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Parabéns Belém



E pronto, lá foi desta que o Jorge Jesus matou o borrego ao serviço do Belenenses ao ganhar o seu primeiro jogo contra um dos tais três estarolas, esperando não ficarmos por aqui, atenta a exibição que é possível esta equipa fazer.
Assim sendo, não dá para acreditar em termos sido eliminados das Taças da Liga e de Portugal ás mãos do Portimonense e do Paços de Ferreira, ambos com exibições miseráveis, das quais não vou esquecer, sim porque a chamada "memória" tem de ser devidamente aferida em função do que podemos produzir e não produzimos com adversários claramente inferiores ao da noite passada.
Ao escrever estas linhas, passei uma rápida vista de olhos pela dita comunicação social desportiva online.
E se estão à espera que se diga que nós fomos superiores e que não deixámos os camachitos jogar, estão enganados. Os camachitos, na opinião deles, é que deram a vitória ao Belenenses, logo o mérito fica reduzido ao que era expectável por essa corja de lampiões que invadem a CS.
Ainda assim, podíamos ter ganho por margem mais folgada, caso Silas e Rodrigo Alvim não tivessem sido tão benevolentes para as redes adversárias e caso Paulo Batista (não sei se o tipo é BaPtista dos lamps) tivesse marcado o penalty que existiu por carga soobre Roncatto, tendo ficado por ser exibido o cartão vermelho ao central camachito.
Enfim, poupanças arbitrais em relação aos 3 do costume, em função da penalização sobre os restantes (vidé as expulsões cirúrgicas sobre Hugo Alcântara e Cândido Costa os quais vão fazer falta para Guimarães).
Onde é que ganhámos o jogo?
No meio-campo, o qual jogou como nunca o tinha visto jogar jogar esta época, quer no jogo jogado, quer na recuperação de bolas e quer no lançamento de contra-ataques que causaram sempre pânico sobre a defensiva atarantada dos camachitos.
Por sua vez, se era certo que jogámos com uma defesa remendada, não é menos verdade que a mesma em nada comprometeu, remendos esses que se avolumaram durante o jogo com as não previstas substituições dos dois alterais, sendo certo que os que entraram em nada comprometeram em relação aos que lá estavam.
Os camachitos não criaram perigo suficiente para pôr em sério perigo a nossa defesa, salvo um lance em que os reflexos de Marco Gonçalves e a atenção de Rolando evitaram males maiores e injustos.


A minha homenagem ao fenomenal golo de Weldon a culminar um passe de Zé Pedro e numa cavalgada sobre a defensiva milhafre partindo as costas ao central lampião e pondo o guarda-redes adversário a olhar para o golão.Finalmente que vi uma alegria entusiática no banco dos suplentes po efeitos da marcação do golão do Weldon, tendo igualmente visto uma afinco generalizado de todos os elementos da equipa em ordem a, a pelo menos, garantir não perder o jogo.
Aproveito, aliás, para saleintar a postura ganhadora de Weldon, cujas declarações no final do jogo são sintomas de algo semelhante ao ano transacto:
"Estou feliz, consegui o golo e os três pontos. Agora vamos descansar para na próxima semana vencer o V. Guimarães fora. Espero fazer um bom jogo», declarou o avançado, que não escondeu a ambição de chegar a um posição na tabela que permita a qualificação para as competições europeias: «Queremos ficar entre os primeiros do campeonato".
Gostei, igualmente da postura da linha defensiva do Belém, a qual demonstrou que se os suplentes quiserem podem colocar em causa a titularidade de alguns dos actiuais insubstituíveis, tendo ficado gradavelmente supereendido com a articulação de Rolando com Devic, sendo certo que até tínhamos de reserva um Gonçalo Brandão, o que só revela que os camachitos não nos fariam grandes cócegas.
Aliás, só por azar ou tácticas arbitrais é que com eles perderíamos o jogo.
E pronto, lá espetámos os 3 pontitos no nosso sapatinho.
Hoje, estamos de parabéns.
Parabéns Belém.

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