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Ora, favas...o aviário abriu!



Assim não, não e não!
De facto, não há estratégia futebolística que resista quando o resultado de um jogo de futebol num torneio importante seja decidido por azelhice ou por um perú de um guarda-redes que revelou alguma invulgar insegurança durante o jogo.
De facto, já na primeira parte do jogo num remate da esquerda, Marco Gonçalves só defendeu à segunda vez, sendo certo que levou uma eternidade a recuperar a bola que ele próprio tinha perdido e minutos antes do perú monumental que a todos silênciou, teve uma saída em falso que ia proporcionando um golo a Júlio Batista.
Depois, já no minuto final, em que a dose de concentração teria de estar ao mais alto nível, foi o descalabro de toda uma equipa e não só dele.
E eu que muito apostei no ano transacto na continuidade de Marco Gonlçalves, o qual, ainda assim, me parece melhor, pouco melhor que o Costinha, o tal que também concedeu semlhante frango no jogo com a Académica.

Aliás, ainda me estou a ver no Jamor a torcer para que Jesus colocasse a jogar o Marco e não o Costinha.

Assim, bem pode o Costinha lesionar-se pelo tempo que quiser, porque saberá que uma vez recuperado o lugar está lá à sua espera, como se algo vitalício tivesse sido adquirido.
E antes deles (Costinha e Marco), tivemos já a fase de declínio do Marco Aurélio com déficit de defesas e alguns golos mal consentidos.
Pelo que, em resumo, temos desde há cerca de 2 épocas um grave problema na baliza por resolver.
Nós não merecíamos perder aquele jogo.
Jorge Juseus soube refrear o Real Madrid e soube com que os galáticos tivessem algum respeitinho por nós. Soube esquematizar a equipa por fiorma a manter o Real Madrid contido no meio-campo.
É bem verdade que não teremos tido oportunidades claras de golo, como Raúl a teve na 1ª parte.

Jogámos bem à bola em plena Espanha.
Mas quando há um golo impensável, não há estratégia que valha seja aos poucos acompantes que fizeram ouvir a voz do Belém em terras galegas, seja aos espectadores de sofá, seja aos nossos fidagais inimigos, os quais mesmo na Sporttv, e perante o golo, quase se fez um minuto de silêncio como se algo ali tivesse morrido.
E morreu.
Morreu a nossa possibilidade de jogar a final e levar aquele bonito troféu para a D. Ana Linheiro tratar.
Ela merecia.
Porra para isto!

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