes do desporto
Existem duas vertentes principais no Paintball. O Paintball recreativo, virado para a diversão e o convívio, e o Paintball de Competição. O Paintball recreativo tem muito maior expressão que o Paintball de competição pois está destinado ao público em geral, não precisando de nenhuma preparação física especial nem de equipamento específico. Desta forma, é realizado por vários tipos de grupos como despedidas de solteiro, aniversários ou grupos de amigos. Também é muito utilizado por empresas em actividades de team-building.No modo recreativo crianças de até 11 anos não pode praticar tal atividade.

O jogo na modalidade "Speed" costuma ser mais rápido, e o jogador usa como barricadas os Air Balls (obstáculos inflável e coloridos). Nesses tipos de campos costumam ocorrer as competições profissionais. Já na modalidade "Cenário", o campo é temático, pode simular um campo de batalhas, com tambores, entulhos, artigos de demolição, casas, etc. Nestes casos, dependendo da dificuldade e do tamanho do campo, a partida pode demorar bem mais que num campo do tipo "Speed". No entanto, a duração dos jogos é sempre adaptada de modo a garantir o máximo de diversão a todos os participantes sem que nenhum fique demasiado tempo à espera de jogar. Um jogo de Paintball recreativo bem conduzido é uma garantia de diversão para todos.

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Uma paragem forçada




Caríssimos,

Este rapaz regressou ontem de uma ingrata, difícil e de todos os maus adjectivos aplicáveis a uma estadia no IPO, tendo lá dado entrada já em estado a meio caminho do outro lado, tal como já estive quando fui atropelado na Av. de Berna e ainda aqui ando, e quando soube os valores da minha tensão arterial, as batidas e certos valores sanguíeneos a bacteorológicos, bem ajuizadas foram a decisão da minha mulher e a casmurrice do meu genro, já que a minha filha estava em Bruxelas em serviço da DECO, de me meterem nas urgências do IPO, uma vez que eu me recusava a lá ir, quando não...

Nestes 22 dias de ausência, tive oportunidade de reflectir sobre o que é ou deixa de ser importante na minha Vida, a qual tem prazo, embora eu e os médicos não saibamos qual.

No fundo, todos nós temos a Vida a prazo e mos entretantos andamos de costas voltadas, ora com uns, ora com outros.

Das reflexões então efectuadas, concluí o quem é quem na minha Vida e qum, na certa, não irei ligar a mínima coisa.

Concluí quem eram os meus amigos e até fiz uma escala adentro da minha Família.

Também concluí que o Beleneneses é uma parte integarnte de mim próprio, embora, nas condições actuais, nem sequer possa sair de casa.

Por isso, escusam de me chatear se vou pucou, muito ou nada ao Restelo.

Quanto a comentários não publicados: pois bem, vocês não conhecem a minha real situação de saúde e por mais que se queira aloirar pílula, só muito pomposamente, como me disse um dia o Cabral Ferreira se pode chamar a isto de doença, talvez apenas para efeitos estaísticos, de fiscalidade e coisas assim, dizia eu sobre os comentários não publicadas, fiz agora sair uma série deles e deixei outros na rede de frio do Haloscan, porque não admito ofensas quer ao Belenenses, quer ao signatário e aqueles que aqui aparecem nesse sentido, façam um favor: não escrevam os ditos comentários, porque me pou+am trabalho a descofificar o que me querem dizer e se tem interesse para o Clube.

Aliás, eu mesmo internado, lá saíndo posts, porque estavam agendados, pelo que pedi à minha filha para vir aqui suspender a sua publicação. Não fazia o menor sentido estarem acontecer outras coisas eu publicar outras sem o mínimom nexo causal.

Pelas minhas contas, foram publicados 12 dias de posts na condição de interndo hospitalarmente.

Concluí, ainda, que tempos houveram em que os tais amigos restelianos contam-se, apesar de tudo, pelos que criei no início, quando a Mailing List tinha um viva intervenção na Vida do Clube, sendo, na altura, apelidada de Má Língua pelo Sequeira Nunes, se bem se lembram. Para todos eles, em especial, os que contactaram directamente comigo, o meu sincero obrigado, bem como àqueles que na ML submeteram a minha condição de saúde a uma discussão ou divulgação excessiva. Obrigado, também, a eles e eles sabem quem são, tendo já respondido pessoalmente a cada um deles. Espero não me ter esquecido de algum.

O que ando a passar não é fácil e quem tenha familiares em situaão similares à minha sabê-lo-á, tanto assim que em rigor, e dada a sempre disponibldade da minha filha e a bateria de exames e consultas que ainda vou ter, Setúbal fica-me "longe", apesar de estar a 53 kms.

Regresso aqui a esta minha casa, a minha casa azul do Belenenses devidamente alentejanizada, onde penso continuar, talvez sem a calendirazação anterior, porque não posso prometer um post diário.

Prometo, sim, ser interveniente e há coisas de que nunca estive afastado: notícias do meu Clube.

Perdi o espaço e o tempo para falar sobre a AG, mas matéria não me falta das minhas congeminações nocturnas nos intervalos de algumas dores.

E, por agora, fiquemos assim.

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Belenenses perde direcção num processo a prazo



Notas Prévias:
A Não esquecer mais um "bom" trabalho do concelho de anciãos, que depois se desfez em desculpas para detreminado consócio.

Mas isso são outras contas.

Por Joaquim Rita, in site da RTP
A demissão da direcção do Belenenses, liderada por Fernando Sequeira, nada teve de surpreendente. Talvez fosse legítimo esperar que o presidente demissionário resistisse mais alguns meses (ou semanas...), mas era excessivamente evidente que sempre foi um líder a prazo

Quem seguiu atentamente todo o processo que conduziu à sua chegada ao comando do emblemático clube do Restelo, depressa percebeu três coisas, não diremos conflituantes, mas, pelo menos, suficientemente divergentes:

- a ausência de escola do dirigismo desportivo, sobretudo do futebol – o que até poderia valorizar a sua acção;

- a frontalidade na abordagem de situações mais ou menos híbridas mas que beneficiavam de uma paz conjuntural ditada pelos resultados;

- uma visão marcadamente empresarial, decorrente de um trajecto profissional de sucesso.

Desembrulhando tudo isto, Fernando Sequeira era um pragmático caído de pára-quedas num mundo de expedientes e contas por acertar. Para Fernando Sequeira, dois mais dois são sempre quatro e, no futebol, a aritmética não é assim tão linear, porque a emoção obriga a que se façam outro tipo de contas e se obtenham (ou adiem) outros resultados.

Sem preocupações em se tornar popularucho, Fernando Sequeira (e a sua equipa) pretendeu injectar rigor nas suas decisões, de modo a emagrecer a dívida do clube e a geri-lo em função da realidade dos números e não da fantasia que faz lei em muitos clubes de futebol. Os exemplos de alucinante degradação de emblemas sucedem-se – Farense, Alverca, Salgueiros, Boavista… - e, em vez de arregalarem os olhos, muitos adeptos preferem olhar para o lado e discutir se o «penalty» foi bem ou mal assinalado…

Creio, no entanto, que, a par da pureza das intenções que demonstrou, Fernando Sequeira cometeu o suicídio de interpretar a avaliação e gestão do futebol como matéria linear, admitindo que lhe bastaria um orçamento equilibrado, rigoroso, sem desvarios de ambições, para perseguir um rumo de verdade. Aqui terá residido o equívoco em que tropeçou. Não pela intencionalidade, mas pela funcionalidade.

Explicando melhor: sem lastro de conhecimentos técnicos e da mecânica do futebol compatível com uma equipa com a dimensão, história e exigência do Belenenses, Fernando Sequeira pagou a sua falta de calo ao subscrever o seguinte:

- um plantel com um profundíssimo traço brasileiro, onde, inevitavelmente, existirá a tendência para encontrar pseudo-líderes (não é Silas? não é Arroz?...)

- um treinador igualmente brasileiro, portanto, algo macio em presença de um tão denso contingente de compatriotas;

- a abundância de jogadores vindos de escalões secundários (ou regionais…) do futebol brasileiro, portanto, sem vivência de um futebol mais exigente, mais competitivo e… de muito maior qualidade;

Ter embarcado na aventura azul sem se rodear de apoios competentes e com vivência na arte do «grande» futebol foi o erro original de Fernando Sequeira. Tudo o resto aconteceu por acréscimo ao longo de cinco meses que, seguramente, lhe proporcionaram mais sofrimento do que encanto. Janeiro ainda vem longe e o velho e respeitado «Belém» não está livre de sofrer até lá.