As enchentes do Restelo e uma foto do Jamor



Há comentadores e comentadores que pairam por este blogue.

Isto para dizer que existem por aqui diverso tipo de categorias de comentadores, razão pela qual me obrigou a moderar os comentários aqui produzidos e não vale a pena tentarem demover do contrário, porque para ferir a Imgem e Bom Nome do Clube, bem como tentativas de ofensa gratuita, já bastando o que vou lendo noutros locais e se me quiserem ofender ou insultarem...não dá mesmo, tanto mais que nem deixo.

Uma das categorias é a do comentador-escrutinador do blogue. Tenho aqui, pelo menos 3 habitués comentadores-escrtuniadores, em especial um deles que faz uma espécie de marcação homem a homem, e que aqui se vai exprimindo as suas sistemáticas opiniões divergentes, aliás, sempre divergentes, para com o signatário, não deixando nunca de por o dedo na ferida ao mínimo descuido que eu aqui cometa.

Por efeitos da publicação do post de antevisão ao passado jogo com os lampiões, publiquei aqui uma imagem de uma enchente do suposto "estádio do Restelo", imagem que reproduzo de novo aqui ao lado e, confesso, desde já o meu lapso em não ter reparado melhor na imagem, sendo induzino em erro da forma como segue.

Imagem esta que foi captada no Google ao meter esta chave de pesquisa, página 3 de imagens, a qual é remissiva para as Memórias de Lisboa do site Skycrapercity que aqui podem verficar, bem como a respectiva legendagem da imagem que identifica o Jamor como sendo o Restelo.

O mais giro do comentário do escrutinador deste blogue, talvez outro Cintra Torres do "Público", é que volta com a associação que me fez a um eventual descuido do Cabral Ferreira ao ter chamado um dia Estádio da Luz ao nosso estádio (nota: sei a razão pela qual ele disse isso, mas para o caso não interessa). E depois, vem-me com a coisa dos emprestados, dos anti-emprestados. Enfim...

Confesso que quando publiquei aquela imagem, não estando em minha casa, tive de me socorrer do Google, porque no meu computador pessoal tenho imagens a dar com pau, quer com o estádio cheio, quer com o ambandono dos sócios do Clube, coisa que se reflecte nas assistências de há umas dezenas de anos a esta parte.

Passando à frente, porque até tenho sinais da identificação do autor de tão ilustre escrutinador, o qual até faz bem ler o que aqui se vai escrevendo para canalizar para o órgão a que pertence aquilo que deles penso, só lamentando que ele emprenhe pelos ouvidos.

Mas esta coisa das enchentes ou pouca assistência do Restelo é muito relativo.

A assistência recente do jogo com os lampiões não se pode comparar a muitas das assistências dos jogos, como seja, a título de exemplo, de inauguração do Estádio, de vários jogos com os tais 3 estarolas ao longo dos anos, sendo que a CML até fez de tal enchente do Restelo um postal alusivo ao facto e até o tal jogo com o Braga do ano do Moreirense teve seguramente mais gente que este último com os lampiões.

O signatário é até uma boa testemunha de presenciar várias assistências claramente superiores ás que se verifiucram no Domingo passado, só que desta vez os jornais quiseram empolar a questão porque a tusa pelos lampiões está a conhecer uma auge que talvez só tivesse existido ali nos finais do anos 90 e algures nos anos 60.

E sou boa testemunha, porque na qualidade de sócio correspondente, dantes ocupava o meu lugar numa lateral direita da bancada nascente, onde fizeram o favor de lá colocar umas cadeiras azuis para ao menos não serem só banhos de Sol.

E vi muitas bancadas nascentes a abarrotar, sendo certo que tudo o resto do estádio (central nascente, topo norte, e topo sul) não tinham cadeiras, o que aumentava e de que maneira, a assistência do Restelo.

Publico aqui uma combinação de assistências ao longo dos anos, se aquilo podendo não ser enchentes, então não sei o que é uma enchente, sendo, ainda, certo que o actual Estádio do Restelo pela inclusão das cadeiras, abolição do topo sul e das 3 primeiras filas de toda a bancada, ficou com uma lotação oficial ou de 19.980, conforme se pode ler aqui no site da LPFP, não deixano, no entanto, de ser giro que a Liga reconheça que só lá estiveram 17.473 espectadores, quando é mais que sabido que o que se viu foi bem mais de 20.000, mas enfim.

Reconheça-se que até é bom não empolarmos os números, porque sempre se poupam uns cobres no policiamento e nos stewads.

Notas Finais: 1. é possível encher o Restelo e obter-se uma boa receita, como se viu desta feita, contrariando a política miserabilista da comissão de gestão que andou meses a oferecer borlas e criando incentivos de sinal contrário na fidelização de associados.
2. Foi bonito ver o estádio cheio, só lamentando resultado.
3. A receita obtida veio certamente em muito boa hora, atento o facto da seguradora ter dado de frosques.

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Dia de jogo, antes e agora



Mais do que as palavras, deixo as imagens falarem por si, sendo certo que para logo não espero que hajam mais assistentes que os que lá estavam na jornada da Liga, sim porque "aquela" bancada de sócios é apenas aquilo numa imagem obtida da retina da bancada nascente no jogo contra o Paços de Ferreira.

Quanto ao resultado, raciocinemos em voz alta:
1. Depois de "esmagarmos" os colossos Mafra, Odivelas e Atlético
2. Empatámos, sabe Deus como, a 2-2 com o Vitória de Setúbal em Setúbal e apratir daí,
3. Foi um non stop de derrotas ou meias-derrotas sem um único golo para a amostra.
Portanto, em minha opinião, com aquela equipa, se empatarmos, já não é mau de todo, tanto mais que o ano transacto o mesmo Paços de Ferreira apenas perdeu por 1-0.

Depois, bom depois, vêm situações que andama desgostar profundamente e que giram todas à volta da menor cotização na bolsa de valçlores desportivos do futebl nacional em relação á apreciação que todos me fazem do actual estado do nosso futebol.

São os meus colegas que me perguntam que é que se passa com o Belenenses, foi ontem a minha prima a interrogar-me do estado real do Clube, face ás notícias avulsas que vai sabendo, é o marido da minha prima que me diz que vamos ter um ano muito problemático e me aconselha prudência quanto à evolução do Belenenses e diz-me ele algo que me deixou com a pulga atrás da orelha, sobre comentários à actual gestão do nosso Clube que já é falada ali para os lados do Banco de Portugal.



Aquando da inaguração do Estádio

Nestes tempos áureos do Clube de Futebol "Os Belenenses" não haviam Mailing List, não havia a mania dos blogues, não havia, até, internet.

Ou seja, os sócios ou adeptos do Belenenses misturavam-se uns com os outros, demonstrando, em relação ás demais massas associativas, sermos uma massa cordata e fraterna.

Lembro-me quando antes havia a bancada dos sócios correspondentes numa lateral da bancada nascente de ter visto uma cena invulgar de um punhal entrar na barriga de alguém, alegadamente por alguém de um das 2ª circular num jogo que os lagartos perderam por 2-0.

Hoje em dia, a massa associativa do Belenenses minguou de tal forma que quase é possível distinguir quem foi e quem não foi ao jogo, dizer quem era o bom ou o menos bom belenenses, em razão única de se ir ou não ao Estádio.

Hoje em dia, os resistentes da massa adepta associada ao Belenenses minguou de tal forma que alguns se sentem os donos daquilo, como se falássemos de salvadores da Nação Belenense.

Até acredito que alguns pensem que estão a prestar um bom serviço, mas fica desde logo esbatido quando é um facto que vão ameaçando outros associados, ou tentando ameaçar sob a capa de sei lá o quê.

Chega-se ao cúmulo de haver agressões entre belenenses no espaço do Restelo, sendo certo que o Conslho Fiscal e Disciplinar vai fechando os olhos a estas situações.

Rouba-se bens pessoais em lugares mais ou menos mais concorridos do Clube.

Que gosto dá ver um Belenenses assim?

Que gosto dá eu assistir ao longo de poucos meses em mutações repentinas de opinião sobre as mesmas matérias e pessoas?

Que gosto dá eu abrir o jornal e ler que o culpado do problema do futsal é do Cabral Ferreira?

Este Belenenses nada tem a ver com o Belenenses que outrora era fonte de virtudes e hoje em dia, com a multiplicidade de quintas e quintinhas, passou efectivamente a um clube absolutamente descaracterizado nas suas origens e tradições.


Algures pelos anos 70



Daí o abandono do Estádio, situação a que não é nada alheia conjugação dos seguintes factores:
Perda de competitividade
Perda de notoriedade e de cotação
Perda de Imagem do Clube
Perda de identidade
Perda de mística
Perda de um objectivo claro para o Clube



Época 2007/08: contra o Paços de Ferreira

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