Ainda a entrevista de Luís Batista
O maior problema das pessoas que são directas e dizem o que pensam e não estão com meias palavras é justamente não conseguirem enquadrar-se na política do politicamente correcto. Esta situação acontece com todas as pessoas que gostam de ver as coisas claras e transparanetes e que não subsistam dúvidas da bondade das suas acções ou palavras.
Honestamente, na parte que me toca, e não conhecendo Luís Batista como gostaria, fiquei surpreendido com a forma aberta com que falámos dos problemas do Clube, aliás, como ele falou dos problemas do Clube e da SAD, sem preconceitos algum de uma qualquer superioridade que revelou não ter em relação a quem menos conhece tais assuntos do futebol e, em especial, o jogo de bastidores exercido pelos anciãos para perpetuarem uma oligarquia nefasta para o Clube e para a SAD.
Para muitos, creio eu, talvez fosse melhor para pessoas como Luís Batista e eu próprio calassem o que pensam e não fossem vozes dissonantes do status quo imposto pelo conselho de anciãos, situação que se extende a algumas camadas de associados, as quais, muitas vezes sem se darem conta, estão a ser manipuladas pelo dito conselho.
O caso da eleição de Fernando Sequeira foi uma clara violação quer do princípio da igualdade, quer do princípio da cidadania de belenense ao ser claramente impedido pelos homens fortes do regíme personificados pelos coronéis, pelo Sequeira Nunes e pelo Ramos Lopes. E aqui os sócios foram claramente manipulados, muito embora reconheço de forma involuntária, tal como noutras situações similares. Tanto mais que os associados ansiavam que alguém tomasse conta do Clube e a partir daí nasceu o chamado abuso do poder pela Direcção.
Lembro-me que não só Luís Batista queria concorrer ao acto eleitoral, porque julgo saber que Mendes Palitos e Luís Pires tentaram até ás útimas conhecer melhor os reais problemas do Clube no sentido de viabilizarem candidaturas.
Para muitos, creio eu, talvez fosse melhor para pessoas como Luís Batista e eu próprio calassem o que pensam e não fossem vozes dissonantes do status quo imposto pelo conselho de anciãos, situação que se extende a algumas camadas de associados, as quais, muitas vezes sem se darem conta, estão a ser manipuladas pelo dito conselho.
O caso da eleição de Fernando Sequeira foi uma clara violação quer do princípio da igualdade, quer do princípio da cidadania de belenense ao ser claramente impedido pelos homens fortes do regíme personificados pelos coronéis, pelo Sequeira Nunes e pelo Ramos Lopes. E aqui os sócios foram claramente manipulados, muito embora reconheço de forma involuntária, tal como noutras situações similares. Tanto mais que os associados ansiavam que alguém tomasse conta do Clube e a partir daí nasceu o chamado abuso do poder pela Direcção.
Lembro-me que não só Luís Batista queria concorrer ao acto eleitoral, porque julgo saber que Mendes Palitos e Luís Pires tentaram até ás útimas conhecer melhor os reais problemas do Clube no sentido de viabilizarem candidaturas.
A não existência de alternativas ao candidadato seleccionado e imposto pelo conselho de anciãos faz passar a mensagem que na eleição não há outra escolha, com excepção da escolha do regíme, sendo certo que alguns candidatos já se perfilam no horizonte, muito embora a1queles que se pefilam têm tudo a ver com o regíme, a oligarqui do Clube e menos uma real capacidade de levar a nau a bom porto.
Foi, aliás, neste quadro que, para além da eleição de Sequeira, foi a clara manipulação de massas por forma a que os sócios sancionassem um empréstimo estúpido, inqualificável e cujos destinos dos dinheiros estão no segredo dos deuses, quase só se sabendo que eventualmente 2 milhões terão ido para a SAD, sendo certo que ao não limpar nada de assinável do passivo, merecia outra atenção da nossa.
Ou seja, para onde foi o dinheiro caucionado em parcela de terreno do Belenenses? Que dívidas pagou? Quais foram os maiores montantes de dinheiros movimentados por Fernando Sequeira e sus muchachos e quem foram os destinatários desses monates e podem crer que até eu tenho medo de saber as respostas? Isto até é fácil saber, bastando fazer a listagem do que foi pago e a quem foi pago naqueles 5 a 6 meses.
O signatário está habituado a conviver com a chamada maldicência instalada em alguns sectores de associados do Clube, alguns dos quais, felizmente, não entram aqui ou se entram, não terão a cobertura mediática que lhes é conferida noutros lados.
Vem isto a propósito de ter aqui recebido um e-mail na minha caixa postal que a entrevista de Luís Batista pode ter sido considerada como um ataque à Comissão de Gestão em funções, embora eleita com ilegalidade, mas como é hábito em quem conduz as reuniões de sócios, são perfeitos deesconhecedores das regras estatutárias a que estavam obrigados respeitar.
Numa das conversas havida com Luís Batista, disse-mo ele e suponho que o não irei trair revelando a sua posição sobre a Comissão de Gestão e que consiste em deixá-los trabalhar, por forma a minimizar os devaneios cometidos pela dupla Ramos Lopes e Sequeira Nunes na opção de Fernando Sequeira.
Mas se querem que vos diga, eu tinha um rol de cerca de 50 questões a colocar a Luís Batista, tendo optado na versão final, pelas que foram efectivamente transpostas para este vosso espaço azul. Entendi desnecessário, nesta fase, deixar de lado as despesas reais das modalidades e não aquelas que nos querem fazer passar.
Eventualmente, oprtunidades não faltarão para esclarecer alguns pontos que ainda ficaram no tinteiro. E podem crer que Luís Batista faz-me sentir que há muito para dizer, que há muito por revelar.
Estamos num Clube de futebol e nesta coisa de transferências é obvio que muitas coisas acontecem, umas porque tem de ser e outras que não deviam ter acontecido. E Luís Batista não quis revelar o que continha a célebre pasta que levou para a AGE passada, tendo entregue o assunto Fiscal Único da SAD. Oxalá não hajam surpresas!
E acreditem que, por ora a entrevista da semana passada, foi muito mansinha em relação a muitas pessoas que estão ainda no Restelo e outras que já deram de frosques.
Também na área de algumas modalidades a coisa podia ter já ter assumido outros contornos, mas se calhar vamos aguardar pelos esforços da Comissão de Gestão para limpar parte do buraco financeiro em que o Clube, repito o Clube, está atolado.
O que não deixa de ser perocupante são os números dos valores de contratos individuais de trabalho assinados em algumas modalidades, contratos esses com 3 a 4 dígitos.
Um dia, falei com o meu Amigo Cabral Ferreira sobre a questão da introdução do futsal no Clube. Estávamos na 3ª Divisão. Pois é os custos que então me foram revelados ficaram aquém da realidade, porque somadas as contas das duas subidas temos 6 dígitos bem largos em gastos.
E fixemos algo bem importante. Se calhar a revisão estatutária acabárá por não ter qualquer relevância para o Futuro do Clube ou da SAD, já que a mesma não vai obrigar a SAD em coisa alguma e quanto ao Clube levará as tais pinceladas de cosmética.
Mas isso serão contas para outros rosários aos quais evetualmente dedicarei muito menos importância que estava disposto a conferir. É que a revisão estatutária não pode colidir com os estatutos da SAD e esta governa-se a si própria, embora senndo claro que o Clube é algo incupridor para com a SAD ao invés de cada modalidade per si.
Foi, aliás, neste quadro que, para além da eleição de Sequeira, foi a clara manipulação de massas por forma a que os sócios sancionassem um empréstimo estúpido, inqualificável e cujos destinos dos dinheiros estão no segredo dos deuses, quase só se sabendo que eventualmente 2 milhões terão ido para a SAD, sendo certo que ao não limpar nada de assinável do passivo, merecia outra atenção da nossa.
Ou seja, para onde foi o dinheiro caucionado em parcela de terreno do Belenenses? Que dívidas pagou? Quais foram os maiores montantes de dinheiros movimentados por Fernando Sequeira e sus muchachos e quem foram os destinatários desses monates e podem crer que até eu tenho medo de saber as respostas? Isto até é fácil saber, bastando fazer a listagem do que foi pago e a quem foi pago naqueles 5 a 6 meses.
O signatário está habituado a conviver com a chamada maldicência instalada em alguns sectores de associados do Clube, alguns dos quais, felizmente, não entram aqui ou se entram, não terão a cobertura mediática que lhes é conferida noutros lados.
Vem isto a propósito de ter aqui recebido um e-mail na minha caixa postal que a entrevista de Luís Batista pode ter sido considerada como um ataque à Comissão de Gestão em funções, embora eleita com ilegalidade, mas como é hábito em quem conduz as reuniões de sócios, são perfeitos deesconhecedores das regras estatutárias a que estavam obrigados respeitar.
Numa das conversas havida com Luís Batista, disse-mo ele e suponho que o não irei trair revelando a sua posição sobre a Comissão de Gestão e que consiste em deixá-los trabalhar, por forma a minimizar os devaneios cometidos pela dupla Ramos Lopes e Sequeira Nunes na opção de Fernando Sequeira.
Mas se querem que vos diga, eu tinha um rol de cerca de 50 questões a colocar a Luís Batista, tendo optado na versão final, pelas que foram efectivamente transpostas para este vosso espaço azul. Entendi desnecessário, nesta fase, deixar de lado as despesas reais das modalidades e não aquelas que nos querem fazer passar.
Eventualmente, oprtunidades não faltarão para esclarecer alguns pontos que ainda ficaram no tinteiro. E podem crer que Luís Batista faz-me sentir que há muito para dizer, que há muito por revelar.
Estamos num Clube de futebol e nesta coisa de transferências é obvio que muitas coisas acontecem, umas porque tem de ser e outras que não deviam ter acontecido. E Luís Batista não quis revelar o que continha a célebre pasta que levou para a AGE passada, tendo entregue o assunto Fiscal Único da SAD. Oxalá não hajam surpresas!
E acreditem que, por ora a entrevista da semana passada, foi muito mansinha em relação a muitas pessoas que estão ainda no Restelo e outras que já deram de frosques.
Também na área de algumas modalidades a coisa podia ter já ter assumido outros contornos, mas se calhar vamos aguardar pelos esforços da Comissão de Gestão para limpar parte do buraco financeiro em que o Clube, repito o Clube, está atolado.
O que não deixa de ser perocupante são os números dos valores de contratos individuais de trabalho assinados em algumas modalidades, contratos esses com 3 a 4 dígitos.
Um dia, falei com o meu Amigo Cabral Ferreira sobre a questão da introdução do futsal no Clube. Estávamos na 3ª Divisão. Pois é os custos que então me foram revelados ficaram aquém da realidade, porque somadas as contas das duas subidas temos 6 dígitos bem largos em gastos.
E fixemos algo bem importante. Se calhar a revisão estatutária acabárá por não ter qualquer relevância para o Futuro do Clube ou da SAD, já que a mesma não vai obrigar a SAD em coisa alguma e quanto ao Clube levará as tais pinceladas de cosmética.
Mas isso serão contas para outros rosários aos quais evetualmente dedicarei muito menos importância que estava disposto a conferir. É que a revisão estatutária não pode colidir com os estatutos da SAD e esta governa-se a si própria, embora senndo claro que o Clube é algo incupridor para com a SAD ao invés de cada modalidade per si.
Etiquetas: Clube


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