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Revisão salarial



Quando sucedeu a infeliz tarde de Barcelos, pela qual, na realidade, um alegado treinador com o beneplácito da teimosia dum presidente da SAD que embirrou contratar, contra todas as súplicas de associados que tiveram oportunidade de lhe transmitir no sentido de não contratar o Couceiro, dizia eu que após tal tarde em que foi ditada a nossa sina de descida real à Liga Vitalis e por efeitos de tal tal desdita, houve necessidade de ajustar o orçamento da SAD à nova realidade e, bem assim, os novos valores pelos quais os jogadores iriam auferir a partir de então, face ao facto de irem competirr em divisão inferior.
Salvo erro, se a memória não me atraiçoa, cada clube que desça à Liga Vitalis, pode descer legalmente os vencimentos dos jogadores em 25%, podendo as partes convencionarem outros valores abaixo da fasquia de 75% do valor contratado, face aos objectivos a serem traçados pela nova realidade.
Foi o que foi feito.
Tendo-se invertendo o processo da renegociação salarial por efeitos de termos evncido o "Caso Mateus".
Ou seja, continuávamos na I Liga.
Este ano, porém, creio bem que há algo que bem pode ser renegociado com os profissionais da SAD do Belenenses face ao incumprimento claro dos objectivos não conseguidos:
1. Falhou-se o apuramento para a fase grupos da Taça UEFA,
2. Falhou-se logo à 1ª eliminatória contra uma equipa de segunda a continuidade na Taça da Liga e
3. Falhou-se o objectivo Taça Portugal com uma escandalosa eliminação em casa face a outra equipa de segunda, a quem já ganhámos este ano.
Tais factos, aliado ao desaparecimento de mais gente das bancadas do Restelo, há que proceder em conformidade com as receitas reais obtidas em relação aos nosso profissionais.
Ou seja, avançar para a revisão salarial, por defeito dos valores actuais, com fundamento no incumprimento dos objectivos de um Clube como Belenenses.
Se alguns jogadores não quiserem e acharem que podem ganhar mais noutro lado qualquer, pois bem, estão mais que à vontade de irem ás suas vidas, podendo levar o Carlos Janela.
Não gostam de não correrem, de não jogarem à bola, então não há há palhaço.
Pode-se, já agora, rever as contas da SAD, ajustando-as em conformidade com um salto qualitativo no reaproveitamento dos miúdos que andamos ano após ano a emprestar e dar a outros clubes e fazer do Belenenses uma equipa formada à Atlético de Bilbau,
ou seja, com jogadores oriundos apenas e só da zona de Belém ou lá formados.
Mas que não tenham a tamanha ganância e ingratidão de um Rúben Amorim.

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