Jaime Pacheco não convence
Notas Prévias:Tenhoo indicadores algo precisos que me dizem que ás horas dos adversários directos do Belenenses jogam e se tais jogos derem na tv, então não têm mesmo tempo de aqui.
Isto faz-me supor um estado de espírito crescente de estarmos TODOS com o credo na boca, porque na ausência de vitórias nossas, estamos a rezar para que os outros, ao menos, não ganhem.
Dou comigo também a espiolhar de quando em vez o andar do rseultado, como o fiz agora no jogo dos lampiões e à hora em que escrevo estas linhas, enfim lá marcaram um ao Paços, tal como no jogo do Porto o golo do Fábio Coentrão foi um murro no estômago.
Sempre aqui disse e tenho mantido sobre o nosso actual treinador uma postura de reserva, uma vez que entendo que o mesmo está a alguns kms de poder representar o nosso Clube, dado que a sua carreira tem-se pautado com o facilitismo de poder ter por trás alguém que lhe dê suporte ás suas equipas.
Parte fundamental do seu êxito no Bessa deveu-se a fenómenos estranhos ao futebol e não propriamente a grandes equipas que ele tenha treinado. Foi campeão nacional e consegiui lá ter alguns jovens que hoje são nomes no futebol é verdade, mas a equipa que venceu o campeonato de 200/2001 não era equipa para isso.
Poderei ser algo injusto, mas os tempos têm-me vindo a dar razão no que ao aspecto transcendental do Desporto se aplica alguns êxitos inesperados de equipas menos dotadas. Não só o Boavista, que foi o caso mais notório, mas casos de equipas que surgiram do nada como o Marco de Canaveses (Adelino Ferreira Torres) e outros emblemas ligados a fenómenos ancestrais de caciquismo e popularimo localizado, sendo o Trofense outro casao, menos vísivel mas que nos vai dar que fazer.
No nosso caso e , também, no do Vitória de Guimarâes, equipas/Clubes fora do regíme da Liga, o que se tem suceddido é o facto de ele não conseguir ter os êxitos que teve no Bessa.
De certeza que não foi por falta de condições de treino.

Hà falta de dinheiro? Pois, há. E onde não há, se os bancos dizem andar tesos? Mas, tal afcto não nos impediu de enviarmos Casimiro Mior de volta ao Brasil e nem impediu que Jaime Pacheco satisfizessse o seu sonho (diz ele) de treinar o Belenenses e menos impediu de ele poder contratar, ao seu gosto e critério, jogadores em quem ele mais confia, para além de não ter impedido a dispensa de 10 jogadores.
O que é certo é que no jogo com os lagartos a visão de jogo observada por um repórter, neste caso do jornal O Jogo, é em tudo semelhante à minha, senão vejamos:
A verdadeira história do jogo começa a desenrolar-se na segunda parte, uma vez que o primeiro tempo se resume a uma série de ocasiões perdidas pelos visitantes, ante um Belenenses tolhido pela surpreendente opção de Jaime Pacheco: dispostos num anacrónico 5x4x1 em que Rodrigo Arroz servia de líbero, atrás dos centrais - o experiente Ávalos e o muito trapalhão Carciano.
Ao menos, fico com a certeza de saber ver futebol e saber ver quem joga mal ou bem.
E ainda no que à defesa se erfere, não aprendemos mesmo nada com sistemáticos erros que têm correspondência em "n" pontos oferecidos a outros clubes.
Sucedeu aquela táctica suícida com os lagartos e sucedeu idêntica táctica, mas com mais postura durante todo o jogo com o Paços de Ferreira.
Reapare-se que o golo do empate do Paços é em tudo semelhante ao golo da vitória dos lagartos.
Ou seja, bola enviada para a zona da quina da área, entrada em diagonal dentro da mesma, aproveitando um momento de tricot dos centrais com os latearis desposocionados e toma lá disto bola no canto inferior direito da baliza de Júlio César. Ambos os golos foram tirados a papel químico e tais golos corresponderam a um desperdício de 4 pontos. Coisa pouca para quem está quase isolado na tabela classificativa.
Leio alguns consócios a falarem maravilhas do Tininho e o que é certo é que o rapaz mal sobe na lateral e quando o faz já não tem pernas para cobrir no contra golpe do adversário. Quantas vezes, quer pelo flanco direito, quer pleo esquerdo temos os avançados contrários a entrarem pela nossa área?
O 1º golo dos lagartos foi mais uma falta de pernas do Cândido Costa e outra sessão de tricot do Carciano.
E o Jaime Pacheco não vê isto?
Para se poder jogar como se jogou toda a 1ª parte contra os lagartos, era preciso ter uma boa linha média que soubesse conter a bola, em triângulações entre os seus elementos, tal como se fazia no tempo do seu Marinho. E não temos isso. Temos apenas 2 elementos que podem fazer isso, mas só do lado direito, não dá para esticar para o esquerdo (Zè Pedro+ Silas).
Agora, até o Silas fza de avançado.
Aquilo está numa perfeita desordem e a caminha assim, não auguro nada de bom para nós.


12:00 a.m.


































