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Um Clube sui generis



Nota Prévia.
Tivemos no Clube de Futebol "Os Belenenses" na semana que ora termina tempos de autêntica locura, vindo ao de cima o carácter sui generis do nosso Clube e a forma como os associados e, em especial, os seus adeptos que julgo saber serem em maioria em relação aos associados, encaram o fenómeno muito especial de estar no Desporto como se fosse a prática de um acto de caridade para a colectividade.

Assentemos numa idéia base a qual passa pela falência do instituto da utilidade pública, situação criada pelo Estado Novo para agraciar determinadas instituições desportivas e culturais que então se sunbstituíam ao Estado no Fomento do Desporto e da Cultura.

Pelo facto, o nosso Clube tinha direito a algumas benesses governamentais, entres as quais deduções especiais na matéria colectável e coisas quejandas.

Hoje em dia, como sabemos, há o fenómeno da inversão do estado da situação do instituto de utilidade pública, pelo que não se justifica que o nosso Clube continue não só a substituir a funçaõ do Estado, como gera no próprio Estado determinado grau de segurança em assegurarmos serviços que o Esatdo não quer fomentar por despesismo e controlo do déficit público.

Assim, em nome do déficit público, o Belenenses está a prestar um relevante serviço quer ao Estado, quer ás autarquias envolventes, mas sem qualquer contrapartida.

Com a garavante de sermos obrigados a assinar um PEC para o pagamento escrupoloso das nosssa contribuições e cotizações e com parcial dedução de juros.

Assim sendo, e depois de uma semana em que se conclui ser o Clube deficitário em mais de 3,5 milhões de euros nas modalidades ditas amadoras, sem a referência ás restantes 18 modalidades, não se sabendo se servem apenas para ornamento ou sustento de quintinhas instaladas nos meios restelianos, apenas se sabendo que o polvo vai engolindo o Clube, asfixiando-o na sua razão de ser - o Futebol, razão pela qual foi fundado em 1919.

A nossa semana não terminaria sem a alucianante viagem ao sub-mundo do futebol, onde se procurou contratar um treinador que viesse dar mais pujança ao grupo de trabalho que suponho estar espartilhado e meio partido, aliás com confirmação aqui recebido por um estarnho mail de alguém que não conhecemos, mas que confirma divisão existente no balneário.

Fala-se na redução do plantel.

Esperemos que tal redução se opere pelos que tentam desestabilizar por dentro o nosso plantel.

Temos, por fim um novo treinador, o qual teve a humildade de pedir desculpas por situações anteriores em que ele vibrava por outro emblema. Esperemos que ele agora vibre de igual forma pelo nosso Emblema e que faça respeitar a Cruz de Cristo que o fugitivo mandou ás malvas em conjunto com a Lacatoni e, talvez, com a menina Tânia Tadeu ou com a Media Consulting.

A este respeito,e para os que me lêem, as minhas histórias do presidente e da Leopoldina eram obviamente aplicados como figura de retórica à inarrável situação criada elo fugitivo com a menina Tânia e esta connosco.
Esperemos, agora, que a Comissão de Gestão e novos SÁDicos cumpram o seu papel, o qual, sublinho, é de transição e que limpem o Restelo de múltiplas quintinhas que aqui há mais de 4 anos se grita aos quatro ventos para terminarem de vez.
Pelas trocas de opinião geradas na Mailing List, afinal não estou nada sózinho nesta luta e estou confiante que a vou ganhar.
Não para meu bem ou para o meu ego, mas sim para bem de algo que terá de ser sagrado entre nós: o Cluvbe de FUtebol "Os Belenenses".

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