Descobrir o Belenenses no Pantanal

Pois é, o Zé dos Cucos nem de férias deixa de mnadar o seu bilhet postal.
Nem estando no Pantanal...
Caro Luís Oliveira,
São férias, amigo um desejo de anos e cá estou eu na Amazónia e para me sentir em casa um salto ao Pantanal.
O Pantanal parece mesmo o Restelo em tudo.
Começamos por ver bandos de macacos por todo o lado e uns quantos papagaios, até aqui tudo bem e é normal como num dia de semana, só que para penetrar no pantanal só de barco porque o terreno mete água por tudo quanto é sítio.
Ao entrar parece que estamos acedendo a uma AG e como desconhecemos tentamos aprender o nome de cada um, deparamos com a preguiça (Bradypus tridatylus) é considerado um animal muito sossegado, anda muito devagar e dorme o dia todo. A preguiça fica na mesma posição durante horas, sem se mexer. A sua reacção, a sua digestão e até sua respiração são lentas, recordam a direcção e a secretaria.
De caminho vemos as antas (Tapirus terrestris) que nada têm a ver com os riscados do norte, são mamíferos de hábitos noturnos. A anta toma banhos frequentes de lama e de água para se livrar de parasitas.
Logo de seguida vemos os araras que aqui chamam araras-azuis ou araraúna (Anodorhynchus hyacinthinus), só podia.
Temida propriamente e em terra é a onça, o costume.
No rio em que navegamos não descobrimos só o Belenenses, aparece-nos o jacaré e a piranha é claro, que em rio de piranha, dizem por cá, que jacaré nada de costas, um com conselho para o Cabral Ferreira.
A propósito de piranhas e sádicos, ouvi dizer que a AG deles estava marcada para 2 de Outubro, será que já entregaram as contas ao xerife ou ele quer ver mais uns jogos no camarote à força, alguma coisa me escapa em tanta celeridade.
Vá dando novas que por aqui é hora do jantar da onça e dos amigos da onça, tal como aí, presumo.
Zé dos Cucos
Nem estando no Pantanal...
Caro Luís Oliveira,
São férias, amigo um desejo de anos e cá estou eu na Amazónia e para me sentir em casa um salto ao Pantanal.
O Pantanal parece mesmo o Restelo em tudo.
Começamos por ver bandos de macacos por todo o lado e uns quantos papagaios, até aqui tudo bem e é normal como num dia de semana, só que para penetrar no pantanal só de barco porque o terreno mete água por tudo quanto é sítio.
Ao entrar parece que estamos acedendo a uma AG e como desconhecemos tentamos aprender o nome de cada um, deparamos com a preguiça (Bradypus tridatylus) é considerado um animal muito sossegado, anda muito devagar e dorme o dia todo. A preguiça fica na mesma posição durante horas, sem se mexer. A sua reacção, a sua digestão e até sua respiração são lentas, recordam a direcção e a secretaria.
De caminho vemos as antas (Tapirus terrestris) que nada têm a ver com os riscados do norte, são mamíferos de hábitos noturnos. A anta toma banhos frequentes de lama e de água para se livrar de parasitas.
Logo de seguida vemos os araras que aqui chamam araras-azuis ou araraúna (Anodorhynchus hyacinthinus), só podia.
Temida propriamente e em terra é a onça, o costume.
No rio em que navegamos não descobrimos só o Belenenses, aparece-nos o jacaré e a piranha é claro, que em rio de piranha, dizem por cá, que jacaré nada de costas, um com conselho para o Cabral Ferreira.
A propósito de piranhas e sádicos, ouvi dizer que a AG deles estava marcada para 2 de Outubro, será que já entregaram as contas ao xerife ou ele quer ver mais uns jogos no camarote à força, alguma coisa me escapa em tanta celeridade.
Vá dando novas que por aqui é hora do jantar da onça e dos amigos da onça, tal como aí, presumo.
Zé dos Cucos
Etiquetas: Clube, Zé dos Cucos


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