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Tudo a nu



Caro amigo Luís Oliveira,

Espero que já tenha desmoído aquela coisa das antas.

Ainda os olímpicos

Deixe-me responder a umas quantas questões que me colocaram por causa dos olímpicos esqueléticos e o que eu consideraria razoável. Pois bem, o meu raciocínio do aceitável é a proporção mínima correspondente de medalhas, ou seja a produção de qualidade e nível desportivo adequado onde os mínimos fossem um factor interno selectivo e não o bilhete para muitos dirigentes irem fazer turismo despudoradamente.

Ora, num universo de 11 128 ou 10 600 atletas dependendo das fontes, temos 900 medalhas, o que nos situa de 1 medalha para cada 12 atletas admitidos. Levando a comitiva portuguesa 77 atletas, implicaria o retorno mínimo de 6 medalhas, preferencialmente duas de cada. Como está à vista, ficou muito aquém do razoável e para que assim fosse considerado à luz das medalhas conseguidas, 24 atletas chegariam perfeitamente e sobravam.

Considero que em última análise o universo e valores de referência são os globais dos quais não nos podemos afastar e neste capítulo a nossa missão foi miserável.

Assunto explicado e da minha parte, encerrado.

Tácticas expedítas

O amigo sabe que eu sou garganeiro e só a vitória me interessa. Não aceito menos que a vitória, nem me peçam parabéns por um empate.

Vem aqui a propósito o último jogo que toda a gente já comentou, uns contentando-se com a derrota, outros tentando respirar e acreditar que não seja um ano de sofrimento patrocinado por um grupo de brasileiros ineptos que vêem em busca de trampolim para o golpe do baú.
Diria que desejava melhor e esperava pior desempenho daquele molho, mas fiquei um pouco mais esclarecido.

A táctica parece ser a de "aviar mocada" a torto e a direito. Nesta vertente temo que não tenhamos plantel com cabedal para o efeito, mas temos quantidade mais que suficiente para ter amarelados à dúzia.

Há uns rapazes que ainda não perceberam que numa entrada a pés juntos não se pode abrir as pernas e quando se dá é para valer. O árbitro perdoa a primeira e mostra o amarelo à segunda, logo não convém arriscar mais e venha outro que enquanto houver canela a turma está na galera. É isso aí, né?

E só falta repetir o que já lhe tinha dito, o César é burro todos os dias e nem faz descontos, porque já expliquei que a bola quando se soca é para cima e não na horizontal, porque ou vai ter aos pés do adversário ou para um defesa de frente para a baliza, logo dá mau resultado. Mande lá um recado ao Mior para pôr o rapaz na linha, porque já é a segunda com efeitos de trampa.

E pronto, não o maço mais que tenho um grande dilema, ou vou para a praia bem disposto dois dias e meio ou perco um dia para ir ao Restelo e faço dia e meio com o risco de ir mal disposto e fulo.

Um abraço,

Zé dos Cucos

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