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Arbitragens e Sistemas




É melhor falarmos em arbitragens que em arbitragem.
Se houvesse Arbitragem era porque havia um critério uniforme na abordagem aos jogos por todos os árbitros.
Não, não vou dizer que as coisas são desonestas.
Mas errar em demasia é erro grosseiro. Errar só para um lado, dá para nos interrogarmos.
Para o jogo do Porto, temos uma arbitragem madeirense, Elmano Alves (vidé a sua caracterízação no jornal "O Jogo": "Algo incoerente no modo de administrar a disciplina, quando o comportamento dos atletas se agudiza revela hesitações pouco aconselháveis. Mostra-se algo condescendente perante viciados, escudados em estatuto de pseudo-superioridade, no protesto, contestação e tentativa de pressão ". Se a isto adicionarmos um assistente da A. F do Porto penso que os temperos estão lá todos. Pode ser que me engane...
Ou seja, caso os nossos dirigentes não se previnam para males maiores, depois do corridinho do Algarve no Estoril, vamos levar com o bailinho da Madeira.
No jogo com o Estoril, felizmente que não sou só eu a escrevê-las, o Alexandre Pais escreve com todas as letras que o tal senegalês que nos marcou o golo ás três tabelas já não devia estar em campo depois duma entrada suicida ao Marco Paulo.
Isto para além de ter referido da anulação de uma jogada de ataque do Belenenses por pretenso fora-de-jogo, sendo certo que o Antchouet até estava antes da linha de meio-campo.
Pois é, faltou falar no lance que para mim é penalty, mas assumiu a sua condição de belenense, não só na apreciação a essa arbitragem, mas também ao despedimento de Lito pelo Elvas, o tal que, segundo ele, jogou no “meu clube”. Para os mais novos, relembro que este jornalista foi director do “Jornal do Belenenses” no tempo do Presidente Mário Rosa Freire, sendo certo que nesse tempo o Jornal do Clube caía na caixa do correio gratuitamente sem que os sócios tivessem que mexer uma palha.
Palpita-me que os vários “sistemas” já começaram a funcionar em pleno, a julgar pelas incendiadas declarações públicas de pretensos distintos dirigentes, os quais ganham os jogos fora das quatro linhas com a cumplicidade, cobertura e ânsia jornalística com capas e artigos de fundo do que um disse para mais espicaçar o outro.
Louve-se o Alexandre Pais, que a meu ver, foi o único vir a terreiro defender os interesses do Clube dele, já que, para os dias que correm, é um risco ser-se belenenses na área da Comunicação Social.
Saudações Azuis



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