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Ecos de Timor



Por manifesta falta de tempo, andava eu com isto já encravado há tempos, mas não passa de hoje. Não sei se os meus amigos costumam ler o recomendável Belenenses Timor, mas a não lerem, fazem mal. Ora, é justamente por causa do Belenenses e de Timor que escrevo estas linhas, na esperança de que este apelo possa servir para alguma coisa e, sobretudo, ainda vá em tempo útil.
Aqui há pouco mais de um mês, contou-nos o autor daquele espaço (Alfredo Azinheira) que a nossa filial por terras timorenses - Clube de futebol Cruz de Cristo, de Oé Cusse - corre risco sério de não poder participar no campeonato de Timor Leste por ausência de 2000 US$ - são menos de quatrocentos contos, caramba! - que paguem a inscrição na prova. Para mais, terá o clube que fazer face às despesas inerentes a transportes, visto que os jogos se realizarão todos em Dili. Como por lá é dito, os nossos jogadores, terão de sair de Oé Cusse, às quintas-feiras e regressar nas Terças, fazendo uma viagem de 14 horas para cada lado de barco e perdendo 6 dias em cada deslocação...
Começo eu a imaginar: será impossível que o Montepio Geral abra os cordões à bolsa em valores que lhe serão tão irrisórios? Não faço a menor ideia. Mas imagino que não seria impossível conseguir quarenta cabeças que dessem cada uma dez contos. Estava o assunto resolvido. Se ainda for preciso, pensem nisso. Ora alistem-se aí na caixinha dos comentários.



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