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Clube, 7 - SAD, 2



Tive a paciência de ler a entrevista a entrevista ao actual líder da Comissão de Gestão do meu Clube para averiguar que novidades ele me traria de diferente da realidade por mim conhecida e bastas vezes aqui denunciada vezes sem conta do estado actual das finanças do meu Clube.

Se os consócios julgam que nesta matéria eu era fiel ao pensamento de Cabral Ferreira, seria bom que me tivessem lido, porque até ele sabia que eu não concordava com o laisser-faire laisser- passer existente no Clube.

Vejamos que nos últimos anos, mandatos de Sequeira Nunes e Cabral Ferreira, foi um fartar de vilanagem para acabar com o que restava da saúde finaceira do nosso Clube, dado que o Triatlo, a Natação de Competição, o Futsal e o Basquetebol profissional tiveram o cunho dos mandatos dos dois últimos presidentes, execeptuando aqui o fugitivo, o qual, espero bem, que não metam lá o quadro com a foto dele, ou quanto muito da bandeira dos piratas do Reino do Peter-Pan.

O caso basquetebol assumiu, antes da cosumação do despesismo, raias de rídiculo protagoniozados justamente por João Barbosa, o qual teve o condão de levar por 3 anos consecutivos da 2ª à 1ª divisão, uma equipa que para la tinha descido por efeitos da competição.
SE acaso descermos no futebol espera-se idêndito afinco do João Barboa para amnter o Clube na I Liga e recordo, para já, que devíamos jogar o resto do campeonato sob protesto, dado que há equipas que já não cumprem com os seus deveres salariais.

As modalidades custam dinheiro e vem agora João Barbosa desdizer parcialmente aquilo que já se sabia, ou seja, vai ser instituído a figura do referendo para que sejam os sócios a decidirem em nome das direcções se fechamos ou não com amadoras de competição profissional que nos levam anualmente, pelo menos, cerca de 2 milhões de euros aos quais há a adicionar os custos indirectos de instalações e pessoal, coisa que fica em algo como mais ou menos mais de 5 milhões ao ano.

Vale isto por dizer que nenhuma direcção passa a ser autónoma nas sus linhas programáticas em conceber um modelo de gestão para o Clube na óptica de quem concorre, mas sim na óptica de João Barbosa, que é como quem diz, a generalidade dos membros afectos aos Coronéis, Sequeira Nunes e Ramos Lopes e afilhados.

Como todos sabemos e João Barbosa teve o cuidado de acentuar este estúpido serviço à sociedade civil e à cidade de Lisboa que, pelos vistos, apenas tem a contrapartida da despesa por parte do Belenenses.
Queremos depois contestar que estamos a ser lesados por SAD's fiananciadas pelas autarquias, quando é certo que nem nós finaciamos o futebol.

E neste capítulo João Barbosa está caduco e fora de tempo, porque não é concebíbel que um clube fundado para o futebol tenha as suas amarras e a sua sobrevivência colocada em causa pelas modalidades de competção.

Também se fica a saber que neste momento, após a rescisão dos craques deo fugitivo, o passivo do Clube bate o passivo da SAD pela marca de 7-2, valores em milhões de euros.

E ficou-se a saber que a auditoria encomendada apenas abrangia o ano de 2007, o qual nem sei como podia ser auditado, por inexistência de fecho de contas e muito menos que as mesmas tivessem sido aprovadas pelso seus representantes, isto é, os associados.

Mas cabe aqui reflectir de quem devia ser objecto de umprocesso crime por gestão danosa.
Se o ano de 2007, se o curto mandato dos fugitivos, já que ficou provado na última AG da SAD que esta teve lucro e de repente com a assinatutura de Jaime Freitas, F. Sequeira e com o beneplácito de Nélson Soares, lá um prejuizito de 3 milhões para compruir...

E 3 milhões em quê? Em pernas de pau.
Ora tomem lá os ditos, aos quais se podiam somar os centrais todos que lá temos.

Pobre Clube este que volta que volta fica à mercê, com o beneplácito de um grupo de associados, os mesmos que quiseram correr com Cabral Ferreira, de aventureiros e até fizeram, alguns deles de mestres de cerimónia do enterro do Futebol Profissional.

Parece que vai ser marcada uma Assembleia Geral para Janeiro, o que já se faz tarde, devendo nessa AG decidir-se pela viabilidade financeira do Clube acabando-se de vez com o que nos trás má saúde e nos mina por dentro.

Já agora, será necessário que Nélson Soares tenha lugar como funcionário do Clube ou bastaria o pagamento de uma avença?

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