O exemplo vindo de Setúbal e nós
O meu clube tem de ser original em tudo ao contrário dos exemplos de todos os outros que vou recolhendo pelos sítios onde vou passando. Vejamos que passamos a vida a reclamar por sermos prejudicados e que sucede?
Ora vamos ao receituário:
1. Dívidas: pobres mas honrados e toca a pagar, nem que para tal tenhamos de queimar alguns dirigentes;
2. Arbitragens: recebidas principescamente no hospício do Restelo com direito à salvagurda junto ao Mausoléu do Pepe dos bens e e haveres próprios;
3. Dirigentes de jeito é para chumbar, os medíocres e sem CV desportivo assinalável são enaltecidos;
4. O Clube deve ser gerido por duodécimos anos a fio como se os preços não aumentassem, como se a relaidade de cada ano tivesse estagnado no pântano do Restelo.
Ah! É verdade e que tal fazer uma auditoria ao comportamento de certo grupo de sócios?
Não estaria mal pensado.
Mas, não senhor.
Nós damos tiros de canhão nos pés a torto e a direito e damos vantagem aos nossos adversários.
Vejamos o caso do Vitória de Setúbal que dia a dia vou conhecendo com melhor profundidade.
Foram encontrar o Carlos Costa que se dispôs a aguentar aquilo até que aparecesse uma Direcção.
Tomou o gosto à coisa e espicaçado pela Presidente da CMS, Maria das Dores Meira, veio a conseguir que em regíme de Comissão de Gestão obtivesse terrenos e dinheiro para fazer um estádio no Vale do Rosa.

Mais consguiu: uma renda anual avultada pela cedência do Bonfim e despesas de manutenção do futuro estádio a cargo da autarquia.
E nós que é que conseguimos da autarquia lisboeta?
Chumbos a torto e direito de projectos em terrenos nossos e em terrenos que nunca mais aparecessem.
E da Casa Pia quanto à questão das Salésias? Zero.
Nem sequer ainda tivemos oa atrevimento de pedir a restituição do terreno das Salésias por lá não se ter observado o fim que lhe queriam dar.
Nem sequer denunciámos, ainda, que fomos vigarizados pelo complot Bagão Félix, Catalina Pestana e CML na não devolução das Salésias em dia de aniversário, salvo erro, o 85º aniversário do Clube.
Por Setúbal, os comerciantes mais abastados, nomeadamente restaurantes patrocinam os jogadores fornecendo a eles e ás famílias refeições gratuitas.
Isto para já não falar das 4ªs Feiras de compras no hipermercado Jumbo, onde qualquer pessoa desde que sócia do Vitória mediante a apresentação do cartão com quota em dia tem 15% de descontos em compras de toda a espécie.

O Vitória de Setúbal até nem tem muitos sócios vitorianos, já que a grande maioria é bi-clubista, ou seja lamps+Vitória, lagartos+Vitória e dragões+Vitória.
Ainda assim, o Vitória sem dinheiro está como está na tabela classificativa e depois de ter vendido os melhores activos.
No Belenenses é tudo mais complicado já que primeiro o dinheiro entra pelo saco grande e depois tem 27 saquetas de redistribuição, sendo que para o Futebol nada vai.
Aqui não pode haver disso, além de que Setúbal precisa do Futebol.
O Belenenses faz-me lembrar a fábrica de tomate que há ali em Águas de Moura, a FIT, em que exitiam, ao tempo que lá fazia as férias de Verão, 6 linhas de entrada de tomate(leia-se dinheir) e 10 linhas de saída de concentrado(leia-se modalidades e vícios estruturantes).
No Belenenses entra-se pelo caminho das contas e das amadoras e ai Jesus se se corta uma, e ainda lá falta o golfe, lembram-se?, mas aqui entra-se pelo caminho do Futebol e para o Futebol.
Aqui, respira-se futebol.
No Restelo respiram-se sinais de conspiração ao bom nome do Clube, o qual vai de novo à praça pública com números de auditoria, por eefitos de uma AGE prometida para o efeito.
Agora, mais a sério: e se deixassem de merdices e gerissem um Clube de Futebol "Os Belenenses" como todos os outros o fazem?
Arre!
Etiquetas: Clube


12:00 a.m.


































