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Loja Azul Online



Muito aqui já se falou na Loja Azul Online ou na falta dela.
Finalmente, esta Direcção começa a dar os primeiros passos na criação de produtos a a vender via internet.
Confesso que a minha idade já não me permite andar por aí equipado à Belém, mas aguardarei por momentos de lazer para fazer vincar ainda mais publicamente o meu associativismo desportivo, o qual, em temos profiossionais, desculpem o desabafo, até já me custou uma particiapação dos lagartos locais por pensarem que eu no serviço andava a quere proteger mais os interesses do meu Belém e furar os "esquemas" deles.
Com todo o gosto andarei fardado da cintura para cima, quando as ocasiões se proporcionarem, tanto mais que por aqui já só falta usar mesmo uma chapa na testa para toda afente me identificar com o Clube.
Para já, e consultado o site oficial, são ainda parcos os produtos à disposição dos associados ou simples adeptos, não só do Belenenses, mas do Desporto em geral, nomeadamente para coleccionadores.
E se os há.
Vejo por lá três equipamentos:
1. azul marino, o mais lindo a seguir ao da Umbro
2. azul bébé, ou à Pepe, que sinceramente não gosto
3. azul escuro, que também se enquadra num azul que se quer luminoso para as nosas cores, mas não tão bonito como o azul marinho e
4. o branco.
Pois bem, apenas peço aos responsáveis para solicitarem à MPH que mantenha em actividade o azul marinho, julgo ser o nome do equipamento que trajámos no Sábado passado (corrijam-me se enganado estou), assim como equipamento branco. Sou candidado aos dois equipamentos, apenas nos pólos(camisola) e agora, atenta vista de olhos que dei pelo plantel no Jornal do Belenenses, ficarei à esper que me ponham o pólo da SAD à venda.
Mas há ainda muito para pedalar, por forma a fazer dinheiro na venda de variadade de produtos com o símbolo do Belenenses gravado.
E caramba, com Jerónimos, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos por perto a imaginação até nem é preciso muita, basta atacar a coisa.
E como disse o Henrique Amaral noutro dia sobre a matéria, se explorarmos o marchandising via "Navegadores", ponham bússolas, sextantes, caravelas, naus, padrões de descobriemntos em cada terra descoberta, estatuetas dos próprios navegadores (Diogo Cão, Álvares Cabral, Vasco da Gama e por aí fora), canivetes (quem não tem, pelo menos, um canivete?), porta-chaves, cahecóis, tarjas, pinos para a batina do estudante, emblemas, mini-estandartes de mesa, emblemas em azulejo ou azulejos por cada modalidade. Tanta coisa que se pode vender.
Tanto dinheiro que se pode aproveitar deflaccionando o preço do bilhete e, por acréscimo, incrementar as assistências no Restelo.
De toda a forma, Cabral Ferreira e a sua equipa deram aos associados "azuis" uma pequena prenda de aniversário, muito embora a equipa se tenha esquecido de idêntica prenda lá para os lados do Porto, muito por culpa de jogarmos um jogo de forma tão aberta e com centrais a meterem água e muita paixão de permeio.
Saudações Azuis.



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