Um verdadeiro director desportivo à Belém
Não tenho nada contra a que o Futebol Profissional seja profissionalizado, mas em circunstâncias excepcionais de dificuldades financeiras, mandaria o bom senso uma contenção de despesas que não passe só pelo plantel.
João Barbosa foi mandatado para conter despesas e não para as efectuar.
Tenho andado a fazer um verdadeiro esforço de contenção de alguma revolta interior pelo que se vai passando no meu Clube.
São tantas as coisas que vou sabendo que de mau se passam por lá, que ás vezes era preferível, mil vezes, que mais valia não ter entrado nesta coisa das internets azuis, mailings lists e quejandos e como tenho a mania de ser o mais rigoroso possível com aquilo que é a minha forma de estar na vida que não consigo encarar certas situações como normais.
Nunca pensei que o Clube que os meus avós e os meus pais fizerm gostar entrasse num dia destes numa espiral de auto-destruição interna.
Aliás, quando a fronteira do que é e não é normal começa a ser pisada, já a coisa fica mal.
Não foi normal todo aquele movimento de continuada contestação a tudo o que mexia no Restelo, deixando o Clube em estado de sítio, com sucessivas ameaças de boicote e agendamento de AGE's por dá cá aquela palha.
Continua a não ser normal que estejamos em regíme de duodécimos há cerca de 2 anos, sendo anormal que haja uma Direcção que passe pelo dia 30 de Abril e sem apresentar contas, continuando o regíme da anormalidade na aprovação cega de um empréstimo bancário porque o fulano estava em estado de graça e como o lobo mau já lá não estava, aquele só podia ser bom,por exclusão de partes, sucedendo-se a anormalidade de não apresentação de contas e que nos digam onde é que o valor do empréstimo foi aplicado. Bom, bom, é eu não começar a imginar coisas sobre o destino real do dinheiro.
Já agora, que nos digam depois de cada mês pegaramos a prestação do PEC, a prestação do empréstimo, a amortização das obras no Restelo, os planos prestacionais de pagamentos de dívidas a ex-jogadores e ás prestações fixas das 9 modalidadse gastadoras, face ás parcas receitas, nos digam quanto é que fica, se é que fica. Ou melhor dito, quanto é que vamos juntando ao Mês ao passivo por liquidar.
Deixou de ser normal as sucessivas notícias veiculadas, sabe-se lá quem, para o jornal "O Jogo" e agora para o Record arranjou-se um passivo ás pressas de 3 milhões de euros. Os jornais garadecem e o sindicato está pronto a entrar não tarda nada.
Era anormal tudo quanto se passou num bota-abaixo inqualificável à pessoa, no que ao Cabral Ferreira dizia respeito.
A fronteira do normal/anormal passou a ser pisada no dia em que tivemos de substituir o Mior, por efeitos da "boa gestão" da associação Sequeiras+Ramos Lopes+Jaime Vieira de Freitas e ajudados pelo Nélson Soares, o tal que tendo entrado pela mão de Ramos Lopes, sendo portista confesso, foi, como sabemos, objecto de um jantar de homenagem pelo conselho de anciãos pelos relevantes serviços prestados no âmbito do Caso Mateus.
Nélson Soares este que sendo funcionário do Clube foi autorizado a falar na última AGE para rebater o associado Luís Batista. Mais uma anormalidade normal.
Nélson Soares esse que nas primeiras declarações públicas após entrar em funções no Restelo disse que não era forçoso ter de ser sócio do Clube.
Substituímos o Mior pelo Jaime Pacheco e ainda não vi vitória alguma no campeonato, muito embora a atitude da equipa seja diferente para melhor. Continua a ser normal.
Uma coisa é ir-se buscar um treinador com largas dezenas de anos no futebol português e outra coisa é ir-se buscar um assessor para o futebol profissional, cujas façanhas passam mais por actos menos confessáveis que pelo conhecimento do métier.
Ponho-me a olhar para mais esta façanha dos dirigentes do meu Clube e interrogo-me em que ponto da pedra do fundo do mar demos com a cabeça, se à superfície, se bem lá no fundo.
Eu que me habituei a ir ao Restelo pela mão do meu pai no tempo em que as cabinas de rádio estavam à mão de semear obrigando os relatores a maior contenção na palavra (o Artur Agostinho que o diga), a poder circular livremente no Restelo com alguma alegria, de repente encalho num clube onde já não se pode circular livremente no Restelo sob pena de ser molestado e em que se contrata um assessor para o futebol cujas qualificações passam por um historial de agressões nos túneis.
Não seja por causa disso que podemos entalar alguns árbitros, porque assino por baixo tudo quanto o Paulo Bento disse, até achando que ele foi brando. E quanto a nós, nem é bom falar, porque só falta a malta saltar para dentro do campo para servir chá, café ou laranjada aos árbitros.
Se o objectivo era esse, se calhar ficava mais barato contratar um indíviduo tipo de segurança da porta de entrada de uma Kapital.
Mas se quisessemos um director desportivo à séria, se calhar dentro de portas podíamos encontrar outro Barcínio Pinto, cuja dedicação e amor ao Clube e em particular ao Futebol eram ímpares.
E caso não se lembrem, nesse tempo o Rosa Freire conseguiu meter o Pinto da Costa na ordem e num jogo Belenenses - Porto que vi da bancada dos sócios, vi o Barcínio Pinto dar instruções precisas à PSP para dar protecção ao PC localizado no anel inferior da bancada nascente do lado do Tejo.
João Barbosa foi mandatado para conter despesas e não para as efectuar.
Tenho andado a fazer um verdadeiro esforço de contenção de alguma revolta interior pelo que se vai passando no meu Clube.
São tantas as coisas que vou sabendo que de mau se passam por lá, que ás vezes era preferível, mil vezes, que mais valia não ter entrado nesta coisa das internets azuis, mailings lists e quejandos e como tenho a mania de ser o mais rigoroso possível com aquilo que é a minha forma de estar na vida que não consigo encarar certas situações como normais.
Nunca pensei que o Clube que os meus avós e os meus pais fizerm gostar entrasse num dia destes numa espiral de auto-destruição interna.
Aliás, quando a fronteira do que é e não é normal começa a ser pisada, já a coisa fica mal.
Não foi normal todo aquele movimento de continuada contestação a tudo o que mexia no Restelo, deixando o Clube em estado de sítio, com sucessivas ameaças de boicote e agendamento de AGE's por dá cá aquela palha.
Continua a não ser normal que estejamos em regíme de duodécimos há cerca de 2 anos, sendo anormal que haja uma Direcção que passe pelo dia 30 de Abril e sem apresentar contas, continuando o regíme da anormalidade na aprovação cega de um empréstimo bancário porque o fulano estava em estado de graça e como o lobo mau já lá não estava, aquele só podia ser bom,por exclusão de partes, sucedendo-se a anormalidade de não apresentação de contas e que nos digam onde é que o valor do empréstimo foi aplicado. Bom, bom, é eu não começar a imginar coisas sobre o destino real do dinheiro.
Já agora, que nos digam depois de cada mês pegaramos a prestação do PEC, a prestação do empréstimo, a amortização das obras no Restelo, os planos prestacionais de pagamentos de dívidas a ex-jogadores e ás prestações fixas das 9 modalidadse gastadoras, face ás parcas receitas, nos digam quanto é que fica, se é que fica. Ou melhor dito, quanto é que vamos juntando ao Mês ao passivo por liquidar.
Deixou de ser normal as sucessivas notícias veiculadas, sabe-se lá quem, para o jornal "O Jogo" e agora para o Record arranjou-se um passivo ás pressas de 3 milhões de euros. Os jornais garadecem e o sindicato está pronto a entrar não tarda nada.
Era anormal tudo quanto se passou num bota-abaixo inqualificável à pessoa, no que ao Cabral Ferreira dizia respeito.
A fronteira do normal/anormal passou a ser pisada no dia em que tivemos de substituir o Mior, por efeitos da "boa gestão" da associação Sequeiras+Ramos Lopes+Jaime Vieira de Freitas e ajudados pelo Nélson Soares, o tal que tendo entrado pela mão de Ramos Lopes, sendo portista confesso, foi, como sabemos, objecto de um jantar de homenagem pelo conselho de anciãos pelos relevantes serviços prestados no âmbito do Caso Mateus.
Nélson Soares este que sendo funcionário do Clube foi autorizado a falar na última AGE para rebater o associado Luís Batista. Mais uma anormalidade normal.
Nélson Soares esse que nas primeiras declarações públicas após entrar em funções no Restelo disse que não era forçoso ter de ser sócio do Clube.
Substituímos o Mior pelo Jaime Pacheco e ainda não vi vitória alguma no campeonato, muito embora a atitude da equipa seja diferente para melhor. Continua a ser normal.
Uma coisa é ir-se buscar um treinador com largas dezenas de anos no futebol português e outra coisa é ir-se buscar um assessor para o futebol profissional, cujas façanhas passam mais por actos menos confessáveis que pelo conhecimento do métier.
Ponho-me a olhar para mais esta façanha dos dirigentes do meu Clube e interrogo-me em que ponto da pedra do fundo do mar demos com a cabeça, se à superfície, se bem lá no fundo.
Eu que me habituei a ir ao Restelo pela mão do meu pai no tempo em que as cabinas de rádio estavam à mão de semear obrigando os relatores a maior contenção na palavra (o Artur Agostinho que o diga), a poder circular livremente no Restelo com alguma alegria, de repente encalho num clube onde já não se pode circular livremente no Restelo sob pena de ser molestado e em que se contrata um assessor para o futebol cujas qualificações passam por um historial de agressões nos túneis.
Não seja por causa disso que podemos entalar alguns árbitros, porque assino por baixo tudo quanto o Paulo Bento disse, até achando que ele foi brando. E quanto a nós, nem é bom falar, porque só falta a malta saltar para dentro do campo para servir chá, café ou laranjada aos árbitros.
Se o objectivo era esse, se calhar ficava mais barato contratar um indíviduo tipo de segurança da porta de entrada de uma Kapital.
Mas se quisessemos um director desportivo à séria, se calhar dentro de portas podíamos encontrar outro Barcínio Pinto, cuja dedicação e amor ao Clube e em particular ao Futebol eram ímpares.
E caso não se lembrem, nesse tempo o Rosa Freire conseguiu meter o Pinto da Costa na ordem e num jogo Belenenses - Porto que vi da bancada dos sócios, vi o Barcínio Pinto dar instruções precisas à PSP para dar protecção ao PC localizado no anel inferior da bancada nascente do lado do Tejo.
Barcínio Pinto este que assim escrevia à data de uma das candidaturas do Cabral Ferreira:
"Eng. Cabral Ferreira,
Por razões de saúde não posso acompanhar fisicamente a maior parte das manifestações desportivas do nosso Clube como gostaria. No entanto continuo a interessar-me vivamente pela vida do Clube, quase no dia-a-dia.
Como sofri na época passada, pela situação da nossa equipa na tabela classificativa da Liga de Futebol Profissional!
Habituei-me a ter bons resultados com o futebol profissional do Clube ao longo dos anos e acostumei-me a ver o nosso Belenenses ser considerado o 4º maior e melhor clube português.
Temos de voltar a conquistar, pelo menos, essa posição!
Felizmente esta época a SAD conseguiu juntar um lote de bons profissionais e os sustos da época passada desapareceram.
Tenho a certeza que com estes jogadores e com algumas medidas de fundo iremos ocupar um lugar que já foi nosso e a que temos direito.
Obviamente que tenho acompanhado atentamente o periodo eleitoral e concluí que não podemos atravessar mais aventuras, mas sim solidificar o que está feito e, porventura, melhorar sem loucuras e com os pés bem assentes nas realidades actuais.
Pelo exposto venho apoiar a LISTA B liderada por si, por me dar garantias de seriedade, experiência e também pelos nomes que soube recrutar para fazerem parte dos Órgãos Sociais do nosso Clube.
Com os melhores cumprimentos.»
João Barcínio Pinto
Sócio nº 111



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