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Suspensão da equipa profissional de basket



Notas Prévias:

Quem me lê, conhece o meu pensamento sobre o basquetebol, o qual, no meu entendimento, é uma modalidade desportiva anti-cultural, fora do contexto dos hábitos e costumes dos portugueses e que só a propaganda da NBA e apostas publicitárias trouxeram para o mercado desportivo um estranho fenómeno de introduzir à força uma modalidade de gigantones num país de pigméus.

Por definição, e por factos históricos, O basquetebol é um desporto colectivo inventado em 1891 pelo professor de Educação Física canadense James Naismith, na Associação Cristã de Moços de Springfield (Massachusetts), EUA, sendo que o primeiro jogo de Basquetebol foi disputado em 20 de Janeiro de 1892, com nove jogadores em cada equipe e
utilizando-se uma bola de futebol. Vidé a este propósito o tipo de bola utilizada pelo criador da modalidade na imagem abaixo...

Vamos a factos dos nossos:

Há coisas que não se entendem no Belenenses.
O ex-presidente Fernando Sequeira suspendeu com acráceter definitivo a equipa sénior de basquetebol em 14 de Agosto de 2008, conforme se pode ler aqui no
comunicado e com os fundamentos lá prestados, com os quais concordo em absoluto.

Depois, em 4 de Setembro, o ex-Presidente da AG, José Anes, decidiu unilateralmente
revogar a decisão do executivo e repôr o basquetebol em toda a sua plenitude, possibilitando a entrada da equipa em competição.

Mal iria o signatário se não entendesse que tal decisão terá tido a mãozinha de alguém dentro do conselho dos anciãos, concedendo aqui alguma atenuante a José Anes, o qual a esta hora bem arrependido estará de ter dado seguimento à sugestão ouvida na noite anterior dos natos dos anciãos.

Pergunta-se: que custos trouxe esta brincadeira ao Clube?

Finalmente, a Comissão de Gestão sufragada pelos sócios em AGE dando sequência à decisão da anterior Direcção do Clube de Futebol "Os Belenenses" reuniu para produzir algo que faz todo o sentido.

Nada poderei criticar os responsáveis do meu Clube, antes louvá-los pelo procedimento.

Nada que eu, no fundo, não esperasse, a partir do momento em que se começou a falar em executar uma auditoria.

De facto, para um Clube que nasceu do e para o Futebol é por demais incompreensível que se mantenham certos vícios financeiros de agonia para o Cube e, essencialmente para a sua razão de ser: o Futebol.

O Futebol é tronco da árvore do Clube, a partir do qual foram nascendo à sua sombra ramificações várias, ao todo 29 e já explico o número.

Ou seja, quando os irmãos Vaz Pinto saíram do Belenenses acabou-se o Ténis em Campo, o que só pr este pequeno exemplo do passado se explica que muitas modalidades praticadas no Clube existem em razão directa do interesse pessoal de alguns sócios.

O Hóquei em Patins terminou nos finais dos anos 80's por decisão sob os mesmos condicionalismos do que ora sucedeu ao basket profissional. As despessa eram claramente exageradas para ujm Clube com a dimensão do nosso.

Só que à data Rosa Freire terminou com o Hóquei em Patins e não permitiu qualquer tipo de discussão. Dava prejuízo. Enviou uma nota informativa ao então Jornal do Belenenses e pronto. Acabou-se.

Espero que o Golfe não seja uma realidade estapafúrdia a fazer incidir no Clube um elistismo incompreensível.

Espero, ainda, ver ser reestruturado o site oficial e que desapareçam de lá muitos dos quadradinhos azuis no item Modalidades.

E que sai desse item o Futebol.

No comunicado da CG pode ler-se:

A extensão e a gravidade da situação financeira que o Clube de Futebol Os Belenenses atravessa obriga esta Comissão de Gestão a aplicar medidas que, em alguns casos, pretendia que fossem decididas pelo universo de sócios, após a aprovação dos novos estatutos, que estão a ser elaborados pela Comissão de Revisão dos mesmos.

Ou seja, se eu aqui não leio a palavra referendo então não sei que outra palavra ou conceito lá pode ser introduzida quando se apela ao universo dos sócios para decidirem pela CG ou pela Direcção, sendo certo que um dos componentes da Comissão de Revisão de Estatutos escreveu aqui que não vai ser instituído o rerefendo.

Depois, no mesmo comununicado ainda se pode ler:
"Assim, e na sequência de algumas medidas de gestão entretanto tomadas sobre deslocações, estadias e despesas gerais de todas as modalidades do Clube de Futebol Os Belenenses – que se revelam, porém, manifestamente insuficientes para a redução de custos..."

Cabe, pois, aqui perguntar se só o basquetebol está a coberto deste tipo de medidas de contenção de despessa, se só uma modalidade das tais 9 modalidades super-gastadoras não tem deslocações, estadias e despesas supérfulas...

Não há volta a dar nos tempos modernos a um Clube que se quer moderno e o que é um facto é que os nossos concorrentes optam por ir largando os anéis e deixam ficar os dedos. Da maneira como as modalidades têm vindo a sorver TODO o dinheiro no Belenenes, qualquer dia nem um dedo sobrará.

E ainda há muito boa gente, na AG da SAD, inclusivé, que se dispense a SAD de facturar o Clube pelo facto deste não ter dinheiro!

Se não tem, arranje-o, ou então, largue os 53% que detèm na SAD e permita que a SAD do Belenenses se desenvolva fora do quadro da mentalidade das modalidades que grassa no Restelo.

Há modalidades que só existem de nome e essas já deviam ter o seu nome riscado do site oficial ou a respectiva quadrícula ou, em alternativa, manter apenas o quadrado apenas na vertente de formação, a qual terá de ser paga pelso atletas não apenas pelo valor da quota de atleta, mas como utilizador de um serviço p+restado pelo Clube.

Sejamos sérios. O Clube vive em dificuldades financeiras sérias.

Deploráveis ou infelizes são as declarações:
1. do responsável pela secção que publicamente afirma que irá entregar o cartão de sócio, sendo certo que a Direcção não extinguiu a secção, como no Hóquei em Patiins, mas somente o escalão profissional e
2. a afirmação do rseponsável federativo Mário Saldanha, ao dizer que espera agora que o Belenenses seja campeão em futebol, numa atitude révanchista e perfeitamente infeliz de uma alegado responsável federativo, o qual devia olhar para o fuuro de uma modalidade contra-natura em Portufgal, já que se está perante um país de pigmeus a tentar fazer passar uma modalidade de gigantones.

Como notas finais direi que esta trapalhada toda não teria nunca acontecido se não se tivesse dado confiança em excesso ao João Barbosa, o qual em 3 anos consecutivos tirou a equipa de basket da 2ª Divisão, mantendo-a na Liga Profissional, sem quaisquer méritos competitivos.
Tudo isto no tempo de Sequeira Nunes, deixando-o a andar a gerir aquilo num regíme de roda livre.

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