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O maior espectáculo do mundo



1. Apito Final: Conselho de Justiça da FPF suspende Gonçalves Pereira "preventiva e imediatamente"
O presidente do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) foi "suspenso preventiva e imediatamente" pelo órgão, anunciou um dos cinco conselheiros que concluíram hoje a reunião sobre o processo Apito Final sem a presença de Gonçalves Pereira.

Álvaro Batista explicou que a decisão de suspender Gonçalves Pereira resultou de uma deliberação dos cinco conselheiros "fundamentada do ponto de vista legal", por considerarem "nula a decisão de encerramento dos trabalhos" pelo presidente do CJ, às 18h00 de sexta-feira.

Após três horas de reunião, o órgão de justiça federativo iniciou a apreciação dos recursos do processo Apito Final, mas, antes de os relatores terem apresentado os acórdãos, Gonçalves Pereira anunciou a aceitação dos pedidos de impedimento do conselheiro João Abreu, apresentados por Boavista e FC Porto.

2.Apito Final: Presidente do Conselho de Justiça diz que decisões não são legais
O presidente do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), António Gonçalves Pereira, garantiu hoje que as decisões deste órgão quanto aos recursos do Boavista e de Pinto da Costa são inexistentes, por ausência de suporte legal.

"Não existe uma decisão com cunho jurídico. A Lei é clara ao dizer que só o presidente do CJ tem o poder de convocar, dirigir e encerrar as reuniões e esta acabou às 17h55. O que se passou 'a posteriori' foi um mero encontro de pessoas livres, que por acaso até integram o CJ da FPF, mas, juridicamente, não podemos de forma alguma falar em qualquer reunião CJ", vincou, em entrevista à RTP.

Já sem o presidente e o "vice" Elísio Amorim presentes, os restantes cinco conselheiros do CJ estiveram reunidos algumas horas e entenderam confirmar a despromoção do Boavista à Liga de Honra (o Paços de Ferreira continuaria na Liga) e mantiveram a suspensão de dois anos a Pinto da Costa, no âmbito do processo Apito Final, suspendendo ainda António Gonçalves Pereira.

3. Apito Final: Presidente do Boavista exige intervenção de Madaíl e Hermínio Loureiro
O presidente do Boavista, Álvaro Braga Júnior, exigiu aos presidentes da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga de Clubes que se pronunciem sobre a decisão do Conselho de Justiça da FPF em manter o Boavista na Liga de Honra. O responsável "axadrezado" entende que Gilberto Madaíl e Hermínio Loureiro devem pronunciar-se sobre o caso, sob pena de se tornarem "cúmplices da ilegalidade" e poderem "ser alvo de um pedido de indemnização" por parte do clube.

4.FC Porto vai reclamar para tribunal das decisões “aberrantes” do CJ
O FC Porto não reconhece "as pretensas e aberrantes decisões" do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e Pinto da Costa, presidente do clube, anunciou hoje que apresentará uma reclamação no Tribunal Administrativo.

5. " João Abreu acusa presidente do CJ de coacção para "obter tese favorável ao FC Porto e Boavista
O conselheiro João Abreu acusou hoje o presidente do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), António Gonçalves Pereira, de coagir os membros do órgão para "obter uma tese favorável ao FC Porto e Boavista".

Em declarações à Lusa, João Abreu sustentou que Gonçalves Pereira "teve uma actuação insistente e prepotente, tanto para os conselheiros como para os funcionários da FPF", "desvirtuou o espírito colegial" do CJ e "denegou os princípios da ética".

6. FPF analisa amanhã factos do Conselho de Justiça em reunião extraordinária
A Direcção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) convocou para amanhã uma reunião extraordinária para analisar a forma como decorreu a reunião de sexta-feira do Conselho de Justiça (CJ), disse hoje fonte próxima do processo. De acordo com a mesma fonte, a Direcção da FPF quer analisar os factos e os documentos que resultaram da conturbada reunião para tomar uma posição institucional, mas não vai pronunciar-se sobre a validade jurídica das decisões tomadas.

Estes factos vão ser analisados e debatidos na reunião mas a mesma fonte garante que, do ponto de vista jurídico, o assunto está encerrado, pois a Direcção da FPF não possui competências nesta matéria. Qualquer contestação terá que ser direccionada ao Tribunal Administrativo, medida que o FC Porto já manifestou intenção de adoptar, como anunciou sábado Pinto da Costa.

Aos serviços da FPF compete agora notificar as partes sobre tudo o que se passou na longa reunião de sexta-feira, nomeadamente a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, que poderá já não incluir o Boavista no sorteio do campeonato, marcado para segunda-feira, e sim o Paços de Ferreira. Esse procedimento vai acontecer igualmente amanhã, por carta registada, a não ser que existam pedidos de urgência de quaisquer das partes que motivem o envio dos documentos por fax.

6. Entretanto, leio também o site oficial da Câmara Municipal de Gondomar e veja-se aqui a composição da dita vereação.

7. Tribunal pronunciou Pinto da Costa por alegadas agressões a Carolina Salgado
O Tribunal de Instrução Criminal do Porto pronunciou o presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa por agressões a Carolina Salgado, considerando que terá cometido um crime de ofensa à integridade física simples.

O Tribunal pronunciou, ainda, o motorista do dirigente desportivo, Nuno Ribeiro, e um alegado amigo ou "segurança" de Pinto da Costa, Nuno Santos, pelo mesmo crime.

Pronto, acabou-se o namoro!

O epílogo, para já, antes que a novela acabe com cenas de novos capítulos nos Tribunais Administrativos e na PGR:

A.Federação abre inquérito sobre reunião do Conselho de Justiça O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Gilberto Madaíl, afirmou hoje que a FPF vai diligenciar um “processo de averiguação” dos factos ocorridos na reunião do Conselho de Justiça, onde foram confirmados, por apenas cinco dos conselheiros, as penas de suspensão de Pinto da Costa e de descida de divisão do Boavista.

Após uma reunião de urgência da FPF, hoje realizada, Gilberto Madaíl afirmou em conferência de imprensa, que a FPF “não pode intervir nas decisões do Conselho de Justiça” mas que serão investigados os factos.

“Irá ser efectuado um processo de averiguações aos factos ocorridos, por alguém estranho à estrutura da FPF.


B.Procurador-Geral da República está a "analisar cuidadosamente" reunião do Conselho de Justiça da FPF
A Procuradoria-Geral da República (PGR) "está a analisar cuidadosamente" a atribulada reunião do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que terminou na madrugada de sábado com fricções entre os sete conselheiros.
Fonte oficial da PGR limitou-se a adiantar à Agência Lusa que a Procuradoria está atenta aos recentes acontecimentos ocorridos na última instância jurídica do futebol português.

Na madrugada de sábado, cinco membros do CJ confirmaram as penas de descida de divisão do Boavista, por coacção sobre árbitros, e de suspensão de dois anos do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, por tentativa de corrupção, decretadas em primeira instância pela Comissão Disciplinar da Liga de clubes, no âmbito do processo Apito Final.

Na reunião da passada sexta-feira, o presidente do CJ, António Gonçalves Pereira, tinha dado por encerrado o encontro cerca das 18h00, após contestação de vários conselheiros ao despacho de impedimento por si exarado, que visava impossibilitar a participação do vogal João Abreu nos recursos de Pinto da Costa.

C. UEFA está “confusa” com reunião do Conselho de Justiça da Federação
A UEFA já tem conhecimento informal da atribulada reunião do Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), concluída na madrugada de sábado, e admite que os seus juristas possam estar “algo confusos”.

“Temos conhecimento do que sucedeu, porque lemos os jornais, mas aguardamos ainda por uma notificação oficial por parte da FPF. Sabemos que existiram alguns problemas e, provavelmente, os nossos juristas também estarão, neste momento, algo confusos”, ironizou o director de comunicação da UEFA, William Gaillard, em declarações à Lusa.

D.Deliberações do CJ são comunicadas
Após reunião de emergência na Alexandre Herculano, em Lisboa, a Direcção da Federação Portuguesa de Futebol, ao início da tarde de ontem, garantiu que os recorrentes - Boavista e Pinto da Costa (FC Porto) - dos castigos determinados pela Comissão Disciplinar da Liga - descida de divisão para os axadrezados, suspensão de dois anos para o líder dos dragões -, no âmbito do processo Apito Final, vão ser notificados sobre as conclusões da polémica reunião do Conselho de Justiça (CJ), ocorrida, a dois tempos e com convulsões pelo meio, na passada sexta-feira. Nela, os recursos apresentadas foram considerados improcedentes, por resolução dos cinco conselheiros que, já sem a presença do presidente e do vice-presidente, deram sequência à ordem de trabalhos. A própria Comissão Disciplinar da Liga - órgão de onde partiram as deliberações de primeira instância - será obviamente notificada acerca da resolução saída do CJ.

Aguardemos, agora, as consequências do que Paulo Relógio, jurista da FPF, disse ás tv's: ter enviado "as actas" ás partes para, se quiserem, tratarem da questão no foro judicial.
Pasme-se a FPF a instigar à utilização do tribunal civil.

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