E vão os primeiros três pontos!
À segunda jornada - oito dias depois de ter ficado aquela sensação inglória de que teria sido possível fazer melhor - o Belém despachou o Leiria por 3-1, para natural tristeza dos adeptos leirienses e desespero do árbitro da partida e do comentador da SporTV, o desempregado João Carlos Pereira, a quem - desta tribuna o sugiro - deveria ser entregue pela União de Leiria um qualquer emblema de apoiante de mérito.
Dito isto, faço por deixar umas quantas notas: desde logo, sublinhar a excelente prestação de Marco Aurélio. Como é evidente, temos Imperador para dar, vender e durar! Por outro lado, Meyong, com dois golos, muita vontade e determinação, limpou-se da melhor forma do clamoroso falhanço de Alvalade. De caminho, faço por relevar o que já previa. Ao lado de Silas, alvo muito especial da atenção do adversário, José Pedro - mais livre para aventuras - pode vir a fazer uma época dos diabos (acompanhada de golos), assim acentuem os rapazes o entendimento mútuo.
Tratando do jogo em si e do andamento do marcador (como se diz em futebolês), importa registar que o Belenenses fez pela vida: marcou cedo, fruto de muita sorte e de um frango de Costinha, circunstâncias que não sucederiam assim Meyong não tivesse tido força (física e anímica) para levar aquela bola rumo à baliza. Coisas de ponta-de-lança... Um pouco mais tarde, respondendo ao empate dos de Leiria, o Belém fez mais dois golos - um deles com a sorte que protege os audazes. O terceiro, esse... que dizer da arrancada de Amaral, a fazer lembrar o velhinho anúncio do Citroen Visa...?! E assim se chega ao intervalo com um simpático 3-1. Em consequência - e como é evidente - Carvalhal fez por controlar os acontecimentos na segunda parte, exactamente na linha do que aqui escrevi há uma semana. É de atacar sempre quando não estamos em vantagem; e é de plantar autocarros quando a dita vantagem corre, folgada, a nosso favor. O Belenenses vai avançando mas ainda não está propriamente como o Chelsea ou o Barcelona, de modo que mais do que o espectáculo, devemos valorizar os três pontos, objectivo do jogo que conquistámos em pleno.
Agora é marchar rumo a Penafiel, um jogo que se antevê difícil na medida em que, mandando a lógica, podemos defrontar logo à terceira jornada um adversário desesperado de pontos. Certo é que temos capacidade suficiente para ganhar onde quer que seja, sendo que é justamente isso que o mister tem que transmitir aos rapazes. Tão simples como isso.
Quanto ao mais, é sempre salutar referir que além do Leiria, o Belém despachou este Sábado o Benfica por 23-15, no jogo de apresentação aos associados da equipa principal de andebol. Bem sei que despachar lampiões é cada vez menor feito, mas ainda assim, fica o registo.
Dito isto, faço por deixar umas quantas notas: desde logo, sublinhar a excelente prestação de Marco Aurélio. Como é evidente, temos Imperador para dar, vender e durar! Por outro lado, Meyong, com dois golos, muita vontade e determinação, limpou-se da melhor forma do clamoroso falhanço de Alvalade. De caminho, faço por relevar o que já previa. Ao lado de Silas, alvo muito especial da atenção do adversário, José Pedro - mais livre para aventuras - pode vir a fazer uma época dos diabos (acompanhada de golos), assim acentuem os rapazes o entendimento mútuo.
Tratando do jogo em si e do andamento do marcador (como se diz em futebolês), importa registar que o Belenenses fez pela vida: marcou cedo, fruto de muita sorte e de um frango de Costinha, circunstâncias que não sucederiam assim Meyong não tivesse tido força (física e anímica) para levar aquela bola rumo à baliza. Coisas de ponta-de-lança... Um pouco mais tarde, respondendo ao empate dos de Leiria, o Belém fez mais dois golos - um deles com a sorte que protege os audazes. O terceiro, esse... que dizer da arrancada de Amaral, a fazer lembrar o velhinho anúncio do Citroen Visa...?! E assim se chega ao intervalo com um simpático 3-1. Em consequência - e como é evidente - Carvalhal fez por controlar os acontecimentos na segunda parte, exactamente na linha do que aqui escrevi há uma semana. É de atacar sempre quando não estamos em vantagem; e é de plantar autocarros quando a dita vantagem corre, folgada, a nosso favor. O Belenenses vai avançando mas ainda não está propriamente como o Chelsea ou o Barcelona, de modo que mais do que o espectáculo, devemos valorizar os três pontos, objectivo do jogo que conquistámos em pleno.
Agora é marchar rumo a Penafiel, um jogo que se antevê difícil na medida em que, mandando a lógica, podemos defrontar logo à terceira jornada um adversário desesperado de pontos. Certo é que temos capacidade suficiente para ganhar onde quer que seja, sendo que é justamente isso que o mister tem que transmitir aos rapazes. Tão simples como isso.
Quanto ao mais, é sempre salutar referir que além do Leiria, o Belém despachou este Sábado o Benfica por 23-15, no jogo de apresentação aos associados da equipa principal de andebol. Bem sei que despachar lampiões é cada vez menor feito, mas ainda assim, fica o registo.


12:00 da manhã


































