O Nabo-Mor



Quem terá sido o habilidoso que meteu Queiroz na Selecção Nacional?

Selecção Nacional ou Selecção dos PALOP's?

Agora, dizem, teremos de ganhar tudo o que falta, meter os golos que não temos metido, rezar por mais alguma naturalização ás pressas, rezar para que os outros não ganhem todos (também não será muito difícil) e rezar, sobretudo, que tirem de lá o Queiroz.

Talvez, ainda lá fossemos e a julgar pelo que ontem se viu aqueles jogadores não merecem aquele seleccionador.

Portugal deixou de depender de si próprio mas mantém algumas esperanças de ser um dos oito melhores segundos classificados e entrar nos play-off de acesso ao Campeonato do Mundo (só o pior 2.º classificado dos nove grupos não é apurado).

Resta à selecção portuguesa vencer agora todos os jogos que lhe faltam do grupo (dois deles com a Hungria, o primeiro dos quais já na quarta-feira, o último com Malta), somar um total de 19 pontos e esperar que a Suécia (que soma agora 12) perca pontos - tem ainda de defrontar Malta (fora), Dinamarca (fora) e Albânia (casa).

Se os suecos perderem um dos jogos, Portugal garante o segundo lugar. Se empatarem, passamos a olhar para a diferença de golos: neste momento Portugal está em desvantagem, tendo score positivo de quatro golos, contra os cinco da Suécia.

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Como se perdem jogos e títulos



Assim se perdeu o Euro2004
O Tom Cruise é que ía de Olhos Bens Fechados com a Nicole Kidman
Caristeas agradeceu

O Ronaldo fez de defesa e nem atacar sabe fazer na Seleçcão
Ah! Ele tem um sonho, ou dois, que deve ser a Nereida e a noite madrilena
O Ricardo, o minino do Scolari vai ás cegas e de cadeirão
Ballack imita Caristeas
Pensavam que eram só os sócios do Belenenses?
Aos cegos reais confere-ser a distinção dos óculos escuros
Porque não ao minino?
Isto com a maré de naturalizações de brasileiros e à falta de guarda-redes portugueses de qualidade, mais vale naturalizar alguns que por aí hajam

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Memórias de uma viagem à Suíça - Gstaad



Dou hoje por concluído o meu roteiro de memórias de uma viagem de 9 dias à Suíça, justamente onde Portugal está a disputar o Europeu de 2008, e à acutela não vá hoje acontecer um mau presságio para a Selecção fica aqui uma síntesse de um quadro suíço, sendo certo que por lá a máquina suíça já fez provar que independentemente dos nacionalismos portugueses, turcos e outros, o que mais vem ao de cima é a superiodade suíça e isso pagou-se com um árbitro austríaco a fazer das suas.
Terminemos, pois, este roteiro em Gstaad, igualmente situada na transição do Valais para a zona alemã, uma pequena vila, ainda mais pequena que Zermatt, mas a cheirar a riqueza por tudo quanto é canto de cada casa.Quase todas elas moradias unifamiliares.
A cheirar a ornamentação das janelas com as tradicionais florinhas, tipo cercadura ou moldura de quadros que ornamentam as próprias casas de habitação e comerciais.
Habitação suíça onde cerca de 90% é mercado de arrendamento e os restantes 10% é mesmo para ter casa própria para quem tem dinheiro para a dita. Na altura, segundo me foi dito, eram necessários ter um mínimo de 500 a 600.000 francos suíços para ter casa prória. O câmbio estava a 132$00. Mas, atenção, para conmprar casa não é como cá e ir ao banco da esquina. É mesmo preciso ter dinheiro, porque de outra maneira fica pelo arrendamento, porque ao fim e ao cabo a prestação de uma casa é uma renda.
As estradas são impecáveis e os suíços apenas pagam um único imposto de circulação por todas as estradas e auto-estradas suíças que obriga as autoridades a não ter um único buraco em qualquer estrada ou via secundária.
Antes de ter ido à Suíça sempre achei estranho um país sem ter mar ter tantos campeões olímpicos em vela e de canoagem, já que não era também suposto terem rios.
Puro engano, já que aqueles lagos, aquele vento e aquela calmaria das águas fazem as delícias de qualquer velejador e de cada participante da canoagem.
Pois é, aquilo por lá uma autêntica e gigantesca bacia hidrográfica alimentada pelos sucessivos degelos, os quais vão alimentando os lagos dos quais consegui ver os seguintes: Léman ( o maior deles), Neuchâtel (o 3º maior), Thun, Brienzer (estes 2 nas extremidades de Interlaken) e Gruyère.
Entre muitas outras que se podem dizer da Suíça, uma consiste no facto de apenas ter percorrido boa parte da zona francófona da Suíça, nomeadamente os cantões de Vaud e Valais (nos carros as matrículas de lá iniciam-se por VD ou VL), tudo é diferente de lugar para lugar, mas diferente com a sua beleza própria, estando tudo bem organizado e optimizado, desde os campos a montanha e as cidades ou as pequenas vilas.
Ah! E há outro pormenor que o suíço não descurou: a sobrevivência da espécie a uma catástrofe nuclear, obrigando a que todas as edificações contenham o seu bunker próprio, cujo acesso se faz por uma única porta de aço com largos cms de largura.
No caso do prédio onde o Luís Gomes residia à data, tal bunker estava a ser utilizado por máquinas enormes de lavar roupa, cujas receitas de utilização eram dirigidas para o condomínio.

Aspecto de uma rua de Gstaad
Se se quiserem sentir que ganham mal, muito mal
Se quiserem sentir que são pobres, muito pobres
Se quiserem saber onde há ricos, muito ricos
Então, vão até Gstaad na Suíça

Se quiserem procurar as grandes estrelas do cinema e da música
Gstaad, a par de Montreux, são os ocais indicados




Não fui lá à noite, mas sim de dia
Lindo, não é?
Mas não para as nossas algibeiras

Gstaad Palace Hotel

Vão até ao Gstaad Palace Hotel
O site não contém, como é óbvio, preços de quartos ou suites...


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Memórias da Suíça - Zermatt



Muito embora a Selecção Nacional jogue em Basileia, cidade que não visitei, já que começava a ficar fora de mão da região francófona da Suíça, hoje é dia de vos dar a conhecer um lindo local, mais outro, este situado nos Alpes, visita esta efectuada.
Zermatt foi a localidade e estância turística alpina escolhida.

Zermatt fica situada algures ali a sul do Valais, a seguir a Sion, e éramos para ter ido ao Monte Branco em direcção à Itália, mas como houve um problema no túnel por demoronamento de gelo, ficámos por Zermatt.

Quem subir ao pico mais elevado, o Mont Cervin ou Matterhorn, estará a quase a 4.500 metros de altitude.

Isso é para os alpinistas, porque para nós ficámos ali pela "planície" a cerca de 3.500 metros de altitude e onde ainda haviam restaurantes.Por falar nos ditos, entrei num deles para tomar qualquer coisa antes das "sopas" e o empregado no seu português perguntou-me se queria uma bica à portuguesa. Nem mais, porque apesar da temperatura que lá fazia, o frio obrigava ao aconchego, embora a mistura do sol e da neve tivessem feito das suas na pele.

Ainda assim, para lá chegar foram precisas 2 ou 3 fiadas de teleféricos, para não contar com a necessidade de nos metermos no combóio que nos conduzia à vila de Zermatt, mais ou menos até cerca 500 metros de altitude.

Estávamos em pleno Agosto e com 25º C a 3.500 metros, com camadas e camadas de neve a envolverem-nos por todo o lado a fazer de corar de vergonha muitas serras da Estrela juntas.

A vista que íamos tendo à medida que subíamos até aos 3.500 m era fabulosa, com a vila cada vez mais pequena.

Quem suava à pála dos teleféricos e ía sem pio era o bom do Luís, que nestas coisas de aviões e teleféricos não é lá bem para ele. A teoria é simples: "as oficinas dos aviões e dos teleféricos ficam lá em baixo".
Sobreviveu.

Lá no alto com a espantosa vista ai ao nosso lado do Mont Cervin, com a companhia de cabras e os ecos da montanha por efeitos de as pistas de gelo estarem a serem utilizadas, embora na véspera tenham lá morrido alguns num deslizamento de gelo e neve.

O engraçado são os meios locais de transporte, onde os animais substituiem os carros que usamos no nosso quotidiano.

Sim, porque não é possível abastecer os Alpes e desfigurar a paisagem se lá fizessem estradas para dar acesso ao Mont Cervin. Tal abastecimento, dependendo das altitudes era efectuada ou por animais ou helicópteros. Resmas de hélis a abastecerem a vila e a montanha.

Se um dia forem à Suíça, marquem Zermatt como ponto obrigatório de visita a uma das mais belas estâncias alpinas.

A aldeia ou vila é linda de morrer, típica vila de montanha, mas se quiserem lá comprar coisas terão de ter dinheiro no Visa ou na carteira. É que à data o franco suíço estava a 132$00 e esse câmbio era mais agravado naqueles locais.

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Uma Selecção que alivia uma crise clubista e nacional



Confesso-vos que reflecti um pouco antes de escrever, ou não, as linhas que se seguem, uma vez que o tema Selecção Nacional para os fundamentalistas do Restelo é algo que parece que tem picos a fazer fé nalguns comentários aqui recebidos e que logicamente não publicarei, assim como referências ou entrocamento da actividade desportiva coma actividade política.

Mas o que é facto é que aquelas 2 horas de duração do jogo de Portugal com a República Checa veio atenuar ou criar uma almofada de algo que já não via neste País desde o ano de 1975.

E só hoje me aprecebi da verdadeira dimensão da crise em que o país está mergulhado, desde uma crise social, uma crise económica, uma crise de financeira e, finalmente, uma crise de autoridade do Estado.
As bichas nos hipermercados e nas bombas de gasolina deixaram-me boquiaberto.

Foi pois neste quadro de crise geral institucionalizada que este governo provou nada saber resolver se não for algo que se faça por decreto ou portaria que sentimos, todos nós, um escape de alívio para os dias de maior crise que se abeira de nós.

Isto é, a "bernarda" está, ainda, por rebentar quando a crise financeira se agravar mais do já está e, por inerência, a crise social se instalar.

No meio disto tudo, é benéfico para todos nós termos uma Selecção que nos vá dando algumas vitórias e alegrias para compensar as sucessivas derrotas que noutros campos os portugueses e nós, belenenses também, vamos tendo.

Nós belenenses, temos tido na área do futebol, com execepção do futsal, problemas imediatos de difícil compreensão, como seja o inexplicável não licenciamento da SAD do Belenenses por alegadas dívidas momentãneas reportadas, qao que se diz, a 31 de Dezembro ao Fisco.

Mesmo com um PEC assinado.

Depois, é igualmente inexplicável que se articule uma coisa noutra e se faça cair o protesto no TAS de Lausana, quando é certo que a desculpa invocada é de bradar aos céus.

Os custos da manutenção do processo no TAS. Francamente!

Portanto, quando vemos a equipa nacional fazer de conta suprimento a um declínio de valores e de princípios, então aí terei de dar razão à minha filha quando a questiono se ela abandonou a causa azul, ao que me responde se não foi o Clube que a abandonou a ela, ou o que é que ela deve ao Clube para a ele se manter fiel, já que não se faz sentir junto dos associados, quer pela omissão de vitórias sonantes, quer pelo facto dos responsáveis restelianos se sentarem nas poltronas do Restelo à espera que o Bingo resolva tudo.

Daí não se atravessar na formação azul em relação ás suas filhas, minhas netas, excepto se alguma delas tiver a tentação de vir a simpatizar por um clube do norte, em especial o Porto e o Boavista.

Mas como esta nova vida que levo na Segurança Social é algo mais cansativa e exigente que a vida que antes tinha, só hoje ao almoço em conversa com alguns habituais comensais de bancos e escritórios, aliado ás imagens que vi esta noite no noticiário, depressa chego à conclusão que vivemos outro PREC, onde tudo é desculpa para acções e actos de vandalismo gratuito com a interrupção da liberdade individual de boa parte dos portugueses em nome de alguns.

Foi assim em 1975 em que fiquei chateado, em que fui revistado nas estradas pelos piquetes de braçadeira vermelha e com aliados no COPCON, ao qual solicitei, em nome do Estado, ajuda para me libertar casas ocupadas ilegalmente, tendo tido como troco mais ocupações selváticas de outras casas alegadamente vazias.

Agora, vejo as estradas ocupadas selvaticamente, camions destruídos, pessoas feridas ou mortas. A diferença para 1975 é que os piquetes que vi apenas não tinham as braçadeiras vermelhas. No mais o resto era igual. E também é igual a preocupação das pessoas em abastecerem-se mais que o normal de produtos alimentares não vá o diabo tecê-las.

Abençoada Selecção Nacional que nos deu 2 horas de intervalo neste clima de crise sócio-económico-financeira.

Pena ficarmos sem o Scolari, porque suponho ou arranjam outro sargentão para terem aquela malta na ordem, ou voltamos ao tempo doa antigamente com Saltillos pelo caminho.

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Hora da Selecção



Os portugueses residentes na Suíça a adicionar os que de outros lados para lá foram, têm convertido os suíços à razão de ser de uma festa que nem eles conheciam muito bem.

A avaliar pelas declarações públicas do chefe dos guardas suíços, digamos que o Europeu teria de seguir os padrões suíços e nem seriam admitidas manifestações para além de 30 minutos após os jogos, bandeiras ou cachecóis fora dos carros por motivos de segurança, que qualquer português que fosse vestido parcialmente fora do carrro era preso e foi imposto a regra da colocação da bandeira suíça a par da nossa bandeira nas janelas das casas dos portugueses, num nacionalismo que disso dei boa conta quando lá estive, porque as ruas suíças passam a vida engalanadas quer com a bandeira da Confederação Helvética quer com as bandeiras das divisões administrativas do país.

Hoje, é o presidente da câmara de Neuchâtel que se orgulha de ter a cidade mais desportiva de toda a Suíça, pela continuada manifestação promovida pela comunidade portuguesa.

O gelo helvético foi quebrado e ganhámos um aliado de peso.

Nestes termos, e porque penso que o Scolari é demasiado calculista, mais logo a Selecção vai ganhar por 1-0 ou, quanto muito, por outros 2-0, deixando não só a questão do apuramento resolvida mas também com código postal para o 1º lugar do grupo, bastando, depois, somente mais um empate com os suíços no Domingo, jogo que permitiria fazer uma melhor gestão de esforço ao plantel.

Está na hora de Portugal provar que tem uma belíssima selecção, bons jogadores e que a vitória com a Turquia não foi obra do acaso, mais que não seja para calar alguns arautas da desgraça, entre eles alguns jornalistas.

Está na hora de abandonar aquele modelo feio dos jogos de qualificação, onde é certo que cada seleccionador não pode contar com o tempo que ora tem para preparar uma equipa.

Esta equipa não está tão cansada quanto poderia estar e o facto de se ter apostado nalguns jovens veio dar mais dinâmica à equipa, uma vez que a maioria das restantes selecções apostaram mais no factor exepreiência e veterania, como seja o caso da Itália e Grécia com os resultados já à vista.
Portanto, vamos mas é lá ganhar à República Checa e mandar ás urtigas esse favoritismo que lhe atribuíam sabe-se lá porquê, tanto mais que o historial de jogos entre as duas selecções não é lá muito vasto, havendo necessidade de compensar o erro de 1996 com a vitória em Brastilava por 1-0 com golo de Eusébio e uma espetacular defesa de um penalty à beira do intervalo do nosso José Pereira, o qual nesse dia assegurou a posse da baliza da Selecção, pese embora o facto de no jogo com a Hungria Manuel da Luz Afonso ter persistido no Carvalho, idéia que abadonou logo de seguida .

Ah! Já sei que falar-se na Selecção num blogue dedicado ao Belenenses é um exercício algo complicado para aqueles que alcunham outros de estarolas. Ou muito me engano, ou o comportamento de alguns de nós na defesa do conceito de pobretes mas alegretes é pior que ser-se estarola, cuja leviandade se abençoa, pela justa compensação de tanto juízo e já agora reelmbrar que o conceito de "estarola" no subtstantivo significa "estar na moda".

Ora, se nós não formos estarolas passamos de moda, ou de prazo...

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Memórias da Suíça - Montreux, Lausana, Vevey, Chillon



Montreux é uma cidade espectacularmente bela e é, certamente, um dos bilhtes postais da Suíça, um dos muitos bilhetes postais que a Suíça contém, já que os seus habitantes sabem tirar o melhor proveito, aqui diz-se partido, da beleza natural do pequeno território que ocupam.

Tomara que qualquer país seja saudavelmente belo em tão poucos kms como a Suíça o é.
Montreux surge-nos aqui como o inverso da região Alpina, localizada no cantão de Vaud onde o francês é rei e senhor, explorando a abertura de gente latina, explorando o sangue a fervilhar da multiplicidade de civilizações e culturas que por lá vemos.

Assim como a multiplicidade de espectáculos internacionais relaizados ao ano.
Certamente que para os desportistas está bem fresco os torneios internacionais de hóquei em patins, onde Portugal venceu várias vezes num pavilhão que até nem é muito grande.

Aliás, em Montreux ou à sua volta residem muitos nomes sonantes da música, automobilismo, banca e por aí fora.

Freddie Mercury foi um dos seus ilustres habitantes nomeadamente na fase final da sua vida, após ter sido atingido pela SIDA. A estátua que lá está é bem demonostrativa disso, assim como a célebre frase que ele parece ter dito logo que soube que tinha tal doença: "The show must go on".
Montreux tira partido de ocupar a zona central do Lago Léman em frente ás famosas termas de Evians-les-Bains (França) cidades e países estas ligados por carreiras fluviais regulares.
Fiquei instaldo em Villeneuve, grosso modo na ponta leste do Lago Léman a cerca de 4/5kms de Montreux, o que nos permitia ir lá todos os dias até o Luís regressar do trabalho em Lausana.

Iamos a pé ou de autocarro e se pensam que os suíços são muito frios, pois bem tirem isso da cabeça, porque no 1º dia de utilização do transporte público houve quem percebesse que não sabíamos que moeda utilizar na máquina e o certo é que apareceu um suíço sem que nós tenhamos solicitado que nos disse a quantia e ensinou manusear a máquina.

Já agora, outra curiosidade: estávamos ainda numa bela manhã admirar a beleza do Léman, quando resolvemos palmilhar a distância para Montreux, até que um suíço veio ter connosco e me entregou a carteira que me esqueci lá no banco à beira lago. Continha mais de 600 francos suíços e estavam lá todos, asssim como a esposa do Luís Gomes perdeu a sua máquina digital e quando regressámos do combóio vindos da montanha, a máquina lá estava num banco da estação.
Parece Portugal, não é?

Perto de Montreux temos Vevey a cidade sede da Nestlé e a alguns kms ficamos com Nyon à vista, que se pode ver também ao largo do Léman, mas mais perto de Genebra.
Não muito longe, talvez uns 7 a 10 kms, ficamos com Lausana à vista com os seus tradicionais Hospitais Centrais e o Estádio Olímpico.

Mas a jóia da coroa e altaneiro de todo o Lago Léman é, sem dúvida, o histórico Castelo de Chillon, autêntica pérola histórica nas margens do lago.

Construído no Século XII, habitação dos Condes de Savoy, foi fonte de inspiração de Lorde Byron na obra "O Prisioneiro de Chillon".

Não findando aqui as minha memórias de uma Suíça linda de perder de vista, a única coisa que posso aconselhar é isto:
Tantos são os portugueses que felizmente voam deste país para outras paragens, pois bem, uma viagem à Suíça com carro alugado seria a melhor prenda qe qualquer um podia dar a si próprio.

Disso fiquei mais que testemunha e só é pena vivermos num país triste, num país de fado, num país onde o máximo e quase único divisor comum é a Selecção nacional e é o orgulho nesta malta que o Scolari mantém unida, mais que qualquer outro seleccionador o fez.

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Memórias da Suíça - Genebra ou Selecção




Hoje é dia de de tentarmos o início da passagem da fase de grupos da Selecção Nacional.
Como já vimos, apoio de portugueses lá radicados não deve faltar e se aos ditos adicionarmos outro contingente que irá certamente partir de Portugal, não será por falat de calor humano de deixamos de ganhar à Turquia, jogo que considero o menos complicado da fase grupos, isto porque temos depois, uma República Checa, salvo erro, em território mais neutral em matéria de portugueses (Basileia) e depois a selecção da casa, a qual bem podia despachar já amanhã a República Checa.
O meu maior medo está na táctica do Scolari, o qual, como bem sabemos, joga muito em tácticas calculistas, assumindo mal a partida para a ofensiva.
O meu maior ponto de interrogação é saber se ele vai meter o Ronaldo a ponta de lança, lugar onde tem feito a maior parte dos seus golos em Inglaterra, em especial este ano.
Se alguém disse ao Scolari para meter o Simão à direita e o Quaresma à esquerda, ou vice versa, com o Ronaldo no meio, estou convicto que ganharíamos nas calmas.
Penso que ele não vai fazer isso e mete o Ronaldo numa das extremas a trocar com o Simão, com o desgraçado do Nuno Gomes que não faz um golo a ninguém lá no meio.
Enfim, seja aquilo que Deus Nosso Senhor quiser, e não como a Senhora de Caravaggio do Scolari queira.

Portugal tem todas as condições logísticas para vencer qualquer das 3 partidas da fase de grupos, antevendo um empate com a República Checa como o pior resultado, mas lá está, terá de ser um Scolari de risco a ter de meter um Ronaldo como ponta de lança e não um Scolari medricas que empata ou perde com Sérvia, Polónia e Finlândia.
É isto que chateia. Sabermos que temos jogadores para ganhar e assumir o jogo desde o incício e meter-se cheio de nove horas para ganhar.
Sabermos que podemos ganhar e não ganharemos se utilizarmos tácticas da treta.
Não é possível haver tanta generosidade da parte dos portugueses no apoio à Selecção Nacional, coisa que aliás Scolari fez na perfeição em unir todo um país à volta de um ideário como nenhum outro o tinha feito até que ele veio, em especial no Euro2004 e depois, termos o desgosto de nem passarmos a fase de grupos, sendo certo que a qualificação foi de risco.
Mas já vai cansando de chegarmos ás qualificações sermos vice-campeões ou 4º classificado.
Genebra não é uma cidade exageradmente grande e lá apanhei um meio susto quando se dedicou um dia a visitar Genebra, porquanto havia, salvo erro, aquilo era uma manifestação de gays e de lésbicas.
Das últimas estava descansado, mas dos primeiros todo o cuidado era pouco.
Vamos lá cambada...
E para variar, pensem um bocadinho menos nos milhões e nas Nereidas que estão à vossa espera ou vocês deles e delas.

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Memórias de uma viagem à Suíça - Interlaken e Gruyère



Já não sei se foi quando fomos a Nêuchatel se foi quando viemos de regresso de Interlaken, onde por lá se viu uma bela cidade localizada no meio de dois lagos e palco recente de várias acrobacias aéreas da Red Bull.
Nmas começando por Interlaken, deve-se dizer que o único senão daquilo é ser já bem alemão.
E aquela malta não se esforça muito em falar outra língua, querendo-me até parecer que a aceitação do francês era apenas tolerável.
Até as estradas na zona alemã apenas têm as saídas escritas no seu alemão e quem sabe sabe, quem não sabe soubesse.
Mas os tipos até têm razão na beleza daquela cidadezinha estrategicamente construída entre dois lagos quase contíguos sendo a estrada construída num serpentedao de monte acima e monte abaixo, ora vendo-se um, ora vendo-se dois, ora vendo-se outro dos dois lagos.
O mais giro é o sistema de comportas que lá existe para compensar o denível de quotas entre um e eoutro lago por forma a não inundar a cidade de Interlaken.
Mas, dizia eu, no regresso, tivemos o prazer de visitar a região de Gruyère, a tal do famoso queijo do mesmo nome em que cada unidade deve pesar os seus 4 a 6 kgs bem aviados.
fazendo lembrar uma receita que lá comemos que é a raquelete de queijo estreada na montanha e que cá podemos fazer derretendo o queijo e derramando-o em batatas cozidas sendo acompanhado por chá quente.
Ora experiemnte e não digam que os montanheses não sabem sobreviver ao frio com este tipo de refeição.
Nas imagens aqui reproduzidas, a primeira é a de Interlaken e a segunda da região de Gruyère.

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Memórias de uma viagem à Suíça - Nêuchatel



Corria o ano de 2000 quando este rapaz esteve 9 dias em viagem pela Suíça e tudo isto vem apropósito de convosco partilhar a beleza de um país para o qual ficam convidados a irem sem o mínino receio de darem a viagem por perdida. Perdidos ficarão no dia em que aterarrem na Portela.

Viagem esta articulada pelas vontades mútuas da minha Família e do Luís Gomes que á data militava pela Mailing List.Na Portela, à partida, lá foi ter comigo o Pedro para me entregar as encomendas de leitura feitas pelo Luís Gomes, leitura de desporto do antigamente ligada ao Belenenses que ele descobriu lá pelos alfarrabistas que costuma(va?) visitar.

Ficámos hospedados na pacata Villeneueve ali a cerca de 5 kms de Montreux, no Lago Léman, fronteiro com França e com uma das termas mais famosa lá do sítio - Évian-les-Bains, em plena Riviera Suíça.

Hoje é dia de Nêuchatel, um dos locais onde fomos passear num dos dias.
Descrever a Suíça ou qualquer ponto da Suíça é mais difícil que fazer rendas de bilros, porque dizer que aquilo é tudo lindo é pouco, muito pouco.

As vistas magníficas para cada lago, o aproveitamento que fazem das zonas circundantes, dizer que aquilo está salpicado de lagos e que nos intervalos o aproveitamento agrícola e pecuário é total é definir um país que tendo a área do conjunto dos dois Alentejos é 1000 vezes superior a qualquer canto deste país.

Em Nêuchatel, quartel general da Selecção portuguesa, jantámos num restaurante de uma das marinas - e só agora vi que aquilo tem 3 marinas, onde alguns restaurantes eram barcos flutuantes.
Depois da entrada em Nêuchatel, complicada, diga-se, porque tentou-se adivinhar a rotunda certa, diz-me o Luís numa das ruas de Nêuchatel: "Olhe, aqui ao lado é o estádio do Xamax que limpou os lagartos uma vez".
Pois é o estádio onde a malta da Selecção lá está a fazer pela vida para tentar passar a fase de grupos.
Aquilo parecia tudo, menos um estádio de futebol, dado que se confundia com o casario.

Casario este genericamente da cor ocre e branco no miolo de Nêuchatel e falando com a minha mulher sobre se o hotel onde a selecção está era o edíficio grandalhão perto do restaurante onde jantámos e comparado com as fotos que temos no albúm chegámos à conclusão que não senhor, aquilo era a casa da Música de frente para a marina. Sentir um lago suíço, a pacatez e o silêncio que lá se respira aliado ao facto dos suíços fazerem tudo ao cronómetro transmite uma paz de espírito e uma sensação de beleza interior face á paisagem que olhamos com sentimentos perfeitamente insdiscríitiveis.

Só mesmo indo lá dá para sentir aquela paz e aqula quietude que nos faz lembrar apenas coisas boas da Vida.

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Bamos lá cambada







Pois é, cambada, hoje não vou falar muito do nosso Belém, mas sim da obrigatariadde de Scolari ter de vencer o jogo mais logo à noite com a pobre da Arménia.
Aceito que dentro de campo possam haver murros e pontapés, desde que tal contribua para a nossa vitória, emboar se sepere uma Arménia metida lá atrás, a qual, por sinal, até nem sofre muitos golos.
Há que ganhar e depois que venha a Finlândia, porque o 1º lugar no Grupo A é ainda possível.
Isto, apesar de num ápice termos ficado com a defesa meio esburacad, o qual, num jogo com a Arménia, todos deviam ser avançados.
Pelo sim, pelo não, a Carol já anda a namoriscar o Scolari exibindo o troféu que os brasucas lá têm.

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E se fosse palheto?



O Zé dos Cucos e eu próprio sentimo-nos indignados com a FPF, já que o Mano e o pobre do Zéquinha tiveram direito a 3 e 6 meses de suspensão por alegado mau comportamento nos sub-21, mas nenhum deles deu um murro em ninguém, antes, pelo contrário, quiseram ficar com uma recordação do árbitro, neste caso do cartão vermelho.
Mais valia terem dado um murro ao árbitro.
Safavam-se.
Cá vai a missiva do Ze dos Cucos:
Caro amigo Luís Oliveira,

Ando cá com duas atravessadas na garganta, o burro Scolari deu um "soco de quatro" e para que não dizer que tinha azar passaram-lhe uma factura "13 patadas", pelo burgo do Madaíl deve ter ficado pelo raspanete em gabinete (se chegou a isso).

Para não se ficar a rir o sérvio que fala espanhol ficou por metade à pala da FIFA (desconto de jogador).

Madaíl o chove não molha, bla-bla bla-bla e hummmm e coiso, acordou agora porque o primo Mourinho livrou-se do Chelsea está sem compromissos e cheio de “guitarro”.

Claro que o dito por não dito sobre o que não disse, permite dizer que não manda sozinho na FPF a bem das conveniências e das boas causas porque está um treinador português desempregado coitadinho.

Ágil e rápido a decidir, faz-me lembrar o “caso Mateus” pelo sentido inverso, lembra-se?

Zequinha, o tal que gamou um cartão vermelho da mão de um árbitro, durante o Mundial de sub-20, ficou furioso e já diz «Acho que a federação foi injusta comigo», que não bateu em ninguém e «acho que o 'mister' também não queria fazer isso, mas os mais velhos é que têm de dar o exemplo», mamou com três jogos pela FIFA (menos um que Scolari) e a FPF abonou-o com um ano de suspensão.

Zequinha quer ser tratado com a mesma justiça que o seleccionador o que será difícil.

Não sabem os senhores da FPF o que é uma bitola e desconhecem a palavra analogia, logo nem vale apena falar em pragmatismo ou parcimónia.

Para eles é carrascão ou Pêra Manca.

E assim vai o nosso futebol.

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(Soco)lari



O Zé dos Cucos lá vem dar a sua versão daquilo que muito incomodou o Sr. Silva, ali o o vizinho do Belenenses:
Caro amigo Luís Oliveira,

Se faz questão de saber a minha opinião, sobre o soco do Scolari, aqui vai.

JJ dizia que "no Basquete era falta atacante", não sei o que será no futebol ou no rugby o gesto de Scolari.

Já sei que o Scolari não tem banco ou que o dele se chama "caixa" e se o
sérvio não vai pró banco encaixa!

O gancho foi mal metido, denunciado e nem sei bem se entrou, face ao imediato reflexo do defensor, agora uma coisa é certa, Scolari diz que não tocou um cabelo e acredito, pois a zona mostra-se depilada ou escanhoada como preferirem, agora se fosse bem feito fazia estragos.

Numa primeira análise direi que Scolari é culpado por não ter actuado correctamente do ponto de vista técnico e a estratégia ser fraca e denunciada, logo nunca poderia dar um KO nem um pontito por muita boa vontade do árbitro.

Não ficaram "negras" nem algum vestígio para que seja chamado o Dr José Anes, ilustre ex-director do CSI português, mas sempre o podem chamar a um desses programas onde esquadrinham o boneco.

Importante é o facto de sabermos que Scolari é esquerdino, que ferve em pouca água, não aguenta as suas fragilidades e se o JJ seguisse o método a época passada devia haver uma dezena de jogadores naquelas condições.

Na América latina quando existe algo do género, fazem um monte à pêra e no fim nem se percebe quem começou o quê, aqui até ex-guarda-redes defendem o treinador e retiram-no da sua sobremesa.

A culpa é necessariamente de Brassard porque Scolari não ficou satisfeito e agora fica desmotivado para os próximos confrontos.

Quanto ao sérvio que até arranha o espanholado, é um queixinhas e aponta para as televisões, falta cá aquele Pôncio do FQP para dizer que é uma questão de intensidade.

Senão formos qualificados a culpa é do Brassard e não venham com tretas.

Madaíl é pago para ver, nada mais.

Zé dos Cucos

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South America Way



o Zé dos Cucos é nos podia explicar melhor como é que aquela malta lá dos brasis actua, mas aquilo ontem à noite até deu sono com excepção do combate de boxe no final e a malta à molhada. Acordei.
Esta coisa de andarmos com uma selecção de jogadores que, por junto, ganharão mais por mês que o bolo destinado pelo OGE ao Rendimento Mínimo Grantido com um sargento a fazer as vezes dum oficial, dá asneira.
Já ontem, avisei que isto conm aquele indígena e outros que tais é marcar e recuar.
Depois, lá vem o empate da ordem, porque os outros até nem são grande chouriço para nos ganhar.
Ontem, parecia que estava a ver o Belenenses pós jogo de apresentação.
Nem golos, nem futebol.
Valha a sorte para Portugal o tipo ter dado um soco ao sérvio e assim livramo-nos dele, por ordem da UEFA.
Espero que a UEFA o faça estar fora daquilo por muito tempo e ver se o Madaíl cai na real.

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