"Vou ganhar" – outra vez - uma eleição!
Desde já aviso que esta entrada não tem por intenção assustar Cabral Ferreira e os demais integrantes da Lista B, credora – como é sabido – dos meus cinco votos, e mais houvesse…
E se digo que não pretendo assustar a próxima direcção do Belenenses, a coisa deve-se ao facto de ter feito ontem um apanhado mental das minhas participações enquanto eleitor em eleições e Assembleias Gerais relevantes do Belenenses. Quase sempre compareci… e quase sempre perdi, o que também não é grave na medida em que perder eleições é condição a que estou mais do que habituado. Aliás, que me recorde, só ganhei duas vezes, sendo que uma delas não constituiu aliás opção de que me possa grandemente gabar, posto que – embora por motivos bastante aceitáveis – fui um dos jovens eleitores da lista do Major Ferreira de Matos. Como a coisa me serviu de emenda, nunca votei em José António Matias, muito pelo contrário, sendo que da primeira vez acreditava muito seriamente no projecto do Cor. Florentino Antunes. Os meus consócios não me acompanharam e preferiram o Zoran Ban. Coisas que acontecem…
Na sequência da (re)eleição dos craques da Juventus, lá tive a segunda vitória da minha vida cívica belenense, desta feita quando esteve em causa retirar ao Sr. Matias e à sua alucinada entourage o comando dos destinos do Belém. Mas aí deve ter sido quase por unanimidade. A partir dessa altura, eleitoralmente, foi a desgraça. Votei em António Nogueira face ao messianismo do dr. Ramos Lopes e perdi. Logo de seguida e em Assembleias Gerais importantes, lá fui tentar destituir tanta arrogância – acompanhado do nosso amigo Abel Vieira - sem sucesso. Mais tarde, fui frontalmente contra a destruição do Estádio do Restelo que tanto entusiasmava Ramos Lopes, naquela célebre assembleia (com letra pequena) em que valia tudo e se votava com papelinhos apanhados no chão. Aí não sei bem se perdi ou ganhei, mas a acta (também com letra pequena) diz que perdi.
E da vez seguinte então nem se fala. Entusiasmado com a candidatura do Engº Mendes Pinto, envolvi-me mesmo a sério pela primeira (e última) vez numas eleições do Belenenses. A lista não foi admitida, a coisa seguiu para tribunal (onde ainda se arrastam os efeitos colaterais - que o diga, não só mas também - o Pedro Patrão…) e eu levei que contar; como sou teimoso, ainda não me esqueci.
Desta vez, acredito que a eleição de Cabral Ferreira é realmente importante para que o Belenenses possa continuar a crescer sustentadamente. E como ainda só ganhei duas vezes, a moral da história é favorável à Lista B: não há duas sem três!
E se digo que não pretendo assustar a próxima direcção do Belenenses, a coisa deve-se ao facto de ter feito ontem um apanhado mental das minhas participações enquanto eleitor em eleições e Assembleias Gerais relevantes do Belenenses. Quase sempre compareci… e quase sempre perdi, o que também não é grave na medida em que perder eleições é condição a que estou mais do que habituado. Aliás, que me recorde, só ganhei duas vezes, sendo que uma delas não constituiu aliás opção de que me possa grandemente gabar, posto que – embora por motivos bastante aceitáveis – fui um dos jovens eleitores da lista do Major Ferreira de Matos. Como a coisa me serviu de emenda, nunca votei em José António Matias, muito pelo contrário, sendo que da primeira vez acreditava muito seriamente no projecto do Cor. Florentino Antunes. Os meus consócios não me acompanharam e preferiram o Zoran Ban. Coisas que acontecem…
Na sequência da (re)eleição dos craques da Juventus, lá tive a segunda vitória da minha vida cívica belenense, desta feita quando esteve em causa retirar ao Sr. Matias e à sua alucinada entourage o comando dos destinos do Belém. Mas aí deve ter sido quase por unanimidade. A partir dessa altura, eleitoralmente, foi a desgraça. Votei em António Nogueira face ao messianismo do dr. Ramos Lopes e perdi. Logo de seguida e em Assembleias Gerais importantes, lá fui tentar destituir tanta arrogância – acompanhado do nosso amigo Abel Vieira - sem sucesso. Mais tarde, fui frontalmente contra a destruição do Estádio do Restelo que tanto entusiasmava Ramos Lopes, naquela célebre assembleia (com letra pequena) em que valia tudo e se votava com papelinhos apanhados no chão. Aí não sei bem se perdi ou ganhei, mas a acta (também com letra pequena) diz que perdi.
E da vez seguinte então nem se fala. Entusiasmado com a candidatura do Engº Mendes Pinto, envolvi-me mesmo a sério pela primeira (e última) vez numas eleições do Belenenses. A lista não foi admitida, a coisa seguiu para tribunal (onde ainda se arrastam os efeitos colaterais - que o diga, não só mas também - o Pedro Patrão…) e eu levei que contar; como sou teimoso, ainda não me esqueci.
Desta vez, acredito que a eleição de Cabral Ferreira é realmente importante para que o Belenenses possa continuar a crescer sustentadamente. E como ainda só ganhei duas vezes, a moral da história é favorável à Lista B: não há duas sem três!


1:53 da manhã


































