Imagens atribuídas...





Não sei porquê, mas prefiro a imagem de tubarão concedida pelo arguído fiscal, António Oliveira do Estrela da Amadora (capataz da reboleira segundo L.Oliveira) à imagem que outros bloguistas quiseram fazer passar e um elevado número de "comentadores" que ficaram no congelador à ordem do escriba-mor.

Dá-me vontade de recordar duas frases deste processo:

António Oliveira

"A única maneira de o Estado receber até ao cêntimo é permitir que o Estrela pague diariamente, tal como temos vindo a fazer com as outras dívidas."
29 de Maio 2009

António Fiuza

"Tenho a certeza absoluta de que o Belenenses está a mexer os cordelinhos para meter o Estrela na segunda divisão. Eu conheço aquela gente. Eles não olham a meios para atingir os fins".
29 Maio 2009

Foi por esta saída de Fiúza que decidi ilustrar o fim do caso com o seu V de vitória com uma mão e o manguito na outra... ALLEZ Fíuza, Olé, grande bronco e amigo, dás-nos sorte!!!

Um dos consócios que me telefonou emocionado, garantia-me que se sentia sufucado e esperava religiosamente pelo post da meia noite para ter alguma tranquilidade. Acreditava e só no CAS encontrava esperança sólida, temendo que estivessemos a fazer figura de patetas teimosos, mas antes queria ser solidário a entregar os pontos.

Hoje perguntava-me porquê só o CAS?
respondi-lhe...
-Sei lá, não é a mim que deves perguntar.


A imagem que alguns nos queriam atribuir

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É oficial...





Nota 1: Não é possível atender todos os telefonemas e compulsar toda a informação que caíu neste fim de dia. Com calma iremos analisar este processo e o retomar dos eixos do clube, da época que se inicia e das bandeiras que virão.

Nota 2: Parabéns a Luís Oliveira que foi um digno par nesta crença que era possível. Reservou-me o dia de hoje e amanhã para escriba de serviço, por motivos de saúde e tratamentos, mas qual debilidade quais dores, até parece que passaram e o dedo nas sms e a aflição de não ter net a espaços, levou-o a que fosse quase mais rápido na divulgação da notícia. Sim, o CAS foi o PRIMEIRO muito antes da dita C.S..

Nota 3: Obrigado ao presidente Viana de Carvalho pela dica.

Como tinha previsto a SAD do Estrela foi um bluff de António Oliveira, o arguído fiscal do Estrela da Amadora. Só um enredo corrompido poderia aceitar tal entidade ao arrepio da legislação nacional.

Fico a conhecer melhor a personalidade de Dias Ferreira e principalmente a sua qualidade de dirigente, confesso que foi uma desilusão por conhecer o advogado pessoalmente e já ter estado à conversa com ele no Restelo que na altura me deixou uma impressão positiva.

Enfim, o que faltava por agora é o quadro oficial emanado pela LPFP através do Comunicado Oficial nº 206.


(clique na imagem para ampliar)



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Farto de ser roubado na Reboleira



Os nossos jogos na Reboleira têm-se caarcterizado, em alguns casos, como na época que fechou e na época em que Martins dos Santos inventou um mais penalty fantasma cometido pelo Wilson, para fazer o 2-2 final dum jogo já nem sei contra quem em autênticos roubos de que os nossos árbitros são muito pródigos quando apitam os nossos jogos, situação esta que vai exactamente no sentido iinverso de toda a camarilha que compõem a arbitragem quando se trata de asssinalar uma penalty a nosso favor, coisa que já se vai tratando como fenómeno quase extra-terrestre, fenómenos estes protagonizados por quem se sabe mexer nos meandros do futebol.

E esse tem sido sempre, dsede a gerência de Mário Rosa Freire, o nosso eterno probelma. O de npos agacharmos perante, não digo injustiças, porque seria reconhecer a existência duma má aplicação da lei, mas de roubos programados, tendo o climax sido atingido na época de 2001(2002 quanddo fomos roubados em 7 jogos seguidos, a que se segiui o célebre confronto Sequeira Nunes/Luís Guilherme, mediado pelo Luís Duqque na RTP1, em que o Sequyeira Nunes foi mal preparado e lvou uma banhada do profissional Luís Guilherme e , depois, o Luís Duque que até estava do nosso lado, quando viu que Sequeira NUnes esqueceeu-se de pedir o nrelçatório do jogo contra o Porto, em que também fomos claramente roubados, retirou a parttir daí o apoio que setava a dar.





Ano de 1994
Roubados num lace de penalty inexistente
Até tínahamos bons brazucas...

Oar se o Sequeira já não se aguentava como Luís Guilherme, imaginem uma sova à esquerda e dierita dos dois.

Por falar em masu jogos na Amadora, já nem falo no desempate por grandes penalidades que ditou o nosso afastamento de uma final da taça quase garantida. Também com Wilson na jogada a falhar a sua grande penalidade que ditou o nosso afastamento.

E de uma coisa não duvido se há coisa que os capatazes do Amadora sabem fazer é saberem mexer-se nos meandros do futebol.

E aqui asinalo, em jeito de dialética de tertmos ou não emprestados, o facto do Estrela da Amadora apenas conseguir ter a folha salarial redzida a cerca de uma dívida de perto de € 1.000.000, pelo simples facto de estarmos mais uma vez perante uma concorrência dseelal anos a fio, sendo certo que os plantéis do Esterla dos últimos annos têm vivido à base de empréstimos, sendo certo que tal situação amortiza, e de que maneira, o orçamento para a equipa de futebol.

Daí que a acção, ou acções judiciais dos jogadores do Amadora, se cinjam a pouco mais de uma dezena, que é mais ou menos o número de atletas que depenediam quase em exclusivo apenas e só do contrato com tal clube. O mais o resto era do Porto e do Sporting.

Nós, nesse aspecto, somos amadores, porque passamos a vida a pensar que somos grandes.

Apenas gostava de saber que é que, no íntimo, cada um dos associados do Belenenses pensam desta forma de estar ou não na vida, ou seja, pensarão else, de facto, que somos ou éramos grandes? É que não dá para perceber tal teoria perante o descalabro dos últimos 15 anos.

Entretanto, e para que conste, existe atal Lei nº 103/97, aprovada no Parlamento sobre o Regíme Jurídidco das Sociedade Desportivas e que trago aqui de novo:


Artigo 6º, nº 4
Disposição transitória

4 —A opção pelo regime jurídico das sociedades desportivas não pode ser feita enquanto os clubes desportivos não tiverem a respectiva situação tributária regularizada, nomeadamente no que diz respeito ao pagamento de impostos e contribuições.

E mais à frente ainda se carregam mais nas tintas quanto à obrigatoriedade de uma SAD respeitar os pagamentos devidos pelo clube de origem, ou seja:

Artigo 7.
Regime transitório de responsabilidade


As sociedades desportivas ou quaisquer outras sociedades, constituídas ou a constituir no âmbito das operações previstas no n.o 2 do artigo 5.o, da presente lei, são subsidiariamente responsáveis e solidariamente entre pelas dívidas fiscais e à segurança social do clube fundador relativas ao período anterior à data das referidas operações, até ao limite do valor dos activos que por este tenham sido transferidos a favor de cada sociedade.

Portanto, vamos dar na mesma, seja Clube, seja SAD. Paguem primeiro as dívidas ao Fisco (perto de 10 milhões), à SS (algo como 2 milhões), ao SJ (220.000), jogadores e treinadores (1 milhão) e depois a gente conversa.

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Faltam as garantias



Por Joaquim Rita

As razões desportivas que radicam do bom desempenho da equipa do Estrela da Amadora na Liga têm sido sufocadas pelo habitual incumprimento salarial do clube, com os jogadores e técnicos a suportarem a inexistência de qualquer remuneração esta época.

Dir-se-ia que há um vício instalado na Reboleira que privilegia a não liquidação atempada dos seus compromissos salariais. É assim há vários anos, pese a exigência da Liga de Futebol Profissional de uma «declaração emitida pelo clube (ou SAD) subscrita pelos seus legais representantes e certificada por Revisor Oficial de Contas ou Sociedade Revisora de Contas, da inexistência da situação de dívidas salariais a jogadores e treinadores, com referência à época 2007/2008». Resumidamente, parece poder concluir-se o seguinte:

- o Estrela, para poder participar no Campeonato de 2008/2009, teve que apresentar documentação comprovativa da inexistência de dívidas relativas a épocas anteriores;

- cumprida essa imposição da Liga de Clubes, o Estrela fechou a tesouraria e os seus profissionais (e famílias)... aguentem-se.

Qualquer que seja a arquitectura de argumentos tendente a justificar a ausência do pagamento de qualquer salário - e não tarda em se completar o 4º vencimento... -, mais do que chocante, é imoral o comportamento dos dirigentes estrelistas. Ao bom desempenho desportivo dos seus profissionais (10 pontos conquistados à 6ª jornada), o Estrela tem respondido com promessas acumuladas, deixando-os, meses a fio, de mãos vazias.

Não me custa acreditar que o Estrela da Amadora não é caso virgem neste regabofe de imoralidade, mas nenhum, porventura, com o desplante de nem sequer se ter estreado com qualquer pagamento.

Há quase sete meses, mais exactamente a 2 de Abril, neste mesmo espaço, sustentei «a necessidade de duas medidas defensoras da verdade e salvaguarda dos interesses dos profissionais de futebol. Estas:

- o depósito, por parte dos clubes, na Liga (ou Federação), no início de cada temporada, de uma garantia bancária de valor a determinar em função do mapa salarial e que só seria accionada ao 2º vencimento em falta;

- a apresentação, por parte dos clubes, no final de cada época, de documento comprovativo da liquidação dos ordenados aos seus profissionais, só depois ocorrendo a homologação das competições em que participaram»

Infelizmente, parece que estava a adivinhar! O exemplo do Estrela da Amadora deve levar Hermínio Loureiro a reflectir sobre novas medidas a adoptar, tendentes a despejar verdade sobre o futebol. Profissionais a terem de suportar «meses» com noventa, cem ou cento e vinte dias é fomentar o descrédito, a leviandade, o desrespeito. O futebol não pode ser um cóio de mentira.

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A menos de 48 horas da decisão



Eu tinha aqui avisado que a Direcção do Belenenses está atenta, muito atenta, a todo o processo que se vai passando em todo este mês por parte da Liga no que se refere ao que de lá sai, em termos de definir quem é quem no futebol português.

A entrevista, embora sumária que ele deu ao programa Bola Branca da Rádio Resnascença demonstra bem a atenção que a Direcção e a SAD do Belenenses emprestam ao assunto, o qual veio aqui a público pela mão do João Pela neste post aqui publicado.

Por aqui, e porque assumi desde quase no incício da fatalidade que seria para o Belenenses a queda na II LIga, face aos números da SAD na I Liga e aos números da SAD na condição de participante da II Liga e porque entendo que poucos existem a defender a "modalidade" Futebol, afinal a razão de ser de quase todos serem sócios do Belenenses, embora se anotem aqui e ali divagações à viola, sendo certo que isso pouco ou nada acrescenta ao Clube ou à SAD, assumi dizia eu, que é de sobremaneira importante manter acesa a grande esperança na participação na I Liga.

E mantenho-a acesa atenta a legislação enquadrável, a qual nos é totalmente favorável.

Já antes tínhamos aqui visto que face ao Regíme Fiscal aplicável ás sociedades desportivas não pode a SAD amadorense substituir-se ao clube de origem enquanto não sanar as dívidas por este contraídas e não liquidadas.

Entendi, a título excepcional, solicitar um parecer jurídico a cada um dos dois advogados que comigo trabalham justamente lado a lado, sobre a possiblidade de o Estrela da Amadora SAD se poder inscrever. Entregue o Comunicado Oficial nº 186/09, bem como os Estatutos da Liga, aguardei que os dois pareceres me fossem entregues, o que ocoreru no final do dia.

Lidos os pareceres, um deles algo comprido e que se estendeu peos Estatutos da Liga que igualmente me foram solicitados, é determinante o seguinte:

1. se a chamada pré-inscrião na Liga, que ocorreu entre os dias 1 a 5 de Junho foi feito pelo Estrela da Amadora Clube, terá de ser o Clube a complementar o processo até ao dia 30 e será este que será ouvido no dia 24, transferido para o dia 25.

2. Se no dia 25 surgir outra entidade que não o Estrela da Amadora Clube a solicitar a inscrição na Liga, apenas o poderá fazer se:
2.1. for sócio da Liga, nos termos conjugados do disposto nos Artigos 7º a 10º dos Estatutos da Liga;
2.2. Se foi essa a entidade, chamemos-lhe Estrela da Amadora SAD, que se pré-inscreveu na Liga entre os dias 1 a 5 de Junho e não o Estrela da Amadora Clube
2.3. na audiência decorrida no dia 25 só pode, enfim, ser ouvida a entidade que se pré-inscreveu e não outra, a qual terá de ser considerada estranha ao processo.

Sendo deveras importante o preceituado não só no famigerado Comunicado nº 186/09, de 8 de Maio, aquilo que aqui foi escrito ontem a anteontem tem perfeita cobertura legal favorável à tese do Beleneneses, sendo certo que o nosso Clube felizmente, parece ser um dos poucos que conseguiu em tempo record apresentar um processo limpo de qualquer falha.

E o grande problema agora não reside se o Estrela da Amadora cumpre ou não e já vimos que em nada cumpre.

Enquanto clube, não reune os qusitos para se inscrever ma Liga e enquanto SAD se calhar nem sócio é da Liga, nos termos do Artigo 7º dos Estatutos da Liga.

Mesmo sendo sóccio, interrogo-me da possiblidade de haver duas entidadea com a mesma sede social serem sócios da Liga. É óbvio que há aqui uma impossiblidade.

Interroguemomo-nos, ainda, se a SAD em questão tem pago as quotas à Liga e desde quando tal foi aceite na LPFP.

Mas, ainda o mais importante, interroguemo-nos se a referida SAD tem participado na eleição dos corpos sociais da Liga.

E ainda, como factor de exclusão, se tem pago a quotizização.

E, finalmente, se os restantes associados da Liga designados no Artigo 7º dos seus Estatutos sabem da existencia do Clube e da SAD como associados da Liga, sendo tal obrigatório.

Muito se tem falado no Estrela da Amadora, quando é mais que certo que a fazer fé naqueles pressupostos financeiros, o Estrela da Amadora é a face visível da moeda, cabendo aqui perguntar: e os outros?

Poderia eu aqui falar em nomes de clubes, mas limitar-me-ei apenas e só ao que aqui tenho vindo a publicar, e que foi tornado público pelos jornais, sobre diversos problemas vividos por outros clubes e relatados na comunicação social, uns mais que outros: Leixões, Académica, Vitória de Setúbal, Vitória de Guimarães, Naval 1º de Maio e Rio Ave.

Assim sendo, e caso se aplique à risca o regulamento, pouco sobraria quer na I Liga, quer na II Liga, pelo que, a meu ver, a Comisão Executiva irá optar por um critério mais flexível daquilo que eventualmente a CTEA lhe propuser.

E é nisto que o Belenenses terá de estar atento, embora, pelo julgamento da opinião pública e legislação aplicável, é quase pacífico que o Estrela da Amadora, tal como o Boavista o ano transacto, será o exemplo deste ano.

Dias Ferreira terá a certeza? Não lê o CAS?

Lembro que no ano transacto, muito aqui refilei sobre a legitimidade do Boavista se inscrever e fazê-lo da forma como o fez, apresentando nos chamados pressupostos desportivos, que surgirão este ano mais à frente, sim porque em matéria de pressupostos a coisa não se esgota até dia 30, porque falta cumprir os pressupostos desportivos e o ano passado Adelina Lagarto conseguiu in extremis, em cima das 17H30, entrar na sede da Liga com 18 contratos assinados...por vários jogadores que nunca vestiram neste ano a camisola do Boavista.
Portanto, se mera obra do acaso, a Comissão Executiva da Liga determinar o Estrela da Amadora na I Liga, falta ainda saber se tal emblema consegue, ou não, convencer 18 profissionais a assinarem contratos assumindo os riscos mais que iminentes de nada receberem de vencimentos ao tal dia 5 de cada mês.

Vamos-nos deixar de fantasias, e compreender que suponho que desta vez, a Comissão Executiva da Liga, embora contraiada, vai a meu ver, excluir o Estrela da Amadora, seja Clube, seja SAD.

Aliás, o capataz do Amadora já auto-exluíu o Clube com base numa Assembleia-Geral quando nem sequer ele lá estava. E Já agora, recordo aqui o maior credor privado do Estrela da Amadora: o ex-presidente Jaime Salvado.

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Moralizar ou não moralizar



Confesso-vos que em meu entender a possiblidade de a equipa principal de futebol do Belenenses poder permancer, ou não, na I Liga, não vai depender da análise processual de cada candidato à Liga Prossional, I e II Ligas.

Se fosse só por aí, nós estamos na I Liga, de caras.

Este ano, Hermínio Loureiro confrontado com n problemas de sucessivas situações de salários em atraso obesrvadas na passada época, a que também não ficámos imununes, decidiu fixar parâmetros para que todo o candidato possa permanecer na Liga, mesmo que falseando tais parâmetros, sendo certo que se uma coisa em que há forte tradição em Portugal é passarmos a vida a supor que toda a malandragem que por aí anda, alguns bem respeitáveis e intocáveis, tipo AlCapone e coisas assim, mas que não deixam de merecer a atenção dos desportistas pela forma como obtêm resultados.

Ainda me vou recordado, de quando em vez, quando oiço certas expressões à Valentim Loureiro proferidas pela capataz da Amadora, como as de ontem. "Vão ter de aguentar connosco na LIga Sagres" de um dos juízes do Caso mateus, o qual qualifica o muito de mau que se passa no nosso futebol pela existência de uma Camorra à potuguesa.

Ou seja, não importa como, não importa se é lícito ou deixa de ser lícito, importa, isso sim, fazer passar a mensagem da malandragem que vai poontificando no futebol luso. E é justamenet essa malnadragem que vai ganhando sepaço e aceitação no futebol luso.

No fundo, o capataz do Amadora é mais um director de bingo que vai disputando um campeonato profissional de futebol para promover o produto, do qual certamente poderá retirar dividendos.

Por tal motivo e outros acessórios, como sejam as dívidas ao Estado que somados ultrapassam os 10 millhões de euros, o Presidente da Cãmatra da Amadora distanciou-se do processo. Se fica na Liga ou na II Divisão, era-lhe indiferente face á pressão do munícipe em realção ás cada vez mais acentuadas críticas ao paternalismo do Estado em relação aos clubes de futebol. E isso seria cobrado nas eleições marcadas para 11 de Outubro.

E aqui fica claro a associação da política ao futebol na tentativa de moraliazr o dito, dando um sinal claro da intenção.

O Governo tartou da sua parte ao recusar o PEC ao Amadora e, bem assim, exigir o pagamento do devedor. Na oportunidade mandou o Secretário de EStado do Desporto transmitir à LIga,, à FPF e edmais inetressados a posição do gobverno face aos incpridores ao fisco e segurança social.

Cabe, agora, à Liga definir a sua posição, sendo certo que o capataz da Amadora julgava que a exlusão de clubes por incumprimento de dívidas não seria motivo de exclusão sem ter de passar por uma Assembleia-Gearl da Liga. A dita não se realizou e os clubes e SAD?s deram luz verde a Hemínio LOureiro para produzir o Comunicado º 186/09, jusatmente feito à medida dos incumpridores.

Já aqui se viu que o Amadora SAD não se pode substituir ao Amadora Clube por incumprimento da Lei nº 103/97 no que ao Regíme Fiscal da Sociedades Desportiovas diz respeito e tal tese é, também, defendidad pelo Joé Manuel Meirim, ontem no jornal "O Jogo" e que passo a reproduzir:
"Basta saber ler português e atentar ao que está na lei, pois é explícito e não oferece quaisquer tipo de dúvidas ou de segundas leituras", relatou a O JOGO, aludindo ao Regime Fiscal Específico das Sociedades Desportivas (ver caixa em anexo). O especialista até recordou, inclusivamente, a possibilidade de o emblema tricolor estar abrangido por um qualquer plano de regularização de dívidas à Segurança Social ou à Fazenda Pública (Finanças) para formalizar a sua SAD, algo que não se verifica, pelo que o clube está de mãos e pés atados. "Não vejo quaisquer hipóteses de o Estrela da Amadora ter cumprido com os pressupostos, mas... estou preparado para ser confrontado com algo em contrário", referiu.

A lei é clara e não permite SAD se houver dívidas no clube

O artigo 6.º da Lei n.º 103/97 do Regime Fiscal Específico das Sociedades Desportivas é claro no caso do Estrela da Amadora, nos seus pontos 4 e 5. O número 4 diz que "a sociedade desportiva não pode ser feita enquanto os clubes não tiverem a respectiva situação tributária regularizada, nomeadamente no que diz respeito ao pagamento de impostos e contribuições". O 5 acrescenta que se entende por situação tributária regularizada "o pagamento integral de impostos e contribuições, a inexistência de situações de mora (...) e o cumprimento de planos de regularização de dívidas nos termos da legislação em vigor".


Tmbém aqui em Setúbal, apesar de Maria das Dores Meira, promover encontros de boas vontades para tentarem salvar o Vitória de Sertúbal,a Cãmara local, que já teve uma quota importante na SSAD vitorian, está hoje reduzida a 8% do acpital social da SAD sadina, justaente porque as pessoas já nem querem ouvir falar em dibheiros autárquicos para o futebol.

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Amadora: Jogadores vão interpor ação judicial



Belo cartão de visita para LPFF.

Alguns dos jogadores que fizeram parte do plantel do Estrela da Amadora na última época vão interpor uma ação judicial contra o clube da Reboleira com o propósito de assim receberem os meses de salário que têm em atraso.

Em declarações à agência Lusa, Vítor Vinha, um desses atletas que na última época esteve emprestado pela Académica ao Estrela, declarou que os jogadores que irão avançar com a ação entregaram "os papeis no sindicato para mover um processo contra o Estrela" a fim de reaverem os salários que estão em atraso.

No entanto esta decisão não é nova uma vez que os jogadores já haviam reclamado anteriormente quando tinham quatro meses de salários em atraso.

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O Bin Laden verde



Estes jornais e comentadores dseportivos deixam muito a desjar.

Hoje, pego no pasquim online e lá está uma crónica do Dias Ferreira, autoproclamado e conveniente presidente da mesa da assembleia-geral da lagartagem e logo que vê a constituição da SAD amadorense, e confesssando não estar por dentro do assunto (verdade ou mentira?), lá vai adiantando que naquela circunstância - a de haver a SAD, sem se dar ao trabalho de saber como é que a coisa foi ou deixou de ser feita, atira o Amadora dieritinha à I Liga.

E, pronto, faz de conta, na teoria deste advogado que mais anda é necessário cumprir.

Ás tantas, não é mesmo necessário sermos cumpridores, basta sermos xico-espertos, que é aquilo que não sabemos ser e nunca soubemos, por vezes, até, temos raiva em saber, mais depresas visamos os nossos dirigentes com todfos os impropérios que os nossos reais adversários.

E é advogado. Os lagartos têm uma SAD, devidamente controlada pela CMVM, logo é provável verificar ineficácia desta última, já que todo o imoliário lagarto está nas mãos do BES.

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Belenenses perto de ficar na Liga



Notas Prévias:

Tenho aqui dois apreceres jurídicos que sustentam a nossa presença na Liga Sagres na próxima época. Estou a digeri-los e voltarei ao assunto quando os conseguir transpor para um post.

Pessoalmente, como associado do Belenenses, filho de pais campeões nacionais de futebol, é-me cada ano mais penoso ver o estado de declínio do meu Clube.

Alguns dizem-me que o declínio nada tem a ver com as modalidades, mas os mesmos que me dizem isso são justamente os mesmos que me dizem que o Belenenses não tem capacidade para suportar mais de uma modalidade profissional ou profissionalizada, para além do futebol.

E também são os mesmos que me dizem em surdina que os tipos de certas secções estão melhor organizadas que o futebol. Aqui digo eu que para isso não é preciso ser-se muitop organizado, dado que o futebol é uma indústria e, como tal, é um mundo totalmente à parte do conjunto de quase todos os outros os dseportos, talvez com a excepeção da Fórmua 1, de certo ténis, de algum golfe e de algum basquetebol na NBA.

No mais o resto, o futebol é planetário e congrega a simpatia do planeta Terra, sendo certo que a evolução se tem dado nos mais recôntitos cantos do Mundo, como sejam as duas Coreias, o Japão, o Estados Unidos e, agora, pelos vistos, a África do Sul.

Nenhum outro desporto tem este tipo de evolução como o futebol e é justamente a aposta no futebol que se vai observanado um pouco pelo mundo inteiro que mais faz caminhar em sentido inverso não só os responsáveis do Belenenses, como alguns associados, muitos deles a degenerarem para a modaliadde A ou B, em face de desgostso que o futebol do seu clube lhes dá.

Não os condeno por tal atitde, mas censuro-os pela não aposta em causas que ajudem o Belenenses.

O Caso Mateus foi uma causa difícil e cansativa. Digo-vos aqui, e já não é a priemeira vez que tal oiço, ontem foi a última, da parte do meu mecãnico em Setúbal, o qual sabe ser do Belenenses pelo galhardete aposto no meu veículo de cidade, já que disse ele, se não fossemos nós recorrer do caso Mateus, seria o Setúbal, já que foram eles a segredar a coisa ao nosso Clube, após o jogo que eles fizeram em Barcelos e perderam por 5-0 tendo logo protestado o jogo.

Este ano, a meu ver, estamos prestes a festejar a subida mais rápida da história do futebol, sendo que descemos em Maio e subimos em Junho do mesmo ano, pelo que nos resta, agora, esperar que os nossos cofres não setejam demasiado depauperados, como suponho estarem, para termos uma condigna equipa quue não nos faça andar com o credo na boca.

E sobretudo, para que de uma vez por todas, se aprendam com as múltiplas fases da asneira em que a época de 2008/09 foi pródiga, quer em sede de Direcção eleita, quer em sede comissão de gestão.

E arregacemos as mangas porque a Liga Sagres está a chegar.

O Boavista está fora dos campeonatos profissionais da temporada 2009/2010 e o Estrela da Amadora deve seguir igual caminho. Os dois clubes não terão conseguido cumprir os requisitos impostos pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional. Assim, abre-se uma possibilidade de o Belenenses, o penúltimo clube despromovido à II Liga - o último classificado da Liga foi o Trofense - garantir a presença no principal escalão do futebol nacional.

E se o Boavista confirmou, em comunicado, a exclusão das provas profissionais, já o Estrela da Amadora não o fez. Questionado pelo DN, o presidente do clube, António Oliveira, afirmou estar "muito arrasado", justificando assim a facto de "não prestar declarações". Depois desligou o telefone.

Segundo o DN apurou, a agremiação da Reboleira não terá conseguido reunir os requisitos para se inscrever nas competições profissionais, isto apesar de Liga de Clubes ainda não se ter pronunciado oficialmente sobre o assunto. O que só deverá fazer dia 30.

Depois de confirmar a impossibilidade de o Estrela se manter no desporto profissional a Liga deve notificar o Belenenses, penúltimo classificado do campeonato, de que tem garantida a permanência. "Estamos preparados para competir em qualquer competição. Queremos é que haja credibilidade no desporto. Esperamos que a Liga cumpra os regulamentos", referiu ao DN Viana de Carvalho, presidente do Belenenses, que ainda não sabia da situação que envolve o Estrela da Amadora.

Boavista assume saída

O Boavista alegou a extinção do Procedimento Extrajudicial de Conciliação (PEC) pedido pela SAD em Julho de 2008 para justificar a não participação nas provas profissionais. "Cerca de um ano e vários episódios depois, o IAPMEI esclarece ter tomado esta decisão porque a Fazenda Nacional (Finanças) decidiu não participar no PEC", pode ler-se no comunicado divulgado na página oficial do clube.
Entretanto, com a exclusão do Boavista da II Liga fica agora por preencher uma vaga. E aí surgem Carregado e Penafiel, que foram derrotados no play-off de promoção por CD Fátima e Chaves, respectivamente. Os dois clubes assumiram ontem, em declarações à agência Lusa, estar "na expectativa" do desfecho desta situação que a Liga terá de resolver rapidamente.

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Prepare-se o Trofense também



Há jornalismo e jornalismo desportivo que é, mal comparado, confundir a estrada da beira com a a beira da estrada.

Pouco depois das 18h00 a imaginária tática já aqui desmontada à luz da Lei 103/97 que inviabiliza a transmissão de regime de clube para SAD sem os quesitos inerentes às dívidas à SS e ao fisco liquidadas, designadamente nos artºs 6º e 7º, António Oliveira, arguido pela justiça tributária e presidente de um orgão não vinculativo como se infere da falta de quórum e da recusa do levantamento do sigilo fiscal requerido por parte da Assembleia da República, continua a teimar em prazos mais que ultrapassados e na não demonstração dos quesitos.

Se mais não fosse, bastaria constatar o plantel assumido pelo próprio jornal que regista nas permanências GR-André Marques, M-Pedro Pereira, M-Sérgio Marquês e nas aquisições M-Marcelo Resende (Oriental), M-Tiago Gomes (Steaua Bucareste/Roménia), A-Careca (ex-júnior) ou seja o Estrela da Amadora pretende abordar a próxima época com SEIS jogadores, algo que dava para fazer 3 equipas de matraquilhos.

Paciência tem limites até porque segundo Albert Einstein, "Só existem duas coisas infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou muito seguro da primeira.".

Pois então reza assim as declarações do cromo reproduzidas pelo record:

António Oliveira, presidente do Estrela da Amadora, confirmou hoje que o clube constitui agora uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD). Em declarações à Lusa, garante que enviou ontem à Liga os documentos que asseguram o cumprimento dos pressupostos financeiros exigidos pela mesma para poder participar no escalão máximo do futebol nacional.

"A SAD foi constituída legalmente e ontem [quarta-feira] enviámos tudo para a Liga, até às 18:00, e aguardamos resposta dia 30 de Junho, tal como os outros clubes", asseverou o presidente.

O clube da Reboleira detém 40% da SAD - percentagem que custou 400 mil euros - e, segundo António Oliveira, a dívida do clube não passa para a a sociedade agora criada.

De referir que a participação do Estrela na Liga Sagres está em risco, por força das dívidas que o clube tem ao Fisco, à Segurança Social e aos respectivos funcionários - jogadores e outros.

Sem falarmos na regulamentação da liga, das competições, do tal comunicado sobre os pressupostos financeiros, incorre agora o rapaz em infracção à lei da República que é clara como água.

Até onde chegaremos nesta jiga-joga que qualquer dia está ao nível do original António Fíuza.

Mas a confusão é mera manobra de diversão por que existem mais clubes que não cumpriram os pressupostos e tal já foi abordado ou deixado escapar pelos responsáveis da liga e o que hoje é verdade amanhã será mentira.

Prepare-se o Trofense se tem as contas em dia que a luz do túnel dá para muita gente.

P.S. A alegada SAD e fazendo fé no montante e % referida teria 1 000 000,00 euros, realizado com que verbas? Mesmo que fosse verdade e não estivessem automaticamente penhoradas e tudo legal, recordo um artigo anterior aqui publicado por L. Oliveira que uma SAD tem que ter legalmente capital mínimo, que para uma I Liga, é só de 2,5 milhões de euros que terão de ser imediatamente realizados.

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Preparados para disputar Liga Sagres



O Belenenses, despromovido à Liga Vitalis, encontra-se na "expetativa" e preparado para disputar o principal escalão da futebol português, competição na qual está em risco a participação do Estrela da Amadora.

"O Belenenses está na expetativa das decisões que a Liga vier a tomar sobre a totalidade dos processos apresentados pelos clubes que querem participar", afirmou o presidente do clube em declarações à Lusa.

Viana de Carvalho manifestou-se igualmente confiante de que "a Liga, que está a fazer um esforço grande para credibilizar o futebol, cumpra as leis e regulamentos".

"Do nosso lado, não há qualquer problema, entregámos o processo de inscrição claro e completo no primeiro dia", frisou o presidente.

Caso algum dos clubes que garantiram desportivamente um lugar na Liga não cumpra os requisitos exigidos, designadamente no que se refere a dívidas fiscais, à segurança social e a jogadores, o Belenenses será o primeiro beneficiado, na condição de penúltimo classificado da época que agora termina.

O Estrela da Amadora, que terminou o campeonato na 11.ª posição, enfrenta uma grave situação financeira, com dívidas às finanças e vários meses de salários em atraso, pelo que a participação na Liga continua a ser uma incógnita. Caso substitua o Estrela da Amadora, será a segunda vez que o Belenenses regressa à Liga por via administrativa em quatro épocas, depois de em 2006/2007 se ter mantido na principal competição portuguesa de futebol na sequência do Caso Mateus, que despromoveu o Gil Vicente à Liga Vitalis.

Viana de Carvalho reconhece que enquanto sócio do clube do Restelo "essa é uma situação que o deixa triste, simplesmente porque o Belenenses tem condições e estruturas para não precisar de decisões administrativas e ter mais sucesso desportivamente".

"Estamos a preparar a época, mas há uma dose de incerteza, que é compreensível, e mentiria se não admitisse que há pequenas questões que tem que ser equacionadas e que só o poderão ser mais tarde, quando houver certezas", concluiu.

A Liga deverá anunciar na próxima terça-feira os clubes que estão em condições de disputar as duas competições profissionais de futebol.

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Belenenses à porta da I Liga



Ora bem, dia 30 é Terça-Feira, pelo que ainda faltam alguns dias para sabermos com toda a certeza a liga que vamos disputar.

De várias coisas eu tenho já a certeza e uma delas até se compadece com a factualidade com o articulado de notícias que vão surgindo em catadupa pelos jornais.

Assim é bom que estejamos atentos aos sinais que vão sendo transmitidos cá para fora.

Ponto assente reside no facto do capataz do Estrela da Amadora não ter ido à audiência prévia dos interessados, tendo-se limitado a enviar não se sabe bem o quê. Se enviou a documentação do Esterla da Amadora SAD, óptimo para nós. Se enviou o que podia mandar, igualmente óptimo para nós.

Sobre a SAD do Estrela da Amadora, é algo que não é novidade, já que está constituída vai para uns 3 anos a esta parte, não sendo parto de última hora. Mas a SAD do Amadora para ter consequências na Liga Profissional teria de cumprir determinados quseitos do regíme fiscal das sociedades anónimas desportivas, conforme é estipulado na sociedades, entre os quais, e o mais importante, é o facto de o seu principal accionista, o Clube de Futebol Estrela da Amadora não ter dívidas para com o o fisco, a segurança social e demais credores.

Vejamos,e ntão, o que perceitua o Regíme Fiscal das SAD's previsto na Lei nº 103/97, de 13 de Setembro:


Artigo 6º, nº 4
Disposição transitória

4 —A opção pelo regime jurídico das sociedades desportivas não pode ser feita enquanto os clubes desportivos não tiverem a respectiva situação tributária regularizada, nomeadamente no que diz respeito ao pagamento de impostos e contribuições.


E mais à frente ainda se carregam mais nas tintas quanto à obrigatoriedade de uma SAD respeitar os pagamentos devidos pelo clube de origem, ou seja:

Artigo 7.
Regime transitório de responsabilidade

As sociedades desportivas ou quaisquer outras sociedades, constituídas ou a constituir no âmbito das operações previstas no n.o 2 do artigo 5.o, da presente lei, são subsidiariamente responsáveis e solidariamente entre pelas dívidas fiscais e à segurança social do clube fundador relativas ao período anterior à data das referidas operações, até ao limite do valor dos activos que por este tenham sido transferidos a favor de cada sociedade.

Portanto, vamos dar na mesma, seja Clube, seja SAD. Paguem primeiro as dívidas ao Fisco (perto de 10 milhões), à SS (algo como 2 milhões), ao SJ (220.000), jogadores e treinadores (1 milhão) e depois a gente conversa.

Vejamos, já agora, os casos muito falados das inscrições do Estoril e do Boavista SAD's na liga profissional.

Para que conste, tais inscrições foram efectuadas desde logo e não no meio ou no fim do processo. Isto é, não surgiu uma das duas referidas SAD?s em substituição dos respectivos clubes a meio da tramitação processual.

E isso faz toda a diferença.

Guardarei mais alguns dias para aqui expandir a minha tranquilidade quianto ao desfecho final desta saga, se sim ou sopas à Liga, sendo certo que faço um convite aos defensores da Vitalis para guardarem o champanhe para melhor ocasião.

A factualidade das últimas notícias e importa cruzá-las para percebermos várias coisas, em especial a predisposição do diveros,os intervenientes:
1. o capataz do Estrela da Amadora convocou uma AG para dar a aconhecer aos sócios o futuro do Clube;
2. o presidente do Belenenses reclama pelo cumprimento da legalidade na execução dos regulamentos, sendo certo que aparentemente o nosso processo está limpo de eventuais falhas,
3.o presidente da CD da Liga não prevê atrasos na realização dos campeonatos;
4. os jornais generalistas e a opinião pública em geral, consusbtanciada na 5ª Feira passada com o comentário corrrosivo de Miguel Sousa Tavares no Jornal da Noite da TVI, o qual, embora não goste de nós, tal como Evangeslista, lá distinguem o óbvio do menos mau, em reclamar pela não presença do Estrela da Amadora seriando tudo quanto aquele Clube ou SAD devem ou deixaram de pagar.

O ponto negativo são os sócios, aluns sócios, diga-se, do Belenenses.

Uns optam pela via da abstenção e fazem eles muito bem, porque eu também já deixei de votar em eleições da dita política. Alguém que vote por mim, porque já estou cansado de dar o meu voto em nome de treceiros. Esses não terão direito a reclamar ou a festejar nada, seja se ficamos na II Liga, seja se ficamos na I Liga, rsepectivamente.

Outros optam, claramente, pela Vitalis. Eu sabia que somos ás vezes sadomasoquistas, só não conhecia o elevado teor desse sadomasoquismo. É muito elevado.

A doumentação que reuni dá-me não alguma, mas muita tranquilidade quanto ao desfecho do processo, mas também eu sou filho de Deus e se vocês têm direito ao fim-de-semana, imaginem eu.

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Sindicato para que te quero



Evangelista ameaçou a liga de greve no início do campeonato caso os salários em atraso continuassem uma constante, mas antes disparou em várias direções no que se refere ao (in)cumprimento, ignorando as práticas contratuais que vigoram em cada clube. Seria a sério ou a brincar?

Na qualidade de negociador do contrato de trabalho do sector, competia-lhe a ele ( por parte do sindicato) propôr e negociar datas rígidas com os representantes do patronato e organizadores das competições. Não se conhecem os termos exactos das negociações mas constacta-se que a rebaldaria é uma constante pelo que concluo não terem chegado a firmar nenhum compromisso, tanto é que em cada clube as práticas divergem, para além dos incumprimentos ou atrasos pontuais ou sistemáticos que se fundem até ao "é para esquecer...".

A lei consagra como atraso os salários não pagos após 30 dias de vencidos, permitindo a partir deste prazo mecanismos de apoio social e intervenção do estado. Evangelista parece querer desconhecer o preceito, aproveitando para fazer tábua raza entre os que não pagam meses a fio e os que momentaneamente têm problemas de tesouraria e falham uma ou duas semanas. Será portanto, conivente com o sistema, disfarçando mal a direcção em que dispara de tempos em tempos as suas atoardas.

O homem tido por forte do sindicato bem podia apontar os clubes que não estão em condições e não cumpriram os pressupostos financeiros, afinal conhece-os e estará dentro da realidade aproximada ou pelo menos conhece os contornos. Nada disso, optou pelo elo mais fraco que neste caso é o Estrela.

Virar baterias ao Estrela da Amadora de alguma forma vem ao encontro das nossas conveniências e poupa-nos alguns aborrecimentos, mas e os outros que não cumprem? Decerto não será o Belenenses que tem a obrigação de ser o polícia da liga e ter que aturar meio mundo pela mau funcionamento do sistema. Já nos chegam as nossas pendengas caseiras e as tropelias dos afilhados do Vitor Pereira.



Cabral Ferreira recusava-se a receber o rapaz porque não percebia se ele pedia uma reunião como advogado, como presidente do sindicato ou como empresário de jogadores, uma vez que o dito tinha o condão de misturar as coisas a seu belprazer e conveniência. Outros pressupostos responsáveis do clube até rastejaram para ele como se fosse o salvador do futebol, serão feitios vá-se lá saber o porquê.

Nestes arrazoados que no CAS temos vindo a desenvolver, foram identificados todos os pontos fracos e deficiências do sistema, sublinhando os que se justificavam para o imediato e abordando pela rama os restantes para não dar muito nas vistas nem nos armarmos em justiceiros que em nada beneficiaria o Belenenses.

A LPFP e a FPF com os seus orgãos jurisdicionais não querem saber e empurra para os clubes que se sentirem prejudicados o ónus da queixa, porque estão mais preocupados com as multinhas que lhe dão as receitas para compôr o orçamento, que com a qualidade das organizações que promovem. Para o efeito nem se importam de fazer o papel bacoco do tipo "goal average" e isso sim foi perder na secretaria contra o sistema e por culpa dos dirigentes dos lesados que não procederam em conformidade.

No caso em apreço, não se trata de ganhar ou perder em campo, mas sim de admitir os que têm condições de entrar em campo, o que será substancialmente diferente.

É certo que muito por culpa própria, o Belenenses deixa-se cair nestas situações do fundo da tabela e depois acaba por sofrer com a imoralidade do sistema, uma vez que tem que fazer o trabalho que as instituições não cuidaram durante a época.

Será sina? Pois bem, desta vez o Evangelista acudiu porque lhe foram ao bolso ( o Estrela deve ao fundo do sindicato ) se é que foi só às verbas sindicais, porque não me admiraria que o rapaz viesse a colocar alguns jogadores por via da sua condição de empresário, auferindo paralelamente pelo serviço.

Sob o título Evangelista fala em inscrição imoral - CASO CLUBE CUMPRA PRESSUPOSTOS FINANCEIROS,(diria antes que a LPFP desse como cumpridos) o jornal record online escreve:

O presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), Joaquim Evangelista, afirmou esta quarta-feira que seria imoral se o E. Amadora conseguisse cumprir os pressupostos financeiros para a inscrição na Liga portuguesa 2009/10.

"Toda a gente está à espera de uma resposta adequada àquilo que foi a situação de incumprimento. Não acredito em milagres. O trabalho tem de ser feito ao longo da temporada. A verdade é que seria imoral se o Estrela, não tendo cumprido ao longo da temporada, viesse agora a ter um tratamento anormal", afirmou.

O líder sindical, que falava à margem do encerramento do projeto Escola, Futebol e Cidadania, no Estádio Nacional, no Jamor, Evangelista disse que seria "uma surpresa se o Estrela se conseguisse inscrever, quando todos os jogadores rescindiram e continuam credores do clube. Mas o futebol português, no final das épocas, é pródigo em surpresas".

O E. Amadora não pagou qualquer ordenado aos seus futebolistas ao longo da última temporada, tendo visto grande parte dos seus futebolistas rescindirem os seus contratos.

Joaquim Evangelista diz que não quer acreditar que "possa haver uma habilidade que venha a permitir a inscrição, seria um caso a acrescer àqueles que afectam o futebol português. Compete agora à Liga exigir rigor para a próxima época. Isso começa no licenciamento. Todos sabemos quais foram os prevaricadores reincidentes, que não respeitaram as regras e que não merecem estar no futebol profissional. Vamos acreditar que esses não vão estar a competir, porque não têm condições para isto", destacou.

O presidente do SJPF, lamentando o excesso de jogadores estrangeiros no futebol nacional, defendeu um maior investimento nos futebolistas portugueses. "Um investimento que terá retorno mais tarde ou mais cedo. O que constatamos é a aposta maciça em jogadores estrangeiros. Isso preocupa-me, porque os nossos jogadores têm qualidade suficiente para actuar nas competições nacionais", sustentou.



Mexer muito com o sistema é uma chatice e sempre se perde a oportunidade de ir dizendo "umas coisas" para a comunicação social, de vez em quando, quando não comprometendo as actividades paralelas de advogado e/ou empresário de jogadores que se vão misturando pelo caminho. Afinal são oportunidades de negócio ao bom nível de "uma mão lava a outra e as duas lavam o rosto". Resta saber para quando umas cláusulas de incompatibilidades nos regulamentos da liga.

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Somos só nós?



De um momento para o outro a confusão instala-se e muitos acreditam na possibilidade de participar nas ligas profissionais de futebol. No Belenenses, quero eu dizer no Clube de FUTEBOL os Belenenses, parece que existem outros clubes Belenenses que não são de futebol, quase tudo mudo e quedo.

Seja..., o tubarão Luís Oliveira começa a ver juntar outros da mesma espécie para enfrentar uma luta desigual.

O jornal o jogo dá voz ao Trofense:

Rui Silva confiante no regresso à I Liga

Rui Silva, presidente do Trofense, está optimista em relação ao futuro do clube. Em entrevista a publicar hoje no site do Trofense, Rui Silva garante estar "restabelecido do choque da descida de divisão" e empenhado em "preparar um equipa de acordo com a realidade da II Liga". Sobre Vítor Oliveira, o novo técnico, o dirigente diz ter sido "a primeira e única escolha", explicando ainda que Tulipa saiu "não apenas pela descida de divisão, mas pela forma pouco competitiva como a equipa se apresentou nos jogos decisivos". O presidente garante que "com o apoio de todos" o Trofense conseguirá "o regresso à I Liga".

Ao mesmo tempo o record arrasta outros para a Vitalis para fazer companhia ao amigo António Fiúza por via do afastamento do Boavista e a coisa aquece:

Carregado e Penafiel, os clubes derrotados no "play-off" de acesso à Liga Vitalis, aguardam de forma "tranquila" e "atenta" a decisão da Liga para um eventual convite para substituir o Boavista.

Entretanto as notícias da LPFP são um muro de silêncio, dando assim avanço na preparação das contratações aos clubes do costume.

Última Hora
De repente... haja Deus e o Presidente Viana de Carvalho "Acabaram as loucuras do passado" (25-06-2009 19:56 ) noticia a RR:

Às 18 horas terminou a data limite para a inscrição dos clubes na Liga Sagres.

O prazo expirou para os clubes que por direito próprio estavam habilitados a fazer a inscrição para a época 2009/2010.
Os clubes tinham várias possibilidades de fazer chegar à sede da Liga a documentação necessária para inscrição.

A grande dúvida vai para o Estrela da Amadora que nas últimas horas não cumpria os pressupostos necessários para a aceitação da inscrição.

A comissão de análise dos processos, tem agora até ao dia 30 de Julho de conferir a documentação e enviá-la para a comissão executiva de Liga de Clubes para esta possa deliberar e aceitar as inscrições.

Atento a todo este processo está o Belenenses, que desportivamente não conseguiu o objectivo da manutenção, mas que caso algum clube não cumpra os respectivos pressupostos, se mantenha na Liga Sagres.

Viana de Carvalho o presidente do Belenenses, já disse a Bola Branca, que espera que o processo seja transparente, e que a Liga não fuja às responsabilidades, não se referindo no entanto directamente ao caso do Estrela de Amadora : "Só quaro que a Liga aplique o que os regulamentos exigem".


Quanto à expectativa dos "azuis", na margem entre o primeiro e o segundo escalão, Viana de Carvalho "só quer que a legalidade seja cumprida".


O presidente do clube do Restelo destacou ainda as dificuldades que é organizar uma equipa, que não sabe se vai disputar a liga Sagres ou a Liga Vitalis :"Não é uma tarefa fácil ! A Direcção que lidero faz questão de dar uma volta de 180 graus ao que vinha acontecendo no clube, até aqui. Posso garantir que acabaram as loucuras do passado e que as nossas equipas serão formadas com pés bem assentes no chão e de acordo com as nossas reais possibilidades".


Que saudades da blogosfera azul do "caso Mateus"...

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Boavista impedido de participar nos campeonatos profissionais



Notas Prévias:

Estou a reunir alguma documentação e diversa informação que me permite, no imediato, dizer que o Belenenses face ao processo em curso, tem todas as condições para continuar na I Liga.

Vou, no entanto, deixar amadurecer alguma da informação e estou de posse de parecer jurídico que me possibilita a apreciação da actual situação.

Em breve tenho esperanças de aqui vir explanar o que reuni e os defensores da Vitalis, se nada houver de anormal, podem meter a garrafa de chamapanhe no lixo.

Se a LPFP autorizasse um incumpridor, como o ano passado autorizou o Boavista, com a dilacção de 1 ano, teremos outra vez isto.
Só que apenas mudaria o nome de Boavista para Amadora.

É o golpe final nas esperanças do Boavista em participar nos campeonatos profissionais. Em comunicado, a SAD axadrezada informa que a Fazenda Nacional (Finanças) decidiu não participar no Procedimento Extrajudicial de Conciliação (PEC) requerido a 31 de Julho de 2008, levando a que o IAPMEI iniciasse a extinção do mesmo.

«Lamentavelmente, este é um passo definitivo, que nos impede de participar nos campeonatos profissionais, isto é, nas competições organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional», lê-se no comunicado divulgado no site oficial do Boavista.

Não obstante ter ponderado «entregar as chaves da Sociedade ao Sr. Governador Civil do Porto, para que as fizesse chegar ao Sr. Ministro das Finanças e ao Sr. Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais», os responsáveis axadrezados decidiram «continuar a lutar pelo futuro da Sociedade, sendo que, sem ela, o clube ficaria amputado de uma das suas mais relevantes fontes de receita».

Informando ter pago «cerca de 400 mil euros ao Fisco e à Segurança Social, em detrimento dos salários devidos a funcionários, administradores, treinadores e jogadores», o Conselho de Administração da SAD «decidiu suspender qualquer pagamento a instituições», o que manterá até serem encontradas «outras eventuais soluções».

A terminar, lê-se que o Conselho de Administração, «mantendo os pés assentes no chão, continua a trabalhar para que a SAD prossiga com vida e, no mínimo, possa participar no C.N. II Divisão (ex-II Divisão B)».
17:43 - 25-06-2009

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Seria imoral se Estrela da Amadora se inscrevesse, Evangelista



Notas Prévias:

Alguém que me esclareça a razão pela qual o noticiário nos jornais desportivos alterna o sensacionalismo com a razão.

Pretendem alguns equiparar a situação do Estrela SAD com os casos do Boavista e do Estoril SAD's. Pois bem noutro post explicarei que são casos totalmente diferentes com o que ora se apresenta.

Mas sobre a questão da posição do Sindicato, que é membro da Liga, pelo que não é dispicienda a sua posição, o João Pela trará aqui mais logo a sua opinião, isto se não houverem outro tipo de noviadades.

Alguém que me esclareça a razão pela qual jornais generalistas e de cariz mais a sério estão desejando que haja alguma moralidade no futebol

É que se o Estrela da Amadora vir contemplada a estreela da sorte grande na Liga Profissional, estão não será só o Belenenses a intentar uma qualquer acção para a reposição da verdade, mas haverá um coro de protestos de palanques de opinião pública, como são os casos do Expresso, Jornal de Negócios, Jornal de Notícias e Público que obrigararão o Hermínio Loureiro a mudar-se de vez para Oliveira de Azemeis e lá ficar com o provável cargo de autarca para o qual se vai candidatar no próximo dia 11 de Outubro.

Joaquim Evangelista já vai avisando do que podemos esperar e ficamos, também, a saber que certamente não é intenção dele assinar a declaração de que o estrela da Amadora não deve nada ao Fundo de Grantia Salrial (€ 220.000).

O presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), Joaquim Evangelista, disse hoje que seria imoral se o Estrela da Amadora conseguisse cumprir os pressupostos financeiros para a inscrição na Liga portuguesa 2009/10.

"Toda a gente está à espera de uma resposta adequada àquilo que foi a situação de incumprimento. Não acredito em milagres. O trabalho tem de ser feito ao longo da temporada. A verdade é que seria imoral se o Estrela, não tendo cumprido ao longo da temporada, viesse agora a ter um tratamento anormal", referiu.

À margem do encerramento do projecto Escola, Futebol e Cidadania, no Estádio Nacional, no Jamor, Evangelista disse que seria "uma surpresa se o Estrela se conseguisse inscrever, quando todos os jogadores rescindiram e continuam credores do clube".

"Mas o futebol português no final das épocas é pródigo em surpresas", considerou.

O Estrela da Amadora não pagou qualquer ordenado aos seus futebolistas ao longo da última temporada, tendo visto grande parte dos seus futebolistas rescindirem os seus contratos.

Joaquim Evangelista diz que não quer acreditar que "possa haver uma habilidade que venha a permitir a inscrição, seria um caso a acrescer àqueles que afectam o futebol português".

"Compete agora à Liga exigir rigor para a próxima época. Isso começa no licenciamento. Todos sabemos quais foram os prevaricadores reincidentes, que não respeitaram as regras e que não merecem estar no futebol profissional. Vamos acreditar que esses não vão estar a competir, porque não têm condições para isto", considerou.

O presidente do SJPF relembrou ainda o excesso de jogadores estrangeiros no futebol português, considerando que a apostas em futebolistas lusos "pressupõe investimento, mas que terá retorno mais tarde ou mais cedo".

"O que constatamos é a aposta maciça em jogadores estrangeiros. Isso preocupa-me, porque os nossos jogadores têm qualidade suficiente para actuar nas competições nacionais", afirmou.

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Reflexões e incursões




Li isto no blogue Incursões e fico pasmado.

De toda a forma o post é de 18 de Dezembro de 2008 e não consta que o mecanismo tenha sido actividado por qualquer SAD ou, dito de outro modo, não consta que o Teixeira dos Santos tenha permitido o acesso à verba de 750 milhões por parte das SAD's então exsitentes, nomeadamente à do Boavista, já que do Amadora a coisa tem horas.


Se a coisa se concretizar, cabe ao Belenenses SAD deixar de pagar seja a quem for e depois recorrer á verba de 750 milhões e nos entretantos, largamos a formação de atletas e enveredanmos pelo sistema de emprestados, já que aí não pagamos nada a ninguém.


Ou seja, o Alberto João Jardim, o Carlos César e demais autarcas face a esta tomada de posição no Parlamento são anjinhos face a uma possível medida governamental nessa área, em tempos de crise, permitir que o futebol seja viável onde ele está falido, é por demais ofensivo.

Repito, não sei se isto foi levado à prática. Tudo indica que não, mas...

Os clubes de origem dos jogadores que se amanhem.


E já agora, fica outra informação que soube ontem: a folha salarial do Porto SAD contem 240 nomes de jogadores. Não, não o sei pr motivos profissionais, mas sim de informação fidedigna de gente ligada ao Vitória de Setúbal.

Aqui fica o texto:
O ministro das Finanças disse ontem no Parlamento que o Governo está disponível para permitir que o Estado entre no capital das empresas privadas, com a finalidade de garantir a sua reestruturação e viabilidade. Deste modo, o Estado passa a ser sócio dessas empresas, o que pressupõe que passe a intervir na gestão das mesmas.

A ser assim, pode estar encontrada a solução para os problemas estruturais da Boavista SAD (Sociedade Anónima Desportiva) e para a Estrela da Amadora SAD.

Apesar de ainda não serem conhecidos os contornos da operação, que conduzirá à entrada do Estado no capital das empresas, parece recomendável que os respectivos Administradores comecem a formalizar os respectivos pedidos, antes que se esgote a verba: 750 milhões de euros
.

Depois, li isto no site Bola7 Inc
Acham mesmo que um Estrela da Amadora prefere apostar num NUNO COELHO ao invés de apostar num jogador seu que lhes possa render algum dinheiro? Mas o que é mais importante para o Estrela? Passar dificuldades e tentar rentabilizar jogadores seus antes sequer de ter estabilidade financeira OU ter no clube jogadores emprestados com alguma experiência, que possam garantir alguns pontos por época e (acima de tudo) por quem não tenham de pagar absolutamente nada (sendo assim menos um problema em termos de jogadores a reclamar salários em atraso e contas por pagar em casa) Acho que as respostas são óbvias.

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O ilusionista



É aquilo que outro dia aqui escrevi, isto dia sim dia não o Amadora lança umas cá para fora e deixa meio mundo a tremer que nem varas verdes.

E digo meio mundo, porque ainda acredito que haja outro meio a acreditar que a essência do Belenenses é o futebol, porque o restante meio está-se borrifando se o futebol fica ou deixa de ficar na I Liga, atento o desleixo, a desatenção e o estado de menoridade com que muitos publicamente não tratam esta questão, deveras essencial para o Clube.

Ou seja, está-se borrifando se podemos ter ou não os benefícios financeiros decorrentes com o contrato de patrocínio com a Victoria Seguros nos exactos termos em que tem vigorado, valor esse que bem conheço e fica aqui em mais uma reserva da mina parte, sendo, no entanto, um elevado valor.

E está-se, também, borrifando para os direitos das transmissões televisivas que são umas na I Liga e outras confinadas ao horário da manhã de Sábado ou de Domingo, altura em que muita gente aproveita para descansar.

Essa duas parcelas somadas é muito dinheiro, em relação ao qual há gente que se está nas tintas, quer através de um silêncio ensurdecedor, quer através de manifestações anti-participação na I Liga, que já vi escritas algures, ou seja, na Vitalis é que é bom.

Sobre isto, fiquei nos anos 80 ou 90, não me lembro bem, de decrações públicas ao jornal A Bola do ex-dirigente Luís Santos, o tal da Federação de Andebol, pelas dizia o senhor gurda-livros algo como isto: não é escândalo nenhum jogarmos na 2ª Divisão E não tínhamos descido.

Estes fulanos tipo Luís Santos a juntar a outros tipo Carlos do Carmo que nos quer confinar à linha de Cascais e mais uns quantos betinhos que para aí andam, precisam de várias coisas: alguma humildade e um curso acelerado da defesa dos altos interesses do Clube de Futebol "Os Belenenses".

Fui ontem alertado para a notícia do jornal A Bola sobre maifestação de intenção do capataz do Estrela da Amadora em relação a tentar fintar a Liga quanto a uma eventual inscrição, mediante outra figura jurídica que até se falou poder ser uma SAD. Diz ele ter 3 soluções para a coisa, sendo que à partida devia ter meia-dúzia, porque, pelos vistos, o Estado fica a arder em larguíssimos milhões de euros e vamos lá ver como é que Liga justifica isto se admitir este falso clube, mas se o PEC está afastado, se não conseguiu rever o valor da dívida ao fisco, se não mostra real interesse em pagar aos jogadores, antes assinando cartas para o fundo de desemprego, então onde reside a tal preocupação pelos 400 miúdos que ele diz lá andarem?

Mas também lida em pormenor a notícia do dia, o capataz refere por lá que a tentativa nesse sentido é apenas para adiar os apetites dos tubarões.

Como ninguém do Belenenses, com excepção deste blogue, se manifestou publicamente em relação ao que mais queremos, agradeço aqui deste meu cantinho o elogio, porque ao menos a haver um bom nome que me chamem que seja então o de tubarão.

E nessa qualidade pretendo ser, de preferência aquelas máquinas trituradoras dos filmes do Steven Spielberg na sequela do Tubarão.

Agora, um bocadinho mais a sério.

Mesmo que o Amadora avance com uma tentativa de inscrever-se sobre outro estatuto jurídico, há uma coisa que na actulidade está cilindrada que diz respeito ao cumprimento dos prazos e o facto é que o início do processo de inscrição da Liga tem as seguintes etapas que têm de ser queimadas, uma a uma:

1. 8 de Maio de 2009: data do comunicado nº 186/09 da Liga sobre a enunciação dos famosos pressupostos financeiros, o qual foi dado conhecimento a todos os sócios da Liga;

2. 1 de Junho diferido para 5 de Junho, data limite para a inscrição na Liga. O Belenenses fê-lo ou no dia 1 ou no dia 2 e ninguém em mais lado algum saudou o esforço, que foi tremendo, para conseguir inscrever o Belenenses SAD e bem sei do que falo, mas cá fica mais uma reserva para em melhores dias falarmos nela;

3. 15 de Junho data limite para aduzir novos documentos justificativos em falta em 5 de Junho;

4. 17 de junho data em que a CTEA já comunicou a cada clube ou SAD da decisão em relação a cada candidatura;

5. dia 24 diferido para dia 25 por efeitos dos saltinhos tripeiros ao seu S. João, para efeitos da audiênccia prévia dos candidatos que eventualmente não cumpram todos os quesitos do comunicado nº 186/09, e

6. 30 de Junho data da decisão da Liga dos clubes que participam em cada uma das Ligas Profissionais.

Nos entretantos, saliento aqui que houve uma outra data extremanente importante neste calendário, embora não conste do tal comunicado, que é o dia 21 de Junho, dia em que Hermínio Loureiro ouviu o recado do Presidente da Premiere League inglesa onde foi dito e repito o que ontem aqui disse: "Em Inglaterra é impensável haver um clube com um salário em atraso".

Portanto, se a Liga se quiser meter em aventuras é proclamar o Estrela Amadora com o estatuto sei lá do quê, já que o capataz diz ter 3 soluções, sendo certo que o Comunicado da Liga só prevê duas possibilidades de inscrição, a saber:

1. ou se increve na condição de clube em regíme especial.

2. ou se inscreve na condição de sociedade desportiva.

No meu entender, e para que uma sociedade desportiva cumpra em paridade com as demais sociedades desportivas, os pressupostos financeiros lá exigidos teria de ter, para além de ter queimado já as etapas entre os dias 1 a 17 de Junho do cronograma do Comunicado da Liga, teria de ter, por exemplo, os recibos de vencimento reportados a 24 de Maio dos jogadores e treinadores em dia em relação à época transacta no que se refere, ainda, à lista então entregue no dia 1 de Junho de 2008.

Teria ainda de ter actividade e que eu saiba, não tem.

Uma SAD terá de ter, também, um capital mínimo, que para uma I Liga é só de 2,5 milhões de euros que terão de ser imediatamente realizados. Embora dê de barato que o dinheiro nestas coisas possa ser uma fantasia.
Terá, no entanto, de cumprir diversas formalidadse que terão de ser actualizadas,, entre as quais, por exemplo:
1. acta da assembleia-geral do clube a autorizar a criação da SAD;

2. acta da assembleia-geral do clube a aprovar a percentagem do cluube no capital social na SAD;

3. acta da assembleia-geral de accionistas a eleger os respectivos corpos sociais e os seus legais representantes;

4. pacto social, devidamente publicado na III Série do Diário da República e

5. ter um NIPC no serviço de finanças;

6. ter um número no sistema da Segurança Social,e

7. mil e uma formalidades que não se comapadecem com o que vai passando: o combóio dos prazos.

Teria de ter, também, 3 accionistas que a responsabilizem e sejam, também, responsabilizados pelos desvarios da dita sociedade, isto porque como recente acórdão do Tribunal Cosntitucional, que aqui dei à estampa no passado dia 17 de Julho -parecia eu que já adivinhava este tipo de jogadas, o património dos responsáveis das sociedades responde perante as dívidas.

Enfim, isto já cansa de tanta asneira, interrogando-me se este cavalheiro se está nas tintas se a mesa das famílias dos funcionários do Amadora está vazia, tem carapau ou chicharro, quando pelas aparências, a mesa dele deve oscilar entre a santola e a lagosta.

Neste país em que os valores essenciais da liberdade e civilidade estão cada vez mais colocados em causa em favor da xico-espertice, esta então com laivos de saloiada militante, pouco me admira que hajam admiradores destes espertos.

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As decisões estão tomadas



Notas Prévias:

Titula o pasquim online que as decisões são para a amanhã.

Nada mais errado, porquanto as decisões foram tomadas no dia 17, após o termo do prazo para a formalização total da candidatura à Liga que ocorreu no dia 15.

E aqui o Belenenses, apesar de ser apelidado por muitos ditos belenenses, ser um clube de amadores, actuou de uma forma responsável, exemplar e profissional, dado que fez questão de entregar a documentação no dia 1.

Torçam-se aquelse que desejam a Vitalis.

Eu, sinceramente, prefiro a bejeca.

Ainda não estou a águas e nem quero aí chegar.

Amanhã é o dia de todas as decisões para o futuro do E. Amadora. Depois de entregar os requerimentos para a revisão da dívida fiscal do clube no Ministério das Finanças e no IAPMEI, o presidente dos tricolores, António Oliveira, de 55 anos, aguarda agora por uma decisão da Liga que poderá impedir o clube de disputar a Liga Sagres. Esta decisão estava prevista para hoje, mas devido ao feriado municipal no Porto por ocasião das festividades de S. João, ficou adiada para amanhã. No entanto, só no dia 30 deste mês é que a Liga divulgará publicamente a lista oficial das equipas que irão compor os campeonatos profissionais de futebol na próxima época

Sem um único salário pago aos jogadores na temporada passada, o E. Amadora viu as suas receitas serem penhoradas em agosto de 2008 por dívidas antigas ao Fisco e à Segurança Social. Antes disso, os dirigentes tricolores entraram com um PEC, do qual obtiveram resposta negativa um ano depois, inviabilizando, assim, o levantamento das penhoras e, consequentemente, o acesso às verbas de que o clube necessitava para regularizar a sua situação.

Nem os encaixes financeiros vindos da venda do médio Fernando Alexandre ao Sp. Braga e da possível transferência de Tiago Gomes alteraram o contexto tricolor. Do anterior plantel, apenas Pedro Pereira ainda não rescindiu, mas deve faze-lo brevemente. Sem atletas e sem dinheiro, a luz ao fundo do túnel está cada vez mais ténue.

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Cumpra-se em conformidade com a lei



Ao longo de vários dias, ao contrário da minha inicial intenção aquando da descida desportiva do Belenenses à IIª Liga, que entendi dever aqui chamar a atenção para o facto de a actual circunstãncia ser mais pacífica, no meu modo ver, que a questão suscitada pelo então Caso Mateus.

De facto, na altura houveram muitos altos e baixos, e a partir do momento em que começou a ficar claro que o Belenenses teria a razão pelo seu lado, havia, no entanto, que saber convencer o poder do futebol instalado a Norte do país, para além de se ter de vencer "amizades" futebolísticas e empresariais que então haviam, algumas delas que no momento não deixaram de lançar as suas farpas através do incansável Fiúza.

Pois bem, suponho que, para mal dos pecados do Belenenses, este cantinho aqui dito ao sul, cada vez mais ao centro, foi talvez o único espaço que decidiu defender a tese dos superiores interesses do Belenenses, tendo em vista a ser ele a substituir na I Liga um eventual incumpridor dos chamados pressupostos financeiros, embora se saiba que numa etapa sequencial, todos os candidadtos que ora passem nesta pré-selecção serão submetidos aos chamados pressupostos desportivos.

No decorrer da contratação pública, como aqui expliquei o mais suncitamente possível no post do dia 22 deste mês, a Liga fez emitir o seu o seu Comunicado 186/09, de 8 de Maio, emitido pela sua Comissão Executiva, o qual define o modo, a forma e os prazos de cada etapa na apresentação e apreciação dos chamados pressupostos financeiros.

O fim do prazo não é seguramente o dia de hoje, como amiudamente vem nos jornais, nem muito menos a dilacção para o dia 25, como também jávi escrito algures.

De resto, a Comissão Exectiva teve o cuidado de conferir não o dia 1 para a presentação das candidatutras, mas uma dilacção até á 6ª Feira seguinte ao dia 1 para entrega das ditas candidaturas.

Tal não se observou na não dilacção do prazo do dia 15, como fim do prazo, pelo que dia 15 foi mesmo o fim do prazo para complementar o processo entregue até dia 5.

Ou seja, se a LPFP está obrigada a cumprir a legislação decorrente da contratação pública, o dia de hoje está consignado apenas e só à chamada audiência prévia dos inetressados, ou candidadaturas, à Liga Profissional.

Se assim não fosse, não teria havido no dia 17 a obrigatoriedade de comunicar aos candidadtos da "decisão provável" da Comissão Técnica de Estudos e Auditoria da Liga em relação ao processo apresentado por cada candidato.

A audiência prévia decorre, também, do Código do Procedimento Administrativo, onde lá se pode ler o seguinte:
Artigo 100. do CPA:
Audiência dos interessados
1 - Concluída a instrução, e salvo o disposto no artigo 103.º, os interessados têm o direito de ser ouvidos no procedimento antes de ser tomada a decisão final, devendo ser informados, nomeadamente, sobre o sentido provável desta.
2 - O órgão instrutor decide, em cada caso, se a audiência dos interessados é escrita ou oral.
3 - A realização da audiência dos interessados suspende a contagem de prazos em todos os procedimentos administrativos.

Se a audiência fosse escrita aplicar-se-ioa o Artigo 101 e que reza o seguinte:
Audiência escrita
1 - Quando o órgão instrutor optar pela audiência escrita, notificará os interessados para, em prazo não inferior a 10 dias, dizerem o que se lhes oferecer.
2 - A notificação fornece os elementos necessários para que os interessados fiquem a conhecer todos os aspectos relevantes para a decisão, nas matérias de facto e de direito, indicando também as horas e o local onde o processo poderá ser consultado.
3 - Na resposta, os interessados podem pronunciar-se sobre as questões que constituem objecto do procedimento, bem como requerer diligências complementares e juntar documentos.

Ora, a Comissão Executiva da Liga optou pela audiência oral dos candidatos, pelo que fica excluída a possibilidade da aplicação artigo 101, nº 3, isto é, não é mais possível juntar novos documentos, pelo que o fim do prazo foi, mesmo, o dia 15 de Junho pp. Aliás, a prória Liga estipula como fim do prazo da entrega de documentos o dia 15, como se pode ver no cronograma que patententeou no seu comunicado nº 186.

Compete agora aos candidados, como se faz em qualquer concurso público, apresentar oposião em relação aos candidatos que, no seu ver, não reunem os requisitos exigidos pela Comissão Executiva e previamente aceites pelos associados da Liga, quando não o que estaria em causa era o próprio regulamento definido pela Liga.

Não caminhemos, no entanto, pela rebaldaria, que é justamente aquilo que eu mais tenho lido e visto em termos púbicos e notórios.

Faço, no entanto, notar as seguintes observações que julgo hoje serem muito pertinentes:
1. o signatário bate-se aqui neste seu canto por causas que julga interessar ao Belenenses. Foi o que fiz neste caso e em nada estou arrependido;
2. fiz os possíveis para que a minha mensagem chegasse a quem tem o dever de defender, em termos legais, éticos e desportivos, os superiores intesses do Clube e entendo ter agido correctamente;
3. podem crer que se pudesse aqui revelar neste meu canto tudo quanto sei, revelaria, mas não posso e o dever profissional obriga-me a um prudente silêncio em termos públicos, mas sinto-me de bem com a minha consciência;
4. tal dever impôs-me a reserva de dar a cconhecer algo que apenas diz respeito a duas entidades, pelo que uma coisa é a reseva e outra, bem diferente, é eu poder ter a convicção que não há volta a dar senão, tristemente para alguns ditos verdaeiros belenenses, ficarmos na I liga;
5. respeito, no entanto, a opinião de todos os restantes associados que ao longo deste tempo ou optaram por um estratégico silêncio ou optaram, até, por um precipitado (desjado?) julgamento de uma causa perdida. Que não está, de todo;
6. confesso não saber o que se passa nas cabeças das pessoas que compõem a CTEA e a Comissão Exectiva, a qual, em última análise, oporá a sua chancela ás propostas da CTEA, mas a legislação, neste caso, é de tal forma clara, rígida e de aplicação universal que me é impensável admitir outro cenário que não o seguinte:
6.1 se todos os candidatos respeitarem os pressupostos financeiros, então os candidatos ás ligas profissionais decorre do jogo das subidas e descidas de divisão, para além dos que se mantêm em cada uma das ligas, mas
6.2. se algum, ou alguns, candidatos não respeitarem algum ou alguns dos pressupostos finaceiros, resulta claro que os oponentes poderão deduzir reclamação a uma eventual decisão em desconformidade e aí haverá muita lenha para partir. Esperando haver o bom senso de sanar, dsede já, algumas anormalidades que ocorrem no nosso futebol, a Liga tem uma opotunidade ínica de dizer o que quer para o nosso futebol.

E nomedamente fazer aplicar o Regulamento das Competições, o qual no seu Artigo 87º reza o seguinte:

Artigo 87.º
Subidas e descidas


2. Descem à Liga Vitalis os Clubes qualificados em 15.º e 16.º da Liga Sagres.
3. Se um ou mais Clubes da Liga Vitalis que tenham desportivamente obtido o direito de ascender à Liga Sagres não reunirem os requisitos legais e regulamentares estabelecidos, ficam impedidos de participar nessa competição, sendo as vagas preenchidas pelo Clube ou Clubes da Liga Vitalis melhor classificados, ou, na sua ausência, pelos Clubes da Liga Sagres melhor classificados nos lugares de descida nos termos do número anterior.
4. Se um Clube ou mais Clubes da Liga Sagres não reunirem os requisitos legais e regulamentares estabelecidos para essa competição serão relegados para a competição inferior ou delas excluídos caso não preencham os pressupostos exigíveis, sendo as vagas preenchidas pelos Clubes da Liga Sagres melhor classificados na época anterior nos termos do n.º 2, ou, na sua ausência, pelos Clubes da Liga Vitalis melhor classificados.
§ Único – Se um Clube da Liga Sagres for punido, por sanção disciplinar, com as penas de desclassificação, baixa de divisão e exclusão, a vaga será preenchida nos termos do número anterior.


Espero, no entanto, que Hermínio Loureiro tenha ouvido o recado do seu homólogo inglês em discurso directo ao xerif da LPFP e foi assim: "Em Inglaterra, é impensável haver um clube com um só salário em atraso".

Chega?

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