Se calhar tínhamos mesmo razão: Taça da Liga sem goal average



Notas Prévias:

Finalizada a 1ª jornada do presente campeonato, verifica-se que os gabarolas que têm por lá craques a deitar fumo, não passam de fumaças.

Jesus lá no lampoinário, tal como já aqui secrevi 2 ou 3 vezes vai de arrastão com o LFV e o Rui Costa algures pelo Natal.

De facto, as esparnças do LFV em se manter na Luz passam todas elas pelo JJ. O que é um autêntico suicídio e se tal ocrresse no Restelo seria um cabo dos trabalhos.

Masvamos ao tema de hoje e que passa pelo reconhecimento da parte da LPFP na razão que no ano passado nos assistia.

Só que a inabilidade dos gestores de então deitou tudo a perder.

A Taça da Liga do ano transacto foi um tremendo desastre para a LPFP.

Mas foi um especial desastre do modo como o Belenenses de forma inábel e demonstrando andar nas competições não conhecer os regulamentos das ditas.


Só não entendo como é que Nélson Soares, o causídico cá do sítio, tenha sido largamente aumentado no seu salário pelos Fugitivos cá do sítio, não conhece, também ele, os regulamentos e não tenha em devido tempo chamado a atenção para a ilegalidade da LPFP e também não entendo a forma como redigiu as reclamações.

De facto, João Barbosa, pensando que conseguia negociar repescagens à basquetebol, ordenou que fizessemos reclamações não contra a LPFP, mas sim contra a Andreia Couto, irmã do Fernando Couto (ainda podia fazer uma perninha no Restelo), ou seja, não reclamou para a LPFP, daí o CJ ter considerado improcedente tal reclamação, por vício formal.

E pronto, mais uma habilidade do senhor pinóquio, que antes prometera ir pedir uma indemnização de 3 milhões de euros por cauas do Vinícius.

O que me arrepia, sabenod eu de algumas tropleias financeiras que ele fez enmquannto gestionártio, ainda tenha tido a percentagem que teve de votos.

São os defeitos da democracia.


A época de futebol 2009/2010 arranca sábado com os primeiros jogos da terceira edição da Taça da Liga, numa fase da prova apenas com equipas da Liga de Honra e com novos regulamentos em vigor.

Em prova estão todas as 16 equipas da Liga de Honra de futebol, entre as quais Penafiel e Carregado, promovidos a este escalão na sequência das despromoções do Vizela e Gondomar, por corrupção desportiva.

Os recursos dos dois clubes estão no Conselho Justiça, mas a LPFP aprovou - sob condição ao que vier a decidir o CJ - as candidaturas de Penafiel e Carregado à Honra, depois de aprovados os pressupostos financeiros.

A Taça da Liga, embora ainda sem equipas da I Liga, marca o arranque da época. A primeira fase disputa-se numa eliminatória a duas mãos e da qual os oito vencedores garantem o acesso a uma segunda etapa, já com 10 equipas da Liga principal.

Num formato competitivo faseado, as equipas teoricamente mais fortes vão entrando gradualmente em prova, razão pela qual os melhores classificados da Liga principal - entre os quais FC Porto, Sporting e Benfica - só competem muito mais tarde.

Na segunda fase da Taça da Liga, em formato de grupos, encontram-se os oito apurados da Honra mais os oito classificados entre os sétimo e 14.º lugares na liga principal da época anterior.

Finalmente, numa terceira fase, também em grupos, entram em acção seis equipas provenientes da segunda fase e as equipas que na última época se classificaram entre os primeiro e sexto lugares.

Na última época, esta fase de grupos deu azo a forte polémica, com Belenenses e Vitória de Guimarães a terminarem com o mesmo número de pontos e a reclamarem ambos a presença nas meias-finais da prova.

A Liga, no seu regulamento, previa um desempate por "goal-average", o que poderia significar o apuramento do Belenenses, mas, na verdade, a interpretação ia no sentido do organismo querer ilustrar a diferença entre golos marcados e sofridos.

O Belenenses reclamou a presença nas meias-finais - atribuída ao Guimarães -, mas o Conselho de Justiça da FPF rejeitou os dois recursos, justificando então "uma questão formal".

"Houve uma razão formal para rejeitar os recursos, porque estes foram dirigidos contra a directora executiva da Liga (Andreia Couto), quando ela não foi tida nem achada como autora dos actos impugnados", revelou na ocasião o CJ.

O órgão da FPF recomendou, no entanto, à Liga que retirasse dos seus regulamentos a expressão inglesa "goal average" e a substituísse pela diferença entre golos marcados e sofridos.

Já este mês, a LPFP publicou o novo regulamento, aprovado na AG de 29 de Junho, em que substitui as expressões no ponto 8 dos regulamentos, desaparecendo o termo "goal average".

A Taça da Liga vai para a sua terceira edição. O primeiro clube a conquistar o troféu foi o Vitória Setúbal, enquanto que o Benfica venceu na última época, numa final com arbitragem polémica de Lucílio Baptista.

As duas finais já disputadas da Taça da Liga disputaram-se ambas no Estádio do Algarve.

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Belenenses quer ganhar 1 milhão nos tribunais



Notas Prévias:

Se desta vez fizerem as coisas bem feitas, talvez consigamos ser ressarcidos de uma justa indemnização e nessa altura quero ver, na justiça comum, a tradução real da expressão "goal-average" e, no fundo, saber se goal-average é igual a goal-difference.

Mas tão importante como isto é sabermos se um conjunto de pessoas que deviam ser isentas e imparciais irem com a idéia preconcebida de seja qual fosse o teor do recurso do Belenenses, ele seria chumbado.

Foi essa a idéia que o porta-voz do CJ deixou passar na inarrável mini conferência de imprensa.

Ficámos, também, a saber que aquele CJ em nada difere do CJ das gentes de Gondomar.

Coisas do Madaíl e dos Loureiros.

Por sua vez, dá que pensar esta frase do João Barbosa:
A SAD belenense promete que “o departamento jurídico vai esgotar todas as possibilidades para que o clube seja ressarcido de danos patrimoniais e não patrimoniais”, deixando uma questão no ar: “Perguntem à diretora executiva da Liga por que é que o Saulo não jogou com o Benfica...”

Atentemos ao que escreve Sílvia Freeches no Diário de Notícias:

Taça da Liga. Clube do Restelo não se conforma com a decisão da Liga e FPF

Departamento jurídico já está a trabalhar no recurso para tribunal cível

O Belenenses já fez contas: se chegasse à final da Taça da Liga e ganhasse a competição poderia arrecadar cerca de um milhão de euros. Como o clube considera que, quer a Liga de Clubes (organizador da prova) quer o Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), lhe sonegaram a hipótese de tentar chegar ao derradeiro encontro da competição, pondera avançar com um pedido de indemnização até ao montante que poderia ganhar.

O departamento jurídico está já a trabalhar nesse sentido e nos próximos dias irá entregar uma queixa no tribunal cível. Uma situação possível uma vez que está em causa uma questão administrativa e não do foro desportivo (para estas questões o recurso aos tribunais comuns é proibida à luz dos regulamentos dos mais altos organismos desportivos, FIFA e UEFA).

João Barbosa, presidente do Belenenses, reafirmou ontem que vai defender os "interesses do clube com todos os meios" que tiver ao seu alcance. O dirigente sabe que desportivamente o assunto está arrumado, mas a "luta" fora dos relvados está em aberto. Para João Barbosa, o Belenenses foi prejudicado em "dezenas de milhares de euros", pelo que considera ser "dever da administração não abdicar da defesa dos interesses da Sociedade Desportiva e dos accionistas".

Os argumentos utilizados pelo Conselho de Justiça para não ter aceite os dois recursos do Belenenses - "erros formais" - também não foram aceites pelo jurista dos azuis de Lisboa. O advogado do clube, Nélson Soares, nega que tenham existido erros formais na apresentação da contestação e reafirma que estavam preenchidos todos os requisitos para que o órgão de justiça da Federação apreciasse o recurso.

Desta forma, a queixa que o Belenenses se prepara para apresentar no tribunal cível visam a Liga de Clubes, por ter passado por cima dos próprios regulamentos, e o CJ da FPF, por não ter apreciado os recursos.

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Sinto-me envergonhado



Notas Introdutórias:

Aquando Caso Mateus, Cabral Ferreira tomou as rédeas do assunto e minuto a minuto, socorrendo-se de todas as ajudas possíveis e imaginárias, tendo-me dito, inclusivé, que o ajudei bastante no âmbito das minhas reflexões prestadas desinteressadamente neste blogue sobre o caso, sendo certo que ía a tudo quanto era sítio para fazer vingar a tese do Belenenses (Liga, PGR, FPF, etc. e etc.).

O que ora se verifica, foi de um amadorismo atroz que deixou o nome do Clube na lama.

Que é que o Nélson Soares lá faz, face ao ordenado de príncipe que recebe?

Só reage por impulsos? Não tem iniciativa? Têm de lhe dizer como é que se fazem as coisas ou devia ser ele, na qualidade de advogado/técnico qualificado, que diria: não, isto é assim, porque não pode ser de outra maneira.

Tendo sido feito da maneira como foi, que é que podemos esperar para o futuro?

É admissível que Barbosa possa não conhecer a forma de apresentar recursos, mas o mesmo não se pode passar com um advogado, e bem sei do que falo, porque para além de ter lidado com vários, co-patrocinei o tirocínio do que me prestou durante anos assessoria jurídica


A reacção dos dirigentes do Belenenses à supreendente decisão do CJ da FPF foi, no mínimo, hilariante para o comum dos cidadãos e será certamente um acentuar de que andamos de calças na mão e a mão a pedinchar.

O andarmos de calças na mão é revelado pelo facto de os dirigentes do meu Clube terem ordenado ao speaker de serviço para que pedisse aos associados do Belenenses uma salva de palmas ao Pinto da Costa, coisa inaudita nos anais de relacionamento entre os dois clubes.

De lá, em termos de jogadores, nada recebemos, ainda vemos os nossos adversários directos deste ano serem alimentados por vagas sucessivas de empréstimos de jogadores.

Vemos, inclusivé, uma situação de excepção gerado no Amadora para que este recebesse um jogador do Porto para que lá possa rodar, situação de excepção essa que fez suspender em 1 minuto a impossibilidade o Amadora inscrever jogadores por efeitos de dívidas e, mesmo assim, o Pinto da Costa conseguiu livrar-se do jogador.

O Vitória de Setúbal tem meia equipa do Porto, nesta altura, muito provavelmente, à falta de pagamentos por parte da SAD do V. de Setúbal, será o Porto a arcar com a totalidade das desepsas dos salários dos seus jogadores.

João Barbosa diz ter sofrido pressões para não chatear muito quer a organização da taça da liga, quer os patrocinadores.

Aliás, isto mesmo antevi eu aqui aquando do surgimento da questão de à Carlsberg interessar mais o Vitória de Guimarães que o Belenenses.

O nosso prestígio está, assim, reduzido pelas ruas da amargura e de forma muito subserviente ao poder do FC Porto, a quem eu, enquanto viver, igualo em relação oa comportamenbto dos outros 2 grandes no que a nós se refere.

Há por aí um grupo de associados que contesta termos ou não emprestados desses clubes e eu agora interrogo-os directamente que é que é pior: se este tipo de suberservência, se termos determinados jogadores desses clubes?

Optaria, caramente, por exemplo, por ter nas fileiras do plantel um Bruno Gama e um Leandro Lima a ter de bajular as botas do Pinto da Costa.

Qunado foi colocada a questão depodermos receber o Adriano, li algumas inteligências recusarem o Renteria por ser inferior ao Adraino.

Pois é, mas vai marcando golos pelo Braga.


Mas como pensamos que somos ainda um doa 4 grandes, toca de pensar grande e agindo da forma mais pequena que existe: a subserviência sem nada em troca.

Depois, e na ladainha para consumo interno, João Barbosa lá vai dizendo que eventualmente pode recorrer aos tribunais civis.

Caramba, se ele quisesse ou tivesse força para tal, não diria que pensa recorrer, antes ía preparado já com o anúncio formal do recurso aos tribunais civis. Tal e qual o Fiúza o fez e, pelos vistos, ainda vai receber algum da Liga.

Mas lá está se lhe chegar mais uma chamada telefónia para ficar quieta, senão acontece o frito e o cozido, ele arregaça as calças e diz "Yes, mister". E depois, ainda são capazes de lhe recordarem que temos por lá um Coroado de má recomendação.

Estas nódoas de forma notória e pública deixam marcas para todo o sempre no nosso relacionamento com os dirigentes do futebol. Resta a descredibilização.

Se mais ninguém se sente envergonado com as divergentes declarações públicas dos responsáveis da SAD, eu sinto-me.

Se mais ninguém manda calar aquelas almas, então alguém terá de os fazer calar.

Eles quiseram servir à viva força os destinos do Clube nesta fase de transicção até ás eleições, pois bem que façam o resto que lhes falta cumprir de forma elegante e civilizada, prsetigiando o Clube que eles jurarm defender.Não lhes peço que o façam com inteligência, porque seria pedir muito, mas que o façam condigamente com o prestígio do Clube e de asociados que não se revêem na forma como o Clube está a ser gerido.

E nem é preciso recordar que se eles setão a ocupar os cargos que ocupam se deve a mais uma distração de Coroado a sancionar a sua eleição de forma ilegal.

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Temos razão!



Este blogue em 22 de janeiro escreveu isto:
Goal-Average - O Belenenses tem razão A incompetência é pior do que a maldade. A maldade cura-se com polícias ou com um pau, mas a incompetência espalha-se e contamina. O recente caso da Taça da Liga e da polémica legitimamente levantada pelo Belenenses (que tem toda a razão) é a ponta do iceberg da incompetência da Liga de Clubes. Já em 2007 eu tinha denunciado num blog que os critérios de desempate estavam mal feitos. Na altura, eram sete ou oito os critérios, mas se reparássemos bem, perceberíamos que o quarto ou quinto critério era impossível de existir, já que a sua ocorrência apenas seria possível se coexistisse com o segundo. Nesse caso, não era grave o erro (desleixo?), porque se reportava a uma situação que nunca iria acontecer, mas estava aberta a porta para um dia dar asneira. A asneira haveria de repetir-se este ano com maior gravidade e apenas demos conta dela porque Belenenses e Guimarães ficaram empatados. Diga-se em boa verdade, que a culpa também é dos clubes e dos jornais. Como é possível, só depois de aprovados os regulamentos e depois de todos os jogos, alguém (o prejudicado) ter levantado a questão? A verdade é que em Portugal apenas se questiona qualquer coisa quando nos prejudica directamente. E, segundo aprendi, questionar e antecipar é uma vocação dos jornalistas. Não dos nossos, é verdade. Entretanto, e para quem gosta de pesquisa, eu fiz uma muito simples, na wikipedia. Vejam como se define “goal-average” naquela enciclopédia e vejam como se dá razão ao Belenenses. E, já agora, leiam todo o regulamento das competições da Liga e vejam como, noutras situações se utiliza o termo "diferença entre golos marcados e sofridos". Se no caso da Taça a ideia era a mesma, porque não manteve essa expressão e a substituiu por "goal-average"?

LINK PARA A WIKIPEDIA SOBRE “GOAL DIFERENCE” E “GOAL AVERAGE”
ARSENAL DECLARADO CAMPEÃO EM 1989 POR "GOAL-AVERAGE"

E, já agora, um caso prático: em Inglaterra, em 1989, o Arsenal foi declarado vencedor da Liga, depois de ter terminado empatado com o Liverpool. O regulamento previa o desempate por "goal-diference", mas também aí o empate era total. Contudo, recorreu-se a outro factor de desempate, o "goal-average", tendo o Arsenal sido declarado vencedor, pois tinha menos golos marcados e menos sofridos. Uma vez que o "goal-average" acaba por beneficiar quem marca menos golos, este factor de desempate tem vindo a ser abandonado ou relegado para segundo plano.

Hoje escreveu isto:
Somos um país de incompetentes (3)O que se passou com o Belenenses na Taça da Liga não seria possível nem no campeonato da escola do meu filho.
E só não há mortos e feridos, porque não foi nem Benfica nem Porto a ficarem de fora. Foi só o Belenenses.
Recordo este post que escrevi muito antes da absurda decisão de hoje sobre o "goal-average".

Por sua vez, António Boronha vai gozando com este CJ, o qual do outro em nada difere das suas tendências e problemas do foro a que aMedicina melor poderá dar resposta.

"Não significava nada disso e, hoje em dia, na linguagem vulgar desportiva, mister é o treinador."

(juiz sousa diniz, presidente do 'cj' da 'fpf', do 'público')

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Siga a acção judicial



Notas Prévias:
1. Anda o cidadão comum setupefacto com a Justiça portuguesa que vai minando a Democracia de 74 justamente pelas incríveis entrevistas de uma Procuradora e incríveis comunicados da PGR a contradizerem-se num espaço de 24 horas e vem agora um juíz, dizem que é, do CJ com bacoradas semelhantes, em especial NÃO VENDO OU NÃO QUERENDO VER aquilo que o comum dos mortais vê e outras entidades também vêem.
Isto é de arrepiar, meus senhores!
2.Vamos lá ver uma coisa.
Temos equipa ou plantel para andarmos a misturar alhos com buglahos, ou seja, metidos em 4 competições (Liga, Taça da dita, TP e Intercalar)?
Avanço com a resposta: não, não temos.
Então, se a TP que ainda dou alguma importância já abalou, não acham que devemos canalizar as nossas preocupações para 2ª Feira à noite?

Ora bem, nesta coisa dos recursos sobre a Taça da Liga, começo por apresentar os meus respeitosos cumprimentos e de parabéns aos indefectíveis belenenses que pugnaram publicamente pela vitória do...Vitoria de Guimarães neste caso.

Indefectíveis esses que que semeiam a justaposição de conceitos opostos ou dfiferentes, os quais, a partir de ontem, em Portugal, passaram ater exactamente o mesmo significado: goal-average = goal-difference, nos termos de um impensável acórdão da justiça anti-belenense.
E digo com o maior àvontade do mundo, porquanto quem viue ouviu o porta-voz do CJ fundamentar a recusa do Belenenses quase só faltou ele dizer que fosse sobre o que fosse que o Belenenses reclamasse nós chumbávamos.

De facto, nós somos uns tremendos xico-espertos que, ainda com a digstão mal feita do caso Mapuata, cai-nos em cima um indesgesto chumbo da coisa do Meyong, onde até houve 1,5 juízes em 3 que nos deram razão em matéria algo mais complicada, mas como somos bons rapazes e não gostamos de chatear resolvemos retirar o processo do TAS, onde não seriam por falta de precedentes que deiaxíamos de ganhar a coisa.

Só que isso não se compadecia com a estragéia dos (ir)responsáveis que governaram o nosso Clube durante meia dúzia de meses ao cólo do Sequeira Nunes e do Ramos Lopes.

Agora, esta coisa da taça da liga era para mim e para outros com quem abordei a questão, uma questão mais monetária que de taça. Ou seja, que se lixe a taça e venha o cacau.

Não sendo conhecedor dos fundamentos, se é que os houve, do CJ da FPF, julgo que a ser verdade a declaração do porta-voz do CJ, há que pedir responsabilidades internas, isto é, no clube, para se saber quem mal direccionou os recursos. Se ´que isto é verdade, já que o senhor do CJ gaguejava tanto que nem sei que pensar do que ía ouvindo...

Se este foi o único fundamento para a rejeição de apreciação dos recursos, suponho haver aqui um erro crasso, e se feito por jurista, direi que foi erro grosseiro.
De facto, não lembra ao diabo direccionar os recursos para o juíz da Liga...a nossa querida amiga Andreia Couto, irmã do Fernando Couto.

Ou seja, desde que o Cabral Ferrira, por motivos sobejamente conhecidos, teve de abandonar a presidência do Clube e , depois com o seu falecimento, não houve mais nenhuma alminha que soubesse gerir um único protesto a nosso favor.

Se estes dois recursos foram, suponhamos, organizados pelo Nélson Soares, que há meses andou pela SAD a fazer das suas, seria boa altura dos cavalheiros dos anciãos reporem as coisas no deu devido lugar, quanto aos méritos do senhor.

Ou será que vamos noutro jantar de homenagem? Já agora, com o Fernando Sequeira e o Jaiminho à mistura.

Para finalizar e com a devida vénia, trranscrevo aqui o post de ontem de António Boronha sobre a matéria com o título: À laia de comentário final:
terminado este jogo do 'goal-average' diria que a 'liga', jogando em casa, o ganhou mais por demérito do adversário do que pela exibição de virtudes próprias. aliás, durante todo o tempo que durou o prélio não se viu um único alarde da equipa sediada no porto.
pelo contrário, prevaleceu o apagamento dos que se sabem mal preparados e com poucos argumentos tendo ainda prescindido, para o salvaguardar para outras lutas, do seu jogador mais dotado, hermínio loureiro.

o 'belenenses' que tinha todas as condições à partida para vencer o prélio cometeu demasiados erros: a sua defesa tardou a entrar no jogo e quando o fez revelou-se pouco agressiva; no ataque, falharam completamente a 'baliza' adversária - deveriam saber que no domínio do futebol de onze masculino a andreia couto não tinha lugar.
por fim a equipa de arbitragem.

como é costume beneficiou o mais forte.
habilidosa, interpretando o mesmo lance contra e a favor, manteve até ao fim a 'bola' sempre longe da área do golo.
apitou para o empate sabendo que este servia à 'liga'.
com avaliações grosseiras - a do 'goal-average' ser a diferença de golos! foi de bradar aos céus - e viu-se que entrou em campo prevenida contra qualquer assomo da 'equipa' do bairro do restelo.
enfim, um jogo fraquinho com intervenientes ainda mais fracos.
mas é assim o nosso futebol.
ou não é?...


Analisemos esta situação, não pela minha opinião pessoal, mas pela opinião do José Manuel Meirim, expressa na RTPN e constante do site da REP, quanto ao significado da decisão do CJ:

Situação gravíssima, anómala e patológica


José Manuel Meirim, especialista em Direito Desportivo, afirmou à Antena 1 que o facto das Associações Distritais de Futebol terem delegado no presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, as nomeações para o Conselho de Justiça da FPF, é um facto "gravíssimo e anómalo".

José Manuel Meirim adiantou que esta "é uma situação perfeitamente anómala, patológica e que só se compreende na situação de crise, degradação da justiça desportiva no âmbito da modalidade futebol. Algo que acontece, na opinião deste especialista "perante a contínua e persistente passividade do Estado, quando estão em causa o exercício de poderes públicos".

José Manuel Meirim avança mesmo que " é pena e é gravíssimo que o Estado não assuma as suas responsabilidades e exerça os seus poderes, e, neste caso, num quadro de ilegalidade grave de funcionamento de uma federação desportiva".

O especialista escutado pela Antena 1 vai ainda mais longe afirmando que "já devia ter ter sido instaurado um inquérito no sentido de ser suspensa a utilidade pública desportiva".

Pois é, digo eu, menos os tais belenenses todo-coração-vimaranense.

Conclusão:
Vistos os factos, pesados os argumentos, dado não poder haver recurso em sede desportiva e como não estou, nem um pouco, convencido de que goal-average não é a média de golos, só há um caminho possível a tomar: intentar a acção judicial por perdas e danos materiais.
A CG não pode pura e simplesmente ignorar que ao meter-se neste processo ou vai até ao fim ou mais valia ter ficada quieta.

Mas desta feita, façam as coisas bem feitas e não sejamos mansinhos no pedido indemnizatório.

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Belenenses reage à rejeição dos recursos após reunião



Nota Introddutória:

E se esta malta fizesse primeiro os trabalhos de casa, antes de os mostrar aos professores, deviam primeiro exibir aos pais para aprovação ou não.

A sede individual do protagonismo dá nisto.

Estamos mal.

João Barbosa na RTP:
O presidente da Comissão Administrativa do Belenenses, João Barbosa, já reagiu à decisão tomada pelo Conselho Superior de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

O
Belenenses não concorda com a avaliação feita pelo Conselho de Justiça (CJ) aos recursos apresentados pelo clube.

João Barbosa reagiu há momentos, com alguma ironia, a esta decisão que mantém o Vitória de Guimarães na Taça da Liga: "Os juízes jubilados do Conselho Superior de Justiça tomarão sempre a mesma medida que tomaram agora. Atenderão à forma da apresentação dos recursos e não à letra dos regulamentos(...) É um bom princípio criado pelo CJ que o Belenenses regista, embora não concorde com ele (...) Espero que mantenham este critério até ao final do seu mandato".

Agora, Hélio Nacimento no Diári Digital:

O Belenenses reserva para depois de uma reunião, a realizar na tarde de hoje, a sua posição sobre a rejeição do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aos recursos apresentados referentes às meias-finais da Taça da Liga.
«O Belenenses teve conhecimento agora. Vamos pensar, analisar e conversar e, para já, é prematuro estar a fazer qualquer cenário», disse à Agência Lusa Hélio Nascimento, elemento da Comissão de Gestão e administrador da SAD do Belenenses.

O dirigente do Belenenses recusou comentar a questão formal processual que motivou a não admissão dos recursos, limitando-se a afirmar que «quando se faz recursos não é para perder».

O Conselho de Justiça da FPF deliberou hoje, por unanimidade, rejeitar os dois recursos do Belenenses por terem sido dirigidos contra a directora executiva da Liga.

O órgão federativo vincou que mesmo que tivesse admitido os dois recursos do clube do Restelo pronunciar-se-ia favoravelmente pela Liga, uma vez que tem o entendimento de que a expressão «goal average» significa a diferença entre golos marcados e sofridos.

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Ando pasmado com alguns belenenses



Já se viu que a Taça da liga nasceu torta e por mais remendos que lá façam, os clubes encarregam-se, depois, de não cumprir as regras, sendo seguidos pelos adeptos e, funadamentalmente por outros agentes ligados ao desporto, entre os quais os jornalista que vão usando e abusando de imprecisões no seu vocabulário, como seja a da utilização corrente do termo goal-average, tal e qual como os incompetentes da Liga.

Se estes últimos, em alguns casos podem não ser renumerados, o mesmo já não se passa com os jornalistas, que deviam saber de cor e sateado tudinho na ponta da caneta, do teclado ou da língua.

Mas, remunerados ou não, sejam quem forem os artistas que é suposto serem competentes aquando da eleição, o facto é que o futebol português está como está graças a tanta incompetência junta, que a de um atropela a do outro. E nessta coisa que ora me trás aqui, parece-me haver uma clara chantagem sobre o Belenenses para não denunciar, ao menos, o que vai mal na Liga.
Já antes Cabral Ferreira o fez, e parece que não, mas João Barbosa pertence à escola desportiva de Cabral Ferreira e no caso em apreço, acredito que se mais ninguém acreditar no nosso êxito, ele será o último a não acreditar. Pelo menos, assim o espero.

Vem-se, agora, a saber que pode o FC Porto ser excluído dessa competição por incumprimento do Artigo 11º, isto é, por não ter utilizado pelo menos 4 a 5 jogadores titulares tendo, ao que aprece, utilizado apenas um - Pedro Emanuel.

No nosso caso, sobre esta coisa de quem tem ou não razão, se o Belenenses, se a Liga, esperaria, por exemplo, à semelhança do que anteriormente se fez no Caso Mateus, que José Manuel Meirim, apresentado pela comunicação social dita desportiva como sócio do Belenenses que viesse a terreiro defender a tese da LPFP no que concerne à interpretação que pode ser dada ao "espírito da lei" no que à utilizaçõ da expressão diz respeito. Desta feita, temos o Meirim do nosso lado.

Assistir, no entanto, a associados ou adeptos do Belenenses que se apresentam com cartão ou sem ele, mas vincando a sua condição de belenense e outros de belenenses até morrer a defenderem a posição do Vitória de Guimarães, coitados apanhados nesta situação de extrema xico-espertice causada pelos dirigentes do meu Clube é que fico parvo.

Um dos editores de um blogue azul em comentários aqui produzidos e, também no blogue Vimaranes, afecto ao Vitória de Guimarães, bem sabe ao que me refiro, quando ele apadrinha o apuramento directo do Vitória Guimarães, quase pedindo desculpa pela acção dos dirigentes do Belenenses ao impugnarem o não apuramento do Belenenses, nem sequer dando o benefício da dúvida ao Clube de que é associado.

Mais, até parece que há uma diferença entre o Belenenses e o Guimarães, quando a divregência é entre o Belenenses e a Liga. A proválo está a existência do tal 2º recurso do Belenenses.

Se fosse aquele caso, o qual terei de respeitar a sua opinião, tal como ele, talvez tenha de explicar a razão pela qual toda a comunicação social está do nosso lado e ele do lado do Guimarães.

Mas também um de tal Guto ou MiticO, o qual foi escrevendo algo semelhate no blogue Briosa. Vejamos:

"Sou jurista, responsável do departamento contencioso de uma seguradora, e sou belém, belém até morrer!!!
Também gosto da Briosa pois cursei Direito em Coimbra e fui algumas vezes ao velhinho Calhabé. Ia mais interessado em aprofundar os meus conhecimentos em anatomia feminina do que em ver futebol, é certo, mas embeicei pela Académica (só quem por lá andou é que sabe o que é o ambiente coimbrão, aquela mística, aquelas tradições, tudo, tudo. Que saudades!).

Tenho discutido com os meus colegas de trabalho e somos todos do mesmo parecer: o Belenenses não tem a razão do seu lado.
Subcrevo na íntegra a análise do Dr. Rafael. Infelizmente o recurso do meu Belenenses improcederá.

Muito obrigado, Sr. capris, pois graças a si ainda há uma luz ao fundo do túnel. Ténue a luz e muito fundo o túnel...

Força, Briosa!

22 Janeiro, 2009 16:23"


Depois o webmaster do Briosa pergunta:
"Guto,

Podia elaborar melhor o seu raciocinio? Confesso que o Rafael se perde em demasiados considerandos que não me permitem atingir o que pretnde. Limitações minhas é verdade, daí o pedir a sua ajuda - qual a justificação para que se inverta/desvirtue o sentido da utilização do goal average?

22 Janeiro, 2009 16:39"

E o Guto, ou MitícO responde:
"Cparis, é simples.

Tendo em conta a estrutura da norma (o cáracter subsidiário das várias alíneas - não se aplicando a 1ª passa-se para a 2ª e por aí fora..) conclui-se que a intenção do legislador (TELEOLOGIA), não era outra que não premiar a maior diferença de golos (premiando pois a eficácia ofensiva - nº de golos marcados).

É óbvio que a expressão «goal-average» foi mal utilizada. Mas repare, se são os próprios legisladores a explicitarem a sua intenção e o «espírito» de que estava imbuído o complexo normativo, poucas dúvidas restam.

Mas sem dúvida que a amargura sobreleva perante tal amadorismo do legislador.

O elemento literal parece ceder, neste caso, perante o elemento teleológico, em sede de interpretação e aplicação do regulamento.

Uma alteração no regulamento impõe-se, claro.

Cumprimentos

22 Janeiro, 2009 18:49"

Daí que ver o Sílvio Cervan(Benfica) ao lado do Vasco Santos(V. Guimarães), ambos sorridentes no sorteio da Taça da Liga, terão como fundamento, também, estas diferenças de opinião dentro do seio da massa de adeptos e associados azuis que, no conjunto, apresentam pólos opostos de interpretação da defesa dos interesses do Clube.

Sorrisos esses que constratavam com tristeza de Pedro Barbosa por não ter adversário com quem sorrir.

Enfim, a minha alma está parva.

DE facto, eu que já ando meio farto de padres e padrecos, porque tive de aturar salesianso e jesuítas ao longo dos meus estudos, vem agora uma teoria estruturante de característica teológica para edfender oindenfensável.

Suponho que o Hermínio Loureiro podia recorrer a parte de nossos associados para fundamentar a razão da Liga e do Guimarães.

Ao sorriso entre o Sílvio Cervan e o Vasco Santos apenas faltou o sorriso do Hermínio ao ler as palavras destes associados belenenses.

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CJ não decide recursos do Belenenses antes de segunda-feira



Notas Prévias:

Ora bem, até nós simples adeptos e associados do Belenenses fomos agradavelmente surpreendidos, porque nesta coisa da Taça da Liga, não há um, mas 2 (recursos), sendo que o 2º recurso é bem mais importante que o primeiro e reflecte uma realidade que aqui tenho vindo a denunciar.

De facto, se o primeiro recurso denuncia a vilolação da lei, na não aplicação da mesma e levando todo o país desportivo ficara perceber que eese comum uso de expressões populares não podem ser trazidas nem para a letra, nem para o espírito da lei, para que as regras sejam transparentes.

O 2º recuro interposto contra a abusiva interpretação da Liga, através da sua comissão executiva, vulgo Andréia Couto, tal como no Caso Mateus, do desce-não-desce, vem demonstrar à saciedade a form como a Liga se comporta perante os seus associados, ou seja, age para com a maioria dos clubes como se fosse uma entidade patronal e para com uma minoria, como ses filhos-mais-que-tudo.

De facto, era inimaginável a interpretação da expressão de goal-average da forma como a Comissão Executiva da Liga o fez, se não tivesse a pena de Andréia Couto, a qual, saliento, vem dos tempos do major e bem se sabe o sumo que de lá sai.

Mesmo entre nós, há quem defenda a tese do Guimrães, situação que coinsidero inimaginável.

Atentemos ao teor das notícias viondas do CJ.

Um segundo recurso do Belenenses impede o Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) de se pronunciar antes de segunda-feira sobre a contestação dos "azuis" à exclusão da Taça da Liga em vez do Guimarães.

Fonte conhecedora do processo disse à Agência Lusa que o Belenenses entregou um segundo recurso dois dias depois do primeiro, o que terá atrasado a marcação da reunião do CJ, uma vez que houve necessidade de distribuir o processo a outro relator e proceder a novas diligências, devendo os conselheiros pronunciar-se sobre ambos na mesma reunião.

Por outro lado, uma fonte do clube revelou há Lusa que no primeiro, admitido no CJ a 23 de Janeiro, o recorrido é o Vitória de Guimarães, e no segundo é a Comissão Executiva da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), na pessoa da directora executiva, Andreia Couto, que o Belenenses responsabiliza por aquilo que considera o erro na classificação, bem como pela posterior realização do sorteio quando já tinha conhecimento da impugnação entregue pelo clube.
O que motivou o segundo recurso do Belenenses foi o facto de os regulamentos da FIFA expressarem que têm de ser os dirigentes a responder pela execução dos regulamentos dos respectivos organismos.

Marcada para quarta-feira, 4 de Fevereiro, tal como o Sporting-FC Porto, a meia-final que opõe o Benfica ao Vitória de Guimarães está suspensa até que o CJ tome uma decisão, mas fonte da Liga disse à Lusa que o jogo pode realizar-se na data prevista desde que o órgão da FPF se pronuncie até ao dia anterior.

Horas antes do início do sorteio das meias-finais da Taça da Liga, a 20 de Janeiro, o Belenenses entregou recurso na LPFP, fundamentando-se no regulamento da prova para contestar o seu afastamento em favor do Vitória de Guimarães, na qualidade de melhor segundo classificado da fase de grupos, ganhos por Benfica, Sporting e FC Porto.

O critério definido como primeira fórmula de desempate é o "goal-average", que o Belenenses considera ser superior ao do Guimarães: "dois, fruto de dois golos marcados a dividir por um sofrido", contra "1,5, fruto de três golos marcados a dividir por dois sofridos".

A Liga rejeita a noção defendida pelos "azuis" de "quociente entre golos marcados e sofridos", argumentando que a "expressão goal-average reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos", o que "corresponde ao entendimento comum na linguagem corrente do futebol".

Por outro lado, a Liga entende que, caso seja dada razão ao Belenenses, os "azuis" devem ser considerados como adversários do Benfica, não havendo lugar há realização de outro sorteio.

Fonte: Expresso

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CJ da FPF aceita recurso do Belenenses



O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) aceitou esta sexta-feira o recurso interposto pelo Belenenses para a impugnação da Taça da Liga e suspendeu a meia-final entre Benfica e Vitória de Guimarães.

O Belenenses, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) e o Vitória de Guimarães já foram informados da admissão do recurso e da suspensão da partida, sendo que este último tem até segunda-feira para apresentar contestação.

O recurso do Belenenses foi entregue na segunda-feira na LPFP, antes do sorteio das meias-finais da Taça da Liga, exigindo a anulação da sua exclusão da prova e requerendo a suspensão do encontro Benfica-Vitória de Guimarães.

Para o clube do Restelo, ‘goal average' significa a divisão dos golos marcados pelos golos sofridos. Ora, no final da 3ª fase da Taça da Liga, o Belenenses tinha na contagem dois golos marcados e um sofrido (quociente de 2), enquanto o V. Guimarães marcou três golos e sofreu dois (quociente de 1,5).

Contudo, a Liga não tem dúvidas. ‘Goal average' é utilizado para definir apenas a diferença entre golos marcados e sofridos. Pelo menos, assegura a Liga, esta é a leitura de UEFA e FIFA. Assim, o V. Guimarães seguiu em frente na prova, pois marcou mais golos.

José Manuel Meirim, especialista em Direito Desportivo, justifica a suspensão, único efeito útil, tendo em conta que se trata de uma prova a eliminar, o que suscita o efeito suspensivo determinado pelas normas regulamentares.

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A Liga não tem emenda



Notas Prévias:

Há tantos assuntos no Clube/SAD para serem aqui tratados que as coisas novas quase me deixam sem espaço para darem á luz do dia.

Quanto aos casos que nos imputam de apenas sabermos ganhar na secretaria, seria bom as pessoas, azuis, adversários e agora, finalmente, até inimigos, colocassem, por uma vez, a mão na consciência e pensarem assim:
1. Caso Mateus: foi tanta a chafurdice da Liga em tentar meter à viva força o Belenenses na II Liga que se não tivesse havido a tenacidade do Cabral Ferreira, a coisa não se ganharia e não se colocariam a descoberto muitas carecas, mesmo dentro de portas.
2. Caso Meyiong: não se ganhou porque o fugitivo retirou o processo após ter feito entrada do mesmo no TAS,alegando que o processo iria ficar dispendioso (o plantel dele reduzido à sua mínima expressão está a dar o que ora se vê).
3. Caso Vinícius, se houver caso...
4. Agora, mais esta argolada da Liga, que acredito não se dever à perspicácia azul, mas sim ás dicas de fora, no qual acredito ser fácil de ganhar.

O que mais lamento: ser o Belenenses o Máximo Divisor Comum de casos no futebol português, mais patrocinados pelos erros e omissões da Liga que o inverso, como a seguir se vai demonstrar uma vez mais.

"Esclareceu" ou tentou esclarecer a Liga no pasdsado dia 19 o seguinte:

Esclarecimento acerca das meias-finais da Taça da Liga:

Em face de dúvidas suscitadas na comunicação social relativamente ao apuramento para as meias-finais da Taça da Liga, entende a Liga Portuguesa de Futebol Profissional prestar o seguinte esclarecimento:

O 1º ponto do nº 3 do artigo 7º do Regulamento da Taça da Liga elege o melhor "goal-average" como primeiro critério de desempate entre clubes que tenham alcançado a mesma pontuação. A referida expressão "goal-average" reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos; tal corresponde ao entendimento comum na linguagem corrente do futebol e, certamente por isso, como tal, foi interpretado pela generalidade da comunicação social, designadamente as televisões quando traçaram os cenários de apuramento em face dos resultados que se iam verificando nos jogos da última jornada da 3ª fase.

Dito pela negativa, não se significou nem se quis significar através da referência a "goal-average" a qualquer tipo de quociente entre golos marcados e sofridos. Sendo certo que, actualmente, em todas as competições internacionais, a referência ao "goal-average" expressa a diferença entre golos marcados e sofridos.

Acresce que o critério baseado na diferença entre golos marcados e sofridos harmoniza-se com o espírito geral do Regulamento, que é o de estimular e premiar a marcação de golos, como está claramente expresso no ponto 2º do nº 3 do artigo 7º da Taça da Liga.

Convem aqui referir que nunca a Liga ou a sua Comissão Executiva pode fazer interpretações suas de normas aprovadas pelos associados da Liga, cujas interpretações ou alterações terão de ser sancionadas em Assembleia Geral da Liga e não consta que tal tenha ocorrido.

Traou-se e vai continuar atratar-se neste tipo de procedimento como uma fuga para frente de quem sabe que prevaricou e não sabe como sair desta enrascada.

Isso é contra a doutrina do Direito que impede que haja juíz em causa própria.

Aliás, isto vem muito no seguimento dos sub-produtos que ainda estão na Liga e nomeados pelo major, o qual, diga-se, é ainda o presidente da AG da Liga, embora ultimamente com um estranho low-profile.

Andreia Couto é a personagem mais visível da Comissão Executiva e aquela a quem tem cabido este tipo de missão. Conviria passara aser mais discreta, porque os clubes pagam-lhe para ser isenta em relação a todos eles.

Não há em toda a legislação do futebol, nacional e e internacinal, um regulamento com critério tão diferente quanto existe no actual Regulamento da competição da Taça da Liga, o qual foi alterado do ano passado para este ano.

Portanto, há aqui que salientar que o legislador deste ano quis dar força à fórmula encontrada este ano para viabilizar a Taça da Liga.

O que o legislador à portuguesa quis fazer este ano foi dar força aos chamados clubes grandes, cabenddo-lhes a eles, pela fórmula encontrada no arranjo de "sorteio" que se combinassem em que anos ganfaria o Sporting, o Porto e o Benfica. Este sim foi i espírito do legislador, não outro.

Dai o goal-average para foratelecer a posição de tais clubes da determinação dos finalistas.

Isto foi denunciado pelo blogue Briosa secundado pelo blogue do António Boronha de forma clara.

Veja-se o que diz o Artigo 8º do Regulamento na classificação por pontos:



Artigo 8.º
Competições por pontos



1. As competições oficiais por pontos terão obrigatoriamente duas voltas e os participantes encontrar-se-ão todos entre
si, uma vez na condição de visitados e outra na de visitantes, nos respectivos estádios, não sendo autorizada a inversão dos jogos.
2. No início da época, os Clubes devem indicar qual o Estádio, sobre o qual detenham título legitimo de utilização, em que se realizarão os jogos por si disputados enquanto Clube visitado, sem prejuízo de, em casos de força maior, serem autorizados a jogar noutro Estádio.
3. Nas competições disputadas por pontos adoptar-se-á a seguinte tabela:
· VITÓRIA ........... 3 pontos
· EMPATE ........... 1 ponto
· DERROTA ........... 0 pontos
§ Único - A falta de comparência não justificada de um Clube a jogo oficial determina a atribuição ao Clube adversário dos 3 pontos correspondentes à vitória.
4. Os jogos destas competições terão a duração de noventa minutos, divididos em duas partes iguais, separadas por um intervalo que não deve exceder os quinze minutos.
5. Os clubes devem designar em cada jogo até 7 suplentes, podendo efectuar durante todo o tempo regulamentar apenas três substituições de jogadores, sem distinção das posições em que jogam e independentemente de os substituídos se encontrarem ou não lesionados. Os jogadores substituídos não poderão voltar ao terreno de jogo.
6. Para estabelecimento da classificação geral dos Clubes que, no final das competições se encontrarem com igual
número de pontos, serão aplicados, para efeitos de desempate, os seguintes critérios, segundo ordem de prioridade:
a) Número de pontos alcançados pelos Clubes empatados, no jogo ou jogos que entre si realizaram;
b) Maior diferença entre o número de golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes empatados, nos jogos que realizaram entre si;
c) Maior número de golos marcados no campo do adversário, nos jogos que realizaram entre si;
d) Maior diferença entre o número dos golos marcados e o número de golos sofridos pelos Clubes nos jogos realizados em toda a competição;
e) O maior número de vitórias em toda a competição;
f) O maior número de golos marcados em toda a competição.
7. Se, após a aplicação sucessiva dos critérios estabelecidos no número anterior, ainda subsistir situação de igualdade,
observar-se-á o seguinte critério de desempate:
a) Se só houver duas equipas empatadas, realizar-se-á um jogo em campo neutro, a designar pela Liga P.F.P.. Se, findo o tempo regulamentar, se mantiver o empate, proceder-se-á a um prolongamento de trinta minutos, dividido em duas partes de quinze minutos; se a situação de empate subsistir findo o tempo de prolongamento, apurar-se-á o vencedor
através do sistema de marcação de pontapés de grande penalidade, de acordo com o previsto nas “Leis do Jogo”.
b) Tratando-se de mais de duas equipas em situação de igualdade, realizar-se-á uma competição a uma só volta, em campo neutro, para encontrar o vencedor;
c) Se, finda esta competição, não se encontrar o vencedor e ficarem duas ou mais equipas empatadas, proceder-se-á ao desempate de acordo com os critérios fixados no número 4 deste artigo.
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Veja-se, agora, a diferença substantiva que está no Artigo 7º do Anexo III ao Regulamento das Competições e exclusivo da Taça da Liga:




Artigo 7.º
REGRAS DO JOGO



1. Os jogos são disputados em conformidade com as “Leis do Jogo” autorizadas pela “International Football Association Board” e publicadas pela “Fédération International de Football Association”.
2. Na 1ª fase da Competição, nas Meias-finais e no jogo da Final, em caso de se verificar um empate no final do tempo
regulamentar, os dois Clubes procedem ao desempate através do sistema de pontapés da marca de grande penalidade, nos termos previstos nas supra citadas “Leis do Jogo”.
3. Na 2.ª fase e 3.ª fase da Competição caso se venha a verificar um empate de pontuação entre os Clubes, o apuramento para a fase seguinte é efectuado por aplicação dos seguintes critérios:
1.º Melhor “goal average”;
2.º Maior número de golos marcados;
3.º Média etária mais baixa dos jogadores utilizados durante a respectiva fase.

Socoorrendo-me, ainda, com a devida vénia ao blogue Briosa, veja-se que "lá fora", mais niguém cita o goal-average, se não na Taça da Liga:
Euro 2008
Artigo 6 ("Equality of points after group matches"), alinea 6.05 (página 6 e 7)
Champions League
Artigo 6, alinea 6.05 (página 6 e 7)
Fala em "Goal-Average"? NÃO!!!
Mais uma vez "SUPERIOR GOAL DIFFERENCE"!
Taça UEFA
Artigo 6, alinea 6.06 (página 10)
Fala em "Goal-Average"? NÃO!!!
Outra vez "SUPERIOR GOAL DIFFERENCE"!


As conclusões parecem serem óbvias:

1. Seria isto possível se nisto estivesse envolvido um dos tais 3?

2. quis-se credibilizar a Taça da Liga fazendo dos clubes médios ou pequenos meros figurantes para que na parte final surgissem os tubarões;

3. acentou-se o goal-average nesse afã de credibilização;

4. quando se chegou á conclusão que o patel de nata não combina com cerveja, toca de afqastar o pastel e meter lá o Afonso Henriques, coisa 1que não só foi preparada via certidão de passagem ás meias-finais, como pela diferenciação horária dos jogos que disputariam os 1º a 3º lugares do grupo.

Nota: surripei a imagem dos jornais ao Briosa. Desculpe lá cparis.

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Taça da Liga: como foi lançada a lebre



Lendo melhor as notícias sobre este affair da Taça da Liga que, a meu ver, nos coloca nas meias-finais da referida competição, verifico que o tema foi lançado pelo blogue Briosa, ás 17H57 do dia 19, 2ª Feira, pela pena de cparis.

A partir daí, foi um ver se te avias pela comunidade bloguista quue fez a difusão entre si.

Ou seja, passou-se a ter conehcimento da ilegalidade que nem sequer o Belenenses deu conta em primeira mão, nem disso foi seu autor.

Se eventualmente viermos a ganhar a causa ou se conseguimos apresentar recurso a horas, convinha agradecer ao Briosa.

Não nos ficaria mal.

Leia-se, então, o que lá foi escrito:
O Gonçalo Cabral, alertou-me e bem, que o Belenenses teria melhor "goal average" que a Briosa no sábado passado. Confesso que por falta de tempo não fui tão minucioso quanto ele, e cometi um erro.
Mas ao ler o comentário do Gonçalo reparei no estranho caso de se estar a usar o "goal average" como critério de desempate, que está caído em desuso há vários anos, ao invés do "goal-difference".


O "goal average" é o quociente entre os golos marcados e sofridos, critério que foi usado durante muito tempo, mas que premiava as equipas mais defensivas.

Ora, se nao me engano:
Equipa GM-GS Goal Average
Guimarães 3-2 1.50
Belenenses 2-1 2.00

Pelo que a equipa que devia seguir em frente deveria ser o Belenenses. Esperemos que não seja mais um imbróglio daqueles que é hábito existir no nosso futebol.

P.S. Confesso que a conclusão a que cheguei é deveras surpreendente e posso ter cometido uma falha algures. Agradecia que o indicassem, porque parece-me que houve um erro grave no Regulamento.

Depois, noutro post sob o título "Os hipócritas", acrescenta:
O António Boronha tem um link sobre os hipócritas que me dá gozo ir lendo. Confesso que não tive o tempo de ontem acompanhar a net sobre o tema que lancei aqui
É que é espantoso ver as reacções de quem se aproveita do trabalho dos outros sem lhes fazer referência. Sei que não este tema não teria a exposição que teve se o Boronha não tivesse pegado nele, mas acho que uma pequena referência (pública ou privada) não ficava mal, principalmente a quem mais vai beneficiar do caso - a SAD do Belenenses que tem o desplante de escrever isto no seu site:

O Belenenses conta participar nas meias-finais da Taça da Liga e vai estar presente no sorteio de amanhã, face ao teor da regulamentação da própria competição.

Pois, não é face ao regulamento, mas sim face ao terem sido alertados para o regulamento. Porque ontem o seu líder da SAD dizia que o Belenenses tinha sido eliminado por um qualquer golo anulado. Confesso que não recebi nenhum mail de agradecimento desta SAD, mas eu não faço parte dos especialistas nem escrevi nenhum parecer técnico que vieram a reforçar a tese . Eu apenas fui o autor da tese.

Nos media tradicionais, excepções feitas ao maisfutebol,e ao Record, não encontro mais ninguém a referir o Briosa, apesar de usarem a informação por nós levantada. É pena.

E, ainda, no seu último post, sob o título "Duas dúvidas" remata ás 13H10 do dia de hoje:
Segundo a Antena 1, a Liga pretende que se faça uma "interpretação actualista" dos regulamentos. Quanto a isso tenho duas dúvidas:

Se o regulamento foi escrito o ano passado (o regulamento anterior falava em diferença de golos) como pode estar desactualizado que exija uma "interpretação actualista"?
Parece que, pelo que dizem, nunca foi intenção usar o goal average. Mas como se adivinha o que eles pensavam? Ora, se efectivamente quisessem usar o goal average como é que o escreveriam nos regulamentos? Não teria sido desta forma?

Do Belenenses não se sabe nada. Parece que estavam à espera do resultado do sorteio para saber se vale a pena falar ou não.

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Taça da Liga, recurso apresentado



RECURSO - TAÇA DA LIGA

A SAD de Os Belenenses vem por este meio informar o seguinte:

1) A SAD entregou na Liga de Futebol, antes do início do sorteio de hoje das meias-finais da Taça da Liga, um recurso contencioso e de anulação da decisão relativa à classificação da 3.ª fase da Taça da Liga e consequente exclusão do Belenenses do sorteio das meias-finais.

2) O recurso requer efeito suspensivo da decisão.

Lisboa, 20 de Janeiro 2009
a Administração da SAD

O Belenenses não se conforma que a Liga tenha mantido o V. Guimarães na Carlsberg Cup. Nesse sentido, fez seguir para sede do organismo um "recurso contencioso e de anulação da decisão relativa à classificação da terceira fase da Taça da Liga e consequente exclusão do Belenenses do sorteio das meias-finais".

A equipa do Restelo fundamenta-se no regulamento da prova para contestar o afastamento do sorteio das meias-finais em detrimento do V. Guimarães.
Belenenses exige anulação das meias-finais
O Belenenses apresentou hoje um recurso na Liga Portuguesa de Futebol Profissional, exigindo a anulação da sua exclusão das meias-finais da Taça da Liga. Em comunicado, colocado no seu “site”, o Belenenses esclarece que o recurso, interposto aliás antes do início do sorteio das meias-finais da Taça da Liga, requer o efeito suspensivo da classificação da terceira fase da competição. O clube do Restelo fundamenta a sua argumentação no regulamento da prova contestando o seu afastamento em favor do Vitória de Guimarães, na qualidade de melhor segundo classificado da fase de grupos. O pomo da discórdia é a interpretação prática da expressão “goal-average”.
O Belenenses já garantiu que vai impugnar o sorteio das meias-finais da Taça da Liga. Os jogos já são, no entanto, conhecidos. No dia 4 de Fevereiro, o Benfica joga com o Vitória de Guimarães e o Sporting com o FC Porto.

O sorteio da Taça da Liga foi antecedido de mais uma polémica. O Belenenses afirma-se com direito de estar nesta fase da prova.

Os «Azuis do Restelo» dizem que deviam ter um lugar nesta fase da prova, já que entendem que o primeiro factor de desempate, o melhor goal-average, lhes é favorável. O Belenenses entende que o goal-average refere-se ao coeficiente entre golos marcados e sofridos, mas a Liga já veio dizer que este factor de desempate se refere à diferença entre os mesmos.

Por isso a Liga avançou com a realização do sorteio e confirmou o Vitória de Guimarães como uma das quatro equipas ainda com possibilidades de conquistar a Taça da Liga.
Belenenses impugna sorteio da Taça da Liga
da Liga, realizado esta terça-feira de manhã, no Porto. Segundo fonte da Comissão de gestão dos azuis, o clube já enviou para a Liga um recurso para que seja anulado o sorteio, que ditou os jogos Sporting-FC Porto e Benfica-V. Guimarães, que se realizam no dia 4 de Fevereiro.

A Liga manteve o V. Guimarães na Taça da Liga, por entender que a expressão ‘goal-average’ reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos e não ao quociente entre os dois números em questão, como defende o Belenenses. V. Guimarães e Belenenses acabaram a fase de grupos com os mesmo número de pontos (4). Os azuis com 2-1, em golos, e os minhotos com 3-2. Como o ponto sete do anexo III do regulamento da Taça da Liga, n.º2, diz que em caso de empate passa a equipa que tem mais golos marcados, o Vitória seguiu para as meias-finais.

O Belenenses, no entanto, defende que devia ter sido aplicado o n º1, do ponto sete do anexo III do regulamento da Taça da Liga, por discordar da interpretação da Liga em relação ao ‘goal-average’. Para os azuis, tal expressão impõe a necessidade de dividir os golos marcados pelos golos sofridos. Desta forma, a equipa permanecia na competição, dado que 2 (golos marcados) a dividir por 1 (golos sofridos) é igual a 2 (quociente), enquanto no caso dos vimaranenses 3 (golos marcados) a dividir por 2 (golos sofridos) é igual a 1,5 (quociente).
Belenenses recorre de exclusão das meias-finais da Taça da Liga
Belenenses apresentou um recurso na Liga Portuguesa de Futebol Profissional, exigindo a anulação da sua exclusão das meias-finais da Taça da Liga, anunciou o clube lisboeta na sua página oficial na Internet.

Em comunicado, o Belenenses esclarece que o recurso, interposto antes do início do sorteio das meias-finais da Taça da Liga, requer o efeito suspensivo da classificação da terceira fase da competição.

"A SAD entregou na Liga de Futebol (...) um recurso contencioso e de anulação da decisão relativa à classificação da terceira fase da Taça da Liga e consequente exclusão do Belenenses do sorteio das meias-finais", indica a nota.

O clube lisboeta fundamenta-se no regulamento da prova para contestar o seu afastamento em favor do Vitória de Guimarães, na qualidade de melhor segundo classificado da fase de grupos, ganhos por Benfica, Sporting e F. C. Porto.

O critério definido como primeira fórmula de desempate é o "goal-average", que o Belenenses considera ser superior ao do Guimarães: "dois, fruto de dois golos marcados a dividir por um sofrido", contra "1,5, fruto de três golos marcados a dividir por dois sofridos".

A Liga rejeita a noção defendida pelos "azuis" de "quociente entre golos marcados e sofridos", argumentando que a "expressão goal-average reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos", o que "corresponde ao entendimento comum na linguagem corrente do futebol".

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SAD, Taça da Liga: um comunicado oportuno



COMUNICADO - TAÇA DA LIGA

O Belenenses conta participar nas meias-finais da Taça da Liga e vai estar presente no sorteio de amanhã, face ao teor da regulamentação da própria competição.

Depois de ter estudado bem o assunto e pedido pareceres a vários técnicos e especialistas, o Belenenses considera não existirem dúvidas. Assim, de acordo
com o ponto sete do anexo III do regulamento, o critério de desempate estabelece que «na 2.ª fase e 3.ª fase da competição, caso se venha a verificar um empate de pontuação entre os clubes, o apuramento para a fase seguinte é efectuado por aplicação dos seguintes critérios:
1.º Melhor goal average;
2.º Maior número de golos marcados; (etc.)»

O goal average do Belenenses (2, fruto de dois golos marcados a dividir por um sofrido) é superior ao do V. Guimarães (1,5, fruto de três golos marcados a dividir por dois sofridos.

Neste contexto, o Belenenses estranha e lamenta o esclarecimento publicado ao fim da noite no site da Liga, segundo o qual a «expressão goal-average reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos; tal corresponde ao entendimento comum na linguagem corrente do futebol».
Ora bem, todos o sabemos, a expressão goal-average diz respeito a quociente entre golos marcados e sofridos... e de linguagem corrente também todos sabemos que as interpretações não podem ser feitas à revelia da letra da lei.

Lisboa, 20 de Janeiro 2009
A Administração da SAD

Agora, leia-se a encomenda da Liga:
Em face de dúvidas suscitadas na comunicação social relativamente ao apuramento para as meias-finais da Taça da Liga, entende a Liga Portuguesa de Futebol Profissional prestar o seguinte esclarecimento:

O 1º ponto do nº 3 do artigo 7º do Regulamento da Taça da Liga elege o melhor "goal-average" como primeiro critério de desempate entre clubes que tenham alcançado a mesma pontuação. A referida expressão "goal-average" reporta-se à diferença entre golos marcados e sofridos; tal corresponde ao entendimento comum na linguagem corrente do futebol e, certamente por isso, como tal, foi interpretado pela generalidade da comunicação social, designadamente as televisões quando traçaram os cenários de apuramento em face dos resultados que se iam verificando nos jogos da última jornada da 3ª fase.

Dito pela negativa, não se significou nem se quis significar através da referência a "goal-average" a qualquer tipo de quociente entre golos marcados e sofridos. Sendo certo que, actualmente, em todas as competições internacionais, a referência ao "goal-average" expressa a diferença entre golos marcados e sofridos.

Acresce que o critério baseado na diferença entre golos marcados e sofridos harmoniza-se com o espírito geral do Regulamento, que é o de estimular e premiar a marcação de golos, como está claramente expresso no ponto .
Ora, Trofense+Elinimanação da Taça da Liga = mais ou menos 3 milhões de euros.
Nada mau.

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Belenenses foi roubado, tal como outros o foram e serão naquele sítio



Notas Prévias:

Atente-se no comunicado do Sporting de Braga sobre a arbitragem entre os lampiõies e esse clube:

O Sporting Clube de Braga, SAD, entregou na sexta-feira, dia 16 de Janeiro, uma participação na Procuradoria Geral da República no sentido desta averiguar os acontecimentos verificados antes e no decurso da partida entre o Sport Lisboa e Benfica, SAD, e Sporting Clube de Braga, SAD, disputada no dia 11 de Janeiro, no Estádio da Luz, a contar para 14ª jornada do Campeonato Nacional.

O Sporting Clube de Braga pretende que o Ministério Público investigue todos os acontecimentos ocorridos antes e durante o encontro, que foram amplamente difundidos por toda a comunicação social nacional, nomeadamente as suspeições geradas em torno da actuação e nomeação da equipa de arbitragem, de forma a apurar-se toda a verdade e punir eventuais responsáveis.

Leia-se esta passagem do Jaime Pacheco nas declarações efectuadas após o final do jogo de ontem:

"Costumo dizer que, em Portugal, quem não chora não mama. Penso que houve uma falha ou outra, nomeadamente nos lances dos golos anulados, mas não quero entrar nisso."

Vejamos algumas incidências do jogo com papel arbitral:
20' - Falta dura de Miguel Vítor sobre Baiano. O árbitro não mostrou cartão.
25' - CARTÃO AMARELO para CARCIANO, devido a falta sobre Aimar
56' - Atraso complicado (com o peito) de Maxi Pereira para Moretto. Não terá sido com o braço, logo, penalty?
62' - Golão de Marcelo... invalidado por posição irregular. Ainda assim, fica o registo de um pontapé notável. Alei não diz para se proteger os avançados?
90' - Dois cantos consecutivos para os azuis que forçam o ataque. No segundo, o Belenenses marca por Porta, mas o árbitro anula, considerando que há falta. Independentemente do toque mínimo que o guarda-redes sofre, o que existe é uma tremenda desatenção do brasileiro. Mais uma...

Resumindo e concluíndo, e dado que parece ter havido outro penalty por assinalar, vale aqui a pena dizer que de facto o apito mudou claramente de cor.

Não sei, aliás, se todo este esquema à volta das últimas vitórias dos lampiões não terão o efeito Betclick...Diga-se a este propósito que o papel do actual director desportivo dos lampiões nessa empresa de jogos de fortuna e azr nos resultados dos jogos anda sob supervisão das respectivas autoridades, as quais, talvez,também sejam avermelhadas.

Independentemente de o árbitro ser o Paulo Batista ou o Bruno Paixão, o que é certo é que se lá metessem o Peddro Henriques e companhia limitada, a a única coisa viável de acontecer na Luz é o Benfica ter de ganhar, dê lá por onde der.

A única certeza que ficamos neste jogo com os lampiões é que temos razão para estarmos confiantes quanto ao resto da época.

E, para recomeçar a dita, em termos de I Liga, e dependendo muito da designação do artista do apito para o próximo jogo (quase aposto o Pedro Henriques), o que teremos de fazer é calar a lampionagem e ganhar o jogo.

Se o mija na burra o fez e outros o farão, porque não nós? Afinal, eles até provam face ás sucessivas ajudas arbitrais que estão ao nosso alcance.

Espero forte reacção da SAD do Belenenses, devendo a msema fazer sair toodos os dias de cada semana uma história diferente, mas real, dos roubos arbitrias que nos têm feito.

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Este Sábado apoiar quem e onde?



Os calendários, os sorteios são tramados, porque para este Sábado e apenas com uma hora de diferença existem dois jogos de futebol contra o mesmo adversário, sendo que um é no Estádio do Restelo, viva o luxo para os nossos juniores, a contar para a 18ª jornada do campeonato Nacional, zona Sul, e o outro é no stadium of light a contar para a taça das bejecas.

Suponho que deverão haver associados com o dilema quem e onde apoiar. O ideal seria apoiar as duas equipas.

Pessoalmente, se não fossem os presentes condicionalismos, e apesar de estar há cerca de 3 semanas na Zona de Lisboa, e caso pudesse, optaria claramente por apoiar o nossos jovens e bravos rapazes, os quais conseguem entrar na luta por um lugar de apuramento ao mesmo tempo que sete dos seus jogadores foram chamados ás pressas como condição de suplentes utilizáveis em qualquer jornada do campeonato nacional da I LIga, taça das bejecas, etc.
Observo com alguma trisetza no site oficial a chamada da atenção apenas o jogo na 2ª Circular, algoque considero extremamente penoso para os nossos jovens jogadores, cuja carreira tem sido brilhante e, já agora, diga-se que não é todos os anos que conseguimos ombrear neste esclão com o da 2ª Circular, já que é da tradição parte das nossas equipas serem, por vezes, o refúgio de alguns jogadores recusados nesses clubes.

Portanto, o mérito a quem o tem e no caso vertente, entre uma deslocação ao lampionário e um jogo em casa, suponho que as dificuldades de opção serão grandes.

Se tivessemos uma massa associativa que permitisse o desdobramento em dois locais distintos, tudo muito bem e juntar-se-ia o útil ao agradável.

Porém nsete capítulo o óptimo é inimigo do bom.

O que é certo que os juniores, caso vençam, chegam ao primeiro lugar do respectivo campeonato.
Os seniores quase seguramente não vão vencer, tendo ainda em conta o nome do artista do apito e a cor avermelhada que este ano tal estar a a assumir.

Por outro lado, os seniores terão de aturar de novo os lampiões no próximo dia 23, desta feita no Restelo, ás 20H45, pelo que não sei se não valerá apena concentrar os esforços para o jogo do escalão junior.

Este sim é um jogo onde importa apoiar ao máximo, tendo em vista a manutenção dos actuais níveis anímicos e fazer uma descolagem o mais rápida possível da zona classificativa onde estamos metidos que está numa embrulhada tanta e tamanha que volto a dizer o que noutro dia disse aqui: foi com isto tipo de embrulhada que descemos-mas-não-descemos em Barcelos, corria o dia 7 de Maio do ano da graça de 2006.

Os rapazes merecem, digo eu.
Dia 23 temos tempo de voltara aturar os lampiões num jogo que é bem mais importante que os jogos deste Sábado, a julgar até pelas palvras do Rui Jorge, treinador dos juniores, que temm perfeita consciência que os jogadores que lá tem têm o comdivcionalismo de terem de servir quer os juniores, quer os seniores, face ás limitações do Belnenese quando comparadas pelo adversário de hoje e na próxima semana.

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Jogar para ganhar



Se o Afonso Henriques não se tivesse chateado com a D. Teresa, se calhar amanhã não teríamos um jogo com o sempre benvindo Vitória de Guimarães, que é o clube do Minho que ainda se reveste de decência noi mundo deste triste futebol luso.

O treinador Jaime Pacheco garantiu hoje que a equipa vai "jogar para ganhar" na recepção ao Guimarães, amanhã, em jogo da Taça da Liga.
Depois do último treino antes do encontro com os vimaranenses, em Almada, Jaime Pacheco afirmou que a sua equipa, que visita o Benfica sábado, tem "ambições de continuar em prova", pelo que quer conseguir o segundo êxito na competição.
"O resultado positivo com o Olhanense (2-0 na primeira jornada da Taça da Liga] e uma vitória no jogo com o Guimarães podem permitir que consigamos apresentar-nos na Luz, sábado, e jogar tudo por tudo para ficar em primeiro ou num melhor segundo lugar", salientou.
O treinador, que domingo abandonou o último lugar da Liga para se fixar na 12ª posição, depois da vitória por 1-0 no campo do Rio Ave, considerou que o jogo vai "ter características de futebol positivo, ofensivo, com as duas equipas a terem intenção de ganhar". Jaime Pacheco aludiu à "melhoria acentuada nos níveis anímicos e psicológicos" do Belenenses após o triunfo em Vila do Conde e considerou que, no embate com o Guimarães (oitavo no campeonato), "o factor casa poderá ser decisivo e importante", porque, sublinhou, "o quão difícil é jogar fora".
Com as opções alargadas - Tininho já pode actuar, pois o certificado internacional chegou ontem e os castigados na última ronda da Liga já estão disponíveis -, Jaime Pacheco admitiu que vai "refrescar a equipa". "Vou gerir os dois encontros, o jogo com o Guimarães e o de sábado, com o Benfica, na Luz", disse, acrescentando: "Há uma conjugação de interesses e de valores baseados na gestão de esforço da equipa". O encontro que opõe o Belenenses ao Guimarães, com início às 18h30, será dirigido pelo árbitro Duarte Gomes, de Lisboa.
Convocados:
Júlio César, Assis, Baiano, Alex, Carciano, Paiva, China, Tininho, Mano, Diakité, Sérgio Organista, Silas, Maykon, André Almeida, Vinicius Pacheco, Porta, Roncatto e João Paulo Oliveira.

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Excelente vitória



Vá lá a gente perceber estas coisas, se bem que aquela coisa do jogo com o Nacional da Madeira só foi derrota ou um stop a uma não vitória, porque o Rui Alves sabe mexer-se no mundo do futebol e é sempre uma pedra no sapato dos dirigentes da Liga.

Logo, só aí esta coisa do Nacional ganhar os jogos que anda a ganhar tem, também, muito a cumplicidade do rsepectivo presidente com os múltiplos agentes desportivos e é uma forma de afirmação do senhor na Ilha da Madeira.

Larguemos esse jogo de má memória, e após os 90 minutos observados em Olhão, o Belenenses ganhou num ambiente que até lhe é favorável, já que Olhão é, ou era, uma terra de gente azul.

E o Olhanense já o ano passado esteve a breves passos de poder subir de divisão, havendo o tal roubo do jogo com o Gil Vicente que meteu a PJ e tudo. Este ano tem-se passeado quase sempre por um dos lugares de acesso à I Liga, estando, no momento, na liderança da prova, não tendo conhecido o sabor a derrota no seu velhinho Estádio José Arcanjo, tendo apenas sofrido 3 golos em 5 jogos em casa.

Uma equipa comandada por Jorge Costa que esteve quase a ser o nosso actual treinador, não fosse o descuido do dia 6 de Outubro de João Barbosa ao ter metido os pés pelas mãos a ligra para o JC pensando ser o JP.

Talvez o Jaime Pacheco, por via disso, tenha puxado dos galões e feito saber qual era nesse desafio a voz da experiência.

Pelo histórico do que nos foi sucintamente relatado quer pelo MaisFutebol, quer pelo CM, os da casa não tiveram oportunidades de golo dignas de nota.

Ao contrário, o Belenenses jogou, ao que parece, de forma pragmática e, pela priemira vez, marcam-se dois golos sem respota, mais a mais fora de casa contra o líder da II Liga, liga esta que como bem sabemos albergará boas equipas ao nível das que disputam a segunda metade da tabela da I Liga.

Talvez por causa disso, o sabor da vitória tenha sido mais apurado.

Vistas as coisas pela brevidade do que nos chega, concluímos que Zé Pedro ao ter feito duas assistências para os dois golos, terá sido o homem do jogo.

Esperemos que esta vitória seja uma mola real para motivar aquela rapaziada,m em especial os que transiataram do turno do ano passado, os quais ainda constituiem o milo da equipa, os quais, a meu ver, não são merecedores da patifaria dos fugitivos, muito menos nós, associados ou simples adeptos, excluíndo os carlos dos carmos deste país, quais Miguel de Vasconcelos no reino do Belém.

Parabéns e agora que venha o Trofense para ver se damos uma sapatada na má sorte.

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Olhanense, 0 - Belenenses, 2



Formação das equipas:
OLHANENSE

Ricardo Ferreira; João Gonçalves, Javier Cohene, Steven Vitória e Stephane; Castro, Rui Baião e Rui Duarte; Ukra, Toy e Djalmir

Suplentes: Bruno Veríssimo, Marco Couto, Edson, Messi, Bruno Mestre, Moses e Guga

Treinador: Jorge Costa

BELENENSES

Júlio César; Mano, Carciano, Rodrigo Arroz e China; Gabriel Gómez, Sérgio Organista, Zé Pedro, Silas e Vinícius; Porta

Suplentes: Assis, Matheus, Maykon, Baiano, Marcelo, Evandro Roncatto e Wender

Treinador: Jaime Pacheco

Marcha do Jogo:
15:00 - Início do encontro. Sai a equipa da casa com a posse de bola.

5' - Rui Duarte chuta de fora da área e Djalmir, de cabeça, envia a bola para o fundo das redes mas o lance é anulado por posição irregular do avançado brasileiro.

O jogo está a ter poucas oportunidades de golo, com o Olhanense a controlar a posse de bola.

24' - Vinícius atira à figura de Ricardo Ferreira, naquele que é o primeiro remate do Belenenses à baliza algarvia.

37' - Na transformação de um livre directo, Organista acerta na barreira.

39' - Rui Duarte levanta um livre para a área belenense, onde Carciano se antecipa a Djalmir.

15:47 - Intervalo no José Arcanjo.

16:05 - Recomeça o encontro. Há uma alteração no Belenenses: Porta ficou no balnéario, entrou MARCELO.

57' - Cruzamento de João Gonçalves e Djalmir a falhar o cabeceamento.

58' - Remate de Zé Pedro, que sai por cima da barra de Ricardo Ferreira.

60' - GOLO DO BELENENSES... Zé Pedro centra da direita. No outro lado, VINÍCIUS remata cruzado e inaugura o marcador em Olhão.

64' - Toy e Sérgio Organista desentendem-se. Luís Reforço mostra o CARTÃO AMARELO a ambos os jogadores.

67' - Steven Vitória tinha tudo para fazer o empate mas rematou ao lado. A bola ainda toca no poste de Júlio César.

68' - No Belenenses, WENDER entra, sai Vinícius.

71' - Dupla substituição no Olhanense: Saem Castro e Ukra, entrando MESSI e GUGA.

78' - Guga aponta o livre do lado direito e Steven Vitória cabeceia por cima.

80' - Jorge Costa joga a última cartada: sai Steven Vitória, entra MOSES. Os algarvios jogan agora com apenas três defesas.

90' - GOLO DO BELENENSES... Zé Pedro contra-ataca pela direita e assiste na área WENDER, que envia a bola par ao fundo das redes.

90' - Jaime Pacheco faz a última substituição. Sai Sérgio Organista, entra MAYKON.

Mais quatro minutos para jogar.

16:52 - Final da partida.

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Belenenses vai a Olhão para impor diferença de escalões



Jaime Pacheco, treinador do Belenenses, destacou a necessidade de a equipa do Restelo fazer notar, este domingo, a diferença de escalão na visita a campo do Olhanense de Jorge Costa, no jogo antecipado da primeira jornada da 3ª fase da Taça da Liga.

O treinador reconheceu que não vai ser fácil «jogar fora» e notou que os algarvios estão moralizados com o primeiro lugar na Liga de Honra, mas recordou que o Belenenses, apesar de ocupar o último lugar da Liga, «tem outra responsabilidade» por actuar no primeiro escalão.

A equipa do Restelo vem de uma derrota na Liga, frente ao Nacional (2-4), mas Pacheco destacou a recuperação que a equipa fez nesse jogo, depois de ter estado a perder por 0-2, referindo que o Belenenses tem de manter «a organização» e tentar evitar ser «surpreendido».

Para o embate com a equipa de Jorge Costa, que chegou a ser convidado para treinar o Belenenses, no defeso, Jaime Pacheco apostou nos defesas brasileiros Baiano e Matheus em detrimento de Cândido Costa e Alex.

O Belenenses está integrado no Grupo C que, além do Olhanense, conta ainda com V. Guimarães e Benfica.

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