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Apreciação individual dos reforços após Coverciano



GASPAR, Defesa
Pela estatura, dá a sensação de ser lento, mas é puro engano. Poderá ser importante devido à experiência, designadamente nas dobras em situações de defesa subida. Tem vocação para fazer golos de bola parada, sinónimos, tantas vezes, de pontos.
VASCO FAÍSCA, Defesa
Tem grande qualidade técnica para um defesa, sobretudo com o pé esquerdo. Inteligente a ocupar os espaços e forte a defender, tem à vontade suficiente para progredir pelo flanco esquerdo e cruzar com mestria apesar de ser lateral de raiz.
SANDRO GAÙCHO, Médio
Jogador com bom sentido posicional e disciplinado tacticamente. Não complica e sabe jogar para a equipa. É o verdadeiro "cabeça de área", capaz de ler o jogo e marcar o ritmo ao sabor das necessidades do conjunto.
RICARDO ARAÙJO, Médio
Equilibrado nos duelos de um contra um tanto em situação de defesa como de ataque. Ainda procura ganhar confiança, mas tem predicados inaptos: processos simples, boa movimentação e capacidade para chegar à baliza.
DJURDJEVIC, Médio
Abnegado, voluntarioso, e sempre em jogo. É daqueles jogadores que todos os treinadores gostam de ter. Muito competitivo e com grande capacidade de trabalho, apresenta como mais-valia a panóplia de funções que pode desempenhar.
PINHEIRO, Médio
Mais um elemento que parece saber fazer tudo no futebol. No meio-campo, podem pô-lo onde quiserem, a defender ou a atacar. Apresenta boa visão de jogo, a curta ou longa distância, e não se atrapalha na hora de visar as redes.
SILAS, Médio
Talvez o mais virtuoso dos reforços. Desequilibrador nato, capaz de colocar a bola onde quiser, parece talhado para ser o "motor" ofensivo da equipa. Só precisa de tirar as medidas aos adversários para começar a fazer estragos.
FÁBIO JANUÁRIO, Médio
Pé esquerdo de bom nível, capaz de surpreender de meia-distância e com versatilidade suficiente para jogar tanto a extremo como a médio interior. Mais um daqueles que não pode ser rotulado de egoísta.
AHAMADA, Avançado
A gazua do plantel. Desgasta as defesas, "inventa" espaços, e tem bom índice de aproveitamento das situações de golo apesar de não ser essa a sua tarefa principal. Faz qualquer posição no ataque sem oscilar de rendimento. Falta a confirmação em competição.
MEYONG, Avançado
É exímio a jogar de costas para a baliza, sabe prender a bola e entregá-la no momento certo. Movimenta-se a preceito pelo ataque, sem preferência por um lugar fixo. É intuitivo a adivinhar os lances e desmarca-se com facilidade.
ROMEU, Avançado
Mostrou-se menos do que os outros devido à lesão nas costas, mas deixou um cartão de visita no balneário: parece jogar no Belenenses há anos, tal a empatia com os colegas. Colectivista, procura fugir aos centrais, e pode ser muito útil no 4-4-2.

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Nesta apreciação elaborada por um jornalista do jornal "O Jogo" resulta claro que para ele, 6 reforços quase nem necessitam de grande trabalho de integração, sendo certo que para os restantes há que efectuar um trabalho de adapatação mais profícuo. Falta aqui referir o jovem guada-redes, o nosso 3º keeper, que veio das escolas de Alcochete (lá está uma das utilidades dum Centro de Estágios: a produção de novos talentos em condições óptimas de trabalho), mas pelo que li, paraece que o miúdo tem pinta.
O trabalho maior cabe ao treinador Carlos Cravalhal, ao qual nada foi regateado em termos de selecção dos melhores no quadro das nossas limitações financeiras, cabendo-lhe fazer a amálgama ideal dos jogadores que ficaram com os novos.
Assim sendo, recordemos as palvras do presidente da SAD aquando da apresentação do plantel e dos objectivos para a próxima temporada:
"É necessário que a equipa técnica assuma uma atitute pro-activa e determinação para conseguir os objectivos traçados" e esses, como sabemos, é conseguir um lugar nas competições europeias". Ou seja, o grau de desculpabilização por certos insucessos será menor que o ano transacto.
Para já, e como aperitivo, tivemos ontem o sucesso internacional frente ao Mónaco. Se bem que seja um jogo de treino para ambas as equipas, o que é facto é que soubemos valorizar o nome do Clube além fronteiras e que o tal risco calculado por parte dos responsáveis do Clube na selecção deste primeiro jogo teve brilhantismo.
Vale isto por dizer que cada dia me dou por bem empregue os meus votos no Cabral Ferreira. Se fosse com o outro, Jesus...
Sauadações Azuis.



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