As dificuldades do voleibol feminino



Chegou-me aos ouvidos e li no blogue Futuro Belebenses que a Direcção do Belenenses manifestou uma muito ligeira disponibilidade para que a modalidade continue.

Tão ligeira que segundo me disseram fica em questão a continuidade da modalidade, tal e qual como existiu até aos dias de hoje.

Consta que o subsídio anual não ultrapassa a dezena de milhar de euros, coisa que é considerado exíguo para continuidade da modalidade.

Eu sabia que no dia em que a auditoria económico-financeira foi decretada no Restelo que a coisa iria minguar por todos os lados.

Desconheço em absoluto o valor gasto pela modalidade para se sagrar campeã nacional da Série A2.

Desconheço os patrocínios, se é que existem.

Mas a haver um critério para a manutenção ou exclusão de modalidades e para mim parece-me óbvio que há muitas para extinguir, é mau começo começar o processo por uma modalidade que nos deu um título nacional.

Não conheço o orçamento anual da modalidade, pelo que a tomada de uma decisão pela Direcção terá de ter como condição os objectivos desportivos que se pretendem atingir nessa ou noutra modalidade.
Sou adepto, não o nego, da existência de modalidades em regíme de amadorismo.

Não sou adepto do actual estado de ecletismo do Belenenses, o quel considero um perfeito desmaselo quer na ordem financeira, quer na logística de distribuição de horas de pavilhão para treinos e jogos.

Consta que o Voleibol Feminino quase reune a condição de perfeito amadorismo.

Veremos se se encontra o chamado caminho crítico num sempre difícil processo negocial, onde a modalidade, seja ela qual for, sairá sempre prejudicada face a uma auditoria.

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Família do Restelo dá passo adiante: Belenenses carimbou subida à 1ª Divisão



São 15 jogadoras, algumas já formadas, outras estudantes, com outra vida além do voleibol, uma delas até com outro tipo de preocupações: ser mãe. Vestem a mesma camisola, a do Belenenses, e são a nova família da I Divisão feminina.

“O que nos define é sermos um grupo diferente, somos uma família, que se reúne vários dias por semanas para treinos e jogos.” A capitã Lara Fernandes é a porta-voz da equipa do Restelo, que no fim-de-semana sagrou-se campeã da A2, carimbando a subida de escalão. “A chegada à I Divisão sempre foi o objectivo. Conseguimos com muito empenho, somos todas amadoras.” Entre elas está Mariana Águas que prolonga a ligação ao desporto da família: José, o avô, foi um dos mais elegantes goleadores de Portugal; Rui, o pai, praticou vólei, tornando-se depois ponta-de-lança de Benfica e FC Porto, além de internacional.

Elisabete Lourenço é exemplo da dedicação ao voleibol e à equipa do Belenenses, uma formação onde reina a boa disposição e o humor. É a mais velha, com 34 anos, e, além de se dividir entre o trabalho, os treinos e os jogos, encontra tempo para dar atenção à filha, de 20 meses. “Estou aqui há um ano, após ficar sem jogar 2 por ter sido mãe. Gosto de jogar voleibol e, além disso, destas colegas, mas é cada vez mais difícil conciliar tudo. Tenho de pensar bem no futuro.”
Fonte: pasquim online

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Troféu Cabral Ferreira entregue no balneário!



O Zé dos Cucos no seu último postal, descobriu outras façanhas dos novos dirigentes do Restelo, a partir de um comentário anónimo que aqui deixaram. Refere ele as cerimónias dos festejos do apuramento das cachopas do Voleibol para a fase final da Série A2, fez-me ir fazer uma busca ao blogue que mais tem veiculado o Voleibol: o Futuro Belenenses que agora já nem sei de quem é, em especial após a célebre atitude dum tal Nóbrega em relação ao principal autor desse blogue, onde ainda vai escrevendo o director da secção Luís Bettencourt, decerto com a cobertura e apoio do João Pela, dado que ambos foram contemplados com o Troféu Cabral Ferreira, como nos conta por lá o Pedro Martins.
Bem vistas as coisas, encontrei lá a entrega do Troféu Cabral Ferreira no balneário do pavilhão Acácio Rosa, ao plantel, equipa técnica e personalidades citadas, entrega essa efectuada naquele sítio por proibição do impagável Fernando Sequeira (esta parte é dedução óbvia minha e do Zé dos Cucos), o tal que é presidente do Clube e da SAD, que foi eleito por meia dúzia de associados, e em minha opinião, até bastava ele ter votado nele próprio que chegava.
De facto, a proibição directiva do uso do recinto desportivo para entrega do Troféu Cabral Ferreira, assim como parece ter sido proíbida a utilização da sala de imprensa, é de bradar aos céus, é demonstrativa da leviandade e autoritarismo com que o Clube está ser dirigido.
A viúva de Cabral Ferreira terá sido proíbida de pisar um recinto desportivo e, mais ainda, as atletas que tanto conviveram com o ex-casal Cabral Ferreira foram circunscritas ao WC do Restelo numa cerimónia de partilha de troféu e ramo de flores.
Isto é o "novo" Belenenses sob a batuta de Fernando Sequeira.
Só de me lembrar que um ex-alto responsável da SAD teve o cuidado de nos explicar, no âmbito de outro fórum, a Mailing List, que viu ódio em cada um dos elementos do conselho de anciãos em relação ao Cabral Ferreira, nada irá ser de admirar.
E se nós achamos que já vimos tudo, eu acho que ainda não vimos nada.
Nota o Zé dos Cucos de que as cachopas tiveram de fazer um jogo em casa, mas em Oeiras o que também se pode ler por lá.
Pois é, eu dei uma vista de olhos pela imprensa e nem vi o Fernando Sequeira orgulhoso do título alcançado pelas miúdas.
Ou terei visto mal?

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Já nem se pode ser campeão



Caro amigo Luís Oliveira,

Depois desta arengada que deixou meio mundo do Belenenses a mandar achas para o outro meio, tenho a dizer-lhe que não concordo consigo, nem consigo, nem com as outras duas metades (agora arranje um bocadinho para as estatísticas darem 100%).
Não será a primeira vez, mas nesta tenho que lhe dizer que aquela coisa do JJ e a declaração parva que não mexiam na quinta dele, tinha dois objectivos, o primeiro marcar a posição perante o FS e a segunda, chamar a ele os ataques dos jornalistas, assim o interpreto.

O homem não tem o dom da palavra e sai baboseira desmedida que quer, não é por mal mas ouviu dizer que estas coisas são do domínio do psicológico e vai daí…

Não creio e nas poucas frases directas que algo ressalte de diferente e até ao fim da época, duvido que saia ou seja anunciada a saída, apesar de o poder fazer a qualquer momento. Podem-no acusar de pouco sensível ao fenómeno de massas, de alguma falta de arrojo, mas não creio que desrespeite um clube do modo que querem divulgar na CS.

Outra conversa será com o FS.

Que o Engº das couves precise de uma empresa de comunicação, acho bem se não sabe falar, mas bolas recorra a ela antes de abrir a boca.

Pior, vir dizer que o clube se gere como uma empresa não lembra ao diabo.

Um clube negoceia emoções, paixões, estados de alma, valores elevados, vitórias e é esse o seu produto final.

A matéria prima é humana, acrescida de sacrifício, técnica, estratégia, saber e um complexo de apoios que elevam a condição aos mais altos patamares.

Não entender isto é a parvoeira total.
Um clube não visa o lucro financeiro, se bem que o vil metal seja o garante da actividade. E se a SAD (ora aí está uma das razões que sou pela extinção) visa o lucro, será outra questão e nesse campo estamos bem servidos, pois a herança de Cabral Ferreira é positiva.

O resultado desportivo depende do investimento, da sua rentabilização com um quadro técnico competente, o que produz mais valias nas trocas e esta é a verdade desportiva.

Não entender isto é coisa de bradar aos céus.

E vai daí este fim de semana até deu para tudo e o homem nem quis saber que adeptos do Belenenses foram agredidos e presos no jogo do ABC.

Como se não fosse pouco, chegou-lhe concerteza pelo comentário anónimo que o troféu Cabral Ferreira foi entregue nos balneários às nossas voleibolistas.

Aqui é que o homem assume o caricado do tipo “não serve” para o Belém, pois então onde já se viu entregar um troféu numa casa de banho (exactamente o que é um balneário), será que não havia um salão, um gabinete, uma sala de imprensa, um átrio ou uma sala de parto onde nasce muito boa gente para entregar o troféu?
Fazer uma homenagem é sempre feita em público, seja um ramo de flores ou um troféu, a um artista de teatro, a um toureiro, a um desportista e nunca numa casa de banho, longe dos olhares do público.

Como agravante, a homenagem estava prevista há meses como consta até de vídeos publicados na net, se bem que sem a designação do troféu e ao que tudo indica não foi feita antes porque a direcção fez o favor de mandar para Oeiras um jogo “EM CASA”.

Esta é que nem que a vaca tussa vai passar em branco, acho bem que apresente desculpas à viúva, e aos homenageados, caso contrário está o caldo entornado, mesmo que não tenha responsabilidades no assunto, neste caso é o primeiro responsável e nem quero saber se a culpa é do porteiro ou do seu adjunto, do JJ ou da mulher que não limpou a sala dos troféus.

Mudemos de moengas, Rafael Bastos deve imediatamente ser afastado dos treinos por 5 dias sem tocar numa bola, pode ser que assim o pé trema e dê melhor resultado, agora meter o Rúben a jogar é de suícidas, pois se o rapaz já é jogador adversário…

Ainda me está atravessada a derrota e bem atravessada.

Voltando ao volei e por boa razão, os meus parabéns às meninas que souberam elevar o nome do Belenenses bem alto.

VIVA O VOLEIBOL, VIVA O BELENENSES, VIVAM AS CAMPEÃS NACIONAIS.

Dadas as três vivas, mande aí as contas para a AG que devem ser só para gente de números como o amigo, pois não conheço ninguém da plebe que as tenha.

Um abraço,

Zé dos Cucos

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Vólei feminino: campeãs nacionais



Depois de vencer a ADRE Praiense e agora o Arcozêlo, as miúdas do voleibol feminino são campeãs nacionais da Série A2 com direito à subida à Série A1, sendo a única equipa sulista no meio de tanta nortada.
Parabéns, miúdas!
E já agora, obrigado.

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Imagem retirada do Blogue Futuro Belenenses

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