Liga: Três milhões para modernizar estádios



Notas Prévias:

Finalmente, até parece que o Hermínio Loureiro leu o que aqui escrevi ourtro dia sobre a capacidade de a Liga, como entidade autónoma e já de cariz financeiro, poderia funcionar como motor de modernização de alguns estádios do país dos clubes seus filiados.

Pelo que li num dos jornais, todos os clubes apresentaram já orçamentos de verbas a despender da modernização dos estádios.

Todos, menos o Belenenses.

Assim, e dada a ausência de um plano de reabilitação do Restelo, quer em instalações, quer para novas tecnologias (olha o marcador electrónico a entrar a custos reduzidos), a LPFP fez inscrever uma participação de 25% no valor a inverstir pelo nosso Clube no Estádio do Restelo.

É aproveitar enquanto o protocolo estiver em vigor.


A Liga Portuguesa de Futebol Profissional assinou esta segunda-feira os contratos-programa com 16 clubes da I e II Liga candidatos ao Plano de Incentivos que vão investir aproximadamente três milhões de euros na modernização de estádios e equipamentos tecnológicos.

O organismo presidido por Hermínio Loureiro vai comparticipar com 25 por cento os investimentos dos clubes da Liga e em 35 por cento os investimentos dos emblemas que alinham no segundo escalão do futebol português. Ao todo, a Liga vai distribuir 864 mil euros.

O Olhanense, que este ano assegurou a promoção ao principal escalão do futebol português, é o clube que mais irá investir nas melhorias das suas infra-estruturas com um total de 686 mil euros, sendo que 171 mil serão comparticipados.

Académica, Desp. Aves, Sp. Covilhã, Feirense, Freamunde, Gil Vicente, P. Ferreira, Rio Ave, Gondomar, Leixões, Naval, Oliveirense, Varzim, Belenenses e V. Setúbal são os outros clubes apoiados pela Liga, numa iniciativa que pretende melhorar as condições de funcionamento e organização dos clubes, assim como a comodidade e segurança dos adeptos e condições para a comunicação social.

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As sondagens no futebol



Por Joaquim Rita


Em tempo de sondagens eleitorais, o futebol também sugere algumas leituras resultantes da amostragem das quatro jornadas já disputadas. Como nas auscultações políticas, também os resultados obtidos no futebol podem suscitar diferentes tipos de análise, onde a euforia e o desencanto (já) se misturam em doses apreciáveis.

Embora sabendo que o universo sobre o qual incidiu a colheita de indicadores é escasso - quatro jornadas é muito pouco numa eleição de trinta escrutínios - não me parece desajustado reflectir sobre alguns sinais evidenciados:

- o vigoroso sprinte inicial do Sporting de Braga;

- o exuberante adiantamento de produção de F.C. Porto e Benfica em relação ao Sporting;

- o elevado número de equipas que abordaram a competição ao pé coxinho (Vitória de Setúbal, Académica, Naval, Leixões e Belenenses);

- a maior fragilidade do tecido produtivo de diversas equipas, comparativamente com o seu rendimento standard da época passada.

Mesmo esquecendo os 8-1 do Benfica ao Vitória de Setúbal, têm acontecido outras remessas inquietantes, deixando antever o empobrecimento global da competição, com o pelotão dos aflitos mais denso e mais definido desde cedo.

Depois da pandemia de empates das jornadas iniciais, ultimamente observámos resultados desnivelados, decorrendo esta distância de duas realidades:

- o empobrecimento da generalidade dos planteis face à época passada;

- o acentuado decréscimo na resposta de diversas equipas, castigadas com doses de golos pouco habituais.

Pode ser que me engane, mas não ficarei admirado se, esta época, as mudanças de treinador acontecerem mais vezes e mais cedo. Admito mesmo que alguns dirigentes, além do presidente da Naval, sintam já esse apelo, como se a construção dos respectivos planteis tivesse sido obra de terceiros ou se muitos dos seus jogadores tivessem caído no(s) clube(s) de pára-quedas. Como quer que seja, com mais ou menos «chicotadas psicológicas» nas programações dos clubes, as quatro jornadas já disputadas sugerem duas ideias:

- muitos dos empates resultaram da enorme pobreza franciscana das equipas em confronto;

- muitos dos resultados desnivelados reflectiram assimetrias de qualidade impossíveis de disfarçar.

Oxalá as coisas melhorem, mas a sondagem destas quatro jornadas não é animadora. Mas, como os políticos costumam dizer - quando lhes dá jeito! - «as sondagens valem o que valem». No futebol também.

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O crédito mal parado: jogadores e finanças despotivas



Quando Fernando Couto foi jogar para o Parma, em Itália, lembro-me perfeitamente de uma das primeiras entrevistas dele sobre as diferenças entre o nosso futebol e o futebol italiano.

Em Itália, como é sabido, há um qualquer segredo que sinceramente não sei explicar, que faz perdurar os jogadores até idades impensáveis no futebol cá do sítio, sendo muito frequente os bons plantéis serem fornecidos com jogadores de 30 e mais anos, havendo casos pontuais de quase atingirem os 40 anos de idade, situação que se cá ocorresse era um cabo dos trabalhos em convencer que fulanos, afinal, ainda ali estão para as curvas.

Eo facto é que a Itália está num dos primeiros lugares do futebol mundial.

Mas nessa entrevista do Fernando Couto, ele tentou maximizar o nosso futebol em relação ao italiano fazendo, ou tentando fazer, crer que o clube de onde ele era de origem ter não sei quantas dezenas de jogadores no plantel, aos que todos riram da piada do emigrante português, isto porque os plantéis italianos são deveras muito curtos e não chegam aos 20/25 jogadores.

Face a tal assimetria e à supremacia dos italianos sobre nós, foi o bom do Fernando Couto gozado pelos seus colegas italianos.

E isto faz que pensar, uma vez que os plantéis por cá:

1. nas equipas ditas grandes têm mais de 30 jogadores, para além de vários outros, que ainda são outras dezenas, que se encontram emprestados a diversos emblemas e, até, desempregados, situação para a qual a LPFP seguiu a directiva da FIFA em aceitar um prolongamento dos períodos de inscrição de jogadores para os jogadores que treinam à parte do plantel ou simplesmente desempregados e

2. as equipas medianas, quase todas as outras, onde os plantéis oscilam entre os 24 a 30 jogadores que cosntituem a folha salarial de cada um destes emblemas a entregar contribuições ao fisco e à segurança social.

Isto faz qu pensar, porque estando o Belenenses da actualidade no grupo dos medianos, tendo, ainda, alguns jogadores emprestados, não deixa de haver aqui um crédito mal parado em função do grau de utilização de alguns desses jogadores, uns até que nada contribuiram no campeonato, sendo, por vezes, lançados nas últimas jornadas quando a classificação está consolidada, em jeito de prémio de consolação por ter estado tanto tempo no banco e, por vezes, nem convocados foram, porque só podem ser convocados 18 de cada vez.

Se houvesse lguma racionalidade na apreciação da eficácia versus extensão do plantel podíamos reduzir este crédito mal parado com toda a naturalidade.

Mas lá está, não podemos ser só nós a dar o ponatpé de saída, quando não podemos destapar a nossa manta ou nos pés ou na cabeça.

Terá de haver, isso sim, uma política coordenada que fosse promovida pela LPFP no sentido de ajudar os clubes a não contratarem tanta gente, por vezes inutilmente.

E bastava a Liga não ser uma espécie de Tio Patinhas que vive muito à pála das multas aplicadas a jogadores e clubes, quases empre liquidadas só pelos clubes e isso faria diminuir o peso dos plantéis nas finanças de cada SAD ou Clube.

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Parabéns, Liga por bela aurora



Notas Prévias:

Durante todo este período de incerteza sobre que liga nós íriamos disputar, confesso que os maiores aliados do capataz do Amadora, que não do Estrela da Amadora, foram justamente alguns sectores de associados do Belenenses, alguns deles até arranjaram tempo para não só silenciarem a podridão deste futebol, cujo expoente máximo se traduziu num silêncio cúmplice e até de crítica pela forma aparentemente de abstinência da actuação da nossa Direcção ou da SAD do nosso Clube.

Ao invés, vários foram os sectores de crítica à chico-espertice dos dirigentes amadorenses e outro dia viu-se aqui, uma vez mais retratado, não só por mim, mas pela mão do jornalista Joaquim Rita, que já o ano passado o Estrela da Amadora devia ter sido impedido de participar na Liga. Os jornalistas lá saberão porque o dizem, algo que eu o digo com o veêmencia e sempre apelei aqui para que os faz-de-conta da comissão de gestão em vez de andarem por ali entretidos com o futsal e ameaças de processos judiciais a eito, olhassem por um bocadinho para o futebol e, já que deixaram salários em atraso por pagar, ao menos que tivessem pedido a exclusão do Amadora durante a prova.

Não foi por falta de convite nesse sentido enderaçado à geral pelo Hermínio Loureiro na denúncia da situação ilegal do ano transacto, mas era mais importante "governar" a pensar em eleições e garantir os votos das secções do Belenenses e pronto ficou a festa estragada.

Que nos sirva de lição, porque não é admíssivel que hajam dirigentes do Belenenses que tiveram o condão de serem gozados pelo capataz do Amadora, para não falar na visita de cortesia que foram fazer à sede do Sindicato de Jogadores, quando é certo que o Cabral Ferreira se limitava a renunciar receber o cavalheiro, justamente, disse-me ele uma vez, porque não sabia se estava perante um empresário de futebol, um advogado ou um dirigente sindical.

Fiquemo-nos pela análise de Santos Neves e guardemos as resposata num futuro mais ou menos a prazo.

Das muitas tricas e dicas restelianas só há uma dúvida que mantenho dentro de mim e muito gostava de ser esclarecido: será verdade que um ex-dirigente do Belenenses quis ser presidente do Estrela da Amadora?

Por Santos Neves em A Bola


Enorme admiração pelos futebolistas e treinadores do Estrela da Amadora: passaram um ano sem receber ordenado e congregaram coragem, ganas, qualidade para concluir a I Liga nada menos de 10 pontos acima da linha de despromoção.

Eis um clube cujos dirigentes não merecem os extraordinários atletas que tiveram e para os quais continuarão a estar-se nas tintas! Elementar justiça: acaba de ser punido com a saída do futebol profissional (nem na II Liga terá lugar). Porque na Liga do futebol profissional há, finalmente, Direcção e Comissão Executiva - e, noutro importantíssimo plano, Comissão Disciplinar - determinadas a fazer cumprir regulamentos aprovados com o necessário ano de antecedência.

Espantoso como o presidente do Estrela ainda teve a lata para tentar o cúmulo da chico-espertice: que se lixem os credores, nada se paga mas cria-se uma SAD (tinha mandato dos sócios para o fazer?), inscreve-se a SAD na Liga e toca a andar... (aliás, a velha estória de, à beirinha do abismo, dar passo... em frente).

Até há bem pouco tempo, esta imoralidade ter-se-ia concretizado... Até há bem pouco tempo, o Apito Dourado teria, evidentemente, dado em nada... - quais severas punições desportivas para Boavista, Vizela, Gondomar... qual quê? E tudo continuaria de podre ainda mais podre no dito inantigível reino do futebol português. Parabéns, nova Liga. Parabéns, clubes que a apoiam. Impondo-se a fortes ventos e marés, estão a criar uma bela aurora muito melhor para o futuro.

Belenenses: legal, mas miraculosamente, pela 2º vez escapa à despromoção que teve em campo. Não abuse, ainda mais, de tamanha sorte!

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Tolerância zero?



In RTP, por Joaquim Rita


Agora, resta mesmo saber se acabou a a bagunça ou, se ao invés, prevalece a chico-esperteci saloia


Com a serenidade, coragem e paz de espírito de um crente pagador de promessas, Hermínio Loureiro está a cumprir o que prometeu quando tomou posse da presidência da Liga de Futebol Profissional - mudar o futebol português.

Não me custa confessar que as movimentações iniciais de um homem da política a querer meter-se no grande futebol me despertou alguma desconfiança. Não pela ausência de passado futeboleiro de Hermínio Loureiro - que tem redundado numa enormíssima vantagem, quanto mais não seja pelo distanciamento e descomprometimento - mas pela sua proveniência.

O discurso de tomada de posse, revelando um caderno de encargos tão bem intencionado quanto melindroso, mais me aguçou a expectativa - a empreitada parecia volumosa e, porventura, geradora de conflitualidade. Afinal, o meu cepticismo tem vindo a ser desmentido e, reconhecidamente, o futebol português respira hoje melhor, por um amontoado de razões:

- a verdade desportiva tornou-se aparentemente mais transparente;

- a ideia de impunidade foi-se desvanecendo;

- os processos mais incómodos foram arrancados das bolorentas gavetas sem fundo;

- a justiça cumpre atempadamente o seu trajecto, embora sejam susceptíveis de discussão os mecanismos jurídicos que enformam as decisões dos Órgãos;

- o caudal competitivo foi engrossado com a Taça da Liga;

- os clubes retiraram proveitos financeiros do nascimento de mais uma competição.

Apesar destes passos saudáveis, os salários em atraso que têm infectado o futebol português constituem uma sombra negra, não sobre a verdade dos resultados, mas sobre a moral das classificações. Também esta maleita foi agora definitivamente erradicada, com a decisão da Liga de Clubes de punir severa e exemplarmente os incumpridores para com os seus jogadores ou treinadores.

Acabou-se a bagunça.

Já a partir da próxima época será obrigatório um (novo) requisito para que os clubes possam aceder às competições da Liga: a inexistência de dívidas salariais. Esta exigência data do passado dia 26, aprovada em reunião da Comissão Executiva, após parecer prévio favorável da Comissão Técnica de Estudos e Auditoria.

Acabou-se a bagunça.

O incumprimento financeiro relativo à época anterior (no caso a de 2007/08) constitui «fundamento para o impedimento de participação, desclassificação para a Divisão inferior, perda do direito de promoção ou de exclusão das competições profissionais». Assim, a prova de ausência de dívida dos seus profissionais (ou ex-profissionais) será feita através de uma «declaração emitida pelo clube (ou SAD), subscrita pelos seus legais representantes e certificada por Revisor Oficial de Contas ou Sociedade Revisora de Contas, da inexistência de situações de dívidas salariais a jogadores e treinadores com referência à época 2007/08».

Acabou-se a bagunça.

Mercê desta medida purificadora, todos os clubes passarão a estar em pé de igualdade, deixando de ser beneficiados ou protegidos (por ausência de legislação punitiva) os incumpridores. A imoralidade de ver descer de divisão clubes religiosamente cumpridores das suas obrigações salariais e outros, com meses e meses de salários por pagar, serem contemplados com a permanência, chegou ao fim.

É inegável que poderemos estar em presença de uma revolução no futebol português, mas ninguém de boa fé negará a justiça desta medida e, por arrastamento, o aplauso a Hermínio Loureiro. Ou muito nos enganamos ou começa a esboçar-se um sucessor para Gilberto Madail...

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Começou a Liga 2009/10



Nota: Podem clicar na imagem, aumentando-a de tamanho, para melhor visualizarem a sequência das jornadas.

Ver o nome do meu Clube no sorteio da Liga é, podem crer uma bênção caída dos séius, porque a haver justiça despotiva, nós teríamos descido de divisão.

Felizmente, o Hermínio Loureiro levou a sua para a frente em moralizar minimamente a liga profissional, introduzindo penalizações aos infractores. Pelo andar da carruagem, vai ahver época em que a Liga Prifissional será estanque a um determinado a um número mínimo de concorrentes que não serão os actuais 16.

Começou na pré-slecção, através dos pressupostos financeiros, faltando, ainda, a observância dos pressupotos desportivos, aplicndo ao Estrela da Amadora o que se podia ter aplicado a mais clubes ou SAD's.

Porém, há que nos mentalizarmos que este ano não pide falhar um único mês em atraso, quando não dá direito á subracção de pontos por cada jornada.

Com o sorteio ontem realizado, cuja sequência já ontem aqui foi enunciada pelo João Pela, a LPFP deu o pontapé de saída à liga de 2009/10, sendo certo que tal sorteio vem apenas ser efectuado, digamos, de forma algo rabuscada e pantamineira.

Rabuscada e pantamineira porque os concorrentes foram colocados em pé de desigualdade face aos condicionalismos previamente lá introduzidos, nomeadaemte a protecção aos 3 clubes do costume e aos clubes da Madeira.
Assim:
1. dois dos 3 clubes de Lisboa estão proíbidos de jogarem no mesmo dia ao mesmo tempo.
2. os tais 3 dos costume só se poderiam econtrar a apartir da 4ª jornada, e
3. os clubes da Madeira gozam do prvilégio concedido aos tais 2 clubes de Lisboa.

Suponho que ainda foram por lá introzudos mais uns pormenores por forma, diz a Liga, a viabilizar a competição.
Que é uma liga decadente, isto é, um campeonato falido, já todos nós o sabemos, bastando ver que os principais clubes tiveram de despachar os seus melhores activos e isto tem vindo acontecer ano após ano, pelo que a qualidade do espetáculo vai piorar.
Mas não piora só por aí, porque é meu entendimento que a liga poderia melhor defender o expectáculo se tivesse adoptado o critério da protecção no sorteio aos clubes médios ou mais pequenos, porque são estes que vão dar espectáulo e é nesses que se vão encontrar os cchamados outsiders pela boas e más razões

Não sei porquê s e actuou neste caminho, ou então admite-se logo à partida que o campeonato está viciado, apenas faltando intrioduzir o afctor arbitragem na defsa dos ditos melhores elementos em campo, ou seja, a aplicação, por extensão, da protecção aos clubes atrás enunciados.
Cabe à SAD do Belenenses setar atenta a estes tipos de proteccionismos que se vão observar em acmpo, não só nos nossos jogos, mas nos jogos que indirectamenet poderão condicionara nossa classificação, porque se há dúvida que eu não tenho é que seremso um alvo a abater.

Viciado ficou ele na admissão de pelo menos do Leixões, o qual notoriamente não cumpriu em tempo os pressupostos financeirros.

Mas isso são trocados com a disposição à partida de previligiar Benfica, Porto, Sporting, Marítimo e Nacional.

Isto é batota da grossaa e suponho não conhecer mais nenhum tipo de sorteio nestas condições em mais lado algum, nem sequer na Colômbia,a pesar de todo o cartel de droga que por lá há.

Se a Gripe A não der conta disto, certamente que Hermínio Loureiro vai ter a sua liga para lá se enteeter. Pior é se o H1N1 lhe estraga os planos, porque pelo que o meu médico local me disse, até as férias dele tiveram de ser alteradas para os planos de contingência que se prevêem serem intensificados em Setemro ou Outubro.

Se as coisas corerrem normalmente, sem Gripe A a atrapalhar, o que vai ser muito difícil, digo eu aqui e agora e nem sei se no Belenenses está ou não previsto algum plano de contingência, seria bom que sim, vamos ter 8 jogos em casa e 7 fora de casa na 1ª volta.

Não me querendo alongar muito sobre o futuro da nossa equipa no próximo campeonato, julgo ser de referir que a 1º volta é-nos bastante acessível nos jogos em casa, sendo que o caso mais bicudo se apresenta na 4ª jornada, porque em meu entender os restantes podem todos eles serem ganhos ou, pelo menos, não os perdermos.

Atenção, porém, que o ano passado dei-me mal nas pervisões joranada a jornada, tendo dado como bom aquilo que os fugitivos nos deram para o plantel, pelo que gato de água fria tem medo e agora não arrisco progonósticos, tanto mais que sei terem havido muitos condicionalismos de índole financeira que nos obrigama ter de ser muito contidos nas despesas, o mesmo é dizer na qualidade do plantel.

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A LPFP errou



Relido o comunicado nº 186/09, de 8 de Maio, verifico aquilo que é dos livros e resulta de qualquer processo de candidatura quando vem coxo ou mal amanhado.

De facto, há documentos considerados essenciais e outros nem tanto.

Nos últimos, e fazendo aqui uma anolagia com as minhas intervenções em júris de abertura e de análise de propostas de obras públicas, a ausência do documento alusivo à não existência de dívidas para com a Segurança Social e para com a Adminsitração Fiscal, são sempre documentos essenciais do processo de candidatura, pelo que a sua ausência nos respectivos processos implicaria, desde logo, a exclusão dos respectivos candidatos. Sem mais delongas.

E este tipo de decisão que tive de tomar por algumas vezes, mesmo quando estava perante certidões fora de prazo ( as mesmas têm uma validade de 180 dias), embora certiificadas com o selo em branco em uso pelos respectivos serviços, nunca eram objecto de protestos, antes de conformidade com a justeza de tais decisões, as quais, pessoalmente, me faziam sentir mal, dado que cheguei a excluir propostas economicamente mais vantajosas do que outras que foram aceites, por estarem em conformidade sendo que tal sentimento se justificava por ser, no termo do processo, o representante do dono da obra. Dura lex sed lex.

Para quem não sabe, a declaração de ausência de dívidas tanto pode ser emitida pelo Instituto de Segurança Social IP, como pelo Instituto de Gestão Finaceira de Segurança Social, sendo que neste último caso, há a presunção de já haverem processos de execução de dívidas, de cobrança coerciva ou de planos prestacionais que podem não serem PEC's, pelo que, na dúvida, poderia o signatário, na qualidade de terceiro com interesse no processo, solicitar a confirmação da auência de dívidas, situação que exorto a Liga efectuar em relação a todos os clubes e SAD's admitidas.

O documento de ausência de dívidas ao fisco teria de ser emitido, mediante certidão, pelo Serviço de Finanças onde o contribuinte está registado e tem o seu cadastro.

É que no comunicado nº 186/09 lê-se na parte final, no capítulo das Sanções, lê-se aquilo que é óbvio, ou seja, que a ausência ou incumprimento da apresentação dos pressupostos financeiros, não importa quais, constituem fundamento de impedimento de participação, desclassificação para divisão inferior, perda do direito de promoção ou de exclusão da participação nas competições profissionais.

Assim, temos que seria da mais elementar Justiça (letra maiúscula) que ao invés de aqui se andar a discutir se é o Vizela e o Gondomar a ocuparem as vagas deixadas por desclassificações, devia, antes, discutir-se da legitimidade da participação do Leixões e do Estoril SAD nas respectivas ligas profissionais.

Portanto, o comunicado 206/09, pelo qual se faz admitir condicionalmente o Leixões e o Estoril vai em sentido diverso do disposto no comunicado nº 186/09.

E não só isto. O facto de a Comissão Discilinar ter decidido a desclassificação do Vizela e do Gondomar acaba por vir a ter prémio para os desclassificados, já que os regulamentos da Liga não prevêem a exclusão em caso de desclassificação, caso haja necessidade de suprir o calendário com os clubes que foram desclassificados. As provas não podem ser encurtadas sem a aanuência da Assembleia-Geral da Liga e compreende-se mal num organismo tão pequeno que hajam dois órgãos com linguagem diferente para qualificar o infractor: decerto que Comissão Executiva da Liga não fala na mesma voz da Comissão Disciplinar, daí a embrulhada que isto vai causar.

É que isto não é de somenos importância,dado que alguns dos negócios em, curso com jogadores do Estoril estão a bater na trave justamente por uma má decisão da LPFP.

A Justiça determinaria, igualmente, um convite ao Trofense para ocupar a vaga deixada pelo Leixões na I Liga.

E determinaria a exclusão do Estoril SAD da II Liga, tão simples quanto isto.

E a esta hora, já tinhamos os poblemas do Cesinha e do Ivan solucionados.

Mas, lá está, este ano tivemos o Estrela da Amadora como exemplo.

Para o ano, pelo que conheço do Hermínio, vai haver mais e certamente que durantre o ano vão ser aplicadas sanções de perda de pontos logo que se observe um só salário em atraso.

É bom ter isto presente.

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Filhos e enteados



E pronto, temos mais um caso no futebol português que nem vei ser caso, porque o jogador em causa que está a jogar pelos andrades leva já com quatro inscições na pá, está a jogar, mete golos e a Liga fecha os olhos.

Estamos a falar do Hulk, situação esta que pelo nome associado à questão, é deveras incrível.

O ano passado branqueou-se a inscrição do Leandro Lima, apesar das notórias falsas declarações do clube nortenho e não houve penalização.

Agora, temos um jogador que foi inscrito e utilizado por 4 e 3 clubes respectivamente e aguardo com alguma expetactiva que se faça de novo justiça tal e qual se fez na questão do Meyong onde se aplicou o dura lex sed lex.

O nosso problema consiste nos nossos tradicionais engulhos em denunciar situações irregulares e ilegais cometidas pelos tripeiros, sendo certo que se tal se observasse na área dos clubes da 2ª Circular a denúncia seria mais célere.

Acresce que a actual SAD e à actual conjuntura do Clube quase que obriga a um retiro sabático de confusões, não vão elas sobrar para o ele mais fraco e que ninguém duvide que o Belenenses é um elo extremamente fraco no contexto da Liga de Clubes.

Se as pessoas se dessem ao cuidado de reparem nos danos irreparáveis que certo blogue cometeu na Imagem do Clube, tal qual o Fernando Guerra escreveu esta semana no jornal "A Bola" na sua coluna de opinião, onde identifica o mal-estar do Clube não só na falta de perícia de Fernando Sequeira,como também no clima gerado por um determinado e identificado sector de associados que proporcionaram não só um Fernando Sequeira, como o que a seguir veio a acontecer.

Mais ainda: faz-se a opsição do mandato de Fernando Sequeira, como seguidista da política de Ramos Lopes, mas com resultados desastrosos, porque o articulista salienta e bem que RL conseguiu fazer passara mensagem de dar um passo atrás e preparar o Clube para os anos subsequentes, ao passo que Fernando Sequeira ao etntar copiá-lo sem se reunir de gente capaz, estampou-se.

Estou, também, convicto que o gelatinoso nas suas tradicionais deâmbulações vai justificar o injustificável e a nossa única esprança é Luís Filipe Vieira ver ali um furo para a 2ª Circular e denunciar a coisa e nós arrecardarmos os 3 pontos do jogo do Porto.

Isto este ano, temos de aproveitar todo o pontito para que caiamos na segundona, se é que me percebem.

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