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UEFA? Adeus ó vindima



E pronto, nem jogando em casa, nem sabendo aprioristicamente os resultados já observados na jornada que não nos foram benéficos e lá vamos nós pelo "cano abaixo".
Foi uma má estreia de Cabral Ferreira na condição de presidente eleito do Belenenses. Ou seja, depois da jornada de Sábado, lá tiveram o condão de "afinarem" comigo.
Como nota à margem, mas bastante importante para quem gere os destinos do Clube, direi que fiz uma consulta ao contador deste blogue e, meus caros, o jogo de futebol foi acompanhado em 12 furos horários do planeta contra os 8 do dia de Sábado.
Que dizer duma equipa que entrou dentro do campo e simplesmente não quis jogar à bola, tendo recusado em ganhar?

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Paulo Sérgio parecia uma barata tonta

Quantos remates fizemos à baliza? 2, 3, já nem sei, tal o fastio que o jogo se tornou.
Quando eu esperava pela entrada do Zé Pedro para dar mais força àquele meio-campo, lá veio aquela vedeta do RL (tinha de ter estas iniciais...) que não sabe exactamente se aquilo é um campo de futebol ou uma pista de atletismo. Dizem que ele é avançado. É?
Sublimes foram as perfeitas combinações de Paulo Sérgio e Lourenço. Vão para o Chelsea.
No final do jogo quando estas coisas sucedem, tento encontrar nas palavras do técnico as razões pelas quais as coisas foram como foram.
Lembram-se do jogo com o Nacional na Madeira? Foi do terreno que estava duro, dizia o professor...
Desta feita, segundo o técnico, foi do vento...
Ou seja, sempre que meta um qualquer fenómeno atmofésrico ou de alteração de morfologia terrena, estamos feitos ao bife, porque tal não está contemplado nos compêndios do nosso professor-treinador. E ainda não choveu!
Houve um lance que seria penalty em qualquer parte do mundo, menos na cabeça do árbitro.
De facto Lourenço levou um toque com a perna esquerda na anca e depois um pontapé com o pé direito. Penalty nítido.
Mas nem assim fico convencido que da marcação do dito seria golo, muito menos fico convencido que a Académica não pudesse inverter o resultado, tanto mais que dos dois guarda-redes o que teve mais trabalho foi o Marco Aurélio.
Os academistas jogaram com olhos no resultado e os nossos com os olhos na conta bancária e num deixa-andar-não-te-rales. E tem mais: a haver um vencedor, era a Académica.
E pronto, é o segundo adeus à Taça UEFA, porque o primeiro foi na Amadora, excepto se ganharem em Braga.
Saudações Azuis



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