Se dois faziam muito mal, imaginem três



Vamos lá situar bem quem dirige o futebol desta espelunca de país.
Hermínio Loureiro, candidato a deputado pelo PSD por Oliveira de Azeméis, cuja acção se pode ver aqui, e Gilberto Madaíl, ex-deputado pelo PSD do distrito de Aveiro.
Hermínio Loureiro foi, nos consulados de Barroso e de de Santana Lopes, Secretário de Estado da Juventude e dos Desportos e proferiu a seguinte afirmação, mais palavra, menos palavra:
"É tempo de acabar com o processo do apito dourado, por forma a credibilizar o futebol".
Ao tempo, como sabemos, não haviam réus, não haviam despachos de pronúncia e o que ex-secretário de estado queria era, afinal, entrar na LPFP de uma forma pacífica, sem ter moengas com os Loureiros por lá instalados.
Um como presidente da liga à data e outro por descendência na linha sucessória e que bons frutos desportivos deu, ao tempo, para determinado clube.
Queria o então secretário de estado que se desse um tiro e acabasse com o apito dourado, como se nenhuma corrupção tivesse havido.
Como se todos os crimes seriados pela PGR não tivessem acontecido.
Convenhamos que este é o país da treta que nós temos e não é pelo facto de ser do PSD, porque os que ora lá estão, são de treta semelhante, mas mais soft.
Dirão, lá está este a misturar política com desporto...
Pois é, e que querem que eu diga se o processo do apito dourado, o facto de haverem muitos títulos ganhos ou pelo clube A ou pelo clube B, têm justamente a chancela política?Este é desporto que nós temos assente numa base política onde até existe um Laurentino Dias, mandante da justiça de Fafe, lá vai ajudando à festa em prol da mediocridade do desporto na históra da guerra entre associações/FPF com incidência na LPFP.
E se há quem saiba manejar esta treta toda são precisamente os políticos de carreira, a saber: Hermínio, Madaíl e Laurentino, todos homens do Norte.

E quem melhor podiam arranjar para partner? Valentim Loureiro, claro está, o homem que ganha qualquer eleição com um armazém cheio de electrodomésticos e não sei quanto jogos com rédea curta na Comissão de Arbitragem.
Madaíl é para mim o espectador mais bem pago do futebol nacional e vai-se safando fazendo uma entremeada de treta interna com uma passarelle que a selecção lhe estendeu para botar figura.
Esta gente sem tentar lixar alguém não é ninguém e depois têm a suprema lata de em forma tipo Português Suave ir dizendo: ai e tal isso do Leandro Lima é uma chatice porque o jogador é do Porto, mas essa coisa do Meyong é para vergastar o Belenenses para dar o exemplo aos demais, tal como no caso Mapuata.
Caso este, diga-se, para que os mais novos bem o saibam, nasceu de uma falcatrua interna na FPF entre o Hugo Velosa, representante do Marítimo, clube que tem estado nos alinhamentos sistemáticos pelo FC Porto em conjunto, à data, com o Farense por forma a dar viabilidade ao projecto do Norte corporizado pelo líder da AF do Porto, Adriano Pinto, e garantir hegemonia na então FPF, organizadora dos então campeonatos profissionais.
Pois é, somos sempre lixados sempre do mesmo lado e do mesmo modo.
Há que dar o exemplo...e como há muito sócio azul que, por exemplo, dizia que o Cabral Ferreira era lampião, então força neles, isto é, em mim, por exemplo.

Pois é, e eu continuo sem conseguir explicar à minha neta como é tendo ganho, perdi 6 pontos...

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Meyong incontratável, até ver



Está mais que visto que a passagem de Meyong por Espanha tem sido tudo menos pacífica.
Se calhou agora a vez de nos ter saído a fava na vinda do jogador para o Belenenses, parece agora, a fazer fé nas palvras do gelatinoso, inseridas no pasquim online no artigo "Meyong(epílogo)", que o jogador em questão está sob alçada da FIIFA no que aos direitos de representação diz respeito.
Isto é, há uma disputa empresarial da representação do jogador por mais do que um agente FIFA, com eventual fundamento de Meyong ter assinado mais que um contrato para o efeito.
Recorde-se que o agente FIFA que diz representar Meyong, Paulo Teixeira, foi exactamente aquele que denunciou o caso de Meyong não poder ser contratável pelo Belenenses por já ter jogado por 2 clubes e que o agente FIFA que figura na transferência do Levante para nós é um outro empresário cuja nacionalidade agora não me ocorre.
Melhor termos cauetla na contratação de Meyong para a próxima época não se vá dar o caso de estarmos a negociar com quem pode não ter poderes para tal.
Este, sim, foi, a meu ver, o maior erro cometido na vinda do jogador.
E mesmo que não haja a necessiadde de federativamente haver a revalidação da licença, será sempre bom, solicitar não só sobre Meyong, mas sobre todos os novos jogadores que o Belenenses seja informado por escrito da capacidade para poderem jogar na próxima época, sendo que a ausência de resposta, nos termos do Código do Procedimento Administrativo representa um deferimento tácito.
Mas, agora depois do caldo entornado, só dá mesmo para termos sobrecarregadas cautelas.
Por ora, prefiro penasr que o jogador é do Levante e que só depois de concluído o tal inquérito na FIFA nós devemos negociar com quem tem poderes para tal.
Fica, para já, este aviso e desta vez espero que levem a coisa a sério, porque se ficarmos com o Meyong e espero que fiquemos, já que ele tem possibilidades de rescindir o contrato com o Levante por efeitos da descida de divisão deste clube, é bom acautelarmos esta situação, para que não surja dentro de portas outro caso Meyong, porque já chega de sermos falados pelos maus motivos.
É que paracendo que não, os gajos da Madeira, já conseguiram dois apuramentos para a taça das barracas e para a UEFA à nossa pála.
E tudo com letra M, M de Maputa e M de Meyong.
E este aviso é ainda bem mais sério, sendo certo que o Clube está desprovido na sua SAD de um único elemento que seja que perceba de futebol, ou, diiga-se a coisa de outro modo, ao menos não se conhece curriculum vitae dos sádicos de agora na área do futebl.
Assim é mais chique.

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Alternadeiros não obrigado




Caro amigo Luís Oliveira,

Não queria passar a vida a escrever-lhe sobre o FS, aliás porque não tenho nada contra ele e limito-me a aplaudir ou assobiar, consoante o seu desempenho na direcção do clube e/ou SAD, mas “noblesse oblige” e cá vai disto.

Esteve muito bem Fernando Sequeira na resposta à decisão sobre o caso Meyong, decerto tinha dois discursos preparados pelo seu “staff” e só ficou mal aquela de ser apanhado de “surpresa”, de resto cinco estrelas.

Bem também no posicionamento perante o conselho geral e neste pormenor, qualquer pecado é precisamente por não os colocar no sítio, devia chamar o presidente daquela coisa e consultá-lo ou pedir-lhe o conselho que lhe aprouvesse, preferencialmente por escrito, dando o recado que se limitassem ao conselho pedido que é para isso que eles servem, caso contrário, propunha o fim do orgão.

Pulso forte nos conselheiros é coisa que não se vê, apesar de não se notar qualquer promíscuidade. Pois, marca pontos neste capítulo.

Como já lhe tinha dado a opinião, aquela cena canalha com o JJ, não valia coisa nenhuma e tratou-se de manobra dos jornaleiros, pois aqui também esteve bem.

A esta hora o amigo estará a pensar que o resultado do caso Meyong deu-me a volta à cabeça e até já digo bem do FS a torto e a direito, errado.

Fernando Sequeira terá que entender que é um simples chefe dos directores que por questão de semântica entenderam chamar "de presidente" e digo eu da direcção, pois a mais nada preside, atendendo a que o presidente do Belenenses é o presidente da AG, figura mais alta do clube.

Nessa circunstância não deve, sob pena de ser considerado falta de respeito para com o orgão, com ele todos os Belenenses, “chamar o presidente da AG” para lhe falar.

Com as devidas distâncias, seria o mesmo que o 1º Sócrates, chamar o pr Cavaco a São Bento para tratar de assuntos ou por outra perspectiva, o amigo chamar o seu director-geral ao seu gabinete.

Se o pode fazer com o CG, não o deve fazer com o presidente da AG como foi noticiado e tudo indica que assim foi. Não porque acredite nos jornais, quando se trata do Belenenses, mas pela segunda notícia que é publicada no site oficial sobre a distribuição dos pelouros e que anexa a pérola pela mão de um vice (!!!) ”Informa-se ainda que, vai-se realizar no próximo dia 12 de Maio, uma Assembleia-Geral Extraordidinária do Clube de Futebol «Os Belenenses», cuja convocatória e respectiva ordem de trabalhos será publicada no Portal Oficial nos próximos dias.”

Ora, desde quando uma direcção se mete nas convocatórias que competem ao presidente da AG?

Mal, muito mal e uma falta de respeito para com o orgão por ele presidido, logo, todos os sócios.

E mal, como também está mal a infracção estatutária da falta de apresentação de contas em Abril, sem justificação e acto à vista.

Não servirá de desculpa a questão da auditoria, “nem fum-funs, nem gaitinhas”, assim não.

Fala-se num empréstimo, qual empréstimo? Onde estão as soluções e medidas para equilibrar as contas do clube? Afinal quais contas senão as apresentaram? E um orçamentozinho, não dava para propôr?

Será que o homem tem consciência do que é uma AG? Saberá ele que a AG também tem legítimidade para o pôr na rua?

Pois estão reunidas todas as condições e ingredientes para um revés na AG que vai deixar o clube, outra vez à beira de um ataque de nervos.

Chiça, será que não fazem três coisas bem seguidas sem alternar?

Não me vou antes de lhe dizer que o barramento do clube à UEFA é, a meu ver, uma mera manobra de diversão, porque o Belenenses não consta da lista de devedores ao fisco nem à SS (o amigo sabe melhor que eu), logo, não será a saúde financeira da SAD que obstará a tal desiderato e quando o fosse muito mal estariam os estarolas.

Direi antes que a graça, provavelmente tem origem interna, a saber, senão da direcção com intenção de viabilizar uma almofada financeira para " queimar " em fogo de artifício para projectos mais irreais ou da malta dos anciãos desejosos de meter a pata no sistema.

A ver vamos e isso ficará claro na AG.

Um abraço,

Dos Cucos
(tenho que deixar cair o Zé à americana, porque desde o Meyong Zé anda em bolandas, tudo quanto é Zé vai abaixo... até o Zé povinho)

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Os juízes condenatórios do Belenenses



Ora bem, felizmente que há gente que teve o bom senso de guardar em ficheiro a pré-condenação de Madaíl à utilização de Meyong.
Assim, o tal link que aqui falei estar limpo de qualquer conteúdo, tinha exactamente o seguinte texto:

Registo de Meyong

Segunda-Feira, 14 Janeiro 2008

Na sequência das notícias veiculadas pela comunicação social dando conta de hipotética irregularidade no registo desportivo do atleta Albert Meyong Zé, a FPF esclarece que:

1 - O registo desportivo depende de requerimento do clube, devendo o mesmo ser acompanhado dos elementos necessários, os quais se encontram previstos na regulamentação da LPFP e FPF.

2 - No caso referido, o processo de inscrição correu os seus termos normais, respeitando todos requisitos, nomeadamente a documentação exigida, de acordo com o que se encontra regulamentado.

3 - Nos termos do citado Artigo 5º nº 3 do Regulamento da FIFA, referente ao Estatuto e Transferência de Jogadores, os jogadores podem ser inscritos pelo máximo de três clubes por época desportiva, só podendo, porém, participar em jogos oficias por dois clubes.

Para a Federação Portuguesa de Futebol, a situação é, pois, claríssima. O jogador podia ser inscrito, tal como aconteceu, na presente época, cabendo ao clube a decisão de o utilizar oficialmente.

©FPF.PT Todos os direitos reservados.

Face a tamnha desonestidade praticada antes de o Belenenses ser condenado pela CD da Liga e antes da participação da Naval à liga, convém esclarecer que a mola real da condenação partiu de Gilberto Madaíl.
A má fé é evidente e só por isto vale a pena lutar contra esta corja instalada vai para c'anos nas cadeiras do futebol luso.
Não sei até que ponto é que os serviços jurídicos da FPF, vidé Paulo Relógio, tiveram ou não alguma participação nesta coisa, mas não é de excluir que a pré-condenação tenha tido como base uma prévia auscultação de tais serviços por parte de Madaíl.
Espero que a motivação de Fernando Sequeira nesta cruzada seja, no mínimo, semelhante à de Cabral Ferreira quando este último conseguiu enfrentar Valentim Loureiro na sua toca aquando do Caso mateus, sendo certo que nesse dia estava eu em Paris e telefona-me ele todo contente pela forma como conseguiu enfrentar o major dando-me conta quer da forma como foi recebido, quer da sensação estranha de estar diante de alguém que estava mais interessado em ouvir que ser ouvido.

Post Scriptum - quando já tinha concluído este post, dou conta na minha ida à bica, via CM, que afinal há muito mais gente a lixar-nos.
Até temos o Baidek a fazer-nos a folha ao agir directa ou indirectamente sobre jogadores do Penafiel por forma a que estes facilitassem a vitória da Naval na célebre época de 2005/06 quando perdemos em Barcelos, sendo certo que o então nosso treinador ouviu uns rumores, mas o que é certo é que toda a minha gente vai comendo à pála do Belenenses.
Neste mundo cão em que o futebol hoje em dia se movimenta anoto que o Belenenses tem uma enorme fragilidade directiva, dado que até ver, não temos nas nossas fileiras, nos nossos quadros alguém que perceba suficientemente de futebol, do actual futebol, para que possamos estar a salvos de problemas maiores, já que está mais que vista a apetência das LPFP, Arbitragem e FPF em nos lixarem deliberadamente.
E como é nosso apanágio deixarmos ser enrabados e não piarmos.
Desculpem a palavra, mas a verdade é que não tocamos nem com uma palhinha nos gajos todos que nos lixam a vida inteira.
Mais facilmente muito boa gente entra em depressão de manhã à noite numa de de demitir ou fazer demitir quem alguém lhes soprou que não prestava para ser Presidente do Clube e afinal...

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Juíz em causa própria



O CJ da FPF decidiu em cauusa própria.
De facto a desonestidade da FPF é muito mal disfarçada pelas notícias que expurgou do seu site oficial.
Ou seja, o signatário teve o cuidado, e em muitos os posts o faço, para que aqui fique registado as bases do afirmado nesses pots, sendo remissivo para links de noticiário lido sobre as matérias então escritas.
No dia 20 de Março, publiquei aqui um post sobre a decisão do CJ em ouvir todos os clubes da I Liga sob o título: Meyong em audiência prévia dos interessados, que podem ler, bastando clicar no título, no qual inseri um link directo ao site da FPF, no qual constava um esclarecimento da dita sobre o Caso Meyong, esclarecimento esse que entendi à data como uma prévia condenação da Federação, não tendo ainda o assunto chegado ao CJ da dita, ou seja, à data do esclarecimento, 14 de Janeiro, nem sei se a CD da Liga já tinha sido ou não interpelada.
O que eu sei, pelo que todos ouvimos é isto:
1. Hermínio Loureiro, em nome da Liga afirmou qualquer coisa como isto: o futebol português não precisa de mais casos e este vai ser resolvido rapidamente e
2. Madaíl afirmou que a responsabilidade pela utilização do jogador é o Belenenses.
Portando, ao tentar abrir o dito esclarecimento neste link, observo que o mesmo está vazio de qualquer conteúdo, desaparendo o tal esclarecimento/condenação prévia.
Confesso que fiquei sem surpresa atenta a manifesta desonestidade observada.
Ou seja, a FPF fez como a Santa Sé fez em relação ao caso Maddie, expurgando do seu site notícias comprometedoras que indiciam clara pré-intenção de condenar o Belenenses e nada interessada em se fazer justiça.
Ora, é por aqui que também o Belenenses terá de lutar, nomeadamente solicitando para já uma certidão de tal esclarecimento que tinha a data de 14 de Janeiro.
E, meus caros, poupem-me com tribunais desportivos, porque a má fé e o crime de premeditação da má fé não se resolve com juízes em causa própria, mas sim em tribunais civis.
Também o crime indemnizatório por prejuízos financeiros não é sanável no seio desportivo, mas sim nos tribunais civis.
Ou seja, a justiça desportiva aqui é uma treta, porque funciona com base em interesses instalados no futebol, onde o Belenenses é um filho de um deus menor.

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O relatóro e contas de Abril veio do CJ da FPF



Andava e ando eu preocupado pelo não cumprimento da norma estatutária em a Direcção apresentar o relatório e contas até ao dia 30 de Abril (Artigo 71º, alínea b) dos Estatutos) e afinal ele veio pela mão do CJ da FPF, mas isto e outra notícias quejandas nos jornais sobres este tipo de situação são contas para outros rosários.
E, pronto, já estamos aliviados da sobrecarga de 6 pontos, depois da FPF ter sujeito o Belenenses ao controlo de todos os clubes da I Liga, tornando-se, pois, face aos olhos dos juristas do CJ da FPF no único responsável por tantas irresponsabilidades que mantenho estarem bem repartidas.
Se é certo que dentro do Clube havia a ambição de há muito trazer o Meyong de regresso à base, não é menos certo que talvez não o tenhamos feito da melhor forma.
Para ser sério, ao contrário do Caso Mateus, nunca acreditei que o Belenenses saisse vencedor desta luta.
A nível interno, ou seja, dentro das fronteiras da chamada "justiça" desportiva deste país estamos conversados, a qual ontem teve um pré-início com a aplicação de 3 jogos ao Alcântara, quando da outra vez o Nuno Gomes só levou 2.
Estou, no entanto, em crer que se o Belenenses tem ainda em seu poder alguma dose de poder retirar dividendos em seu proveito num recurso a nível do tribunal de Lausana, é de não descurar esta hipótese, tanto mais que pode estar em jogo um apuramento para a UEFA.
Havia quem dissesse que o Belenenses estava em tal penúria financeira que nem dinheiro tinha para apresentar o recurso ao CJ, pelo que se calhar agora o FS que anda numa de poupança, até deve aproveitar a embalagem para não se meter em aventuras uefeiras e poupar alguum guito, já que nem relatório e contas apresenta.
Nunca quis ler, nem li, mas ía ouvindo e lendo as opiniões de quem leu o acórdão da CD da Liga ou de quem percebe de futebol, como sejam os casos de dois ex-directores executivos da liga: Cunha Leal e Guilherme Aguiar, este último, recorde-se, no caso Mateus não nos acompanhaou, mas agora era-nos favorável.
E ao que parece tal acórdão está baseado numa pré-decisão procurando, depois, a Liga arranjar os argumentos para dar sustentabilidade a tal decisão.
É como se eu apresentasse o resultado de 4 em base 10, apresentando de seguida a justificação de tal resultado, leia-se condenação, em 2+2 ou 1+1+1+1+1.
É como se enuncaisse um teorema e o seu resultado e não apresente a sua demonstração.
Desconheço, ainda, o acórdão do CJ da FPF e talvez nem venha a ler tal "prosa" remetendo-a para utilização alternativa à falta de papel higiénico num WC público, mas conheço a opinião prévia de Madaíl, a qual era para nos dar pela medida grande, tal e qual a opinião do Loureiro III, numa concertação alaranjada como era timbre deles quando conversavam em S. Bento em cadeiras próximas.
Ora, se assim é, que se salve o Belenenses e recorramos internacionalmente e caso o Madaíl tenha algum desgosto, como esteve quase a ter no Caso Mateus, caso na altura lá levássemos o recurso e a Selecção ser repatriada do Mundial então em início, pois, então, força, já que estamos em vésperas de Europeu.
É que há um outro que percebe de futebol e para pena nossa não é nosso dircetor desportivo, que é o Jorge Batista que alinha pela nossa tese. Não há, pois, que olhar para trás e recorrer à FIFA, via TAS.
O Bosman recorreu e ganhou e nós podemos aproveitar a embalagem para denunciar os podres do Futebol Luso, para não ser só o Luís Filipe Vieira a fazer o nosso trabalho no penlaty do fcp ou do Lucílio.
Chateia-me que gozem com o Belenenses.
Chateia-me que o Belenenses seja o único Clube nacional fonte destas decisões.
Desde a coisa do Mapuata tem sido um ver se te avias.
Há alguém que acredita que se isto fosse aplicado aos tais 3 estarolas e adianto mais: ao Braga, Boavista e Marítimo, seriam tais decisões possíveis?
Para finalizar, porque chateado estou eu de aqui estar a escrever sobre isto, mas sempre é uma forma de não chatear a Família, descarregando nas teclas a raiva que em mim reside por sermos tão maltratados e gozados pelos ógãos que ajudámos a eleger, direi, então, para acabar que nunca esperei uma decisão favorável agora, já que o CJ da da FPF não é composto por juízes, mas sim por interesses instalados no futebol português.

Ou seja, se anteriormente eu tinha uma pré-decisão baseada na cunha jurídica e na divisão da CD da Liga num acórdão igualmente côxo, agora tenho apenas 2 acórdãos elaborados por advogados de trazer por casa e que nestas coisa defenderam as suas damas.

Nós nuna seremos uma das suas damas.
Aguardo, agora, com alguma expetactiva pela reacção dos nossos dirigentes e poder calibrá-la em função da reacção que antes sabíamos ter havido no Caso Mateus.
É que para azr nosso, quem muito lutou a todos os níveis no Mateus não pode cá estar para nos ajudar e de certeza que neste compasso de espera teria feito muitas diligências de bastidores.
Agora, vejamos também a reacção do conselho de anciãos o qual da outra vez apenas deu os parabéns ao Nélson Soares e deixou no tinteiro o Cabral Ferreira e os outros administradores da SAD.
Aos consócios que ainda têm a santa paciência de ver jogos que nada valem, de vitoriarem campeonatos viciados, deixem que vos diga: continuem, como até aqui, a receber os árbitros aos abraços e beijinhos na nossa casa, da qual eles fazem gato sapato.
À direcção que continue a ofercer em tempo de crise os nossos belos e saborosos pastéis a quem não presta e nos faz o serviço em cima, nomedamente o ex-secretário de estado do desporto e agora presidente da liga.

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Bastava ter-se consultado o site do Levante



Este erro primário da SAD na contratação de Meyong é aterrador.
Estou certo que não se quis cometer tal desiderato, mas foi induzido em erro quer pela vontade de trazer o jogador, quer pela vontade do jogador regressar a uma casa onde sempre disse sentir-se bem e, finalmente, porque foi dinamitado o dique da vontade do presidente do Levante em autorizar tal regresso.
De facto, sabendo-se que o jogador é do Levante, bastaria ter-se consultado o histórico dos jogos do clube espanhol na corrente temporada no respectivo site, onde constam as respectivas fichas de jogos e os jogadores utilizados.
E o problema está na utilização de Meyong no jogo com o Maiorca, cuja ficha aqui se reproduz do respectivo site.
Pergunto:
1. o jogador não sabia que tinha jogado pelo Levante e pelo Albacete?
2. o empresário que emprestou a assinatura na transferência já se viu que é um comlombiano e não o Paulo Teixeira, não terá aqui havido xico-espertice para se pagar menos de comissão?
3. o presidente do Levante não sabia de nada?
4. o presidente do Albacete também não?
5. a RFEF não documentou o historico do jogador no passaporte?
6. a FPF aceita a inscrição, os € 6.000 e não é paga para avisar de que o jogador, face aos documentos que apresenta, não pode jogar?
E já agora, desculpem o mau jeito, porque muitos associados nossos ligados em permanência à internet e que já vi terem apanhado um susto com o Marco Ferreira, também podem começar a fiscalizar a priori estas coisas já, como vimos pelas declarações do Janela, a estrutura do Belenenses é muito frágil, afirmação que nem nós podemos contestar.

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Deus o oiça:Decisão da Liga sem fundamentação jurídica válida - Carlos Janela



O ex-director desportivo do Belenenses, Carlos Janela, espera que o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol tenha «a coragem de não repetir o erro cometido pela Comissão Disciplinar da Liga», que decidiu retirar seis pontos ao clube do Restelo no âmbito do «caso Meyong».

O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol vai reunir esta tarde para decidir sobre o recurso apresentado pelo Belenenses à decisão da Comissão de Disciplina (CD) da Liga de retirar de seis pontos ao clube devido à utilização indevida do avançado camaronês na partida frente à Naval.

Caso o CJ aprove a sanção, o Belenenses pode perder os lugares que dão acesso competições europeias, cenário que Carlos Janela não quer considerar: «Quem conhece os regulamentos, não pode pensar nesse cenário. A surpresa será uma decisão que condene o Belenenses. Se consultarem os maiores juristas do país e as pessoas que mais conhecem o direito desportivo em Portugal, irão dizer que a razão assiste ao Belenenses.»

Em declarações à TSF, Carlos Janela revelou que «qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento dos regulamentos e do Direito em geral tem que estar optimista em relação ao recurso apresentado pelo Belenenses no CJ.» «Vários especialista em Direito desportivo portugueses consideram a decisão da CD da Liga um perfeito absurdo, sem qualquer fundamentação jurídica válida e, como tal, julgo que um órgão de recurso como o CJ vai ter a coragem de não repetir o erro cometido pela CD e tomar uma decisão sustentada nos mais elementares princípios do Direito em geral e da regulamentação desportiva em particular», analisou o antigo dirigente do emblema da Cruz de Cristo.

Para resolver a demora na resolução destes casos, Carlos Janela defende a criação de um Tribunal desportivo: «A morosidade da justiça desportiva só será combatida quando houver um tribunal desportivo. Enquanto isso não acontecer, iremos estar sempre sujeitos que, quer os membros da CD da Liga, quer os membros do CJ da Federação, por não serem profissionais a tempo inteiro desses órgãos, as decisões demorem mais tempo. Independentemente do tempo de decisão, espero que seja bem tomada e fundamentada.»

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E os outros culpados?



O Belenenses foi penalizado com derrota no jogo com a Naval e a perda de mais 3 pontos, por utilização irregular do camaronês Meyong. Feitas as contas, são-lhe subtraídos 6 pontos.

O Belenenses terá alegadamente infringido os regulamentos e, demonstrando comportamento negligente, embora não agindo de má-fé, segundo o entendimento da Comissão Disciplinar da Liga, pagou por isso.

Os azuis são os principais – e únicos, conclui-se agora, depois de conhecida a decisão da Liga -- responsáveis por terem utilizado um jogador que não se encontrava em condições para tal, visto já ter alinhado por dois clubes num país que se regula pelo mesmo calendário.

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É verdade que o Belenenses devia ter tido a preocupação de saber o histórico do jogador, contratado como o grande reforço de Inverno, o avançado que Jorge Jesus reclamava. Mas será o único culpado de toda a situação? E a Federação e a Liga? Lavam as suas mãos? Não deveriam estas duas entidades ter tido o cuidado de avisar um seu associado?

Ou será que Federação e Liga só servem para receber o dinheiro que os clubes pagam para inscrever os jogadores?

Será legítimo que seja o Belenenses a levar com culpas que são repartidas?

Vai-se tentar esconder a irresponsabilidade colocada institucionalmente não só em Portugal, como em Espanha?

Vai-se penalizar um clube, o qual, olhando para o passaporte do jogador, vê que o pode utilizar e depois, alguém vem dizer que não pode?

Licencia-se uum jogador com base em tal documentação que não ofereceu dúvidas a ninguém e depois, pergunta-se se a documentação está correctamente preenchida? E vai-se ás pressas, por efeitos do alerta público do gelatinoso solicitar um documento complementar à RFEF para provar que o Belenenses tem de pagar pelo feito? Não é isto um caso claro de MÁ FÉ?

Não terá a FPF a missão de fiscalizar quem licencia para jogar?
Se o fez em relação a outros casos, porque não o fez em relação ao Belenenses?

Quer dizer, o Belenenses recebe uma licença para o jogador jogar, já que a FPF não pode emitir outro tipo de licença numa transferência internacional, muito menos para treinar, porquanto está legalmente a tal vedada essa hipótese.
Recebe o mapa dos jogadores da LPFP que pode utilizar no jogo com a Naval, onde consta o nome do Meyong.
Pagamos a licença para jogar.
Pagamos a transferência e os ordenados.
E, ainda assim, somos punidos?

Neste tenebroso processo, o qual é ainda mais por efeitos do facto de Meyong ter jogado por 3 clubes ser contradito pelos documentos oficiais (licença da FPF, autorização da LPFP e passapaorte do jogador onde só consta o Albacete) e também pela prática de clubes de outros calendários ou outros campeonatos, mas sob a alaçada da mesma Instituição - a FIFA, não se entende que seja só o Belenenses a ter de arcar com culpas claramente repartidas.

E se não se conseguir de BOA FÉ demonstrar que o único culpado e até o mais prejudicado nesta hsitória toda até o Belenenses, num plano, e o jogador, noutro plano, quem tem de arcar com as responsabilidades?

Cunha Leal e Guilherme Aguiar são claramente pela posição do Belenenses, sendo certo que a licença não foi revogada.

Aguardemos pelo que o site da FPF vai debitar mais logo, sendo certo que é inaudito tentar-se fazer justiça com a oposição de todos os clubes da I Liga contra o Belenenses num processo que só devia envolvar o Belenense e o CJ da FPF e, quanto muito, a Naval.

Penso, salvo melhor opinião, que este caso merece ir a parecer e conclusão final por parte da FIFA, tanto mais que o passaporte é da FIFA, caso o CJ da FPF se pronuncie pela voz do Madaíl, que é contra a nossa posição.

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Os nossos talismãs: Meirim e "gelatinoso"



O ilustre causídico José Manuel Meirim, que no tempo do Fiúza/Mateus veio a terreiro, por solicitação do pasquim-mor cá do burgo, defender a tese gilista de forma leviana, sem conhecer os aspectos processuais do caso, decretou a não razão do Belenenses face ao seu protesto pelo recurso dos gilistas aos tribunais civis.
Meirim é reconhecido pelos jornalistas desportivos como uma sumidade no Direito do Desporto.
Confesso que quando estudei e até tive a probabilidade de aceder ao curso de direito por equivalência das cadeiras dadas em economia alusivas ao direito e fazia aquilo em 2/3 anos, mas deixei-me disso, porque farto de livros andava eu, mas dizia que não me lembro de ter visto no curriculum do curso de direito então ministrado alguma cadeira de Direito do Desporto.
Modas de de gente fina e dos tempos que correm, certamente.
O mesmo causídico devia até convencer o Nélson Soares da irrazoabilidade da acção do Belenenses e desistirmos da instância, já que o decreto está passado e até, talvez, abolisse o princípio do contraditório em tudo que vista de azul.
Não o tendo feito, ganhamos aquilo sem espinhas.
Desta feita, também os ilustres jornalistas foram ter com o ilustre Meirim solicitando parecer sobre os casos Meyong e Leandro Lima.
Sobre o Meyong foi chapa 3, isto é, o Belenenses tem de comer pela medida grande, ou seja, ás tantas até ajudou em dicas para o acórdão da CD da Liga.
Mas quanto ao Leandro Lima refugia-se no facto de ser indiferente para a competição o jogador ter mais ou menos anos que o BI.
Ou seja, para finalizar a sua brilhante tese, as falsas declarações sõa boas práticas desde que se saiba dar uns chutos na bola e que se seja do fcp.
Só de pensar que também este artista é sócio do Belenenenses e que à semelhança com outro pretenso candidato podia também concorrer ao acto eleitoral, até arrepia.
Não sei que é que o Conselho Fiscal e Disciplibnar anda a fazer em matéria de agressão a sócios e ao Clube por parte de alguns sócios, já que temos aqui um claramente para expulsar.
Também o gelatinoso ao serviço da SIC em tempo extra denota uma inegável simpatia pelas nosas cores ao ponto de o fazer horas extra em advertir os adversários do nosso clube, no caso deste prevaricar.
Foi assim com o Mateus, em que os prevaricadores, para a santa cacarocalada dele, éramos nós, e é agora da mesma forma, em que se algo aparecer com a marca de Belenenses é para castigar, mas se algo tiver azul ás riscas é de difícil entendimento para o sujeito.
Depois admirem-se de cenas em parques de estacionamento, quando é certo que as opiniões feitas publicamente não obedecem claramente a um critério uniforme, antes ao sabor da circunstância ou de quem pode aleijar mais e melhor.
Por tudo isto, acho que vamos ganhar o caso, porque os nossos talismãs do Mateus mantêm-se intactos e com a mesma inabalável canalhice de nos lixarem.
Deus os abençoe.

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Sob o signo dos 6 pontos



Até final do campeonato, a equipa do Belenenses jogará sob o signo ou o espartilho dos seis pontos que podem ou não serem-nos retirados da tabela classificativa.
Em condições normais, o Belenenses no dia de hoje, poderia fazer um jogo assim-assim, tendo em conta o final de estação, se mais nada estivesse em jogo.
Todavia, há no balneário uma clara aposta dos treinadores e jogadores em lutarem contra a adversidade dos dirigentes do futebol indígina, os quais relativamente ao Belenenses, tal e qual as arbitragens, têm a mão mais pesada que é conhecida à face da Terra, sem que nós façamos seja a ponta de corno que fosse para inverter este status quo em que toda a minha gente vai ao Restelo gozar connosco.
Trata-se de uma postura altamente responsável de quem quer ser alguém neste mundo cão do futebol luso, infestado que está de aves de rapina, impregnado de fenómenos de corrupção de fazer inveja aos padrinhos da Máfia ou da Camorra, como dizia o Juiz-Desembargador Pedro Mourão.
Fizesse-se um mil avos do que nos têm vindo a fazer vai para anos, e aqui recordo, por exemplo, uma série de 8 jogos num dos campeonatos dum dos mandatos de Sequeira Nunes, em que este foi à RTP dialogar com o fulano dos árbitros, saíndo de lá estorricado, por falta de argumentos face aos argumentos que tinha na mão e que eram os relatórios dos árbitros que nos era favorável à nossa tese, mas na ocasião muito mal explorados, mas dizia faça-se um mil avos a um dos 3 dos costume e logo vêem o Carmo e a Trindade a cair.
Connsosco é tudo a brincar e cascar.
Mas o facto de Jorhge Jesus e os jogadores continuarema afirmar que pugnarão por um finla de campeonato a ganhar o que houver para ganhar, certamente, por muito que a alguns custe, não é alheio a eventual homenagem que técnicos e jogadores quererão fazer no post-mortem a Cabral Ferreira, tendo, ainda, em conta o pedido específico da viúva no cemitério: ganhem!
Dantes ligava ao nome do fulano que nos ía apitar o jogo seguinte. Agora, já nem isso me preocupa, porque tudo afina pelo mesmo diapasão, além de que essa porcaria de arbitragem cheira mais mal que um esgoto a céu aberto.
Também estou mais que habituado em dias de jogos em que podemos dar o salto e por norma, não damos, coisa que muito apreciamos no continuado hara-kiri à Belém.
Pois é, mais logo podemos ficar em 5º lugar isolados, caso ganhemos.
E da maneira que as coisa estão ali para os lados de toda a 2ª Circular, até podíamos ir mais longe, caso nos deixassem, mas isso era a desgraça das vendas dos jornais, pelo que nem sequer vale a pena falar nisso, quando não ainda assam os treinadores deles, os quais apenas desejo que Deus os preservem nos seus lugares.
Temos jogadores e equipa para isso.
Para ocupar pelo menos o 4º lugar e, este ano, em condições normais atés disputaráimos o 2º lugar a par e passo com o Vitória de Guimarães, cujos adeptos já vi que muito nos gostavam de ter por companhia na Champions.
Até temos equipa para mais e que diabo, porque razão desperdiçámos aqueles 8 pontos com o Amadora, Nacional, Académica e Leixões?
Não fosse isso, até podiam levar os 6 pontos.
Dava para tudo, se calhar até escolher a época em que nos tirarima os 6 pontos como à fcp.
Marialva ao menos por uma vez.

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Viciamento do futebol



O viciamento dos campeonatos de futebol não é fenómeno novo em Portugal.
Sempre existiu, mudaram foi os protagonistas.
Se dantes, ao que parece haviam os calabotes que davam títulos aos lampiões, hoje os títulos azuis-e-brancos comprams-ese com extrema naturalidade e normalidade e até se diz que eles são bem melhores que todos os outros, já que trodos os outros se demitiram da responsabilidade de ganhar, face ao roubo ás deescaradas que existe no futebol com protagonistas situados essencialmente no Porto com bastas ramificações no campo político-partdário.
Não irei mais longe que alguns poucos jogos deste campeonato e apenas com 2 equipas.
Uma em que esse clube jogou por duas vezes com o Belenenses com o qual fez mais 3 pontos do que devia.
No Porto empatou com um golo fora-de-jogo do Postiga e no Restelo venceu-nos num penalty inesxitente.
Em contrapartida, nós fomos espoliados nesses dois jogos em 3 pontos.
Noutro jogo que tive oportunidade de ver com o Vitória de Setúbal, os dois golos dos andrades foram ilegais ou irregulares, como quiserem, ou sejam, mais 3 pontos que o que devia ter levado de Setúbal.

Em suma, 3 jogos e mais 6 pontos do que deviam ter na tabela classificativa e se aeles subtrairmos os tais 6 da penalização, só aqui são menos 12pontos, para não falar já dos menos 24 pontos pela utilização do Leandro Lima, o que dá a bonita conta de menos 36 pontos, enquanto nós devíamos ter a esta hora 42 pontos.
Assim émuito fácil ser campeão e é até muito fácil dar-se ao luxo de escolher a época em que quer ser penalizado em 6 pontos.
As pessoas, estou certo, não deram conta do tremendo regabofe que paira na Liga, já que no dia de todas as confusões no Boavista, foi, também, o dia onde houve uma AG da Liga, na qual Luís Filipe Vieira, uma vez mais ele e só ele, a ser portador de documentos de corrupção e viciamento de campeonatos, indicando os clubes beneficiados e os clubes prejudicados, ao que foi de imediato marcada uma AG Extraordinária da LIga, já que o presidente da mesa pôs-se a milhas para não assistir à marcação do início do seu fim desportivo.

Lembremo-nos que foi Luís Filipe Vieira que deu o ponatpé de saída, a nível da Liga, no programa da Fátima Campos Pereira sobre o Caso Mateus, tendo aí avisado por telefone o Major lá presente de que o apito ia apitar.
Enquanto isto, nós no Belenenses já nos devíamos ter constituídos como assistentes no processo judicial em curso em Gondomar e nos processos em curso na CD da Liga, por forma a colher dividendos e obrigar a demissões ou afastamentos compulsivos na LIga.
O Futebol está podre até dizer chega e já lá não vai com mézinhas, tendo-me chegado hoje ao ouvido que um alto responsável federativo ficou a saber anteontem que exsitem 2 a 3 membros do CJ da FPF que que censuaram a acatuação federativa no caso Meyong, situação que lhe parece ter desgostado tremendamente, muito embora tenha feito passar a mensagem de que estando o futebol como está, aceita a decisão que vier ser tomada.

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A 1 mês do fim do campeonato cresce o nervosismo



A resolução a nível interno do chamado Caso Meyong está prestes, a meu ver, a ter o seu desfecho a nível dos órgãos de justiça desportiva interna.
E digo isto porque não é crível que as instâncias do futebol indígena não façam a protecção dos seus filhos em desfavor dos seus enteados.
Ou seja, na semana do jogo com os lampiões teremos, preferencialmente a horas do dito, a decisão do conselho de justiça dos comandados pelo Madaíl, o individuo melhor pago para ver jogos de futebol.
Nesta altura, temos os lampiões a 6 pontos e se as coisas correrem bem no jogo com o Vitória de Setúbal, cujo handicap é jogarmos em casa, então os lampiões após o jogo da Luz poderão ficara meros 3 pontos, se as coisas se mantiverem.
Isto, porque acredito que o Belenenses, na pior das hipóteses, não perderá na Luz, coisa que o CJ não pode decidir, quando não já estava o assunto por aí também arrumado.
Mas, pensemos da razão, ou falta dela, pela qual se tenta pressionar o CJ na tomada de uma decisão, quando é certo que este campeonato é atípico com muitas coisas por resolver.


E assim de repente lembro-me destas:
1. Irregularidade da utilização de Leandro Lima pelo FC Porto;
2. Retirada este ano ou não, de 6 pontos ao FC Porto;
3. Descida de divisão do Boavista;
4. Utilização irregular do jogador Mateus pelo Boavista no jogo em Paços de Ferreira, coisa que os pacenses muito lhe interessará, bem como ao Leixões e à Naval.
Portanto, há aqui muita coisa por decidir fora das quatro linhas, sendo certo que se concede aos andrades a escolha entre perder 6 pontos este ano ou no próximo, coisa que a nós não nos foi facultada.
Por sua vez, o presidente da SAD do Braga faz aumentar o tom nervoso da sua manifesta inpacidade de liderar homens, apesar do imenso dinheiro que lhe foi colocado à disposição, ao fazer ouvir a sua voz, podendo ter deixado este tipo de trabalho sujo para os célebres Cónego Melo ou Mesquita Machado, pela primeira vez num dos nossos concorrentes directos à Taça UEFA, tirando o cowboy da Figueira, a sua voz a clamar pela retirada imediata dos 6 pontos ao Belenenses, única forma que ele encontra para nos ultrapassar.
Cá se fazem, cá se pagam, e o Belenenses não se costuma dar mal com estas atitudes do pessoal do Minho.
Ao cabo e ao resto, existem aqueles que estão no Desporto pelo Desporto e aqueles que tendencialmente estão no Desporto para carpir frustrações de gente que vão mentalmente ostracizando e manipulando uma população inquieta com os êxitos da vizinhança, leia-se Guimarães, com uma espécie de equipa de futebol e, disfarçadamente, vão ocultando os reais caciques e serem eles os testas de ferro dos reais mandantes dos seus clubes.
O caso do Braga é a evidência do que atrás se escreve, até que um dia deixe de haver o proteccionismo de tais caciques.

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Reflexão sobre este 6º lugar consolidado



O Belenenses venceu ontem o Estrela da Amadora sendo, assim, uma das equipas com melhor desempenho fora de casa em relação à quase totalidade dos seus competidores.
Alguns adeptos do Belenenenses sentiram-se desconfortáveis pelas declarações de Jorge Jesus a na abordagem a esse jogo, as quais, a meu ver, como é timbre dele, colocam sempre nas costas do adversário uma fasquia intransponível.
Não foram dessas declarações que não gostei, mas de algumas passagens da entrevista concedida ao pasquim online e que aqui dei conta no dia de 6ª Feira, ficando-se a saber com detalhe que não vale a pena estarmos a condenar "só" os jogadores em quererm dar o salto, já que tal é aplicável a qualquer agente desportivo.
Mas a vitória de ontem ao dar-nos a continuidade do 6º lugar, com vista para o 5º lugar, não deixa de continuadamente de nos manter em sobressalto.
Por duas razões diferentes:
1. uma endógena, e que tem a ver com a equipa com que o treinador pode contar para o ano, e aqui cabe perguntar se valerá a pena ir à UEFA apenas por turismo, sem hipóteses competitivas logo que os cortes orçamentias se façam sentir e
2. outra exógena, e que tem a ver com o espectro de podermos perder os tais 6 pontos do Caso Meyong.
E por me ter lembrado disso, não há vitória nossa que não associe ao timing que a equipa federetiva terá escolhido para ditar a sua sentença.
Com que pontos nos vão penalizar, se é que nos vão penalizar?
Isto é, será antes ou depois do jogo com o Vitória de Setúbal?
De cada vez que me lembro dos pontos perdidos nos jogos em casa nos tais 4 empates escandalosos contra Amadora, Académica, Nacional e Leixões, para além dos gamanços arbitrais contra os andrades e maritimistas, já tínhamos pontos mais que sificientes para estarmos a lutar por um lugar na Champions juntamente com o Vitória de Guimarães, isto porque o nosso futebol é superior ao da 2ª Circular.
E esses pontos deitados fora, ao todo, cerca de 12, já dava para alimentar o ego dos Hermínios e dos Madaíls todos juntos.

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Meyong: jornal faz copy e paste do CAS



Se compararmos o que aqui foi escrito sobre o Caso Meyong em:

É como um depósito vazio, pelo Zé dos Cucos, em 5 de Março pp e
Caso Meyong em audiência de interessados, pelo signatário em 20 de Março pp
Facilmente concluímos que Rui Cartaxana se anda a inspiar na nossa blogosfera.

Resta agora saber se o CJ da FPF tem os tomates para decidir aquilo que o Madaíl interiormente já decidiu, isto é, penalizar-nos.

Imaginemos, no entanto, que Rui Cartaxana não nos copiou, mas somente emitiu a sua oponião que até coincide com a nossa emitida em datas antreriores, o que só vem reforçar a força da nossa razão perante a legalidade da utilização do jogador, o qual mantendo-se licenciado para jogar, desculpem que vos diga, mas eu se estivesse na SAD mantinha-o a jogar e, nessa altura, queria ver o pé de vento que muito nas calmas armaria e as denuncias públicas dos Leandos Limas e Mateus e outros que para aí hajam.

Se o jogador foi adquirido e licenciado com base num passaporte legal pelo qual é transmitido a toda a gente que ele só actuou por um clube, por carga de água é que temos de ser penalizados?
Nós? Porque não quem recebeu os € 6.000 para licenciar o jogador?

E já agora, se a Liga tem de apresentar a todos os clubes participantes em cada jornada do campeonato o mapa de jogadores licenciados para essa jornada, no qual consta o Meyong, porque razão é que temos de ser castigados pela entidade que o autoriza a jogar nesse jogo?

Cartaxana coloca aqui a dúvida que consiste em saber do momento em que as entidades tiveram conhecimento da existência de 2 clubes porlo qual o Meyong jogou. Se antes, se depois do jogo.
E aqui é óbvio é que se foi depois, não há lugar a penalização.

E macacos me mordam se não abanava ou fazia cair internacionalmente esta treta da FPF e da LPFP.
E se aquela malta mantiver o castigo, então, meus caros, é de ir a todas as instâncias internacionais denunciar esta corja de malfeitores e se a Selecção for por arrastamento penalizada, I'm so sorry, mas não se metam mais connsosco.

Era trigo limpo farinha Amparo.

Muito menos que licenciem um jogador que eles dizem estar ilegalmente a jogar, mas que legalizaram para jogar.

Já agora, um recado ao Rui Cartaxana: porque será que ele mantém o aquele jornaleiro que sabia que o Meyong tinha jogado por dois clubes e porque razão não denununcia o jornal todas as barbaridades lá escritas por esse jornaleiro?

Porque razão esse jornal alberga tanta gente que em espécie de opinion-makers é tudo a arrear no Belenenses?

Que mal fez o Belenenses a essse pasquim?

Falo, claro está, em Luís Avelãs e Sandra Lucas Simões, sim, porque o Hélio Nascimento desistiu de falar em nós.

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Avia-se no ginásio



Pois é, anda a semear ventos colhe tempestades por tudo quanto é sítio, à excepção do caso Leandro Lima, o qual, para ele é trigo limpo, não vá acontecer outro caso tipo Ricardo Bexiga, meu ex-vogal do ex-INH, ali para os lados da Columbano e Praça de Espanha, o qual teve de se pisgar de Gondomar para Lisboa, o nosso bem amado amigo em tempo extra lá vai para o ginásio acautelar-se de males maiores.
A gaita é se o Caso Meyong lhe sai o tiro pela culatra.

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Boa Páscoa para o Meyong




Caro amigo Luís Oliveira,

A maioria das pessoas admite ter medos, receios e aversões, por outras palavras, terrores, temores e alergias.

Não lhe escondo que o meu maior terror são os dentistas e as dores de dentes.

Por meu azar, o estado febril e congestionado que julgava uma gripe, resumiu-se a um ovo de páscoa na bochecha direita quando acordei e a dentadura a ecoar no cérebro ao mínimo movimento com uma dor acutilante.

Lá fui eu ao mal menor, tentando enganar tudo e todos, qual corajoso que enfrenta o dragão de S. Jorge.

Pasquim debaixo do braço e preparado o que desse e viesse, inclusivé, espera a perder de vista.

Na sala de espera 4 cadeirões, aquela mesa baixa das Holas e 3 quadros de má qualidade, o nosso “déjá vue”.

No pasquim procuro a página do Belenenses, depois a dos resultados, segue-se a contra-capa e jornal para a mesa das Holas. No cadeirão ao lado, um septuagenário mete conversa comigo.

-Como é que está o nosso problema?

Olho para ele e reflito interiormente se estava a questionar o mal que padeço ou a questionar o meu raciocínio silencioso do caso Meyong. Pois, o nosso personagem percebeu que eu só lera os assuntos do Belenenses e sentiu-se em casa.

É evidente que todas as entidades negligenciaram o assunto e lavaram as mãos como Pilatos (fica bem a analogia em tempos pascais).

O Belenenses pela mão do meu ídolo, Nelson Soares, não assistiu à jogada e “cortou a vaza”, o CJ ficou com o menino nos braços e para não ficar mal perante o PC, mandou distribuir a papelada toda, por todos os clubes, como quem pede ajuda para o caldinho feito a 4 mãos.

O resultado esperado, não é mais que Meyong não jogue contra o Porto, tanto mais que o JJ já percebeu o Jesualdo e lhe tirou dois pontos nas Antas.

É certo que PC quer ter o controlo da situação e preferencialmente fazer a festa com o “Orelhas” a servir de bombo, logo, até nem se importava muito com um empate no Restelo, mas para isso era preciso que os “Lamps” colaborassem e perseguissem uma senda de vitória até lá.

Por outro lado a derrota dos lampiões e a vitória do Porto coloca a festa nos Mouros e isso não tem muita piada, se bem que seja tranquilizador.

O resultado desta confusão é o provável arquivamento, salvo manobras evasivas que remetam a contenda para o plano Constitucional ou Internacional, mas será sempre muito duvidoso que o Belenenses sofra a decisão da CD.

Enfim, reflexões feitas e o meu interlocutor, lá foi dizendo que é sócio com cativo sem ligar muito ao futebol, nunca votou e ia aos jogos com o padrinho de casamento que o inscreveu, mais por companhia e diversão de domingo à tarde.

Na conversa de hora e meia, creio que fiz um amigo com quem tive o prazer de conversar e esquecer do local tenebroso onde estava, mas fiquei com mais dúvidas que certezas.

Não percebo porque é alguém que é sócio e pede para deixar de ser, lhe apresentam a conta e se sinta intimidado a continuar por “ficar a dever” quando pediu para sair, tal como não entendo que continuem a apresentar a conta de cativo a quem não vai aos jogos à mais de 10 anos.

É claro que o idoso, perante as questões me disse que acabou sempre por fazer amizade com os cobradores e até lhe levam umas notícias do clube e vale os dois dedos de conversa.

Pergunto-me da legítimidade do aproveitamento da solidão, para cobrar quotas anual ou semestralmente a troco de 15 minutos de conversa.

Fiquei a pensar e muito seriamente.

Outro assunto que me veiculou e tem servido de argumento à sua condição é que o Belenenses não tem 5000 sócios pagantes, mas sobre isto vou tirar a limpo.

Bem, esta Páscoa é anti-biótico e nada de amêndoas para o meu lado.

Para si e toda a família, com especial destaque às novas membras, uma Santa Páscoa.
Para o Meyong em particular pela dedicação e saber estar connosco, uma feliz Páscoa e que tudo se resolva em breve.

Para os Belenenses de boa vontade que possam vir a ler estas linhas, para além da Santa Páscoa, votos de uma direcção firme, séria e competente que leve a nau a bom porto.

Um abraço,

Zé dos Cucos

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Caso Meyong em audiência de interessados



A decisão do CJ da FPF em "obrigar" o Belenenses a servir de carteiro e seu encarregado junto dos restantes clubes da Liga na questão do recurso suscitado à volta da utilização do jogador Meyong e por efeitos de uma sanção da CD da LPFF em penalizar o Clube em 6 pontos e uma multa pecuniária enquadra-se na perfeição sobre duas coisas que antes aqui escrevi:
1. uma a de pensar que tal órgão podia devolver a decisão da CD da Liga por forma melhor ser reapreciada e
2. outra a que se refere o facto de tal CD da Liga se ter tornado vulnerável no processo em face das explicações públicas que se sentiu forçada a dar, não tendo convencido quem quer que fosse.
Também o Zé dos Cucos está convicto da razão que nos assiste.
Ou seja, agora entende o CJ que talvez mais que a questão de natureza jurídica importa salvaguardar a questão de natureza desportiva.
Surge, assim o CJ a proceder conforme o Código do Procedimento Administrativo determina no seu Artigo 59º, sendo certo que o que o Belenenses está fazer encontra-se contido no Artigo 68º do referido Código, ou seja, o envio do texto integral do acto administrativo.
E aqui entra em confronto uma espada de dois gumes.
Se o Belenenses não for penalizado, é notório que os clubes da metade de cima da tabela poderão ter intersse em qusetionar a legalidade da utilização do Meyong.
Os clubes da metade de baixo e, principalmente, o Paçoes de Ferreira, o Leixões, o Amadora e por aí fora não terão intersse que a tese vingue.
Além do mais, no que ao Paços de Ferreira se refere, a questão do Meyong estende-se também à questão do mesmo Mateus de há dois anos e ao que parece mal utilizado pelos remendados no jogo na Mata Real, por inobservãncia do prazo de Utilização/Inscrição.
Ou seja, a Liga pode ficar à beira de um colapso no meio de 3 fogos por sanar:
Meyong
Mateus e
Leandro Lima
Todos eles passíveis de serem penalizados por igual situação que configura um final infeliz para este campeonato, conhecidas que são as críticas de vários clubes aos erros grosseiros dos árbitros.
Se assim for, pergunta-se porque mantém a FPF um esclarecimento no seu site oficial sobre o registo de Meyong, esclarecimento este datado de 14 de Janeiro pp e inserido no ietem "Disciplina"? A não ser que a decisão seja aquela, mas lá ainda não diz ques estamos penalizados.
Estamos, pois, a falar da questão de alguém poder descer ou não descer de divisão na secretaria.
E a Naval está no mesmo barco.
Suponho que o Paços de Ferreira vai assinar a nossa tese.
E suponho que Carlos Oliveira cometerá idêntico procedimento do lado leixonense.
A ver vamos o procedimento do Estrela da Amadora, o qual até é nosso vizinho...
Os clubes da metade de cima, penso eu que não quererão enveredar por esse caminho.
E até estou em crer que poderão surir algumas surpresas de um ou outro clube por forma a deitar abaixo aquela norma considerada aberrante por Guilherme de Aguiar e Cunha Leal.
É apenas um palpite não extensível ao Marítimo.
Em face do que antecede, o Belenenses deve, a meu ver, desbobinar esta situação de ser carteiro do CJ da FPF, e ser ele a entrar na FIFA com a argumentação do prejuízo que uma sua associada está a trazer no Futebol Português e ao Belenenses em particular, podendo juntar peças de arbitragens tendennciosas para público conheciemnto do futebol indigena.
É que não cabe na cabeça de ninguém decidir em função de interesses de terceiros sendo certo que hoje são uns e amanhã serão outros.

CONCLUINDO:

Há uma questão de natuerza jurídica e outra de natureza laboral para decidir e o Conselho de Justiça não pode delegar em terceiros as competências que são próprias, a não ser que se entre na anarquia institucionalizada.
Certo, certo é que se o CJ não tivesse dúvidas, já havia uma decisão, tal como o deram a entender no esclarecimento há pouco referido, emboar sem carácetr definitivo.
Se há dúvidas, então o Belenenses não pode ser penalizado e
esta questão é nuclear em sede Direito e no acto de decidir.

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Entregue o recurso do Caso Meyong



O Belenenses fez ontem entrega na FPF, mais concrectamente no seu Conselho de Justiça, os termos da argumentação de contestação ao Acórdão da CD da Liga pelo qual nos querem tirar 6 pontos e aplicar uma multa pecuniária.

Isto, para além do jogo de suspensão e da multa ao próprio jogador, o qual, no momento se vê impossibilitado por uma liga dita profissinal de fazer jogar um jogador por si licenciado para jogar.
São coisas esquisitas do nosso futebol, tal como é muito esquisito o tipo do Sindicato dos Jogadores não ter intervido para a salvaguarda dos interesses do Meyong.
Este sinal de não preocupação por um jogador profissional por quem devia defender vem, a meu ver, provar que até temos razão na matéria e eles sabem disso.
Mas, friso, há muito boa gente interessada em retirar os 6 pontos ao Belenenses.
Acho piada é que na rua, quando por aqui oiço falar no Belenenses, e fala-se em Setúbal do Belenenses, em especial no restaurante que mais frequento, não se fala nunca nesta acção da liga, o que vem demonstrar uma coisa muito propositada que consiste no facto de uma decisão da não retirada dos pontos ser melhor aceite ou aceite com naturalidade, que o inverso.
Amadurecido que está o assunto, este caso cheira-me a révanche por efeitos do Caso Mateus e nada mais.
O simples facto da CD da Liga ter tido necessidade de se explicar publicamente tornou-a, a meu ver, vulnerável.
Nélson Soares acredita num volte-face da decisão de primeira instância.
Mal era se não acreditasse.
Da minha parte, encaro a coisa como desde o princípio, ou seja, não nos reunimos de todas as cautelas, mas ao mesmo tempo se compramos um produto e se o respectivo certificado diz que ele está edntro prazo, não serei eu a contraditar o que lá está escrito.
A serem retirados os 6 pontos, é uma forma leviana de se fazer justiça e de não se repôr a verdade, a qual, neste pequeno dossier, consite num documento internacional válido na FIFA, pelo qual nos é dada rezão.
Assim sendo, entendo que se na ordem interna tal não se verificar, há que recorrer para a FIFA.
E já agora, as bocas habituais de certo blogue, podiam enrolar a língua no saco, porque houve dinheiro para pagar o recurso.
Esta cambada não desarma, sempre coma teoria passada à prática do quanto pior melhor.
Mas caberia na cabeça de alguém minimamente sensato que depois de um acórdão daqueles, considerado aberrante e surealista, o Belenenses não vá mesmo até onde puder?
Apre!

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Dia de emoções fortes



O dia de hoje tem uma raro siginficado de emoções fortes, já que vamos jogar em dois tabuleiros:
1. no campo e
2. na secretaria
No campo porque vamos defrontar aquele clubezeco ali da rotunda da cidade do Porto, cujos adeptos têm a mania de fazer distúrbios ali pelo Restelo, indo ao cúmulo da queima de um dos nossos símbolos, e agora, muito cinicamente, como é apanágio dos Álvaros Bragas Júniores deste país, vir com a treta de uma reaproximação ao Belenenses, a qual não aceito de forma alguma.
Estive presente naquela noite em que jogámos contra eles e nos queimaram aquela camisola gigante.
Chega de falar naquela gente.
Quero-os ver bem afastados das zonas nobres do Restelo e se não bastava o cinismo da coroa de flores ao Cabral Fereira, coisa que os clubes do Porto são nisso muito dados, pensando eu que flores era ali para os lados da Madeira. Enfim...
Quanto ao jogo em si espero que os jogadores e o terinador percebam que estamos numa fase crucial do campeonato, que há que tentar o tudo por tudo para uma qualificação europeia, por forma a habituar o país desportivo de uma presença azul anulamente no certame internacional.
E já agora, porque não?, face aos resultados até então observados, no imediato ultrapassar um dos clubes da 2ª Circular.
Não é possível evitar este jogo, já que está marcado pelo calendário, embora se deva acautelar os sócios azuis de que há uma série de anos que andamos com a barriga mal cheia nos jogos com aqueles fulanos.
A ascensão meteórica de um aliou-se a queda igualmente meteórica de outro e muitos de nós olhávamos para esse parceiro como exemplo a seguir nos seus métodos de gestão.
Cheguei quase a concordadr que se calhar eles tinham razão e que eu andava enganado na apreciação do fenóemno.
Felizmente que a poeira assentou e com isso se veio a demonstrar que eles têm os pés em barro de oleiro.
Na secretaria
, porque, salvo erro, termina esta 2ª Feira o prazo para entrega do recurso ao CJ da FPF da decisão considerada "surrealista" e "aberrante" da CD da LPFP.
Espero bem que o acórdão da CD da Liga seja como um queijo suíço, ou seja, esteja impregnado de vários esquecimentos, de vícios de forma, deturpações ou de abuso de interpretação de legislação aplicável ao caso, por forma a dar a volta àquilo e tornar aquele Acórdão como inexestente, devolvendo o CJ da FPF o processo à CD da Liga para que esta reaprecie desde o início todo o proceso e , aí sim, caberá novo evetual recurso para o CJ da FPF.
Depos, é meu entendimento, que a SAD e o Clube, em paraleo com as acções no plano interno, devia começar a mexer-se no plano internacional.
É que o o Madaíl em véspera de campeonato do mundo ou da europa, tal como em 2006 andava preocupado com a percussão na Selecção do caso Mateus, bem podia já começar com idênticas preocupações na Suíça, sede do Tribunal Intenacinal Desportivo da FIFA e co-sede do Euro2008.
Estarei a ver mal?

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