Deslealdade, desinteresse ou distracção?
Fernando Sequeira, presidente do Belenenses, não apreciou a forma como o dianteiro Meyong tratou o clube nos últimos tempos. E à margem da apresentação dos novos equipamentos oficiais, o líder do clube do Restelo, foi duro nas palavras para com o avançado que, esta temporada, vai alinhar no Sp. Braga.
"Tinha uma boa relação com ele. O Meyong disse que apenas possuia uma proposta nossa e garantiu que mal ficasse livre do Levante iria falar comigo. Não o fez, o que lamento muito", explicou Fernando Sequeira.
Para o dirigente, nem é a opção por outro emblema que o entristece. "Entendo perfeitamente que os jogadores lutem para conseguir as melhores condições possíveis, mas já não aceito que não sejam leais. O que se passou foi uma verdadeira falta de lealdade e o Belenenses não merecia isso", finalizou.
Cabe aqui interrogarmo-nos sobre se haveria efectivo interesse em ter Meyong no nosso plantel.
A minha opinião é que Fernando Sequeira deixou cair a questão Meyong vai para muito tempo, justamente quando disse que estava à espera que ele jogador fosse falar com ele. Ou seja, não havia intenção de o contratar, quando não exerceria pressão sobre oa tleta ou sobre o clube originário.
Ainda bem, digo eu, porque julgo que o futebol português vai ter outro caso Meyong, a não ser que paguem ao efectivo empresário dele a comisão que ele quer para retirar a queixa na FIFA contra o jogador. E ainda onte dei conta que o Meyong, apesar de contratado, não consta do plantel do respectivo clube, até ver. Porque será?
Esta situação não veria eu com bons olhos acontecer de novo nas nossas hostes e já chegam de casos cá para o nosso lado, tanto mais que Fernando Sequeira afirmou na recente entrevista ao jornal A Bola que prescindia, para já, de um director desportivo enquanto se revelasse suficiente o seu horário de trabalho no Restelo das 9 ás 21 horas não remunerado.
Portanto, Fernando Squeira não quis arriscar novo caso Meyong e fez ele bem.
A meu ver, há sócios que estão a extrapolar em demasia a questão.
Trata-se apenas de um jogador e para onde foi não terá a vida tão facilitada como em Setúbal ou no Restelo.
Poder-se-ia pensar que podemos estar em face de um caso de distracção.
Não estou para aí voltado, porque creio que nem o treinador o queria lá.
Aquela amálgama de brasileiros com camaroneses não resulta.
Por sua vez, se olharmos com atenção para o número de atacantes e comparando com o ano transacto, parece-me óbvio haver uma melhoria quantitativa e qualitativa.
Ainda confio, ainda ssim, que antes do campeonato começar o tal Adriano ou outro por ele lá apareça, porque nunca o Belenenses deve ficar órfão de um jogador ou de um treinador.
Nem se deve perder muito tempo em discussões estéreis desta natureza.
"Tinha uma boa relação com ele. O Meyong disse que apenas possuia uma proposta nossa e garantiu que mal ficasse livre do Levante iria falar comigo. Não o fez, o que lamento muito", explicou Fernando Sequeira.
Para o dirigente, nem é a opção por outro emblema que o entristece. "Entendo perfeitamente que os jogadores lutem para conseguir as melhores condições possíveis, mas já não aceito que não sejam leais. O que se passou foi uma verdadeira falta de lealdade e o Belenenses não merecia isso", finalizou.
Cabe aqui interrogarmo-nos sobre se haveria efectivo interesse em ter Meyong no nosso plantel.
A minha opinião é que Fernando Sequeira deixou cair a questão Meyong vai para muito tempo, justamente quando disse que estava à espera que ele jogador fosse falar com ele. Ou seja, não havia intenção de o contratar, quando não exerceria pressão sobre oa tleta ou sobre o clube originário.
Ainda bem, digo eu, porque julgo que o futebol português vai ter outro caso Meyong, a não ser que paguem ao efectivo empresário dele a comisão que ele quer para retirar a queixa na FIFA contra o jogador. E ainda onte dei conta que o Meyong, apesar de contratado, não consta do plantel do respectivo clube, até ver. Porque será?
Esta situação não veria eu com bons olhos acontecer de novo nas nossas hostes e já chegam de casos cá para o nosso lado, tanto mais que Fernando Sequeira afirmou na recente entrevista ao jornal A Bola que prescindia, para já, de um director desportivo enquanto se revelasse suficiente o seu horário de trabalho no Restelo das 9 ás 21 horas não remunerado.
Portanto, Fernando Squeira não quis arriscar novo caso Meyong e fez ele bem.
A meu ver, há sócios que estão a extrapolar em demasia a questão.
Trata-se apenas de um jogador e para onde foi não terá a vida tão facilitada como em Setúbal ou no Restelo.
Poder-se-ia pensar que podemos estar em face de um caso de distracção.
Não estou para aí voltado, porque creio que nem o treinador o queria lá.
Aquela amálgama de brasileiros com camaroneses não resulta.
Por sua vez, se olharmos com atenção para o número de atacantes e comparando com o ano transacto, parece-me óbvio haver uma melhoria quantitativa e qualitativa.
Ainda confio, ainda ssim, que antes do campeonato começar o tal Adriano ou outro por ele lá apareça, porque nunca o Belenenses deve ficar órfão de um jogador ou de um treinador.
Nem se deve perder muito tempo em discussões estéreis desta natureza.
Etiquetas: SAD


12:00 da manhã


































