Antchouet: que fazer?
Para que fique registado, aqui fica aquilo que considero a posição oficial da SAD do Belenenses sobre o caso da saída litigiosa do Antchouet, o qual viu agora ser recusada a sua ida para o FC Metz por alegados problemas de ordem clínica e esta questão é assaza pertinente no caso em apreço, porquanto o jogador se auto-desvalorizou em sumultâneo com o facto de ter posto em causa a honorabilidade da sua entidade patronal e, dentro desta, o Departamento Médico .
Para mim, Antchouet é caso encerrado e apenas é de pedir à SAD que poupe os sócios de o ver de azul vestido pelo Restelo.
Venha o dinheiro, muito embora o rapazola esteja ausente em parte incerta, eevntualmente na savana africana. E já quem dinheiro falamos, veio bastas vezes a público que ao Belenenses competia uma indemnização de € 2.000.000. Ora bem, não sei se é pelo facto da estação dos saldos ou promoções se ter iniciado mais cedo, o que é certo é que já se ouve falar num descontozinho de € 1.000.000.
Em que ficamos? Barros Rodrigues não divulga o número, mas fica aqui o registo em entrevista à revista "DEZ".
O dinheiro, quanto ou um manguito?
"O caso é simples: o Antchouet assinou um contrato de três anos, com mais dois de opção. O Belenenses accionou essa cláusula no prazo contratualmente previsto, mas o jogador quer ir para França e recusa-se a cumprir o contrato. Para o rescindir, porém, terá de indemnizar o Belenenses num valor que a cláusula penal inserida no contrato prevê. Na reunião que tivemos com o jogador e o seu empresário, na qual nos comunicaram a sua indisponibilidade para continuar, deixámos claro que queremos ser ressarcidos desse incuprimento contratual. Tanto mais que tinhamos uma proposta para o atleta no sentido de alterar os dois anos de opção para um contrato de três anos, com melhoria do seu salário".
O Presidente da SAD faz mesmo o paralelo com a situação de Pelé. "Era em tudo idêntica à de Antchouet. A diferença esteve no facto de ele ter agido de boa-fé. Tinha também um contrato que previa dois anos de opção, propusemos-lhe um novo contrato por três anos, com a melhoria das condições. E ele aceitou...".
Uma questão pertinente: será que os dois anos de opção que o Belenenses accionou não pressupõem o assentimento de Antchouet? O contrato não confere ao atleta uma palavra a dizer nessa decisão de continuar? Barros Rodrigues garante que não: "Da forma como o contrato está redigigido sob o ponto de vista jurídico, o clube só tem de accionar a cláusula, não carece de assentimento deste".
Assim sendo, digo eu, esperemos que desta feita, e não havendo razão aparente do ponto de vista jurídico que dê razão ao jogador, nos limitemos a receber a massa que um Metz qualquer queira dar por ele.
Ou ele próprio ao Belenenses...é indiferente.
Saudações Azuis.



12:00 a.m.


































