DESPORTO
O desporto tem sido uma constante ao longo da minha ( curta, mas bem vivida) existência. Não só faz bem à mente e ao corpo, mas é um prazer abslutamente viciante. Muitas vezes, não só de se fazer, mas também de ver. Olhando para trás, aqui vai uma pequena contagem de desportos que já experimentei ( e dos poucos que aperfeiçoei): Nº1:O obrigatório ballet –com a perigosa e estridente Georgina Villasboas- ao mesmo tempo que praticava Judo ( o nº 2). Isto tudo com cerca de 6 anos! E para contrastar com os berros e a disciplina que me era imposta no Ballet ( por mais estranho que pareça), lá “tirava uma casquinha”, nas aulas do Geraldes, de Judo, onde pratiquei muitos “ actos ilícitos” e um número interminável de infracções e a minha fixação era quebrar sempre as regras. Que belos tempos!
A natação, o nº 3, veio depois – e continua a ser dos meus preferidos- tendo sempre o inconveniente das escorregadelas na piscina- tão típico de desastradas como eu- e das inflamações nos olhos, conjuntivites e afins. Mas, lá que é bom , é!
Nº4: Experimentei- numa versão bastante amadora e nada Bo Derek- a equitação... Se é que se pode chamar equitação o dar passeios de cavalo na praia. Devo dizer que, em minha opinião, os cavalos são bonitos, mas à distância ainda ficam melhor.
No quinto lugar da lista- mas em primeiro no coração e nas recordações-, vem a minha preferida e que durante tantos anos practiquei no Ginásio Clube de Lisboa, nas “Senhorinhas”, com a Isabel Negreiros: Ginástica Rítmica. Pois eu era “ a que levava a mascote”, a que era demasiado pequena para usar collants- não havia para o meu minúsculo tamanho ( de então)- mas suficientemente dotada, para estar sempre nas classes mais avançadas. Pois, o fato azul com o emblema e a fita cor de sangue foram as minhas melhores amigas durante anos.
O sexto lugar foi ocupado pela Vela, as aulas de Optimist com o João Durão e o Vasco Serpa, no Clube de Vela da Costa. Não demorou muito para compreender que a àgua “ não era a minha onda”, mas que bonito é assistir a regatas, ver spys magnificos a serem içados e não há nada que se compare a assistir à azáfama das entregas de prémios!
Sétimo: Tentativa de surfar pelas ondas fora. Com uma pólen 6.1.com caveiras como pano de fundo, em segunda mão, comprada no dia mais chuvoso do ano. Durante um ano inteiro a prancha teve um uso desmedido... dentro da casa de banho do meu pai.
Por último, a ocupar o actual nº 8, vem o ténis , ou , a tentativa de aprender a jogar ténis, graças à paciência da cara metade.
Falta, no entanto, realçar, que, com o passar dos anos- e contra mim e todos os bons princípios falo- os desportos que practico sempre que posso- e , nesses, sim, já sou federada!- são o “canalling”, o “mapling” e o “zapping”!
Olarilas! Requerem esforço, concentração e dedicação. Mas, que bem que sabem.
A natação, o nº 3, veio depois – e continua a ser dos meus preferidos- tendo sempre o inconveniente das escorregadelas na piscina- tão típico de desastradas como eu- e das inflamações nos olhos, conjuntivites e afins. Mas, lá que é bom , é!
Nº4: Experimentei- numa versão bastante amadora e nada Bo Derek- a equitação... Se é que se pode chamar equitação o dar passeios de cavalo na praia. Devo dizer que, em minha opinião, os cavalos são bonitos, mas à distância ainda ficam melhor.
No quinto lugar da lista- mas em primeiro no coração e nas recordações-, vem a minha preferida e que durante tantos anos practiquei no Ginásio Clube de Lisboa, nas “Senhorinhas”, com a Isabel Negreiros: Ginástica Rítmica. Pois eu era “ a que levava a mascote”, a que era demasiado pequena para usar collants- não havia para o meu minúsculo tamanho ( de então)- mas suficientemente dotada, para estar sempre nas classes mais avançadas. Pois, o fato azul com o emblema e a fita cor de sangue foram as minhas melhores amigas durante anos.
O sexto lugar foi ocupado pela Vela, as aulas de Optimist com o João Durão e o Vasco Serpa, no Clube de Vela da Costa. Não demorou muito para compreender que a àgua “ não era a minha onda”, mas que bonito é assistir a regatas, ver spys magnificos a serem içados e não há nada que se compare a assistir à azáfama das entregas de prémios!
Sétimo: Tentativa de surfar pelas ondas fora. Com uma pólen 6.1.com caveiras como pano de fundo, em segunda mão, comprada no dia mais chuvoso do ano. Durante um ano inteiro a prancha teve um uso desmedido... dentro da casa de banho do meu pai.
Por último, a ocupar o actual nº 8, vem o ténis , ou , a tentativa de aprender a jogar ténis, graças à paciência da cara metade.
Falta, no entanto, realçar, que, com o passar dos anos- e contra mim e todos os bons princípios falo- os desportos que practico sempre que posso- e , nesses, sim, já sou federada!- são o “canalling”, o “mapling” e o “zapping”!
Olarilas! Requerem esforço, concentração e dedicação. Mas, que bem que sabem.
*Texto publicado no semanário "O Independente", suplemento 100%


12:00 da manhã


































