O conforto de governar sem orçamento
Vai daqui que os sócios presentes na última AG decidiram não chumbar um orçamento ou um aumento de quotas, o que os sócios, na realidade, decidiram, em termos práticos, foi um cheque em branco para que a Direcção governe as contas como melhor o entender.Havendo orçamento, haveria uma vinculação em não se execder os limites de dotação orçamental, não só pela totalidade, situação esta prevista estatutariamente, mas tambémpelas verbas parcelares atribuídas a cada modalidade ou actividade, vulgo, centros custos do Clube e SAD.
Houve alguém que me perguntou algo como isto, não interessa quem foi, "não havendo orçamento, pode a Direcção gastar cerca de € 600.00o e receber cerca de € 200.000 no seu Andebol?".
Errado, não havendo orçamento, pode-se gastar € 600.000 ou mais, dependendo da vontade da Direcção no peso relativo atribuído a cada modalidade face ás restantes, nem estando amarrada, no próximo ano civil, a ter de gastar só os tais € 600.000 ou 1/12 em cada mês.
Isso seria verdade para o ano de 2007, onde havia um orçamento de 2006 aprovado.
Sendo a realidade económica diferente e dinâmica, infelizmennte para pior no volume das receitas, segundo se diz, é crível que algumas modalidades sejam mais penalizadas que outras.
É a lei do mercado "interno", da concorrência "interna" e a importância que os sócios atribuiem a cada uma delas.
Os associados que esperavam uma reacção negativa, de pesar, dos Órgãos Sociais, tiveram a resposta adequada no comunicado que saíu a logo de seguida, o qual no meu caso, nunca o teria redigido ou feito publicar.
No meio de tudo isto, ainda bem que directamente a SAD do Futebol e este no seu todo não têm de estar sujeitos a estes desideratos dos convivas das AG's.
Convivas esses que aproveitam a realização de qualquer AG para promoverem a sua campanha eleitoral para actos futuros.
Aliás, seria pouco honesto da parte dos opositores se não votassem contra.
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