A LPFP errou



Relido o comunicado nº 186/09, de 8 de Maio, verifico aquilo que é dos livros e resulta de qualquer processo de candidatura quando vem coxo ou mal amanhado.

De facto, há documentos considerados essenciais e outros nem tanto.

Nos últimos, e fazendo aqui uma anolagia com as minhas intervenções em júris de abertura e de análise de propostas de obras públicas, a ausência do documento alusivo à não existência de dívidas para com a Segurança Social e para com a Adminsitração Fiscal, são sempre documentos essenciais do processo de candidatura, pelo que a sua ausência nos respectivos processos implicaria, desde logo, a exclusão dos respectivos candidatos. Sem mais delongas.

E este tipo de decisão que tive de tomar por algumas vezes, mesmo quando estava perante certidões fora de prazo ( as mesmas têm uma validade de 180 dias), embora certiificadas com o selo em branco em uso pelos respectivos serviços, nunca eram objecto de protestos, antes de conformidade com a justeza de tais decisões, as quais, pessoalmente, me faziam sentir mal, dado que cheguei a excluir propostas economicamente mais vantajosas do que outras que foram aceites, por estarem em conformidade sendo que tal sentimento se justificava por ser, no termo do processo, o representante do dono da obra. Dura lex sed lex.

Para quem não sabe, a declaração de ausência de dívidas tanto pode ser emitida pelo Instituto de Segurança Social IP, como pelo Instituto de Gestão Finaceira de Segurança Social, sendo que neste último caso, há a presunção de já haverem processos de execução de dívidas, de cobrança coerciva ou de planos prestacionais que podem não serem PEC's, pelo que, na dúvida, poderia o signatário, na qualidade de terceiro com interesse no processo, solicitar a confirmação da auência de dívidas, situação que exorto a Liga efectuar em relação a todos os clubes e SAD's admitidas.

O documento de ausência de dívidas ao fisco teria de ser emitido, mediante certidão, pelo Serviço de Finanças onde o contribuinte está registado e tem o seu cadastro.

É que no comunicado nº 186/09 lê-se na parte final, no capítulo das Sanções, lê-se aquilo que é óbvio, ou seja, que a ausência ou incumprimento da apresentação dos pressupostos financeiros, não importa quais, constituem fundamento de impedimento de participação, desclassificação para divisão inferior, perda do direito de promoção ou de exclusão da participação nas competições profissionais.

Assim, temos que seria da mais elementar Justiça (letra maiúscula) que ao invés de aqui se andar a discutir se é o Vizela e o Gondomar a ocuparem as vagas deixadas por desclassificações, devia, antes, discutir-se da legitimidade da participação do Leixões e do Estoril SAD nas respectivas ligas profissionais.

Portanto, o comunicado 206/09, pelo qual se faz admitir condicionalmente o Leixões e o Estoril vai em sentido diverso do disposto no comunicado nº 186/09.

E não só isto. O facto de a Comissão Discilinar ter decidido a desclassificação do Vizela e do Gondomar acaba por vir a ter prémio para os desclassificados, já que os regulamentos da Liga não prevêem a exclusão em caso de desclassificação, caso haja necessidade de suprir o calendário com os clubes que foram desclassificados. As provas não podem ser encurtadas sem a aanuência da Assembleia-Geral da Liga e compreende-se mal num organismo tão pequeno que hajam dois órgãos com linguagem diferente para qualificar o infractor: decerto que Comissão Executiva da Liga não fala na mesma voz da Comissão Disciplinar, daí a embrulhada que isto vai causar.

É que isto não é de somenos importância,dado que alguns dos negócios em, curso com jogadores do Estoril estão a bater na trave justamente por uma má decisão da LPFP.

A Justiça determinaria, igualmente, um convite ao Trofense para ocupar a vaga deixada pelo Leixões na I Liga.

E determinaria a exclusão do Estoril SAD da II Liga, tão simples quanto isto.

E a esta hora, já tinhamos os poblemas do Cesinha e do Ivan solucionados.

Mas, lá está, este ano tivemos o Estrela da Amadora como exemplo.

Para o ano, pelo que conheço do Hermínio, vai haver mais e certamente que durantre o ano vão ser aplicadas sanções de perda de pontos logo que se observe um só salário em atraso.

É bom ter isto presente.

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As frases do capataz



Dia 11 de Maio:
"Só disse que tenho de provar, até 1 de junho, que não há dívidas, e que não estou preocupado com a data de 24 de maio... mas é óbvio que tenho de me preocupar com os pressupostos, pois até a ata do acordo com o IAPMEI terá de estar assinada."

Dia 20 de Maio:
"Vamos recorrer para a Conselho de Justiça, temos três dias para o fazer. O Estrela avisou a Liga atempadamente de que a conta estava bloqueada, mas nesse mesmo dia já não dava para fazer o pagamento porque os bancos já estavam fechados. Mas, foi feito em numerário no dia seguinte e temos como provar",

Dia 27 de Maio:
António Oliveira considerou ainda que o Estado também tem alguma culpa na actual situação do clube
"porque durante anos permitiu que o Estrela falhasse compromissos fiscais". Apesar de não revelar os valores em dívida, o responsável estrelista assegurou que "os valores que estão penhorados permitem fazer face aos compromissos desta época e iniciar a próxima".

Dia 29 de Maio:
"A única maneira de o Estado receber até ao cêntimo é permitir que o Estrela pague diariamente, tal como temos vindo a fazer com as outras dívidas."

Dia 2 de Junho:
"Enviámos a candidatura para inscrição e vamos aguardar ser notificados",

Dia 4 de Junho:
"Neste momento, espero uma reunião com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que foi solicitada pelo deputado Jorge Neto. Paralelamente a isto, ando também à procura de outras soluções",

Dia 8 de Junho:
"Estou à espera de alguma novidade até terça-feira [amanhã]. O presidente da Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças fez uma carta a solicitar que eu fosse recebido com caráter de urgência pelo secretário de Estado. O tempo corre contra nós"

Dia 15 de Junho:
"O técnico oficial de contas, bem como o revisor, estão a recolher toda a documentação necessária para demonstrar que o valor apresentado pela Administração fiscal não é real, isto já incluindo os juros. Estamos a falar de uma diferença substancial, que implicava que o clube tivesse um valor de receitas que não tem

Dia 21 de Junho:
"já começam a aparecer os números"

Dia 23 de Junho:
é possível a permanência do Estrela entre os maiores do futebol nacional, apesar de todas as contrariedades". E reforça: "Agora, é preciso esperar por quarta-feira [amanhã] para ver o que vai acontecer, no que concerne à decisão da Liga. Mas há esperança."

Dia 25 de Junho:
"Temos esperança nisso(SAD), aliás como já aconteceu no passado com o Boavista, U. Leiria e Estoril."

Dia 27 de Junho:
"Ainda vão ter de aguentar com o Estrela na Liga Sagres. Estamos em igualdade com os outros clubes", afirmou Oliveira, que explicou: "Constituímos a SAD, que foi diferida em 2002, com 1 milhão de euros. Ou seja, com dois investidores particulares e capital da SAD (400 mil euros) sobre os direitos desportivos dos jogadores do E. Amadora, Tiago Gomes - Vítor Gouveia, da Servifute, garantiu ontem que a sua empresa não comprou o passe do médio -, Sérgio Marquês, André Marques e Marcelo, dos quais enviamos as certidões, tal como dos treinadores do clube." Oliveira garante ainda que a Sociedade Anónima Desportiva "não herda a dívida do clube".

Dia 30 de Junho:
"Estou muito confiante na boa resposta da Liga de Clubes. Tem havido muita pressão para que o clube não seja aceite, mas temos de competir na Liga. Apresentamos todos os pressupostos necessários. Se não formos aceites e puserem em causa entre Estrela e Belenenses é seguramente o Estrela quem tem o direito de lá estar, pois o Belenenses entregou aos jogadores documentos de dívida, alegando que pagará dentro de meses. Se não formos aceites resta-nos recorrer ao Conselho de Justiça da Liga"

"Não havia mais nada. O clube estava todo penhorado. Só lamento que ao longo destes 6 anos fosse apenas aflorado o assunto da constituição da SAD. Andamos 371 dias a tentar obter uma resposta do PEC e para pagar as dívidas fiscais e não nos deixaram. Só restava esta possibilidade para salvar o clube."

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Futuro do Estádio de São Luís é hoje decidido



Notas Prévias:

É bom que os donos das quintinhas, aqueles verdadeiros belenenses que, muito embora tenham votado sistematicamente contra as direcções eleitas, se vão mantendo ad eternum num poder por eles criado, mais fazendo lembrar alguns filmes negros do Briam de Palma ou do Jamnes Cameron num atentado financeiro contra o Clube de Futebol "Os Belenenses" sempre sob a capa de lá estarem a esturrar dinheiros e custos de instalaçõee à pála dum falso ecletismo e à pála de haverem patrocínios que nem para o futebol já existem.

É que nos últimos anos, os clubes menos precavidos e sustentáveis finaceiramente, acabam mesmo e outros têm de se libertar dos seus bens mais preciosos, como sejam as intalações desportivas.

Foi o caso do Farense, que ora se seguiu ao Salgueiros, pelo caminho apanhamos o Boavista e por aí fora.

Não nos ponhamos a pau, não...

É que nesta última campanha eleitoral, pela primeira vez na nossa História foi necessário prometer algo que não pensava ler ou ouvir: não irmos vender ou hipotecar o nosso património.


Porque razão tal nos foi prometido?

Os sócios do clube algarvio vão decidir esta quinta-feira à noite, em assembleia geral, o próximo passo a dar em relação ao seu estádio, cujos dois concursos de venda fracassaram, disse hoje fonte ligada ao processo.

“A comissão de venda, mandatada pelos sócios em 2006 para fazer a venda exclusivamente sob concurso, vai fazer um historial do processo e depois a direcção tomará posição”, disse à agência Lusa o presidente do clube, Gomes Ferreira.

Questionado sobre se a direcção pedirá aos sócios um mandato para a comissão de venda vender em negociação directa, o dirigente, também membro da comissão de venda, não confirmou esse cenário, acrescentando, contudo, que existe uma empresa “interessada” nos terrenos.

Os dois concursos de venda do recinto revelaram-se infrutíferos apesar de, no segundo, a comissão ter conseguido quadruplicar, para mais de 20 mil metros quadrados, a área destinada a comércio, colocando como base de licitação a verba de 15 milhões de euros.

Nesta segunda fase, a empresa The Edge Group mostrou-se interessada mas apresentou uma proposta de cinco milhões de euros, liminarmente recusada pela comissão de venda.

A referida empresa já se manifestou interessada em seguir para tribunal, por entender que tem base legal para comprar o recinto por aquela verba, mas Gomes Ferreira não se mostra preocupado.

“A comissão de venda está perfeitamente descansada em relação a esse assunto. Pensamos que não vai levar a qualquer desfecho negativo para o Farense” assegurou.

A venda do Estádio de São Luís é ponto essencial para a assinatura da acta final do Procedimento Extra-judicial de Conciliação (PEC), para que o emblema possa pagar as suas dívidas, estimadas em 11 milhões de euros, de forma faseada.

Também o futuro desportivo do Farense – que assegurou a manutenção na III Divisão Nacional – está dependente das decisões que possam sair da reunião magna de quinta-feira, agendada para as 20:30 horas.

“Neste momento, está tudo em aberto e dependente do que acontecer na assembleia geral”, afirmou o principal mecenas do futebol sénior nos últimos anos, o empresário Aníbal Guerreiro, que também dirige a comissão de venda do Estádio de São Luís.

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Gestores de empresas falidas obrigados a pagar multas fiscais



O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais se vier e receber pela segunda vez o gestor dum Clube em Regíme Especial participante na liga profissional de futebol, devia, a meu ver, fazer entrega ao respectivo gestor das multas ou coimas pelo atraso de pagamento de dívidas fiscais e caso tal gestor não possa pagar através da empresa que representa, deve, nos termos de recente acórdão do Tribunal Constitucional entregar-lhe a notificação do arresto dos seus bens patrimoniais.

Isto, sim é cumprir a lei.

Todavia, também já ando mais que habituado que alguns governantes não conheçam toda a lei que andam a produzir.


Tribunal Constitucional aprova norma que merece o repúdio de fiscalistas.

O Tribunal Constitucional decidiu no passado dia 12 de Março que a Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) pode continuar a exigir aos administradores e gerentes o pagamento das coimas aplicadas às empresas que estes dirigiam sempre que estas se encontrem falidas e sem meios para pagar as referidas coimas, cita o jornal «Público».

A decisão contraria a posição do Supremo Tribunal Administrativo (STA), que considerava esta actuação inconstitucional.

Fiscalistas consideram que a decisão do Tribunal Constitucional representa um novo retrocesso nos direitos e garantias dos contribuintes e uma decisão que deixa os administradores e gerentes sem meios de defesa.

Pedro Amorim afirma que esta decisão irá levar «a que qualquer gerente possa ver a sua situação patrimonial seriamente afectada muito antes de se poder defender».

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Grandes devedores: um fenómeno luso-patológico



Antes de mais, os meus parabéns à rapaziada do andebol, modalidade esta que tem sido muito esquecida pelas sucessivas direcções do Clube em nome de mariquices e modernices que nos tem custado um sobreendividamento mascarado de ecletismo.

O signatário vai tendo uma larga experiência em gestão de dívidas. Foi assim no ex-IGAPHE, em que os moradores mais depressam ficam a dever a rendinha de casa que a prestação ao banco, depois de adquirirem a a casa e é agora na SS. Isso dá-me alguma tarimba no assunto e, também, confesso, ao meu progressivo endurecimento do modo de ver o fenómeno. Deixei de ter a complacência que já tive, tanto mais que as dívidas ou os pagamentos ao Estado, embora alguns configurem o mesmo regíme legal do sector privado é o último sítio onde o devedor paga.

Por sua vez, considero intolerável que um membro deste governo, cuja incapacidade já vai sendo por de mais evidente, receba e, pelos vistos, volte a receber um representante daquilo que mais faria condenar qualquer pessoa: o de não pagar as contibuições ao Estado, quase que dando um prémio de consolação pelo facto.

Depois, já vai sendo tradicional que os representantes governamentais endossem as suas responsabilidades para os funcionários públicos. Em especial, este governo, que resolveu estar em guerra com o País. Normal, portanto.

Ao contrário, não vejo os membros do governo a terem um simples gesto público, ou tornado público, para salvarem as centenas de empresas realmente produtivas do sector primário da economia.

Anteontem, ao ler as declarações do capataz do Estrela da Amadora, sorri e lembrei-me do que muito também se passa na loja onde trabalho.

Os sitemas de controlo e cálculo de dívidas ao Estado diferem pouco entre a Segurança Social e o a DGCI e os ajustes em cada sistema têm mais a ver com a especifidade da legislação aplicável a cada caso que ao cálculo ou determinação de dívidas propriamente dito.

E tais sistemas estão cada vez mais aperfeiçoados, simplificando bastante o trabalho que já foi mais moroso e trabalhoso que hoje é em relação ás dívidas de grandes devedores, as quais precisam de serem analisadas e só depois se conclui se um contribuinte tem ou não razão.

Pelo que ao comum dos cidadãos se vai pasasndo a mensagem, não é crível que um devedor ao fisco entre na galeria dos grandes devedores, se não o for e se a dívida não tiver sido analisada. Julgo que toda a gente deve perceber isso.

Aliás, o capataz do Amadora não contesta de que deve, apenas o quanto se deve.

Como qualquer contribuinte sabe, basta ir ao site das declarações electrónicas e consultar os grandes devedores, quer do fisco, quer da SS e ninguém vai para lá se não houver um critério para tal. Que isso fique bem entendido.

Alguém se tramaria e eu não queria estar na pele desse alguém. Mas sinceramente duvido que tal tenha ocorrido.

O contrário também é verdade. Isto é, assistir-se à existência de grandes devedores, os quais deixaram há muito de pagar seja o que for, só deixaram é de saber há quanto tempo não pagam. E daí para cá, será que a dívida ficou imutável?

A gestão da dívida de contribuintes é um peso de monta nos sistemas, porque há mais devedores nestas condições que se possa pensar. Aliás, quem acompanhar os relatórios públicos desta matéria saberá que assim é, bem como os relatórios do Banco de Portugal para não já falar de alguma boa informação prestada pelos jornais da especialidade, como seja o Jornal de Negócios. Basta, aliás, atentarmos na impresionante média mensal de encerramento de empresas para termos uma noção, vaga, diga-se, da realidade das dívidas fiscais, das dívidas à SS e das dívidas ao sector bancário.

Basta, também, atentarmos para o índice de endivadamento das famílias portuguesas que já ultrapassa os 110% para sabermos como a coisa está preta.

As empresas passam por inúmeras dificuladdes financeiras e isso é do conhecimento das entiaddes bancárias, da SS e do Fisco, e justamente por isso, aperfeiçoaram os sistemas de controlo de dívidas e apertaram o crivo da concessão de empréstimos ou a tolerância para negociar o pagamento diferido de dívidas através de planos prestacionais.

Os grandes devedores sempre foram um grande problema nos sistema, os quais, genericamente, custam a admitir que devem assim tanto. Têm uma vaga idéia da dívida e por aí se ficam, pelo que a reacção do capataz do Amadora configura, a meu ver, a reacção normal destes casos.

Não admito é que possa haver tais discrepâncias entre valores certificados e valores reais.

Se houverm valores certificados é porque todos os números, na certa, foram trabalhados e correspondem á realidade daquele momento. E daí para cá será que o devedor mantendo a sua condição de devedor não terá aumentado exponencialmente a dívida? Lembro que os juros sem PEC são altamente caros - diga-se que a principal vantagem dum PEC é a conscessão de bonificação de juros, nos termos do Decreto-Lei nº 124/96.

O presidente do Estrela da Amadora, que se reuniu esta semana com o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, disse que "a dívida apresentada na reunião não condiz com os valores do clube".

Em declarações à Agência Lusa, António Oliveira garantiu que há uma "diferença substancial" entre os valores apresentados e o que o clube realmente deve.

"O técnico oficial de contas, bem como o revisor, estão a recolher toda a documentação necessária para demonstrar que o valor apresentado pela Administração fiscal não é real, isto já incluindo os juros. Estamos a falar de uma diferença substancial, que implicava que o clube tivesse um valor de receitas que não tem", disse o dirigente.

O presidente do Estrela da Amadora frisou, assim, que se deparou com um valor que não é o que está na certidão da Administração fiscal no dia da reunião, no inicio da semana, com o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Carlos Lobo.

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O moralista Rio Ave...também com salários em atraso



Fonte: jornal O Jogo

Dizia António da Silva Campos, presidente do Rio Ave na edição de 29 de Abril o seguinte:

Vamos pagar esta semana o mês de Abril. Poucos clubes devem pagar ao dia 1 ou dia 2, como nós. Assim, lutaremos com todas as forças para que o projecto seja aprovado em assembleia geral», defendeu o presidente do clube vila-condense, realçando que, na sua morada, também está tudo regularizado com o Fisco.
Há muitos clubes com ordenados em atraso que os justificam com erros de direcções anteriores. Também acontece, mas por parte de elencos que não medem as responsabilidades e entram em projectos acima das possibilidades dos seus clubes.»
Tentações a que o Rio Ave soube resistir.
Em Janeiro, por exemplo, tivemos cuidado na reabertura do mercado. Podíamos ter entrado em loucuras, mas pensámos no futuro. Outros não agiram assim e, sem querer falar em nomes, reforçaram-se da forma que sabemos.
Vale a pena ter os ordenados em dia. Tem de haver transparência e honestidade para se melhorar a imagem do futebol. O tema é delicado, pois são muitos clubes... Ficamos a pensar como se vai formar a Liga na próxima época. Se tem de haver verdade desportiva, há que fazer algo para evitar a repetição destes dramas.

Porém, na edição do dia seguinte, dia 30 de Abril e no mesmo jornal vem isto:
Rio Ave impedido de registar contratos

O Rio Ave está impedido de registar novos contratos, assim como renovar os existentes, anunciou esta quinta-feira o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.
Em causa está a falta de prova de pagamento de indemnizações de formação desportiva por parte do clube de Vila do Conde a Macedo de Cavaleiros e Bragança.

Mais oito clubes punidos

A mesma punição, também em processos relativos a direitos de formação, foi ainda aplicada a mais oito clubes: Atlético, Odivelas, Pescadores da Costa de Caparica, União de Coimbra, Estoril-Praia, Tires, Vianense e Mealhada.

Será brincadeira da FPF na certa, porque se calhar a razão está do lado do presidente de Vila do Conde.
Não deixo de pensar no Frielas...e no Almada...ou nas pinoquices.

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Os homens sem sono



Diversos relatos têm chegado até mim sobre o estado deplorável com que esta direcção se viu a braços após a tomada de posse.

De facto, os vários sinais aqui chegados dizem-me que Viana de Carvalho e Miguel Ferreira herdaram uma situação bem mais complicada que o pior cenário que eles próprios julgavam ir encontrar.

Não só desportivamente, mas tabém e sobretudo na questão financeira, onde o estalo é bem maior que todos nós podemos imaginar e será bom que edixemos que esta direcção consiga limpar o monte de asneiras careadas para o interior do Clube e da SAD, sendo certo que a título de exemplo, Sequeira II fez um orçamento para a SAD na ordem de 6 milhões de euros, acabando o "festim" em nos ficar em 10 milhões de euros.

Um pequeno devio de cerca de 67%. Coisa pouca para tão grande Clube que vai suportando todoss os asneirómatros que por lá vão passando, bem como os fixos prejuízos anuais de cerca de 1,4 milhões de euros no Clube à pála das modalidades, as quais, como é sabido, lá vão fazendo por existir, dado que as eleições quando se fazem, deixam por completar o quadro dos seccionistas e directores que por lá estão e que não arredam pé, esteja lá quem estiver na Direcção.

Nos dias que correm, isto acaba por ser já uma verdade adquirida e vem demonstrar à saciedade da leviandade das seguintes situações:
1. ter-se permitido que Sequeira Nunes e Ramos Lopes tivessem escolhido o Fernando Sequeira para gerir os destinos do Clube e irem afsatando potenciais cncorrentes ao acto eleitoral, como foi evidente para todos o afastamento pelo conselho de anciãos do consócio Luís Batista;

2. ter-se permitido por votação em Assembleia-Geral:
2.1. a "dispensa" do então Conselho Fiscal e Disciplinar presidido pelo Dr. João Neves e
2.2. ter-se aprovado, à revelia desse CFD e com o seu parecer negativo, embora não expressamente solicitado, um leviano empréstimo que ao comum dos sócios que o aprovou não custa nada, mas ao Clube pode hipotecar o seu futuro.

Como foi possível aprovar-se um empréstimo sem se saber que contas iria pagar, sem se saber o estado financeiro das contas, do estado da execução orçamental, se se estavam a cumprir os pressupostos de uma gestão por duodécimos, de que devedores falavamos e que vícios se queriam manter com tal dinheiro?

2.3 ter-se sancionado uma maioria simples em maioria qualificada para indigitar uma Comissão de Gestão, a qual afinal veio a poupar coisa nenhuma.


Ou seja, se é um facto que os ex-jogadores ainda por cá andavam para receber a desvinculação, tal como o Alex, o mais caricato foi ter-se contratado jogadores com contratos plurianuais, obrigando, agora, a direcção a uma tremenda ginástica para se ver livre de jogadores que não interessam nem ao Menino Jesus.

As notícias pós acto eleitoral têm sido todas elas aterradoras e não fosse uma certa contenção de palavra por parte dos dirigentes eleitos, teríamos muito mais lama no nome do Clube.

Podem crer que quando oiço determinadas vozes muito apreensivas sobre os muitos zeros contidos nas nossas contas, posso garantir que os homens eleitos recentemente terão de ser homens sem sono para poderem queimar etapas todas elas armadilhadas com asneiras sucessivas cometidas no passado recente.

No estado em que o nosso Clube actualmente se encontra, confesso-vos nnca o senti tão debilitado quanto hoje o sinto, sinto uma tremenda vontade de dar um murro na messa e dizer algo como o Vilarinho recentemente disse e que o João Pela aqui trouxe noutro dia, quando ele diz isto:

Quanto às modalidades: "O título de basquetebol não me diz nada. Já sei que amanhã vou ser criticado mas as modalidades são um sorvedor do dinheiro do futebol", .

É que o signatário tem mantido o mesmo rumo no meu discurso, e disso sou acusado em dizer mal.

Pois, se dizer mal é dizer as verdades, então continuarei a dizer mal.

E na linha do Vilarinho direi que estou nas tintas para os troféus que eventualmente futsal ou rugby possam ganhar se o que está em causa no nosso Clube já é algo mais que o que Vilarinho idfentificou no clube dele.

Está em causa o Futro do Belenenses e o futebol do Belenenses.

Só...Quando é certo que estamos num Clube que em 26 de Maio de 1946 foi campeão nacional.

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Os prejuízos das SAD's do Porto e Sporting



Notas Prévias:

Dexei para o fim as duas SADs que melhor organizadas se encontram em termos do mercado financeiro, sendo certo que ambas se valorizam ou desvalorizam de forma simétrica do negócio da bola vs bolsa.

Tenho pouco a assinalar ao Sporting, com uma excepção que me agrada sobremaneira e cujas idéias partilho com o Fernando Guerra, articulista de A Bola, ou seja, o Sporting está neste momento a viver um pré-processo de setubalização correndo o risco de poder ficar sem património, sendo certo a própria academia de Alcochete está em regíme de leasing via BES, sendo certo que já tiveram necessiadde de alienar parte do seu património no novo Alvalade, o tal complexo de Alvaláxia XXI virado para a2ª Circular, embora condicionado ao recebimento de uma renda anula algo vantajosa.

Aliás, todo o Sporting está no BES com uma dívida astronómica e que caso fosse nas nossas portas, não só cairia o Carmo e a Trindade, como ruiria a própria pedreira que sustenta o nosso Estádio.

Nós estamos hipotecados em 5 mil~hões de euros ao Banif e, sinceramente ninguém me tira da cabeça do oporunismo dos bancos sobre os clubes de futebol mais apetecíveis patrimonialmente. E, em especial, ainda tenho dúvidas a esclarecer junto dos mentores do empréstimo com o Banif se não houve alguém deveras interessada que tal negócio financeiro se realizasse e, já agora, o que e quem beneficiou.

O Porto, de uma maneira ou outra, com o populismo lá entranhado, consegue levar a sua àvante, sendo certo que se a CMP é mãos estreitas para o Salgueiros é na inversa para o FC Porto, tal como a sua congénere alfacinha versus clubes da 2ª Circular.

Temos, então, os clubes deste regíme, especialmente beneficiados em negócios de milhões sem contrapartidas para o erário público que merecia atenção do Prsidente do Tribuna de Contas, Dr. Guilherme Martins.

Nós devíamso agitar o caldeirão e devíamos intentar com urgência a acção judicial do retorno das Salésias, já que de outra forma nada conseguimos, acção essa acompanhada com uma outra de natureza indemnizatória pelo prejuízo financeiro e desportivo que o acto inútil de esbulho daquele terreno constitui não só para o Estado, como, em especial, para o Clube de Futebol "Os Belenenses".

Na certa que as entidades visadas teriam melhor curiosidae em resolver a coisa de outra forma e celeremente. É esta a minha opinião e seria isto que eu praticaria na certa, como primeira prioridade, se acaso fosse responsável pelo Clube.

Nós continuamos quedos e caladinhos como convem a um clube gerador de simpatia.


FC Porto SAD

Na madrugada de ontem, a SAD do FC Porto comunicou à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) um resultado líquido de 6,4 milhões de euros negativos, referentes ao terceiro trimestre da presente temporada, ou seja, entre janeiro e março. Assim sendo, o passivo da sociedade cresceu para os 144,8 milhões de euros.

De acordo com o relatório enviado à CMVM, as receitas aumentaram para os 46,3 milhões de euros - representa um aumento de 16%, relativamente ao período homólogo anterior - e os custos operacionais, excluindo transações de passes de jogadores, subiram para os 51,1 milhões de euros. O FC Porto justifica estes aumentos de encargos com o sucesso da equipa, com as renovações contratuais de vários jogadores e com a inclusão dos prémios relativos à performance desportiva, tanto a atletas como à equipa técnica.

Conforme escreveu no comunicado à CMVM, a SAD do FCPorto fez questão de lembrar que "a análise económico-financeira dos resultados intermédios deve ter sempre em consideração que as mais-valias obtidas pela FCPorto - Futebol SAD são tradicionalmente geradas nas janelas de transferências, que decorrem no 1.º e no 4.º trimestre do respetivo exercício económico (...) As contas apresentadas no final do 3.º trimestre são tendencialmente as que apresentam um resultado mais desfavorável". A concluir, a SAD refere ainda que no período em análise está já registada a mais-valia resultante da transferência de Quaresma para o Inter.

Sporting SAD
A SAD dos leões acumulou um prejuízo de 6,7 milhões de euros nos primeiros nove meses da temporada, segundo o relatório do terceiro trimestre de actividade, enviado à CMVM.

De acordo com o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a SAD do Sporting viu também crescer os capitais próprios para os 9,3 milhões de euros negativos, o que agrava a situação de falência técnica em que a sociedade se encontra há já alguns exercícios.

Apesar de ter conseguido baixar o passivo em mais de cinco milhões - é agora de 140,6 milhões de euros - e do inédito apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, a SAD do Sporting continua incapaz de inverter os resultados negativos esta temporada.

Segundo a própria sociedade, isso deve-se em parte ao aumento com a massa salarial, que ao fim de nove meses de actividade se situa acima dos 18 milhões de euros, um crescimento de 4,8 milhões relativamente ao período homólogo da época passada.

O passivo da sociedade baixou para os 140 milhões de euros, ainda assim a melhor notícia para a SAD nas contas do terceiro trimestre.

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Ao serviço de quê ou quem, Record?



Notas Prévias:

Publicita oa pasqueim-mor online e provavelmente também na edição de papel a seguinte notícia sobre os coitados dos milionários salários em atraso no bingo, quando à hora da publicação desta notícia já estava disponível no site oficial a notícia/esclarecimento da direcção em sentido oposto.

Ao serviço de quem está o pasquim-mor?

Certamente, digo eu, em alguém interessado na nossa licença do bingo, facto que não é novo, sendo oa taditos dos trabalhadores do bingo um instrumento para o efeito.

Os funcionários do Bingo do Belenenses não receberam o mês de maio e, na manhã de ontem, organizaram uma pequena manifestação no Estádio do Restelo com vista a encontrar respostas para solucionar o problema.

Foram recebidos pelo vice-presidente Miguel Ferreira, que se reuniu com António Palaio, dirigente do Sindicato que representa e defende o interesse dos trabalhadores desde o início deste processo. Dessa reunião resultou um acordo relativamente ao prazo de pagamento dos salários, chegando mesmo a haver garantia por parte da direção do clube de que o problema estaria resolvido na próxima segunda-feira.

De salientar, ainda, que nunca acontecera uma situação como esta, facto que os funcionários do Bingo estranham, uma vez que no início do mês tiveram uma média de 20 a 25 mil euros de lucro por dia durante a semana e 35 a 40 mil ao fim de semana, valores que deveriam chegar para pagar os ordenados em falta dos trabalhadores.

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SAD do Benfica com prejuízos de 18 ME



Notas Prévias:

Recapitulando o que o Estado, seja via governo , seja via CML, concedeu ao Benfica temos algo como isto:
1. autorização para converter cauetlas de acções para dar de penhor em contrapartida de anulação de dívidas fiscais;
2. autorização para demolir o anterior Estádio da Luz, sendo os trabalhos de demolição e entulhamento a cargo da CML;
3. autorização para construir um novo estádio com fortes contrapartidas financeiras, sendo certo que até dada data apenas se equacionava a existência dum estádio naquela zona de Lisboa, o de Alvalade que já estava em construção por inciativa do Sporting;
4. autorização para a urbanização em terrenos na Luz e Entrecampos;
5. reformulação em regíme especial do Plano Director Municipal, no Plano de Pormenor de Urna«banização da Luz e Entrecampos, por forma a permitir maior volumetria em tais urbanizações e melhor rendiblizar o negócio de uma instituição privada.

Nós abstemo-nos de tomar iniciativas em reevindicar aquilo que devia ser nosso e nunca da nossa posse, ao menos por usacapião, dos terrenos das Salésias e não reagimos a tão flagrantes tratamenntos diferenciados por parte quer do governo, quer da autarquia.

Espero, pelo menos, que não só os dirigentes, mas também os associados saibam organizarem-se por forma a aproveitarem as eleições autárquicas para que os respectivos candidatos se comprometam a sério em rendiblizar o Restelo, em nos fazer a entrega das Salésias e em nos entregar lotes de terrenos alegadamente prometidos ao Sequeira Nunes (acorde homem de Deus!) pelo seu querido companheiro de partido Santana Lopes e eis o dito na liça pela CML.

Ou é agora ou nunca.

No meio de tudo isto, bem podem certos clubes acumularem prejuízos, uma vez que têm a mão do estado por baixo a aparar sistemáticos desvios contabilísticos...

Nós refliamos com os nossos dirigentes por termos um passivo de 10 milhões, ou lá o que é, e estes têm um passivo consolidado de cerca de 250 milhões e nada acontece.


A SAD do Benfica apresentou hoje um resultado líquido negativo de 18 milhões de euros, nos primeiros nove meses da época 2008/09, segundo os resultados do terceiro trimestre.

De acordo com o comunicado divulgado na página da Internet da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o resultado líquido da SAD "encarnada" foi de 18.450.273 euros negativos, contrapondo com os 3.684.109 positivos registados no mesmo período da época 2007/08.

Se os custos nos primeiros nove meses da época subiram para os 41,2 milhões de euros (35,5 em igual período do ano passado), as receitas sofreram uma quebra de mais de cinco milhões de euros (36,5 esta temporada, contra 41,9 no ano passado).


"À semelhança dos resultados operacionais também representa um recuo face ao valor do período comparativo", afirma a SAD, no mesmo documento, acrescentando que "o passivo aumentou 20,48 por cento face a 30 de Junho de 2008". O passivo da SAD do Benfica totaliza agora 150.663.794 euros.

A SAD realça que "este impacto negativo é essencialmente explicado pela não participação na Liga dos Campeões na presente época, pela diminuição de mais-valias obtidas com a transacção de direitos desportivos de atletas e pelos investimentos efectuados no reforço da equipa principal de futebol".

Os capitais próprios da sociedade voltaram a descer de 23 ME, para os actuais 4,58 ME, estando o Benfica a preparar a fusão com a Benfica Estádio, o que, segundo o relatório enviado à CMVM, resolverá este problema.

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CLUBE: Informação aos sócios



Nota Prévia:
Ora, nem mais, e ainda vão tendo os salários já pagos e nada de pinoquices que, aliás, geraram tal situação e muitas outras más surpresas.


A Direcção do Clube de Futebol «Os Belenenses» evitando as notícias menos esclarecidas, divulgadas nalguns órgãos de comunicação social, e que têm tido por objectivo denegrir o bom nome do Nosso Clube, vem dar a conhecer aos sócios que hoje, dia 9 de Junho de 2009, pelas 11 horas, ...

um grupo de cerca de 30 trabalhadores do “Bingo” reclamou pelo pagamento de salários relativos ao mês de Maio, os quais deveriam ter sido efectuados no passado dia 31, manifestando-se junto das instalações dos órgãos sociais do Clube, por tal facto.

Como é do conhecimento de toda a “massa associativa”, existem difíceis problemas financeiros com que o Clube se debate, mas que todavia, esta Direcção tem solucionado em prol da dignidade e do bom nome do C. F. “Os Belenenses” e, por isso mesmo, quer igualmente informar que, antes desta acção, já tinha sido dada a ordem de transferência relativamente aos salários de todos os trabalhadores do Clube. No entanto, a transferência de diferentes contas e de diferentes entidades bancárias origina os atrasos normais decorrentes destes movimentos e que muito têm a ver com a “morosidade” deste processo, especialmente no período de feriados que atravessamos.

Agradecemos a compreensão manifestada pela maioria dos trabalhadores do nosso Clube e certos de que, apesar de difíceis, as decisões tomadas são no interesse único e exclusivo do Clube de Futebol “Os Belenenses”.

Apesar dos actuais problemas e do quadro de dificuldades existentes, continuaremos a dar passos certos e seguros e rumaremos às nossas “metas” e aos nossos objectivos, com grande determinação, seriedade e rigor.

Todos juntos continuaremos a ultrapassá-los!
Vamos a isto Belenenses!
Com Paixão, com Rigor, Consigo! Com todos Vós

A Direcção do
Clube de Futebol «Os Belenenses»

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Jogadores da Académica com salários em atraso



Segundo o jornal Público...

Agora é a vez de a Académica entrar na lista das equipas com salários em atraso. Jogadores da equipa principal de futebol não receberam o ordenado de Abril.

Fontes da equipa de Coimbra confirmaram que os jogadores entraram de férias no final de Maio sem que o vencimento de Abril tenha sido pago. De acordo com esses elementos, a direcção já prometeu regularizar a situação o mais rápido possível.

Em falta está o ordenado de Abril, enquanto o de Maio poderá ser pago até meados do mês de Junho, como é hábito na Académica, conforme acordo estabelecido entre jogadores e a direcção.

Os jogadores, ao longo da temporada, recebem dez meses (de Agosto a Maio) de salário, correspondentes à época desportiva.

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Recapitulando...



O Estrela Futebol Clube da Amadora situa-se na freguseia da Reboleira do concelho da Amadora e se conferirem os mapa do rsepectivo concelho, hão-de reparar que os terrenos urbanizáveis já não são muitos.

Por norma, começa-se a utilizar os terrenos onde existem mais problemas. Olhem, foi assim que solucionaram a questão do Rio Trancão e nem imaginam a mina de ouro em matéria de urbanização que aquilo hoje em dia representa. E eu que passo por lá todas as semanas.

O Clube local está, em síntese, nesta situação:

1. não tem quórum na direcção;
2. tem dívidas avultadas, ao que parece, segundo os jornais, à Segurança Social;
3. tem dívidas à DGCI, tendo sido colocado no escalão máximo dos maiores devedores ao fisco;
4. tem dívidas aos diversos escalões de funcionários do clube;
5. não tem SAD e não pode constituí-la na hora;
6. o património já é insuficiente para responder a todas as dívidas;
7. está a ficar sem plantel;
8. deverá dever também a fornecedores;
9. tem todas as receitas conhecidas penhoradas;
10. tem todo o património hipotecado.

Só no qualquer filme de BD da Alice no País das Maravilhas, tal Clube pode existir, quando é certo que o único rosto visívil do dito é só uma pessoa.

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Liga adia punições e a batota continua



Este tipo de notícias horroriza qualquer belenense.

De facto e quando falamos nas tais Entidades Reguladoras, devia de haver uma outra para combater a concorrência desleal no fenóemno desportivo e regular a forma com determidados clues ou SAD's aparecem inopodiamanete do nada, sem que se conheça, na aparência, mérito próprio para subsitrem e concorrer com as suas pares, sem assimetrias de origem duvidosa e aplicação de fundos.

Não é admissível continuarem a haver as seguintes questões no futebol nacional:
1. clubes em que se aceita haverem descomunais dívidas que traansitam de ano como se nada se passasse, aceitando muitos de nós, entre os quais não me incluo, que, a título de exemplo, são uns pobres coitados. Pois são, eles geraram o monstro da dívida.
2. clubes que, na prática, são satélites de outros e concorem na mesma liga do clube-mãe, dando origem a uma clara conccorrência desleal entre equipas terrceiras, por forma a tingirem objectivos não alcançáveis de forma directa, prejudinado na mesma competição outros clubes que lá andam numa espécie de campeonato autónomo do campeonato em si;
3. subsídios continuados da maioria dos clubes e SAD?s das ligas profissionais, gerando uma situação de dependênmcia do erário público, tornando, por exemplo, vulnerável a uma dádiva de que não colhe 2qualquer benesse.

Temos assim:
a) os tais 3 dos costume quando recebem do Estado é à fartazana e, se não receberm, aqinda ameçam o Esatdo com tribunal;
b) temos os clubes das regiões autónomas em que os orçamentos regionais suportam clubes e SAD's e
c) temos, finalmente, os restantes que são em boa parte sustentados pelas autarquias.

Do somatório dos clubes das alíenas a) a c) apenas se excluem dois: O Clube de Futebol "Os Belenenses" e o Clube de Futebol "Os Belenenses" SDF SAD.

Assim é batota
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) aprovou ontem em assembleia geral a pena de subtracção de três pontos a todos os clubes das provas profissionais que tenham salários em atraso por um período superior a 60 dias. Caso sejam reincidentes, ou seja, se tiverem sido punidos pelos mesmos actos numa das duas épocas anteriores, a pena implicará a subtracção de seis pontos. Mas esta medida terá um ano de carência: apenas entrará em vigor na época de 2010/11. A explicação para este adiamento surgiu pela voz dos representantes do Sporting, Rogério de Brito, e do FC Porto, Daniel Pereira, uma vez que o presidente da Liga, Hermínio Loureiro, não falou no final da reunião.

“Foi o consenso possível. Não é perfeito. Não vai resolver os problemas, mas é um passo no bom sentido. O período de carência fica a dever-se à actual conjuntura económica e à necessidade de permitir um perío-do de adaptação aos clubes. Seria demasiado penalizador a sua entrada já em vigor”, referiu Rogério de Brito. O representante do FC Porto mostrou-se mais satisfeito com os resultados desta reunião e elogiou o trabalho da comissão mandatada para trabalhar nas propostas que ontem foram votadas. “Tivemos bons resultados, mas também fomos sensíveis aos problemas dos clubes mais pequenos e estivemos ao lado daqueles que defenderam um ano de carência na aplicação desta medida”, resumiu Daniel Pereira.

O presidente do Gil Vicente, por seu lado, disse que os clubes da Liga de Honra necessitavam deste período de adaptação, até porque as receitas naquela prova estão muito distantes dos pressupostos financeiros exigidos pela Liga. “Nós temos receitas na ordem dos 400 mil euros, mas os pressupostos financeiros exigidos pela Liga rondam os 700 mil euros. Os clubes têm de ser agora mais contidos nas contratações. Mas tínhamos de pedir este ano de carência para haver uma adaptação”, explicou António Fiúza.

No imediato, os clubes ficam apenas impedidos de inscrever jogadores ou renovar os contratos existentes se, até 30 de Dezembro, não tiverem os salários em dia. Recorde-se que, para se inscreverem na próxima época desportiva, os clubes já estão obrigados a apresentar uma declaração a provar que têm todos os salários em dia. Os emblemas passam também a estar sujeitos, a partir da próxima temporada, a medidas mais apertadas de controlo: ficam obrigados a entregar, até ao dia 28 de Fevereiro, o mapa de execução orçamental, devidamente acompanhado por um relatório e parecer do revisor oficial de contas. Caso não cumpram este aspecto, são punidos com multas de 10 mil a 20 mil euros.

Rogério de Brito disse ainda que estas medidas podem não parecer suficientes, mas lembrou que nenhuma outra actividade económica tem tanta auto-regulação como o futebol. “Não há muitos sectores em que os empresários assumam este tipo de autocontrolo e que se autopenalizem”, justificou, lembrando que o Governo terá de olhar para o futebol como olha para as outras entidades e actividades.

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Funcionários do Estrela da Amadora com salários em atraso



2009-05-30

Os funcionários da formação do Estrela da Amadora mantém o empenho e dedicação para garantir que as centenas de jovens futebolistas continuem a treinar, apesar de terem vários meses de salários em atraso.

Roupeiros, massagistas, fisioterapeutas ou treinadores das camadas jovens disseram à Agência Lusa ter ordenados em atraso há já vários meses, e adiantaram que foram notificados a semana passada pela Segurança Social de que vão ter direito ao Fundo de Garantia Salarial.

José Manuel Fernandes, roupeiro, tem sete salários em atraso e, embora tenha tido que arranjar um segundo emprego, continua a ter esperança de que, "ao menos se fecharem o futebol profissional deixem continuar a formação".

"Tive que arranjar um segundo emprego como padeiro. Trabalho de madrugada na padaria e à tarde venho para o Estrela", disse à Lusa, este funcionário que recebeu recentemente uma carta da Segurança Social a informar que o Fundo de Garantia Salarial foi activado e que vai receber parte dos salários que tem em atraso.

O massagista Amadeu Alves está no clube há mais de 15 anos. Apesar de não receber ordenados há longos meses continua a acreditar na salvação do Estrela da Amadora, tudo "pelos miúdos".

"Há muitos miúdos aqui que nós tiramos das ruas. Espero que a formação não feche porque se fechar é uma pena para os miúdos", disse o massagista, que ao longo dos anos já viu nascer aqui alguns "craques", como Jorge Andrade, Miguel, ou Abel Xavier.

Reformado de outro ofício, Amadeu Alves trabalha no Estrela da Amadora a tempo parcial. A reforma "curta" e os ordenados em atraso obrigaram a sua esposa "a ter que voltar a trabalhar".

"Aguentamos isto tudo porque sentimos que há vontade das pessoas do Estrela da Amadora em resolver isto. Esperemos é que nos deixem salvar o clube", referiu.

Um treinador das camadas jovens, que optou por não ser identificado, disse ter vários ordenados em atraso, situação que tem combatido com muitas "dificuldades".

"Vou-me desenrascando como posso. Estamos preocupados com a possibilidade do Estrela da Amadora fechar, mas tenho esperança de que o futebol de formação possa continuar", disse.

Agora com a certeza de que vão dispor do Fundo de Garantia Salarial, a maior preocupação destes funcionários vai para com "os miúdos" que diariamente ali treinam.

"É uma pena se o Estrela fechar. Jogam aqui muitos miúdos e se não fosse o clube muitos deles andavam ai pelas ruas sem nada para fazer", adiantou um dos treinadores das escolinhas A.

A preocupação quanto ao futuro do Estrela da Amadora estende-se também aos pais dos jovens futebolistas. Alguns destes pais adiantaram estarem preocupados com o futuro incerto do clube.

"Estamos a falar de 400 jovens que podem ficar sem clube. No entanto, em futebol tudo muda e vai acabar por se arranjar uma solução", disse Manuel Freitas, pai do jovem Miguel que, sexta-feira às 18:00, se encontrava a treinar nas escolinhas A, ostentando a camisola do Sporting.

O Estrela da Amadora tem as receitas penhoradas deste Agosto do ano passado e entregou há mais de um ano ao IAPMEI o pedido para um Plano Extra-judicial de Conciliação, destinado a regularizar as dívidas ao fisco e à Segurança Social.

Sem ter pago salários à equipa de futebol durante toda a época, o Estrela da Amadora corre o riso de não poder inscrever-se nas competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

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Garantias patrimonias ou falta delas



Não só os jornais, mas em especial os associados do Belenenses vão falando das dívidas do nosso Clube. Das que existem e das qeu não existem, como se não houvesse Vida para além do Orçamento como diria em tempos o Sampaio, que até era bom rapaz.

É certo que Fernando Sequeira lixou o Clube e é certo que ele percebia tanto daquilo como um boi a olhar para um palácio, uma vez que conseguiu convencer os associados a fazerem aprovar um miserável empréstimo não na base duma qualquer fundamentação lógica, tanto mais que se borrifou no Conselho Fiscal, mas sim na base do populismo e da criação dum ambiente propício a tal desenlace, coisa da arte da Política pura e dura.

Todavia, não poderei acusar isoladamente o Fernando Sequeira como se não tivesse tido autorização para borrar a pintura a seu belo prazer.

Pelo contrário, e muito embora me tenha sentido durante bastante tempo não só uma espécie de D. Quixote a tentar chamar a atenção dos associados para o logro em que estavam a cair, senti-me não só sózinho na minha vã tentativa de chamada à razão, apenas me tenha sentido acompanhado pelos membros do então Conselho Fiscal, com destaque para o Dr. João Neves.

E não só as minhas tentativas foram inúteis nesse sentido, como fui ofendido de todas as formas e feitios, como poderei provar a todo o instante, se um dia para aí estiver virado em exibir aqui comentários não editados, alguns com IP's bem identificados e localizados. Muitos deles, diga-se, algo encomendados.

Também o autor do blogue A Grande Loja do Queijo Limiano nos deu aqui uma achega sobre a personalidade do então presidente, ora fugitivo. Tudo em vão. A cegueira instalada do mito da gestão danosa era tão grande que os associados ofuscados pelo iluminismo que de repente se instalou no Restelo ofuscaram as mentes mais brilhantes que já passaram pelo Restelo.

Até que os poucos que tentaram fazer algo pelo Clube, onde felizmente sem pre me incluí (e ainda há quem diga que nada faço pelo Clube), daí que a consciência não pese em nada do que ora sucede ao Clube, chegaram à conclusão que os associados após a tão apregoada mentira da alegada "gestão danosa" do Cabral Ferreira, só poderia haver, para eles, por exclusão de partes, um gestor competente, saído da corja política dos independentes, os quais parecem aparecer nos partidos políticos como atestados de conformidade ou de qualidade, quando isso só ocorre a espaços.

Apesar de tudo o que ora passamos, o Belenenses, a meu ver, é ainda um Clube altamente credível. A sua credibilidade é, aliás, mais contestada internamente que externamente, sendo certo que os associados fazem questão de superar as leis conjuntas do Maquiavel e do Kafka, no processo de destruição de Imagem do Clube.

Para já, embora por uma diferença diminuta, ainda houve bom senso suficiente para não se dar cabo do resto, caso os resultados eleitorais fossem diferentes do que foram. É minha firme convicção que se os resultados eleitorais fossem diferentes, os riscos de o Clube desaparecer a médio prazo eram elevados, estando, de resto, à vista, o resultado prático do adiamento do acto elitoral: o adiamento da demissão do time do Bessa e a consequente descida por uma escassa falta de vitória num só jogo (Nacional, p.ex).

A terem sido como 44% queriam - lá está o defeito da democracia quando mal exercida, então, quase garanto que o Clube fecharia portas a médio prazo, embora detenha um impressionante e valioso património, o qual não tem comparação com a larga maioria dos seus pares.

Aí surgem as garantias que o Belenenses sempre pode dar, ao contrário de outros e vou citar coisas que vou conhecendo de perto, embora kilometricamente um me fique menos a jeito, mas não em razão diercta do desconhecimento do caso.

E falo da surpreendente tentativa de Vitória de Setúbal ou do Estrela da Amadora tentarem participar na Liga, e já nem falo na I Liga, mas em qualquer Liga.

Patrimonialmente, são entidades destituídas de bens próprios isentos de hipotecas ou penhoras.

Em sede de tesouraria não existem, com ratios profunadmente negativos para resolução dos problemas do quotidiano.

Tenho dificulades em entender como é que poderão sentirem-se como Entidades Empregadoras, quando é certo que não podem sequer garantir o pontual pagamento dos salários dos seus funcionários ou dos seus jogadores.

E no caso do Vitória de Setúbal, a coisa é bem mais grave, porquanto a SAD actual é já uma Sociedade Irregular, sendo certo que o respctivo ROC julgo já ter solicitado, nos termos legais, a intervenção do poder judicial, atento o prazo já decorrido sem órgãos sociais.

Nem o próprio Clube tem órgãos sociais eleitos em efectividade de funções, nem sequer havendo uma Comissão de Gestão legalmente eleita, apenas uma intitulada comissão de reflexão que vai assumindo os comandos do Clube e da SAD sob o nome de comissão de gestão.

O caso do Estrela da Amadora em sede de poder dar garantias para obter diferimentos de pagamento de dívidas é não só complicado, como inexequível, excepto se houver a tal "vontade política" de viabilizar um projecto falido, e consiste aparentemente no seguinte: sobreavaliar o valor do património do Clube, por forma a exceder o valor já penhorado ou hipotecado, restando aqueles cobres para darem de garantia a um qualquer plano de pagamentos, caso tal saldo seja igual ou superior ao valor exigido para garantirem os pressupostos financeiros exigidos pela Liga.

Ora, se bem leio a prática dos últimos meses, quer dos bancos, quer das comissões avaliação dos serviços de finanças, a tendência é para baixar os valores patrimomiais dos imóveis e não o inverso. Suponho que do ano passado para este ano, grosso modo, e variável por cada entidade avaliadaora, o decréscimo na avaliação atinge em alguns casos os 10%.

Os artifícios contabilístico ou financeiros, a chamada engenheria financeira aplicável a estes dois casos, apenas garante ou pode garantir a inscrição na LIga, mas não garante o pagamento de salários.

Em ambos os clubes, o que se está a fazer é tentar de qualquer jeito garantir as receitas das tv's, via I Liga, única forma de garantir receitas que sustentem os tais presupostos. Só que os contratos das trassmissões dos jogos via tv's só se podem observar após o cumprimento dos pressupostos da inscrição na Liga, nomeadamente, após o sorteio.

Há falta, para não ser dizer ausência, de regulamentação que fiscalize com a necessária pontualidade do exacto termo com que os clubes da Liga, I e II Ligas, se apresentam no início da época ás competições e a meu ver, as garantias prestadas quase são na base do compromisso de honra e pouco mais.

Daí a assistir-se a toda esta confusão no futebol luso, com um poder quase vazio da própria Liga, o qual se fosse exercido na sua plenitude teria de abanar a árvore e, para surpersa de todos, o Belenenses acabava por não cair da dita por ainda deter capacidade de conferir garantias.

Mas aqui, atenção, só não cairá da dita se largarmos de vez alguns anéis, que é como diz despesa.

Ou será que a crise económico-financeira mundial não chegou, ainda, ao Restelo?

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Dívidas e o caso espanhol



Notas Prévias:

Li, com algum espanto, devo confessá-lo, que o Belenenses teria dívidas para regularizar por efeitos do eventual não cumprimento do PEC.

E o meu espanto é tanto maior, porque ainda vou acompahando, quando para aí estou virado ou arranjo tempo, como vai o meu Clube ou a SAD do meu Clube em matéria de dívidas à Segurança Social.

Enfim, a SAD do Belenenses lá disse aquilo que eu tinha imensa vontade de o escrever, pelo que me fez o favor de não me obrigar a trair o meu sigilo profissional. Então, cá vai o que a SAD disse, e bem, acerescente-se sobre a questão do PEC:

A Administração de «Os Belenenses» Sociedade Desportiva de Futebol, SAD vem por este meio prestar o seguinte esclarecimento:

Surgiram hoje notícias na Comunicação Social fazendo referência a atrasos de pagamentos relativos ao Plano Extra-Judicial de Conciliação (PEC).

Para o cabal e inequívoco esclarecimento do assunto, informa-se que estes pagamentos se encontram regularizados de acordo com o contratualizado e nos prazos definidos.

Já agora, gostava de solicitar aos sócios e adeptos do Belenenses que investigassem a origem deste tipo de perniciosas notícias e, se formos investigar a coisa bem a fundo, ás tantas temos a meia surpresa de a fonte de tais notícias serem dos famosos corredores de Belém, daqueles que julgam possuir os segredos do Belém, como se da 3ª parte do segredo de Fátima se tratassem.

Os problemas do Clube já são de dimensão elevado, pelo que fazê-los cair em exponencial apenas agravam a nossa possiblidade de melhor podermos negociar com os que contratamos serviços ou patrocínios.

E eu tenho a quase absoluta certeza que tal tipo de informação para os jornais tem origem em alguém que esteve ou estará perto do poleiro, notícias puramente fabricadas com interesse de mesquinhez pessoal. A chamada dor de corno.

E essa certeza é-me dada pelas orientaçõpes internas sobre o sigilo profissional de todos os que trabalham na Segurança Social, os quais poderão ser pura e simplesmente despedidos com justa causa se veicularem a terciros matéria que só dfiz respeito a duas partes: a SS e o contribuinte.

Mas esta coisa de PEC tem algo que se lhe diga e já agora, e porque isto é da lei, quando um jornal sair a dizer que o PEC da entidade X está por regularizar, ás tantas, nos termos da legislação em vigor sobre a matéria, já estará em processo de extinção do referido acordo, nos exactos termos das respectivas cláusulas de rescisão. Ex. vi
Decreto-Lei nº 124/96, de 23 de Março e Decreto Lei nº 235-A/96, de 9 de Dezembro, bem como a Declaração de Rectificação n.º16-D/96, de 30 de Novembro

Este esclarecimento não trai o sigílo profissional a que sou obrigado, antes esclarece os que nada sabem sobre a matéria.

Mas a questão das dívidas não é assunto meramente nacional, porque se formos olhar para um estudo do El País ás contas dos clubes profissionais de futebol em Espanha, veremos que a coisa é bem mais negra que em Portugal. Apenas por cá somos mais papistas que o papa e não consta qiue a Liga Espanhola vá expurgar 18 dos 20 clubes devedores da referida Liga, apenas se salvando o Real Madrid e o Barcelona em artificios contabolísticos..

O futebol espanhol, com um endividamento dos clubes da primeira divisão superior a 3.400 milhões de euros, está à beira do abismo financeiro e devia ser mais regulamentado, afirma hoje o diário El Pais.

A ruína ameaça o futebol”, escreve o jornal madrileno na sua edição de hoje, afirmando que os efeitos conjugados da crise económica com uma fuga para a frente financeira põem em risco a indústria do futebol em Espanha.

Um estudo da Universidade de Barcelona estima que a dívida acumulada dos clubes da primeira divisão espanhola ascendia em 2008 a 3.440 milhões de euros, com Real Madrid, Atlético de Madrid e FC Valência a apresentarem um endividamento superior aos 500 milhões de euros cada um.

O estudo indica que na temporada passada, entre os clubes da Liga, apenas o Real Madrid e o FC Barcelona, com os seus orçamentos de mais de 300 milhões de euros, ganharam dinheiro, enquanto todos os restantes clubes apresentaram resultados negativos, com destaque para os prejuízos de 44 milhões de euros do Valência.

O jornal sustenta que esta situação é consequência de uma fuga para a frente dos proprietários dos clubes, que se endividam em excesso para comprarem jogadores e pagam salários demasiado elevados, com o objectivo de manterem as equipas na primeira divisão.

O El Pais assinala a falta de controlo da Liga Profissional de Futebol (LPF) e do Conselho Superior dos Desportos (CSD) sobre os clubes de futebol da Liga e acusa aquelas organizações de laxismo face a esta crise financeira.

O diário madrileno defende que, para sanear a situação, as autoridades governamentais e desportivas de Espanha deveriam constituir órgãos reguladores mais rigorosos, à imagem de outros países, como a França.

A crise económica, que afasta os patrocinadores, em particular do sector da construção, e reduz as receitas das transmissões televisivas, acentuou nos últimos meses a pressão financeira sobre os clubes de futebol, adianta o El Pais.

O jornal destaca que, apesar disso, o candidato favorito à presidência do Real Madrid, Florentino Perez, manifestou a intenção de gastar 250 milhões de euros no Verão para contratar vedetas como o brasileiro Kaká, do AC Milan.

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Os passivos não deixam espaço à competição



Se há a ssunto no Belenenses que os jornais muito gostam de espiolhar e dar à estampa é o Affair Dívidas. Então aquando dos periodos eleitorais saiem sempre à estampa as dívidas de cada clube que promova eleições.

Só não vislumbro semlhante grau de preocupação com determinados outros emblemas, sendo certo que a moda é dever dinheiro. Muito dinheiro, para o gosto do comum dos mortais e para o gosto de muitos contribuintes e em especial para os deempregados deste país, cada vez em maior número.

A serem verdade os passivos dos clubes profissionais, melhor farei entender a minha tese, já que o Belenenses é sinalizado com um passivo de 8,4 milhões de euros, mas tem um património quase intacto (maldito empréstimo), além de ter suficientes receitas para poder responder com maior segurança que outros emblemas, além do que há por ali muitos enganos e quase de certeza que haverão maiores desquilíbrios do actvo/passivo e, principalmente do passivo a curto prazo.
Quando digo que o Belenenses tem suficeintes receitas para não se perocupar com o nosso passivo quero dizer que se fizermos uma análise de balanços dos items do activo e dos correpondentes items do passivo, certamente que a coisa não fica tão complicada. Pior ficará se o passivo a curto prazo for superior aos do médio e longo prazos.
Mas melhor ficaria se abdicasse de alguns anéis para ficar com os dedos principais de cada mão e que são o polegar, o médio e o indicador. Os outros são acessórios, segundo me disse um médico.

É um regalo para os jornalsitas quando lhes cheira a sangue e o sangue faz a notíccia e conquista audiências. Sobre isso, não há nada a fazer.
O Belennses, por muito maus bocados que tenha passado no passado e no presente, é um clube com visiblidade e, pior que isso, está à mão de semear dos jornalistas, sendo certo que há jornalistas que terão melhor conhecimento do Belenenses que a grande maioria dos associados, o que me chateia.

Mas o Beelnenses pode, e deve, gerar mecanismos internos que impeçam a saída de notícias deste teor e outros menos agradáveis para a comunicação social.
Pode deve criar filtros ou uma gare de triagem da informação e para isso, sugiro vivamente ao recém empossado Viana de Carvalho que seleccione entre os seus pares alguém que corporize um Public Relation para a comunicação Social, inserido numa estrutra mais abrangente que corporizasse também o marketing.

Não é querendo dizer como se faz, mas basta limitar os movimentos não só dos jornalistas, mas de alguns associados e outros que não o são lá do "Espaço Restelo" e muitas coisas deixam de se saber cá fora. Por vezes, dou comigo a pensar que afinal sei mais do Clube do que aquilo que devia saber, para mal do Clube se a informação for mal utilizada.

Confesso que eu, na qualidade de associado, algumas coisas que sei e a bem da Imagem do Clube, prefiro guardá-las para mim, do que, por exemplo, dá-las aqui à estampa como se fosse algo de sensacional.

Aliás, este facto levou-me a em tempos ter de optar por reduzir a forma de terceiros aqui escreverem o que bem entendem nos seus comentários e acreditem que se eu fosse validar todos os comentários, ainda meteria mais o nome do Clube na lama, porque há muitas informações que não sendo dadas por mim, constam, no entanto, da caixa de comentários pendentes do haloscan.
Lá está a minha veia anti-democrática., como recentemente disso fui apelidado. Já tentaram que fosse comunista, já fui do PS, sou socialista convicto e não me revejo neste PS, mas essa de anti-democrata é nova.

Não era nada que eu não estivesse à espera, porque isto de gerir um clube desportivo com a dimensão do Belenenses não é para muitos. E na questão dos dinheiros é preciso ter-se muito bom senso como se gere um bem tão escasso.

Pode-se pensar que se percebe daquilo, mas lá chegados, poucos são aquelse que, em boa verdade, sabem dar conta do recado.

Viana de Carvalho tomou posse e era mais que certo e sabido, atenta até a forma como a anterior comissão de gestão falava de dinheiros e de passivos, com oscilações de valores até assustarem um aluno da 4ª classe que as novidades não seriam muito boas para nós.

Não havia uma única vez em que ao falarem de passivo o valor era igual ao anterior. E aquilo oscilava entre os 16 milhões e os 3 milhões.

Agora, vamos sabendo a conta-gotas que devemos, para já:
1. à volta de € 300.000 à Lusifor
2. à volta de 1,5 milhões de euros aos jogadores de futebol
3. à volta de nuita massa em impostos (não posso falar em SS, embora esteja a ver os números e ainda porque o dossier está a ser tratada pelo Centro de Lisboa).
4. devemos dever ainda a massa ao Almada pela formação do Mano e pela utilização do Pragal
5. o Clube deve à volta de 6 a 7 milhões que representam os seus cerca de 53% na SAD. Cá setá o passivo da nosas SAD: a dívida do Clube á sua setrutura de futebol ou, dito à Belenenses, à modalidade futebol.

Em matéria de dinheiros, entendo que a Direcção devia ser muito mais ponderada que foi a anterior comissão de gestão, o que não será difícil, porquanto esta última, não sei porque razão, entendia ser ela a divulgar o que estava em dívida aos jogadores, não entendo em nada a postura assumida pela CG, tanto mais que não estava aqui em causa a CG, mas sim a SAD e isso foi mais uma das grandes confusões de Barbosa, naquela misturada que fez de Clube e SAD.

Se imaginarem que há um clube que pediu a outro bem mais modesto umas sandes para os jogadores, vejam só ao que esse clube terá chegado.

É que o Belenenses em matéria de contas precisa urgentemente de reequilibrar o seu crédito na praça pública, quando não adeus ó víndima.

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Metade dos clubes tem salários em atraso



Metade dos clubes que disputam as ligas profissionais de futebol tem salários em atraso. O caso mais grave é o do Estrela da Amadora, com sete meses por pagar. Hermínio Loureiro, líder da Liga de Clubes, admite a mancha e aponta soluções.

O flagelo dos salários em atraso no futebol português abrange metade dos clubes, nas duas divisões profissionais. A maioria dos emblemas que não tem os pagamentos em dia regista um mês por pagar, mas há casos mais graves, como o que afecta o Estrela da Amadora, que, ainda por cima, é reincidente.

Ainda há quem pague a tempo e horas, com destaque para os três grandes, que têm todos os salários regularizados, mas o certo é que metade das 32 equipas que disputam a Liga e a Liga de Honra tem vencimentos em atraso. Bem conhecido é o drama do Estrela, com sete meses em falta, apesar de dois terem sido pagos através do fundo de garantia salarial do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF). O problema, além da dimensão social, tem provocado greve aos treinos, num clube já habituado a ser notícia por sucessivos incumprimentos, mas que consegue "fintar" os regulamentos e manter-se em competição, apesar de os jogadores puderem rescindir em bloco. "É uma situação que mancha a imagem do futebol português, mas a Liga tem em marcha soluções que vão apertar o cerco aos incumpridores", realça, ao JN, Hermínio Loureiro, o presidente da Liga.

O organismo já anunciou a intenção de impedir o acesso às provas profissionais da época 2009/ /10 a quem tiver salários em atraso em Maio. A medida, confirmou Hermínio Loureiro, vai a votos em assembleia geral, até ao início de Maio.

"Importa fazer um apelo à moderação salarial e criar mecanismos que evitem estas situações. O licenciamento dos clubes tem de ser feito com maior rigor", defende o líder da Liga.

Além do Estrela da Amadora, igualmente complicada é a situação do Vitória de Setúbal, com quatro meses em atraso, há ainda os casos de Belenenses e Leixões, ambos com dois meses por pagar, enquanto o trio Nacional, Marítimo e Académica tem um mês em atraso, embora exista um acordo com os jogadores de receberem apenas, ao dia 20 de cada mês, o salário do período anterior. Numa nuance que virou moda em alguns clubes, a Naval já tem pago os salários a prestações. Nesta altura, o clube da Figueira da Foz tem parte do mês de Março por pagar, o que espera fazer na próxima semana. Já o Paços de Ferreira "saltou" da lista dos incumpridores, ao pagar, ontem, o mês de Março.

Na Liga de Honra, Boavista e Varzim, com quatro meses em atraso, protagonizam os casos mais graves, mas a lista dos incumpridores envolve ainda Estoril, Beira-Mar e Portimonense - todos com dois meses por pagar -, e Vizela e Gil Vicente, ambos com um mês em atraso.

Apesar de metade não pagar a tempo e horas, há jogadores nos plantéis dos clubes incumpridores que têm salários em dia, dado que estão em situação de empréstimo e os vencimentos são pagos, regra geral, pelas equipas de origem.

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Terrenos do Estádio do Bonfim estão penhorados



Notas Prévias:

Vou inteirando-me da situação aflitiva que o Vitória de Setúbal vem atravessando, uma vez que tal é tema de muitas conversas aos almoços, dado os iteresses instalados por particulares no clube local e atento o facto de a respectiva CM em nada dar fazendo de conta que vai dando alguma coisa.

O certo, certo, é que o Vale do Rosa já era.

O certo, certo, é que um clube sem património deixa de o ser, mais a mais quando uma CM está sujeita a um contrato de viabilização financeira por efeitos da desgraçada gestão socialista em nome de Mata Cáceres na respectiva autarquia, obrigando os munícipes locais, como eu, a pagarem pelo máximo nos impostos autárquicos.

Com a condição de não haverem mais desvarios financeiros.

Vistas bem as coisa, o Setúbal e o Belenenses quase estão equiparados, uma vez que nós apesar de termos um vasto e valioso património a única coisa para que serviu foi para se sujeitar a interesses particulares instalados no Restelo e pela primeira vez temos terrenos hipotecados.

O Vitória de Setúbal ficou a saber esta semana que já não tem terrenos alguns.

Na actualidade, todo e qualquer cidadão que oiço o que menos querem ouvir é que algum tostão caia em algum clube de futebol.

E mais ouvindo que ainda bem que o Estado está a intervir nos clubes de futebol, sugadores que são, segundo so cidadãos, de verbas indevidas, constituindo autênticos enrequecimentos sem causa e sem benefício algum para a o bem-estar comum.

O Belenenses, tal como o Vitória de Setúbal, atravessa uma grave crise de liderança, onde se vai ouvindo as saudades dum Fernando Pedrosa, tal como nós vamos clamando aqui e acolá, por um outro, e porque não o actual?, Mário Rosa Freire.

Porém, o V. de Setúbal tem um Conselho Vitorianos, onde os seus membros,com as suas contas bancárias pessoais lá vão dando satisfação ás necessidades mais urgentes do clube local. No nosso caso, veja-se, os membros do nosso conselho de anciãos tomara eles que o Belenenses não lhes vá pedir dinheiro, coisa que eles não têm. Diferenças da utilidade de um conselho para outro.

E na nossa crise de liderança onde pontificou a asneira suprema de se colocar o Belenenses nas mãos de uma ilegal Comissdão de Gestão, não eleita regulamentarmente pelos sócios, quase que tomando de assalto o poder da cadeira azul, porque tinha de ser, tal e qual o Fernando Sequeira tinha de ser, vai-se caindo ainda mais na dsecredibilização da Imagem do Clube pelo facto dos membros dessa CG serem meros curiosos da coisa desportiva.

Tudo isto com inevitáveis reflexos na SAD com os resultados que estão à vista. Tal e qual como em Setúbal...


In Setubalense:

Os terrenos do estádio do Bonfim foram penhorados a favor de António Lobo Marques Casaca a 15 de Janeiro, devido a uma acção executiva pelo não pagamento de uma dívida de 1992, no valor de 520 mil euros.
De acordo com vários documentos a que a Agência Lusa teve acesso, António Lobo Marques Casaca adquiriu os créditos de uma livrança de 100 mil contos (500 mil euros), avalizada por Josué Monteiro e Fernando Pedrosa, do antigo Banco Exterior de Espanha (que entretanto se fundiu com o Banco Bilbao e Vizcaya), a 11 de Dezembro de 2007.
Apesar das tentativas que terá desenvolvido desde então, o titular dos créditos em causa (500 mil euros e respectivos juros), António Casaca não conseguiu receber o montante de que era credor, pelo que decidiu avançar com a «penhora do direito de fundeiro» dos terrenos do actual estádio do Bonfim.
O requerimento de António Lobo Marques Casaca, que entrou no tribunal a 14 de Abril de 2008, ao tempo da Comissão de Gestão do Vitória de Setúbal liderada por Carlos Costa, e que foi executado a 15 de Janeiro de 2009, tornou-o no novo dono dos terrenos do actual estádio do Bonfim.
O direito de superfície dos terrenos do estádio do Bonfim já tinha sido cedido anteriormente a uma empresa do grupo Pluripar, participada da Sociedade Lusa de Negócios, por um período de 90 anos, mediante o pagamento de rendas, parte das quais liquidadas antecipadamente por aquele grupo económico.
A penhora dos terrenos do Bonfim ocorre num dos períodos mais difíceis da história do Vitória de Setúbal, que está a braços com uma grave crise directiva e financeira e, por enquanto, sem qualquer solução visível para o problema.
Isso mesmo reconheceu na segunda-feira o antigo dirigente sadino Fernando Pedrosa, após mais uma reunião inconclusiva do Conselho Vitoriano.
Apesar de tudo, Fernando Pedrosa reafirmou a convicção de que os vitorianos acabariam por encontrar uma solução para resolver os problemas directivos -- o presidente da comissão de Gestão, Luís Lourenço, e o homólogo da Assembleia Geral, Ilídio Ferreira, estão demissionários --, bem como os problemas financeiros do clube. Só não foi capaz de dizer como.
As esperanças sadinas estão agora depositadas na reunião de accionistas, marcada para as 10:30 da próxima quarta-feira, no estádio do Bonfim.

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