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A chave do Belenenses: Carlos Janela



Carlos Janela, mesmo tendo sido despedido pela SAD do Belenenses, num acto de falta de bom senso, para não ser tão agressivo para com os gestores da dita SAD, foi à LPFP defender as cores da sua anterior entidade profissional.
Parece um paradoxo, mas é verdade.
Podia ter mandado o Belenenses SAD ás malvas e nada dizer em abono das nossa cores, mas foi lá defender a sua camisola, que é como quem diz, a profissão que abraçou como director-despotivo e conexos.
E vejamos como ele comenta a situação actual do Belenenses face a novo processo que lhe está movido por eventual má utuilização de Meyong:
O antigo dirigente do Belenenses, ouvido durante cerca de três horas nas instalações da Liga em Lisboa, recusou revelar se acredita que a eventual penalização de seis pontos a aplicar ao clube será reduzida e limitou-se a acentuar que apresentou "factos verdadeiros".

"Não vou substituir a Comissão Disciplinar, mas acredito que o Belenenses poderá desfazer este monstro criado à volta do processo de Meyong mais facilmente do que as pessoas possam imaginar", sublinhou Carlos Janela, que foi inquirido por Dias Santos.

Janela escusou-se também a comentar a renúncia do presidente Cabral Ferreira, que formalizou hoje a sua demissão. "Foi uma decisão que lhe compete a ele e à administração dele", referiu.
Cabe aqui enaltecer a forma digna com que nos está a tratar depois de alegadamente ter sido agredido física e verbalmente nos corredores do Restelo e, pior ainda, depois de Cabral Ferreira, ter lido um espantoso comunicado oficial endereçando todas as culpas a Janela.
Meyong também ouvido, o qual fez uma síntese do que lá disse:
"Eu só quero resolver a minha situação. Nunca vi uma coisa destas. Creio que há muitas responsabilidades desde o Levante até ao Belenenses, até na Liga espanhola, na Liga portuguesa e na federação portuguesa", referiu o jogador.

Meyong afirmou que ainda tem contrato "com o Levante por mais um ano" e referiu que vai apresentar-se no clube espanhol "para talvez jogar nos cinco meses que faltam" para terminar a época.

O jogador, que arrisca uma pena de quatro jogos de suspensão caso se confirme a utilização irregular no jogo Belenenses-Naval (2-1), da 16ª jornada da Liga, frisou o desejo de "continuar em Portugal".

"O meu futuro passa por Portugal", disse, acrescentando que se sente "muito bem", recordando os dias anteriores ao jogo com a Naval.
O signatário tem uma opinião muito pessoal sobre este caso e, por norma, gosto que as coisas sejam feitas na base da legalidade.
De súbito, vejo-me confrontado com duas legalidades opostas:
1. À luz do articulado no regulamento de disciplina, o Belenenses é penalizado com a perda de 6 pontos e multa até € 10.000.
2. Imaginemos, no entanto, que não foi só o Belenenses a cometer borrada nesta coisa do Meyong e que existem 2, ou até pode ser só um, documento(s) que prova(m) que o Belenenses usou o jogador por indicação e autorização prévia das FPF e da LPFP, interrogo-me quem se deve penalizar.
Ou seja, o regulamento aqui não prevê que se penalize a Liga ou a Federação com a perda de 6 pontos e multa, pelo que a acontecer uma situação desta natureza, coisa que não sei, mas que facilmente se extrai da convicção do Carlos Janela, no que é secundado pelo Cunha Leal, então, aí, não há meias tintas e não há pontos a perder.
face a esta situação, mais me interrogo quanto à quebra insanável de relação entre Cabral Ferreira e Carlos Janela, ou será que não convirá ter o Janela do nosso lado?/div>

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