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Um Futebol mais profissionalizado



Tenho estado muito atento ás noticias que os jornais e joranalistas que foram coagidos a trazerem, desta feita, até nós, já que mais não seja para irem passear até Florença, coisa que não é para todos os dias e todas as bolsas, a julgar pelas despesas singelas de uns bolitos e gelados que alguns jogadores por lá comeram numa esplanada no Centro Histórico, protegido sob a égide do Património Mundial da Humanidade, galardão que se atribui a estes centros históricos pela UNESCO, tal como por cá sucede pela minha cidade de adopção, Évora, ou pelas ilhas de sonho que são os Açores, em especial S. Miguel e, dentro desta, de Ponta Delgada, cheia de rendilhado urbanínistico e de um misto de conservação da natureza com o desenvolvimento condicionado à preservação do meio ambiente local.
Um dia irei até lá, mas primeiro vem aí Roma.
Adiante...
Os ecos florentinos disseram-me que se trabalhou seriamente, que se deixou ao cuidado de quem percebe de futebol, o futebol e se procurou não misturar alhos com bogalhos, deixando a equipa liberta para se entrosar e melhor conhecer nos seus diversos items.
Julgo eu que o ano tranascto já teríamos feito 2 ou 3 jogos particulares com equipas, sem desprimor para nenhuma, tipo "mija na burra", daquelas que não andam, nem desandam, não testam, nem fazem testar.
E até já tínhamos um lateral esquerdo gravemente lesionado.
Este ano, ao primeiro sinal de uma lesão, ou ameaça disso, nem se pensou 2 vezes, recambiou-se o jogador para Lisboa para melhor ser avaliado clínicamente e depois, foi com satisfação, que vi que os jornais que foram tão céleres e colocarem online a notícia da lesão, não o fizeram por igual na reabilitação e regresso a Itália do jogador.
Feitios de jornalistas...
Percorri todos os jornais para saber se Romeu tinha ou não sido reabilitado, até contactei um VP do Clube que nada sabia sobre a matéria, o que equivale a dizer que a equipa ficou entregue apenas e só a si própria e aos seus responsáveis directos: Jaime Monteiro, como chefe da banda, Rui Casaca, Filgueira como adjunto nas camadas jovens de Carvalhal, com o qual jogou no Desportivo de Chaves, equipa médica e de massagistas, treinador e jogadores.
Dias 20 e 23 temos 2 testes à séria contra o nosso conhecido AS Mónaco e o Toulouse e nada de andar entretidos com equipas de 2ª ou 3ª Divisões com resultados dilatados que fizeram as delícias da pré-época transacta, mas insuficiente para os nossos anseios.
Vamos mas é pensar que este ano vai ser um ano nosso, que vamos, por exemplo, matar um borrego muito velho em Alvalade, muito embora, eles queiram ganhar o campeonato por serem centenários, mas calma lá que o Belenenses não é bobo da corte.
Vamos embora, Belém!
Antes que se faça tarde...
Saudações Azuis



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