CORAÇÃO AZULÃO
Pois bem, ao que parece é hoje a minha ( verdadeira) estreia neste Canto Azul ao Sul. Posso dizer-vos que não só perdi o Sul,mas também o Norte, o Este e o Oeste quando o Luís Oliveira me convidou para me juntar à equipa deste blog. A razão é simples: Ao contrário da Cinha Jardim, não percebo rigorosamente nada de futebol, e, graças a Deus, também não pertenço a clubes manhosos e com presidentes mal educados, como o "seu" Glorioso ( já começaram as provocações, pelo que podem ver) e, para terminar, não sou loira burra- pelo menos, é o que se diz por aí.
O problema- e vão ter de me desculpar- é que se não fosse o meu querido Pai, belenenses desde os 10 anos e um perfeito "taradinho da bola" ( daquela da relva, convém precisar) , ainda hoje eu pensaria que "Defesa" era o nome de um bar da 24 de Julho, "Ponta de Lança" uma nova marca de preservativos, "Médio" o tamanho de calças, camisas ou doutros "apretechos", "Apanha Bolas" o nome de um shot com Bombay Saphire ( o Gin Azul, claro) e "Balneário" o nome de uma casa de massagens com meninas de Leste, daquelas a quem o Rooney recorreu por 65 Euros. Tive sorte. Tive sorte, por o meu querido papá- sim, assumo, sou menina do papá, e depois?!- gostar não só de futebol, mas ter o Belenenses no coração. A segunda não é para todos, não é sequer para qualquer um. E só nós, "pastéis" -pois, que de pastelões nada temos- sabemos o que isso quer dizer. Ser belenenses, sente-se. Sente-se no azul, no orgulho, na dignidade e no "sangue azul", que nos enche de coragem e faz de nós pessoas melhores.
E por falar em "pessoas melhores", não posso deixar de falar em "melhores pessoas"- e aqui vem a parte da graxa e do lambe-botismo- , isto é, de um grande senhor em quem "apostei", mesmo conhecendo tão mal e há tão pouco tempo: o Engº Cabral Ferreira. Magrinho- e quase já a dar para o escanzelado nestes últimos tempos de campanha em que pôs um par de palitos, sabemos nós a quem!- mas com grande peso no que concerne a carácter , seriedade e simpatia. Gosto dele. "Adoptei-o" não só como presidente mas também como pessoa, o que é raro fazer. Estamos safos, podem agradecer aos anjinhos azuis por termos vencido.
O próximo passo, caros pastéis, é deixar que o Belenenses seja o 2º clube de toda a gente e do qual toda a gente gosta por ser tão pequenino, rechonchudinho e engraçadinho-como os bébés inofensivos- para ser o clube a que toda a gente gostaria de pertencer em exclusivo.
E aí, seremos nós, pastéis de 1ª a escolhermos, dar-mos as boas vindas ou a vetarmos quem quisermos e bem entendermos.
Só para eles verem que por detrás de um bébé lindo e inofensivo... está uma fúria azul!
O problema- e vão ter de me desculpar- é que se não fosse o meu querido Pai, belenenses desde os 10 anos e um perfeito "taradinho da bola" ( daquela da relva, convém precisar) , ainda hoje eu pensaria que "Defesa" era o nome de um bar da 24 de Julho, "Ponta de Lança" uma nova marca de preservativos, "Médio" o tamanho de calças, camisas ou doutros "apretechos", "Apanha Bolas" o nome de um shot com Bombay Saphire ( o Gin Azul, claro) e "Balneário" o nome de uma casa de massagens com meninas de Leste, daquelas a quem o Rooney recorreu por 65 Euros. Tive sorte. Tive sorte, por o meu querido papá- sim, assumo, sou menina do papá, e depois?!- gostar não só de futebol, mas ter o Belenenses no coração. A segunda não é para todos, não é sequer para qualquer um. E só nós, "pastéis" -pois, que de pastelões nada temos- sabemos o que isso quer dizer. Ser belenenses, sente-se. Sente-se no azul, no orgulho, na dignidade e no "sangue azul", que nos enche de coragem e faz de nós pessoas melhores.
E por falar em "pessoas melhores", não posso deixar de falar em "melhores pessoas"- e aqui vem a parte da graxa e do lambe-botismo- , isto é, de um grande senhor em quem "apostei", mesmo conhecendo tão mal e há tão pouco tempo: o Engº Cabral Ferreira. Magrinho- e quase já a dar para o escanzelado nestes últimos tempos de campanha em que pôs um par de palitos, sabemos nós a quem!- mas com grande peso no que concerne a carácter , seriedade e simpatia. Gosto dele. "Adoptei-o" não só como presidente mas também como pessoa, o que é raro fazer. Estamos safos, podem agradecer aos anjinhos azuis por termos vencido.
O próximo passo, caros pastéis, é deixar que o Belenenses seja o 2º clube de toda a gente e do qual toda a gente gosta por ser tão pequenino, rechonchudinho e engraçadinho-como os bébés inofensivos- para ser o clube a que toda a gente gostaria de pertencer em exclusivo.
E aí, seremos nós, pastéis de 1ª a escolhermos, dar-mos as boas vindas ou a vetarmos quem quisermos e bem entendermos.
Só para eles verem que por detrás de um bébé lindo e inofensivo... está uma fúria azul!


1:00 da tarde


































