Um Benfica - Belenenses de mau agoiro
Manuel Fernandes, treinador do Vitória de Setúbal disse numa recente entrevista que qualquer equipa do nosso campeonato, em especial equipas medianas, podem estar sujeitos à goleada em frente do Benfica de Jorge Jesus.Não sei se o Benfica deste ano tem ou não a diferença de cachecol, mas o que é facto é que Cabral Ferreira, dentro dos condicionalismos do Belenenses do nosso tempo deu condições de trabalho a Jesus para ele poder fazer com o Belenenses as flores que são de todos nós conhecidos.
Depois do Cabral Ferreira veio gente que não percebe nada de Belenenses, muito menos de futebol, sendo certo que o se o Benfica ao ter ido buscar o Jesus a Braga mais não fez que copiar aquilo que o Cabral Ferreira fez quando o foi buscar a Leiria.
E a grande diferença é de facto o máximo denominador comum entre nós e eles e que está na palavra/nome: Jorge Jesus.
Eles têm e nós não temos.

E, por isso, nós mais logo vamos perder de mansinho na Luz, porque o actual Benfica não deixa hipóteses a ninguém, muito menos a nós cuja identidade nada tem a ver com o Belenenses dos bons tempos, nem tão-pouco do Belenenses do Marinho Peres e do Jorge Jesus.
Acredito que o Jesus se lembrará não só dos seus tempos de treinador do Belenenses, mas também dos bons tempos em que ele foi jogador com as nossa cores, conforme imagem que deixo ilustrada.
Nós não teremos chance de lá sair na melhor das hipóteses com uma doce derrota, porque não vejo que os os nossos defensores tenham capacdade para aguentar as sucessivas cavalgadas daquela rapaziada da Luz ao jeito do Saviola, Javi Garcia, Cardozo e Di Maria.
Enquanto eles vão em primeiro lugar, nós por cá andamos nas ruas da amargura a bater à porta da Liga VItalis.
Só espero que haja dinheiro para nos inscrevermos na Vitalis.
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António Conceição quer evitar "matemática" no final da época
Notas Prévias:Compreendo a posição do nosso treinador ao tentar dizer que ainda não descemos.
E, de facto, ainda não descemos.
Mas a fazer fé na mentalidade dos nossos jogadores por oposição à mentalidade dos jogadores das outras equipas, como foi o caso do V. Setúbal contra o Benfica, onde até deviam ter ganho o jogo se não fosse o apito vermelho que se instalou no futebol, então o nosso treinador ou terá uma boa surpresa dos seus jogadores ou passa à minha condição e diz para si: que se lixe, é assim que o Viana quer...
“Temos 13 finais e em todas elas queremos conquistar os nossos objectivos: assegurar os pontos que permitam a manutenção. É algo que ando a dizer há algumas jornadas e é bom que despertemos para a realidade”, afirmou António Conceição, na antevisão da recepção aos bracarenses, na segunda-feira.
Embora reconheça que “este jogo não vai definir nada e ficará tudo em aberto no final”, António Conceição quer evitar fazer “contas” no final da época, porque, nessa altura, as hipóteses de manutenção na Liga principal poderão ser mais complicadas.
“Se andarmos sempre a adiar os pontos para a próxima jornada, chegará uma altura em que já não temos hipóteses matemáticas. A nossa matemática passa por somar pontos neste jogo e a equipa do Belenenses precisa de uma vitória para se reencontrar psicologicamente”, reiterou o treinador.
O técnico dos “azuis” pediu um rendimento mais constante à equipa, que não pode “ter um comportamento de rigor contra o FC Porto e, passados uns dias, ter uma atitude completamente diferente”, referindo-se à derrota da última jornada, frente à Naval 1.º de Maio (1-0).
“Só fomos autoritários e atrevidos contra o FC Porto e, frente aos outros, fomos uma equipa inibida e com receio de assumir responsabilidades. Eu não me revejo nessa atitude e tenho dito aos atletas para jogarem como treinam. É urgente o Belenenses encontrar o caminho das vitórias”, disse.
O encontro frente ao segundo classificado da Liga - uma equipa que o treinador bem conhece, pois esteve durante vários anos ligado aos bracarenses - será um novo teste à capacidade da formação do Restelo para lidar com a exigência dos seus adeptos e, como tal, terão de ser os jogadores a “puxar” pelas “bancadas”.
“Para os sócios transmitirem carinho e apoio à equipa também é necessário que os jogadores ajudem a criar isso com boas exibições, atitude e vitória. É isso que estamos à procura, se possível amanhã [segunda feira]. Queremos ter uma só voz”, concluiu.
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Belenenses - Sp Braga, não se pode adiar?
Vem aí um jogo em que de duas três: ou ganhamos ou é melhor encomendar a alma à Liga Vitalis.Cândido Costa diz que precisam de serem mais matreiros e humildes.
Por sua vez, ganhar é algo que não passa pela cabeça daquela rapaziada desde a 2ª jornada e, creio bem, que foi um jogo em que nos enganaram a todos, tal como a classificação à data, aí pelo 5º lugar.
Hoje, estamos em último lugar e a nossa falha mais clamorosa é o ataque, ataque este que não foi melhorado no mercado de Inverno, vá-se lá saber porquê na mentalidade dos gestores da SAD do nosso Clube.
Por falar em SAD, e logo que desçamos, é melhore procedermos à dissolução e, se calhar, é melhor acabar com o futebol np Belenenses e dar o orçamento todo ás ditas modalidades ditas amadoras, porque afinal os dirigentes que lá estão apenas sabem gerir as amadoras e poucop mais daí saiem.
Por sua vez, cá do nosso lado, não temos titulares à altura dos suplentes deles.
O Viana de Carvalho nem com óculos pesca de futebol.
Logo...
Lista de convocados:
Guarda-redes: Bruno Vale e Assis
Defesas: Mano, Devic, Marcos António, Mustafa, Miguelito, Tiago Gomes e Cândido Costa
Médios: Fajardo, Pelé, Barge, Zé Pedro, Celestino e André Almeida
Avançados: Yontcha, Fredy, Romário, Lima e Dani
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Foi ao balneário e...
Viana de Carvalho vai ao balneário dos jogadores, não para repreender disciplinarmente o Diakité, porque ele já não está e no primeiro jogo feito pelo Marítimo marcou um golo e foi para a rua, mas para dizer aos jogadores que façam lá o favor de jogarem um pouco melhor, porque eu(ele) não consegui arranjar arranjar dinheiro para pagar a quota parte do salário do Weldon ou ter tido problemas burocráticos de última hora para trazer um Rodolfo qualquer lá do Brasil.Enfim, é quase de dois em dois dias que me vou actualizando do noticiário à volta do Belenenses, muito embora depois de termos perdido os dois jogos em, casa e, agora, contra a Naval entenda que estamos apenas a 4 meses da Liga VItalis.
Nâo se pode pedir ao treinador que vá fazer uma pré-época dentro do campeonato, nem se pode exigir do treinador aquilo que ele não é capaz de fazer, ou seja, fazer de cepos jogadores de futebol.
Depois, não consigo entender como é que de repente arranjamos dinheiro para adquirir dois centrais e, em vez de dois, contratávamos apenas um e gurdávamos esas lecas para o tal avançado que fazia muita falta. Isto, porque ou vejo mal, ou de centrais estávamos servidos se apenas contratássemos um.
Da incompetência da SAD suponho que estamos todos falados, faltando agora averiguar o lado da equipa.
A não ser que o Beto seja caso para esquecer e isto faze-me pensar, por extensão de raciocínio se a malta que veste de lagarto travestido de azul, somando aqui o caso da sucessiva ausência do Nélson, não andará a minar a equipa toda.
Poderei esta a ser injusto, poderei não conhecer as situações, pode até ser que hajam lesões efectivas, mas..., mas..., mas...
Um outro factor aceito eu de bom grado, ou seja, da má contratação de vários jogadores que por lá andam, da péssima contribuição que cada um deles dá para se formar uma equipa, de indícios da boa vida que alguns deles levam na noite de Lisboa ou fora dela.
Enfim, de tudo se especula, porque de repente, e isto é um facto, os jogadores mais experientes e capitães de equipa, também estes, deixaram de jogar e pior que isto, deixaram de jogar à bola parecendo que esta é um peso nos seus pés.
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Cores no mundo azul só mesmo as da lanterna
Está cada vez mais complicada a luta pela sobrevivência para os lados do Restelo. Ontem, na deslocação ao terreno de um rival directo, o Belenenses saiu derrotado pela Naval, completando uma volta completa sem triunfos, já que a última (e única) vitória na Liga sucedeu diante dos figueirenses. Mais preocupante que estes dados é a falta de soluções apresentada pelos homens de Toni, que na partida de ontem não mostraram futebol para se opor aos visitados, cuja vitória até pecou por escassa.O golo solitário da partida foi apontado pelo médio francês Godemèche, após excelente cruzamento de Camora; foi o corolário de uma fase inicial em que a Naval estava a fazer do jogo uma história de sentido único, pois minutos antes o próprio Godemèche já tinha acertado na barra. O controlo dos acontecimentos esteve sempre do lado da Naval, por isso nada a apontar ao desfecho.
A ténue reacção azul só surgiria após o descanso, muito por influência do centrocampista Celestino, mas tirando um livre (mal assinalado) já nos descontos, nunca a vitória da equipa de Augusto Inácio esteve verdadeiramente em causa.
Ou seja, está tudo muito cinzento para o lado dos azuis e a cor que mais se pode associar a este Belenenses é o vermelho… da lanterna que carrega com cada vez mais certeza e do alerta, pelo muito trabalho que o técnico António Conceição tem pela frente.
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Por lá e por cá: vedetas a custo zero
Notas Prévias:Por cá e por lá, no final deste mês, as vedetas preparam a assinatura de contratos para novos clubes, os quais, passado que está o impacto principal da crise financeira, vão alrgando a abertura da carteira prevendo-se um leilão mais feroz dos concorrentes ao leilão.
A maior parte deles já são ofertas meio coxas, se bem no caso do Belenenses apenas tenhamos o Mano e o Zé Pedro, assim como fenómenos dum incauto vedetismo, que poderão deixar o Clube tal e qual os outros que têm saído, sem compensações com base em alguma cláusula de rescisão.
Aliás, suponho até que a nossa SAD seja chinês a expressão cláusula de rescisão.
Vedetas do futebol mundial podem sair à borla para outros clubes. Terminam contrato em Junho deste ano. Só os principescos salários são entrave. Deco é um deles. Em Portugal também há alvos apetecíveis.
Já imaginou um onze com Dida; Beletti, Van Buyten e Fábio Aurélio; Deco, Paul Scholes, Joe Cole e Kallström; Chamack, Filippo Inzaghi e Van Nistelrooy? Talvez só em sonhos. Mas se lhe dissermos que será possível juntar esta equipa de ouro a custo zero, então tudo é mesmo possível no futebol.
Estes são alguns dos jogadores que estão em final de contrato com as respectivas equipas e que desde o dia 1 de Janeiro podem assinar por outro qualquer clube a custo zero. Basta, e não é pouco, que lhes cubram os ordenados principescos que auferem nos respectivos clubes (ver quadro ao lado).
O Bayern Munique vai promover uma espécie de limpeza de balneário: quer ver-se livre de Rensing, um dos bons guarda-redes alemães, do médio internacional holandês Van Bommel e do internacional turco Altintop, médio de ataque, que foi uma das figuras da selecção do Bósforo no Europeu de 2008. Todos terminam contrato com os bávaros. Na Alemanha ganha-se bem e Kuranyi é outro bom exemplo (2,9 milhões/ano). Mas se os clubes lusos forem capazes de convencer o internacional alemão de que será bom voltar a falar português – é filho de mãe brasileira – então terão um soberbo avançado, que está agora a entrar nos últimos meses de contrato com o Schalke 04.
O Chelsea também estará na mira de outros ‘grandes’, com Deco na linha da frente. _O internacional português termina contrato com os ‘blues’, ainda não renovou e sabe-se que Mourinho o admira muito. O Inter já o quis na época passada. E desde que Lucho saiu do FC Porto não mais os portistas encontraram um patrão... Deco, aliás, é venerado nos dragões. Joe Cole também acaba contrato com o Chelsea. Figura da sua equipa, estará no Mundial deste ano pela selecção inglesa. Não lhe será difícil encontrar outro clube, difícil mesmo é arranjar quem lhe pague 4,6 milhões de euros/ano. E há ainda Beletti, que há três épocas interessou ao Benfica. Mais difícil poderá ser a vida de Van Nistelrooy, mas quem soma quase 400 golos na carreira ainda deverá ter muito mercado, mesmo aos 33 anos. Gary Neville, Martin Petrov, Paul Scholes e Makaay também acabam contrato, tal como Robert Pires, Valerón, Tamudo, Pandiani, Baraja, Contra, Pernía, Ayala, Yeste, Metzelder, Jef-fren e Pinto (Barcelona), e Sergio Canales, do Santander, pretendido pelo Real Madrid.
Por cá, Sereno está em final de contrato com o V. Guimarães, tal como Desmarets e João Alves. Marcinho, Bruno e Manu, no Marítimo, João Tomás, no Rio Ave, Davide, Diego Ângelo e Peiser (Naval), João Ribeiro, Tiero, Markus Berger (Académica), Zé Manuel (Leixões), José Pedro (Belenenses) e Diakité (Belenenses) são outros nomes disponíveis.
QUIM JÁ PODE ASSINAR POR QUALQUER OUTRO CLUBE
Quim termina contrato com o Benfica em Junho deste ano e, como o CM tem vindo a noticiar, ainda não foi contactado para renovar. O internacional português e titular das águias é desde o dia 1 de Janeiro um jogador livre para assinar por outro clube, sem encargos financeiros para quem o quiser contratar que não os de um prémio de assinatura e um bom ordenado – ganha na Luz cerca de 850 mil euros/ano.
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Naval 1º Maio - Belenenses

Este é dos tais jogos que muito gostaria de ganhar.Por vários motivos, a saber:
1. um jogo é sempre para ganhar;
2. qualquer jogo deve ser ganho a quem faz batota;
3. porque há contas antigas para serem saldadas por via da questão do Meyong;
4. e porque para cowboy cowboy e meio, e
5. se o Hermínio Loureiro não os tiver no sítio, pode bem ser que sejamos nós a ter que os ter.
Vistas as coisas da forma como se apresentam, é um facto que a equipa do Belenenses para a Figueira da Foz vai ser bem diferente, caso os certificados internacionais cheguem a horas à Liga e à FPF e espero bem que aqui não hajam apresentações de documentos meio sumidos que possam dar origem a protestos.
Nós precisamos urgentemente de começar a fazer pontos. No plural, o que significa que temos de fazer sempre os jogos apensar apenas na vitória.
O Belenenses pode sair da actual situação se conseguir fazer dois jogos seguidos com vitória, sendo que este pode ser o início de tal sequência, culminando com o jogo contra o Sp. Braga em casa.
A reestruturação da equipa, se os jogadores forem de melhor qualidade aos que lá temos ou tínhamos, ou que, pelo menos, sejam mais eficazes tendo a vantagem sobre os que lá estão que não sintam a bola a escaldar nos pés pelo efeito de estarmos em último lugar.
Seguramente que os nomes avançados apontam para uma equipa mais adulta e mais confiante.
Não sei quais deles já poderão jogar na Figueira, mas seria bom que, pelo menos, a defesa fosse toda reestruturada e que parte do meio-campo seja mais adulto.
Mesmo que estivesse aqui a escrever sobre o jogo se apenas tivesse a anterior equipa, suponho que apontaria para um empate.
A actual deverá poder contar com melhores trunfos para o efeito, sendo certo que a especialidade da Figueira é o jogo da retranca.
O importante é não permitirmos que eles marquem um golo e lhe concedamos essa vantagem, porque, se assim for, o Inácio mete a camioneta lá atrás e vai ser um sarilho para empatarmos a coisa.
A nossa táctica terá de passar por sermos nós a encostramos o adversário lá atrás, porque se for ao contrário estamos bem feitos ao bife.
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Reflexão sobre o nosso futebol e o futebol galático
Agora, que tenho mais tempo livre disponível, tenho que arranjar forma de compensar este desiderato e encontrar formas de queimar tempo. Esta semama, ao contrário do que costumava fazer vi partes de jogos da Liga dos Campeões e depois ponho-me a pensar se aqueles galifões jogassem contra nós, num qualquer jogo, a feijões ou não, era certo e sabido que a goleada era mais que pré-anunciada, restando saber por quantos iríamos perder.
Mas o problema não está apenas e só nos números finais do jogo de futebol.
O problema está que este Clube teve até ao início da década actual algumas razões para irmos sorrindo e aqui e acolá ombrear com alguns dos tais grandes.
Agora, nem futebol jogamos, a tal ponto que já me é penoso ser espectador de sofá.
O futebol que é dado ver por esta equipa que alguém inventou para o meu Clube este ano é MAU de mais para ser qualificado de futebol.
Jogos que tradicionalmente seriam jogos de ganhar em casa, são autênticos martírios para um degradado associado azul, como é o meu caso.
Degradado por esta euqipa de futebol que não dá alegrias rigorosamente nenhumas ao comum do sócio/adepto azul.
Tem sido mau de mais para ser verdade que aquilo é a equipa do Belenenses.
Mas não fugindo à questão inicial, interrogo-me em que divisão jogaríamos nós se competissimos todas as jornadas com aquele tipo de futebol? Competeríamos talvez ao nível duma 3ª Liga? Não sei, haja alguém que melhor conheça as ligas de outros futebóis, porque seguramente na I Liga não seria.
Repare-se que é bastante mais cómodo ter amparo da Olivedesportos, pelas sucessivas transmissões televisivas e os respectivos encaixes financeiros, que estar numa II Liga, sem o amparo dessas receitas, o que deitaria por terra quaiquer aspirações a médio prazo, isto de apesar eu consdiderar que os clubes da II Liga estão globalmente falidos e com vários sinais de desaparecimento do mapa desportivo, como sejam os casos de Beira-Mar e do Varzim.
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O reforço do plantel
O processo de reforço da equipa do Belenenses com vista a atacar a fase final do campeonato tem já o seu desenho perfeitamente definido.Ou seja, procura-se dotar a equipa de uma defesa que seja mais homogénea e simultâneamente que seja dotada de laterais de cariz ofensivo que possibilitem que a equipa não fique sistematicamente atrasada nas suas linhas e que apenas jogue no seu meio-campo, deixando o ataque à sua sorte.
Para o efeito, foram-se buscar 3 defesas: dois centrais, Marcos António e Mustafá e um defesa lateral esquerdo, Miguelito.
Para que o meio-campo seja mais eficaz foi-se buscar um jogador que nunca devia ter saído do Restelo e que eu, quer aqui, quer na Mailing List, defendi como intocáveis, a que acrescentaria na circunstância o Rui Duarte, lateral direito.
Fajardo vem dotar o meio-campo de mais força e leitura dos processos de jogo, soltando bem a bola para os avançados e indo ele próprio à grande-área tendo em vista a procura do golo na região central da dita.
Procura-se ainda um avançado e procura-se alguém que marque golos e que não se encolha.
É óbvio que todos ficariam satisfeitos se os lampiões pudessem dispensar o Weldon, já que a hipótese de Dady é nada viável, uma vez que ele tem sido sempre convocado pelo António Camacho. Se os brasileiros recentemente contratados pelo Benfica taparem as oportunidades ao Weldon, porque não?
E mais uma vez imploro ao presidente do Belenenses que deixe de olhar para o bolso, que deixe de raciocionar se temos ou não dinheiro. Contrate quem faz falta para nos tirar do buraco em que nos meteram.
O que é certo é em simultâneo com que são avançadas as conscretizações das contratações, oe jogadores da defesa à nossa disposição começam a pensar duas veses e dois deles já se apresentam aos treinos. Estou a falar do Beto, com uma lesão estranha, já que durante o jogo não houve lesão, tendo lançado declarações à comunicação social de uma rápida reabilitação da equipa e de repente, sem mais aquela, fica lesionado...
Também o Tiago Gomes lá arranja maneira de andar sempre lesionado, nem que sjea nos descontos...
Quanto ao Diakité e a sua saída, só é pena é não poder deixar no Restelo todos os golos que permitiu aos adversários e nos roubaram vários pontos.
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Os autistas
A idéia que eu sempre tive dos dirigentes do Belenenses, em especial a partir do momento em que melhor aproundei o estado em que o Belenenses vem decaíndo no mapa desportivo do país, é a de que se trata de pessoas que se acham muito importantes face a outros que recusam o estauto de candidatos a candidatos tentando exercer uma espécie de pressão para que se diga a verdade deles e não o que salta à vista.O signatário conheceu e conhece algumas das pessoas que ou são ou já foram dirigentes e ressalvo aqui um caso em que justiça seja feita ao Cabral Ferreira e o seu vice para as modalidades, Vítor Ferrreira, os quais se fosse preciso sentavam-se à mesa do café com um qualquer sócio para tentar não só ouvir, mas também para ajustar a opinião deles face à do conviva.
Os restantes dirigentes caiem numa categoria de seres que se julgam superiores aos restantes associados, tentando fazer destes uma espécie de filhos de um deus menor.
São pessoas cuja superioridade é tanta e tamanha que passam a vidinha deles, enquanto dirigentes, a dizerem para o espelho:
Espelho meu, quem é o melhor dirigente senão eu?
A vaidade é tanta e tamnha que ao invés de lutarem pelo Clube para o qual juraram defender os seus superiores interesses acabam por traçar a perna atrás da secretária de mãos atrás das costas à espera que as coisas lhe caiam aos pés.

Estou, de resto, convencido que tais dirigentes pensam que os até os resultados desportivos acabam por lhes cair aos pés numa qualquer arte mágica e depois, vaidosamente, dizerem aos restantes, os parvos e inconscientes, então, eu não vos avisei que vocês eram exagerados ou alarmistas.
Um bocadinho mais a sério dirvo-ei que votei na lista do Viana de Carvalho não em razão do candidato, mas em razão da presença do Miguel Ferreira e ter, ainda, por trás o apoio do Mário Rosa Freire, como todos se lembrarão. Ou seja, votei no vector da lista vocacinado para o futebol.
Já aqui não discuto o que foi prometido, o que, como é óbvio, já não irá ser cumprido, mas isso, agora, é o de somenos importância, face ao que se está a passar no futebol.
O que é certo é que actualmente, estes dirigentes deixaram cair o Belenenses numa desconfortável posição de serem os últimos da tabela sem a mínia esperança de lá sairmos, já que todos os restantes conseguem um qualquer bom resultado aqui ou acolá e nós deixamo-nos ficar de perna estendida atrás da secretária a estudar a melhor maneira de sairmos do buraco que lá está escavado.

Levou-se um tempo tremendo a mudar o treinador, perdendo tempo importante por altura da paragem do campeonato para Selecção, onde todos os clubes em dificuldades foram tratar da vidinha deles, mudando os respectivos treinadores que não estavama produzir os resultados esperados pelas equipas.
Concedeu-se um inconcebível tempo ao anterior treinador para continuar a fazer asneiras.
Concomintantemente, a SAD deixou de cumprir o pagamento fraccionado aos ex-jogadores gerando processos judiciais e obrigando ao pagamento em Janeiro por forma a garantir a inscrição de novos jogadores.
Todavia, fala-se à boca pequena que não podemos inscrever novos jogadores. Então, quue se passa nessa SAD, neste Clube almadiçoado por dirigentes de xaxa?
Pessoalmente, recomendo aos actuais dirigentes do meu Clube que caso deixem cair o Clube na II Liga façam o favor de o deixarem a pessoas mais capazes para a função, já que para regressar ao escalão maior vai ser preciso um trabalho para o qual não lhes vislumbo a menor preparação.
E desta vez, não é admissível que eventualmente seja da nossa iniciativa a recolocação do Clube da II liga através da secretaria, caso se coloque em equação que hajam um ou mais clubes a serem sancionados com medidads disciplinares da descida de divisão e eu suponho que a Naval pode não ser caso único.
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Um grito de revolta
Não vou comentar ou proceder a uma espécie de crónica daquilo que não vi e pouco interesse teria em ver, mesmo que estivesse saúde para isso.Venho hoje aqui lançar o meu grito de revolta pelo péssimo trabalho que esta Direcção tem feito no futebol, apesar de ter sido várias vezes isntada em resolver quanto antes o problema de terem contratado um péssimo treinador e terem ido tarde de mais à busca de uma qualquer solução, sabendo que o balneário está minado, sabendo que a equipa que arranjaram nem para a II B daria.
O Belenenses para o ano vai estar na tabela onde já devia ter ido há dois anos e no ano passado.
Hoje em dia, passamos a vida a ser motivo de troça nacional pelo facto de não termos efectivamente descido de divisão e de cada vez que perdemos lá vêm os comentários do costume a apelar à efectiva descida do Belenenses.
De facto, Viana de Carvalho não aprendeu com os erros de há dois e um anos atrás.
Nâo aprendeu e descapitalizou uma equipa de futebol, sendo certo que dos pernetas que o Fernando Sequeira lá meteu, nomeadamente os alas Maykon e Vinícius Pacheco, este agora no Flamengo, e o outro no Paços de Ferreira, tendo marcado o golo ao FC Porto, ainda deixam alguma saudade e não entendendo a razão pela qual não ficámos com eles.
Somos burros, porque esta SAD que nós lá temos é e não é autónoma do Clube já que as asneiras não podem serem imputadas apenas a quem lá não está.
NÃO!!!!!!!!!!!
As asneiras que actualmente estão a ser cometidas têm nomes: Viana de Carvalho e Miguel Ferreira e são estes os únicos responsáveis pelo péssimo planeamento da época, pelas péssimas poucas contratações, pelo facto de olharem apenas e só para o bolso e não para o prestígio e imagem do Clube.

Pois bem, e isto vem ao encontro dos superiores interesses dos ecléticos deste país, os quais se tiverem mais alguma modalidade para inventarem, desde que não seja algo parecido com futebol é irem ao Restelo, falarem com o Viana de Carvalho e ele logo arranja maneira, sem pedir opinião aos sócios, de fazer introduzir a dita no Clube, mesmo que os subscritores não sejam do Clube.
Aos que me lêem saberão que o meu tempo de Vida está contado a meses e tudo indica que não passarei por Cá o próximo Natal. Vistas as coisas neste prisma é óbvio que me custa mais partir para o outro lado com o Belenenses na II liga que com o na I Liga, muito embora entenda que tarde ou cedo o Belenenses é um Clube onde o futebol maioritariamente passará na II Liga, porque não vejo dirigentes que saibam sentir o Belenenses e muito embora alguns, como os actuais digam o contrário, eles não sabem mexer no Clube.
PIOR é que quando mexem ainda estragam mais que estando quietos.
Direi que esta semana que se avizinha, para tentar serenar os ânimos dos sócios, os actuais responsáveis aninciam as novas contratações para tentar salvar o Clube do inevitável: a descida de divisão.
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António Conceição quer reforços no Restelo
Notas Prévias:O treinador, em termos públicos, tem vindo a avisar que não conseguirá fazer melhor que o antecessor se não reforçarem os quadros de jogadores profissionais do Belenenses.
Todos nós sabemos que isso é verdade.
Não se pode entregar o prestígio do Clube nas botas de miúdos.
Não! Os miúdos deviam ser intregrados pouco a pouco e não a granel como se teve de fazer por falta de outros.
Agora, a equipa está reduzida a um central e isso seria motivo para se inscrever um central até 6ª Feira.
E não me didam que não há dinheiro para o futebol se para o futsal há Sidnei e quekandos a qualquer hora.
O treinador do Belenenses voltou hoje a alertar para a necessidade de contratar novos jogadores neste mercado de Inverno, após a derrota caseira com o Leixões (3-1), que colocou o clube no último lugar da Liga portuguesa de futebol.
“A direcção sabe a vontade que tenho em poder contar com outros jogadores, para nos dar mais capacidade, até porque esta é uma equipa jovem. Estamos a trabalhar nesse sentido”, disse António Conceição, após o desaire frente aos leixonenses, para a 16.ª jornada.
Frente a um “adversário rápido nas transições”, o técnico elegeu como momentos determinantes do jogo o penálti sofrido, e consequente expulsão, bem como o penálti falhado por José Pedro, no final da primeira parte.
“Complicámos muito o nosso futuro. Sente-se alguma ansiedade nos jogadores, mas há que ter fé”, afirmou, apontando “a falta de sorte, de estado de espírito positivo” para o momento menos bom.
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Vergonha: a lanterna agora é azul
Nota Prévia:Abstenho-me de comentar e guardarei para logo o meu grito de revolta.
O Leixões entregou hoje a "lanterna vermelha" da Liga ao Belenenses, ao vencer no Restelo por 3-1, num embate, da 20.ª ronda, em que os locais jogaram mais de uma hora com menos um elemento.
A expulsão de Diakité, ainda no primeiro tempo, tornou a luta desequilibrada e foram os de Matosinhos que aproveitaram para construir um resultado volumoso, naquela que foi a sua primeira vitória fora de casa.
Por seu lado, o Belenenses somou o quinto desaire em casa, onde apenas somou seis pontos (em 27 possíveis), num jogo em que até uma grande penalidade falhou, por José Pedro, no período de descontos da primeira metade.
No encontro entre os dois últimos classificados, foram muitas as alterações nas equipas iniciais: no Belenenses, destaque para o regresso do "capitão" José Pedro, dois meses depois de se ter lesionado, e para as entradas de André Almeida, Devic e André Pires, enquanto Gallo, Fábio Espinho, Hugo Morais e Pouga regressaram na equipa leixonense.
O técnico dos "azuis", António Conceição, realizava o seu segundo jogo à frente da equipa do Belenenses e viu o Leixões iniciar melhor o encontro, embora só ameaçando a baliza de Bruno Vale através de dois livres, de Trombetta e Hugo Morais.
O conjunto do Restelo tinha mais posse de bola, mas eram os visitantes que se aproximavam com maior perigo da baliza de Bruno Vale e, aos 26 minutos, numa incursão de Pouga pela esquerda, Diakité derrubou o avançado leixonense dentro da área: o árbitro Duarte Gomes assinalou grande penalidade e mostrou o segundo amarelo ao central.
Na conversão do castigo máximo, o "capitão" da equipa de Matosinhos, Hugo Morais, não perdoou e deu vantagem aos visitantes.
Com menos um elemento, o médio Gabriel Gomez baixou para central e o Belenenses começou a perder o meio-campo, algo que o Leixões aproveitou para "crescer" no jogo, chegando mesmo a beneficiar de uma excelente ocasião para dilatar a vantagem, por Fábio Espinho.
Já em período de descontos do primeiro tempo, nova grande penalidade, desta vez para a formação da casa, por falta de Trombetta sobre Mano, mas o "capitão" José Pedro desperdiçou a igualdade, permitindo a defesa ao guardião Diego.
No recomeço, apareceu novamente melhor o Leixões, com Pouga, isolado, a ter uma grande oportunidade, mas os "azuis" responderam, primeiro com José Pedro e Devic a atrapalharam-se na grande área e depois com Gabriel Gomez a ver a sua cabeçada ser salva em cima da linha de golo.
Com apenas três defesas a fazerem frente ao ataque leixonense, sucediam-se as oportunidades de golo para os visitantes, não admirando que, aos 61 minutos, o camaronês Pouga aparecesse sozinho para finalizar com sucesso um cruzamento do reforço de Inverno Didi.
Sem argumentos para incomodar o adversário, o desnorte apoderou-se dos atletas da casa e Gabriel Gomez entregou de bandeja o terceiro tento ao Leixões, depois de um erro infantil, aproveitado por Didi.
O tento de Yontcha, já em período de compensação, de nada valeu aos locais, que, na primeira volta, haviam empatado a zero em Matosinhos.
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Também temos o central Filipe Paiva
Notas Prévias:Hoje, entendo por apresentar o defesa-central Filipe Paiva, o qual tem andado meio escondido, mas não deixa de ser certo que faz parte do plantel azul.
E faço-o, porque o Belenenses anda decididamente em maé de azr em relação a lesões.
Estes jogos com o Estoril-Praia já cheiram mal, sendo certo que me parece que eles fazem destes jogos finais para se mostratrem ao patronato, sendo certo que sempre foram a nossa besta negra.
Agora, aleijaram de novo o Rodrigo Arroz, o qual é melhor central que um Diakité, sendo certo que no caso em apreço, não é questão de ser melhor que ele, mas também o visível facto de ser em jogos de preparação que estas coisas acontecem.
Ao que parece o avançado Romário fracturou uma mão no passado Sábado.
Quer um, quer outro sairam de recentes lesões e são duas peças a menos para o resto do campeonato (Rodrigo Arroz) e paragem forçada temporária (Romário).
De todo o modo, são menos duas peças e bom será que a SAD não pense em ceder unidades do sector recuado, porque nunca se saba quantas mais lesões vêm por aí, agora que a leva das lesões parecia ter terminado.
E por falar em movimentos do plantel, é bom que a SAD se desenrasque depressa quanto aos reforços da equipa, porque isto está a ficar pior que mau.
O tempo de prolongamento que se deu a JCP foi exagerado e já ando com a mostarda no nariz com o prolongamento dado no mercado de Inverno a esta inépcia dos reforços para nos salvarem da descida de divisão.
Filipe Paiva fala numa voz calma e de sorriso afável. Custa a acreditar que, dentro de campo, este central "deixa a pele" e não se coíbe de jogar duro se for necessário. Para além disso, é o patrão do jogo aéreo nos juniores do Belenenses, onde actualmente milita, e é dado como um jogador com enorme futuro, sobretudo numa equipa com o perfil da que actualmente representa.
No entanto, o Sporting parecia não pensar da mesma maneira. O clube leonino dispensou o jovem central no final da época passada, após cinco anos em que representara todas as camadas a partir de Infantis B. Filipe ingressava então no Belenenses, para aquela que era a sua primeira aventura fora da Margem Sul e da localidade onde habita, Alcochete.
De facto, desde o início da sua carreira que o central estivera relativamente próximo da casa onde mora com os pais. Os seus primeiros toques foram dados no clube local, o Alcochetense, e ao transitar para o Sporting passou a efectuar os treinos e jogos na Academia, também situada nas imediações da sua terra-natal. Segundo conta, os responsáveis leoninos viram-no a jogar pelo seu primeiro clube e chamaram-no para fazer "três treinos de captação no Sporting". "Passados esses três treinos, fiquei", relembra.

Tinha 12 anos quando os leões o foram recrutar às escolas do Alcochetense, 17 quando saiu para rumar a Belém e trocar o equipamento listrado de verde e branco por outro em tons de azul. No entanto, Filipe Paiva não guarda quaisquer ressentimentos para com o clube leonino. O central tem até uma explicação bem racional para a sua dispensa. "A época passada não correu como eu queria, e como o Sporting agora tem mais opções para a defesa, achei melhor sair esta época, para poder voltar a jogar e a ser o jogador que era". Arrogância? Nada disso. Apenas consciência do seu valor, e certeza quanto àquilo que pretende do seu futuro.
Novos desafios
Aos 17 anos, Filipe Paiva abraçava assim, de braços abertos, uma nova fase da sua carreira como futebolista. Uma que não é necessariamente fácil - a distância obriga a alguns sacrifícios - mas que tem valido a pena. "A época está a correr muito bem", considera o jovem defensor. "Tenho estado sempre a jogar, já fiz um golo, já joguei pelos seniores, pela equipa dos não-convocados, e tenho sido sempre titular. Espero que continue!", remata o central, em balanço do seu ainda curto período no Estádio do Restelo.
A opção de vir para o Belenenses também não foi infundada nem feita levianamente. Como jovem decidido que é, Filipe escolheu um clube onde tivesse oportunidade de, no futuro, chegar à equipa principal. "Agora, no Sporting, a base já é muito jovem, e cada vez vai ser mais difícil subir aos seniores", equaciona o central. "No Belém, as condições são mais favoráveis para se chegar aos seniores", completa.
É óbvio que, para um natural de Alcochete, a mudança para um clube de Lisboa acarreta algumas dificuldades. Na escola por exemplo. "Agora devo ir estudar para o Restelo, e por isso devo passar a apanhar o barco das 06h45 para chegar à escola", sorri Filipe Paiva. "Não sei como vai ser, mas que vai ser difícil vai", completa, com uma gargalhada. Mesmo assim, o jovem pretende ser bem sucedido no 11º ano do curso que frequenta, o de Ciências Sócio-Económicas.
O afastamento da casa familiar também causa alguma estranheza a este jovem de 17 anos. No entanto, e como refere, "os meus pais apoiam-me sempre, querem é que eu seja feliz, e se eu quiser vir para o Belenenses ou ir para outro lado, eles vão-me apoiar sempre. Isso é ideal para mim", completa.
Aprender dos mais velhos
Na sua carreira futebolística, Filipe Paiva teve a particularidade de já ter trabalhado com diversos ex-futebolistas. No Sporting, nunca esteve sob as ordens de Paulo Bento. Mas na Selecção sub-17 foi treinado por Paulo Sousa e, actualmente, faz parte do plantel de juniores belenense, a cargo de outro ex-internacional, Rui Jorge.
O jovem considera benéfica a oportunidade de trabalhar sob a alçada destes ex-profissionais do desporto-rei. "Penso que os métodos de trabalho dos ex-jogadores são muito bons", opina. "Eles tentam-nos transmitir ao máximo as suas ideias, e penso que isso é favorável para nós". O facto de o seu actual treinador ter feito carreira na defesa também vem jogar a favor do jovem central, que tem sido um dos "aprendizes" mais directos de Rui Jorge. "Ensina-nos a fazer as coberturas, as posições, as segundas linhas...", conta Filipe Paiva, que sente já ter aprendido muito em Belém.
No entanto, um regresso ao Sporting não fica descartado. "Quem sabe, um dia...", diz simplesmente. Para já, Filipe quer é jogar o máximo possível, seja no Belenenses ou emprestado. "O que interessa é jogar", afirma. "Na minha primeira época de júnior, quero é jogar. Depois, o futuro, logo se vê", acrescenta. Com os pés bem assentes na Terra.
Características
Filipe Paiva é um central de estatura considerável, ainda que não especialmente robusto (1,83 e 70kg). O seu ponto forte é o jogo aéreo, que o próprio considera ser uma das suas melhores qualidades. O poder de impulsão que detém, aliado à altura, faz dele um perigo pelo ar, seja a cortar bolas ou a cabeceá-las para a baliza.
Para além do jogo aéreo, o central refere ainda como pontos fortes "a marcação e as coberturas". Em termos de aspectos a trabalhar, refere "a velocidade a reagir às bolas", embora o seu timing de corte e de passe já seja bastante apurado e instintivo. Diz ainda ter que "melhorar o físico", pois como já se disse, é um jogador algo franzino para a posição que ocupa. Nada que, até agora, o tenha impedido de se afirmar em todas as equipas por onde passou. Mas um pouco mais de massa corporal é sempre importante para um central, visto que os jogadores desta posição são muitas vezes chamados a um confronto físico de onde importa sair a ganhar, sob risco de deixar passar o perigo.
No entanto, o jovem impressiona já pela sua maturidade dentro e fora de campo. Com ideias e objectivos bem vincados, e sabendo como os perseguir, Filipe Paiva possui já um dos atributos mais importantes de qualquer jovem jogador. O resto, vem com o tempo.
Dados:
Nome: Filipe Manuel Carvalho Paiva.
Data de Nascimento: 10/05/1991 (17 anos).
Nacionalidade: Portuguesa.
Altura: 1,83m.
Peso: 70kg.
Posição: Defesa-central.
Clube: Futebol Clube Os Belenenses.
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É mais tempo de pastéis que de sardinhada
Hoje é dia de termos de pensar que resto de campeonato vamos ter pela frente.Qualquer resultado que não passe pela vitória pode deitar por terra quelquer ambição em permanecer na I Liga.
Não podia ser pior a estreia de António Conceição pelo Belenenses que não fosse ter de passar por esta prova, quando é certo que a questão do treinador há muito que podia estar solucionada, sendo que os processos de jogo não iriam ser estreados neste jog, mas sim aprofundados.
Dito de outra maneira, e mantendo-se o Belenenses na zona perigosa à entrada do jogo com o Leiria, se em Leiria já tivesse havido António Conceição, as coisas para o jogo de agora estariam a ser reequacionadas e não estreadas em jogo que nas calmas poderemos muito bem vencer.
Diga-se, no entanto, que os dois emblemas em disputa têm problemas semelhantes, muito embora estranhe o silêncio setubalense à volta das questões salariais.
Em campeonatos normais, este jogo erra jogo para ganhar. Mas da maneira como o Viana de Carvalhop deixou arrastar a questão do treinador, temo bem pela descida dedivisão, caso não ganhemos ao Vitória de Setúbal e Leixões, ambos no Restelo.
E digo ambos no Restelo com alguma amargura, já que parece que os associados nem a nossa equipa apoia, antes preferindo dotá-la de assobiadelas.
Temos a equipa que temos, mas precisamos de ficar na I Liga e ninguém queira imaginar o que pode suceder ao Clube caso desça à II Liga, pelo que, ao emnos, a partir de agora, já que terminou o processo da demissão do treinador que apoiem a equipa.
Caramba, precisamos de recomeçar a ganhar e tanto me importa jogar bem ou mal, que a bola entre por trás da baliza, o que me interessa é ganhar.
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Dady é o mais eficaz em Espanha
Esta coisa de a gente ir ao site oficial e lá não encontrarmos nada, quem vem ou deixa de vir, desmentidos sobre quem não vem, já aborrece.
Os dados até à 10.ª jornada – não incluem os jogos realizados ontem –, mostram que Dady apresenta maior eficácia do que os restantes melhores marcadores da prova, uma vez que, logo a seguir, surge o brasileiro Luís Fabiano, ex-portista agora noSevilha, que precisa de 69,3 minutos para marcar um golo, o maliano Kanouté, também do Sevilha, que gasta 87,4 minutos, e o argentino Messi, do Barcelona, que necessita de 94,3.
Com esta informação, como reparava ontem o diário espanhol “Marca”, o Osasuna não pode dar por mal empregue o dinheiro gasto na contratação de Dady, o reforço mais caro de sempre do clube. De resto, o lisboeta apenas não marcou em dois dos seis jogos disputados em Espanha, o da estreia, frente ao Atlético Madrid, e com o Almería.
De referir que Dady e Fabiano podem ainda melhorar a eficácia, uma vez que as suas equipas têm um jogo em atraso por disputar (marcado para o dia 5 de Dezembro).
Hoje, o ex-belenense é dado como titular para o encontro com o Getafe, em casa. Veremos se a boa fortuna se mantém.
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À escolha: a folha salarial da Luz
Notas Prévias:Não sou anti-emprestados dos três estarolas, tanto mais que lá poderemos conseguir a qualidade que a nossa falta de prospecção não tem conseguindo trazer para os nossos plantéis, ou seja, jogadores com alguma qualidade.
E a questão dos empréstimos devolvidos à Luz ainda está por ser esclarecida, nomeadamente quanto ao Filipe Bastos, onde umas tricas com o treinador que já cá não está valeram a sua saída repentina do plantel. Em suma, sem jogador e sem treinador. Se do último a memória é nula, quanto ao jogador poderia ter alguma, como teve quando jogou, utlidade.
Fala-se na possível vinda do Jorge Ribeiro dos quadros da Luz, restando apenas saber se temos dinheiro para cobrir o salário dele.
Também se fala do Nuno André Coelho do FC Porto ou de um central que já passou pelo futebol luso.
Eu não sou contra emprestados, mas a política salarial dos tais 2,5 estarolas é tal que raramente temos dinheiro para cobrir os melhores.
Confesso que esta questão da remodelação do plantel já devia estar resolvida até dia 8 a 12 deste mês, dado que mesmo que já algo tivesse resolvido não podia jogar na jogo contra o V. de Setúbal.
A lista dos futebolistas afectos aos lampiões é fantástica e de lá já podiamos ter tido melhores frutos, porque do FC Porto já está visto que a amizade só funciona num só sentido.
O investimento do Benfica para a temporada 2009/10 alargou a rede de profissionais na folha salarial da SAD encarnada. Neste momento, contrariando a realidade do passado recente, o clube encarnado é aquele que coloca mais jogadores a rodar em outros emblemas. São 60 activos nos quadros, contando ainda com Sepsi, que se prepara para formalizar a desvinculação e rumar ao FC Timisoara.
Jorge Jesus já recebeu três caras novas para atacar a segunda metade da temporada. Airton, Kardec e Éder Luís alargam o plantel do Benfica para 30 jogadores, obrigando a novo processo de colocação de excedentários.
O treinador encarnado fez uma triagem no início da presente época mas a SAD não conseguiu encontrar soluções imediatas para alguns activos. Jorge Ribeiro e Javier Balboa têm aproveitado a Liga Intercalar para ganhar ritmo competitivo. Para além destes, o Benfica deparou-se com a devolução de alguns elementos.
O Belenenses recebeu Fellipe Bastos e Adu mas não valorizou os activos, acabando por devolver os dois jogadores ao emblema da Luz. Sepsi também deixou o Racing de Santander, mas está a formalizarr a transferência para o FC Timisoara.
Nos juniores, evoluem várias promessas já com contrato profissional. Ainda assim, para esta listagem, esses nomes não foram contabilizados, uma vez que estão a ser aproveitados nos escalões de formação. O avançado Nélson Oliveira, que tem uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, é a estrela mais cintilante da companhia.
Para além dos 34 jogadores que trabalham no universo encarnado, uma pesquisa detalhada encontra mais 25 elementos com ligação contratual ao Benfica. Jorge Jesus observa, à distância, 18 atletas nos escalões do futebol português e mais nove em outros países. Makukula tem sido o elemento com maior aproveitamento fora de portas.

Profissionais nos quadros do Benfica:
Plantel do Benfica (27 jogadores): Moreira, Quim, Júlio César; Maxi Pereira, Luís Filipe, Luisão, Roderick, David Luiz, Sidnei, Miguel Vítor, Shaffer e César Peixoto; Ruben Amorim, Javi Garcia, Ramires, Urreta, Fábio Coentrão, Di María, Aimar, Carlos Martins e Felipe Menezes; Cardozo, Mantorras, Keirrison, Weldon, Nuno Gomes e Saviola;
Reforços de Janeiro (3 jogadores): Airton (ex-Flamengo), Alan Kardec (ex-Vasco da Gama) e Éder Luís (ex-At. Mineiro);
Profissionais não integrados no plantel (5 jogadores): Sepsi, Jorge Ribeiro, Fellipe Bastos, Balboa e Freddy Adu;
Profissionais cedidos em Portugal (17 jogadores): Halliche (Nacional), José Alves «Coelho» (P. Ferreira), Leandro Silva (V. Guimarães), Marc Zoro e Rúben Lima (V. Setúbal); Romeu Ribeiro (Trofense), Yartey e Leandro Pimenta (Beira Mar), Ivan Santos, Miguel Rosa, André Soares e Adriano Silva (Carregado), João Pereira, André Carvalhas e David Simão (Fátima); Abel Pereira e Ivanir Rodrigues (Mafra)
Profissionais cedidos no estrangeiro (8 jogadores): Walter Moraes (12 Octubre, Paraguai), Edcarlos (Cruz Azul, México), Andrés Diaz (Barcelona, Equador), Marcel (Santos, Brasil), Binya (Neuchatel Xamax, Suiça), Patric (Avaí, Brasil), Yebda (Portsmouth, Inglaterra) e Makukula (Kayserispor, Turquia).
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Mustafá com procedimento disciplinar
Noticia Marca aqui que há procedimento disciplinar do Huesca contra o Mustafá.Ora leiam o espanhol da Marca:
Daniel Mustafá, apareció junto a su representante en Huesca tras su marcha el pasado 20 de diciembre a Argentina y diez días después de lo inicialmente previsto, por lo que el club oscense le entregó un expediente disciplinario con la correspondiente sanción económica según el reglamento interno del club, además de ser apartado del resto de la plantilla.
Además del defensa argentino, otro jugador que todavía no ha aparecido es el brasileño Reinaldo Gonçalves que inició las vacaciones de Navidad en la misma fecha que sus compañeros y en la entidad oscense siguen sin saber nada de él.
Por otro lado, el portero Dani Hernández ha causado baja en el club azulgrana a petición propia ya que no tenía oportunidades de jugar y que se incorpora al Valencia Mestalla, aunque pertenece al Rayo Vallecano que fue de donde llegó tras una buena temporada en el Jaén.
En el plano deportivo, el Huesca entrenó pensando en el partido del próximo domingo ante el Villareal B ante el que pretende sumar una victoria que le mantenga en una zona cómoda de la tabla. En esta sesión hubo varias ausencias por lesión, molestias o golpes de algunos de sus jugadores como el caso de Vegar, Rubiato, Dorado y Corona, aunque éstos dos últimos podrían jugar ante los levantinos.
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Tratamento de choque
Notas Prévias:Esta notícia do Record já tems alguns dias, mas atento o facto de no Restelo as coisas se processarem sempre tão devagar e, por vezes, a mesma notícia, facto ou ecento de há 5 anos é igual nos anos susequentes que não deixa de tre actualidade, mas com alguma actualização.
De facto, o treinador na conferência de imprensa impôs pubçicamente à SAD a aquisição de reforços, tendo sido contraditado pelo Viana de Carvalho, ao dizer que os reforços viriam do "estaleiro"e , nesta medida a SAD já não admite se há ou deixa de haver reforços, mas quais os reforços que se enquadram no modelo de jogo dee António Conceição.
Actualizando, fala-se no Jorge Ribeiro, jogador que eu gostava de ver no Restelo.
Um outro que cabia bem a central é o Zé António, dada a recusa ao União de Leiria e Leixões.
O esquema de jogo a adopatr pelo António Conceição é em tudo semelhante ao do Jesualdo Ferreira, mas aqui bate um problema: não temos jogadores bastantes para as duas alas e foi pena na safra de abandonos um jogador que era raçudo na ala esquerda e que a esta hora está no Paços de Ferreira, que é o Maykon.
Espero que o novo treinador coloque o Cândido Costa a médio ala direito e recoloque o Mano a defesa direito.
Mas o melhor tratamento de choque é colocar os jogadores a jogarem nas suas posições e acabarem-se com as guerrinhas de balneário e quase que estou convicto que a saída de alguns jogadores e a surpreendente colocação no mercado do Diakité tem tudo a ver com problemas de balneário, não devendo ainda estar curada a recente ferida que levou ao afastamento do jogador da equipa.
O Belenenses está a correr contra o tempo para tentar inverter o rumo desastroso seguido até agora e que conduziu a equipa ao último lugar da Liga Sagres. Com apenas uma vitória em 14 jornadas, o despedimento de João Carlos Pereira não terá surpreendido ninguém, nem sequer Zé Pedro cujas declarações sobre o assunto têm de ser analisadas à luz do seu estatuto de capitão de equipa.
O técnico não confirmou no Restelo as boas indicações deixadas no Estoril e, segundo consta nos corredores, terá falhado sobretudo por adotar um discurso demasiado elaborado e intelectual mas pouco percetível para os jogadores.
À SAD não restava outra alternativa senão mudar de treinador e a escolha recaiu em António Conceição, o qual estava livre após fazer um bom trabalho no Cluj. É cedo para dizer se a aposta foi ou não acertada porque isso dependerá dos resultados, mas uma coisa é certa: a entrada de Toni, como é conhecido, é uma espécie de tratamento de choque pois trata-se de um homem firme nas suas convições (basta recordar que bateu com a porta na Roménia por não admitir ingerências de dirigentes no seu trabalho), apaixonado pelo futebol e bem mais terra-a-terra, ou seja, com uma linguagem simples, direta e fácil de assimilar.
Para já, encetou a limpeza de balneário ao dispensar Freddy Adu e Igor, prescindindo também do jovem Fábio Marques. Até ao fim de janeiro outros vão sair pois vão ser contratados, pelo menos, três reforços (um central, um médio e um avançado). Uma análise mais aprofundada das carência do plantel pode levar a SAD a contratar ainda mais dois atletas (um lateral-esquerdo é uma forte possibilidade), sempre dentro de um rigor orçamental que pode privilegiar os empréstimos. E aqui Toni também pode ser importante dadas as boas relações que mantém, por exemplo, com o Sp. Braga.
Resta aguardar para perceber qual a tática dos azuis na reabertura do mercado, mas a primeira vitória está garantida: a SAD garante já ter cumprido as exigências financeiras da Liga para poder registar novos contratos e renovações. Até ao próximo dia 11 de janeiro, dia da receção ao V. Setúbal (um rival direto na luta pela manutenção), Toni terá tempo para trabalhar forte e passar ao plantel a mensagem daquilo que pretende de forma a ser possível encetar a recuperação tão desejada pelos sócios e simpatizantes do Belenenses.
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Portugal é o mais gastador da Europa neste mercado de Inverno
Notas Prévias:Se os outros andam a gastar dinheiro e recompor os seus pkntéis, é melhor requalificarmos o nosso.
Está mais que visto que após o mercado de Inverno, vamos ter uma segunda volta de atirar facas.
E vais sendo tempo de no Restelo começarmos a ganhar nem que chovam martelos e nos tentem ferroar com picaretas.
O futebol português é, para já, o mais gastador da Europa no mercado de Inverno, que oficialmente abre hoje e encerra no dia 31, com 17 milhões de euros investidos em novos jogadores.
Os dois “grandes” de Lisboa têm-se mostrado muito activos na aquisição de novos jogadores e, até ao momento, gastaram, juntos, 16,8 milhões de euros, aproximando-se dos 18,1 gastos por todas as equipas das principais ligas da Europa: Inglaterra, Alemanha, Espanha, Itália, França, Holanda e Escócia.
Os “encarnados” despenderam 7,3 milhões nos brasileiros Alan Kardec (2,3), avançado ex-Vasco da Gama, Airton (3), médio ex-Flamengo, e Éder Luís (2), avançado ex-Atlético Mineiro.
Já os “leões” gastaram 9,66 milhões no avançado francês Sinama-Pongolle (6,5), que veio do Atlético de Madrid, no lateral direito João Pereira (3), ex-Sporting de Braga, e no moçambicano Mexer (160 mil euros), ex-Desportivo de Maputo.
À soma dos dois rivais lisboetas, juntam-se ainda os 50 mil euros pagos pelo líder Sporting de Braga para contratar o lateral direito Miguel Garcia, ex-Olhanense.
Observando as principais ligas do Velho Continente, conclui-se que apenas a Serie A italiana se aproxima da quantia gasta pelos clubes portugueses, tendo, até ao momento, 13,4 milhões de euros, repartidos por Fiorentina (9), Lazio (3) e AC Milan (1,4).
As ligas alemã (3,7 milhões), francesa (1) e escocesa (50 mil euros) completam a lista dos campeonatos que já gastaram dinheiro no chamado “mercado de Inverno”, enquanto as “abastadas” Inglaterra e Espanha continuam, curiosamente, a zeros, à semelhança da Holanda.
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