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A nossa formação espalha-se por outros emblemas



Andamos nós aqui a discutir as alterações aos Estatutos e passamos a vida a esquecermo-nos que os nossos eleitos para os órgãos sociais, em especial da Direcção, muitas das vezes nada percebem de futebol.

Confesso que não sei se percebo ou não de futebol, mas suponho perceber o suficiente para não deitar fora ao desbarato jogadores formados ou co-formados pelo Belenenses sem que vejamos, ao menos, a respectiva contrapartida financeira pela saída de tais activos.

Também ainda ninguém contabilizou os custos da formação de, pelo menos, 18X3 jogadores nas camadas de infantis, juvenis e juniores.

De certeza que é muito dinheiro, o qual por ser um recurso cada dia mais escasso no mar conturbado das nossas finançlas, fica-nos mal vermos sair jogadores como o Gonçalo Brandão, Fajardo, Rui Duarte, Carrasqueira, Eliseu e por aí fora.

E também ainda ninguém se deu ao trabalho de fazer as contas aos milhões de euros que andamos a esbanjar por não criarmos condições para valorizar os nossos activos, que é como qeum diz, a nossa SAD.

Fazem-se contas de mercearia sobre outros items, ás vezes com intuitos pouco claros, quando é certo que há muitas contas e prejuízos por apurar no delapidar deste património desportivo.

As alternativas encontradas por quem nos dirige são maioritariamente tiros no escuro, os quais atingiram o auge na constituição do 1º plantel deste ano, ao irmos buscar quase duas dezenas de jogadores dos quais mandámos embora, não só alguns jovens, mas também 9 jogadores dessas 2 dúzias, par além do China.

E é difícil, direi até penoso, ver que terceiros reconhecem os méritos da nossa formação e até os convocam para a Selecção Nacional, enquanto na nossa casa não temos o discernimento suficiente para perceber que muito dificilmente algum jogador brasileiro, faqueles que podemos comprar, se aproximam dos calcanhares dos nossos jogadores.
Os quais por serem nossos honram melhor o nosso emblema e já vão embuídos de um certo espírito de integração, não havendo necesidade de perdas de tempo em formar um plantel.
Gostava de saber quantos jogadores tipo tiros no escuro nos passaram na última dezena de anos e já agora quais desses, alguém tem alguma doce recordação.

Outra coisa que na formação me faz tremenda confusão é a razão pela qual nós não fazemos contratos plurianuais com tais jogadores e, também, a razão pela qual não fixamos à partida cláusulas de rescisão ainda mais apertadas por forma a conseguir segurar o mais possível os nossos jovens por muitos e longos anos.
Além do mais, ainda temos a suprema ousadia de mandar alguns deles rodar em clubes geograficamentre afastados, o mesmo é dizer que vamo-nos livrando deles sem ninguém se aperceber. Transferências de miúdos para Chave, Covilhã e Abrantes foi um fartote.

É-me difícil ver 3 jogadores por nós formado serem chamados à Seelcção Nacional, é-me diíicil assitir ás suas saídas quando eles ainda podíam dar mais uns anitos ao nosso fuitebol sénior.

Imaginemos a nossa actual equipa dotada dum médio-al esquerdo que é o Eliseu, dum médio central que o Ruben Amorim e dos dois centtrais formados pelo Rolando e pelo Gonnçalo Brandão, para além do médio-ala direito que é o Fajardo e do defesa sequerdo que podia ser o Rui Duarte que também fazia de médio-ala.

Devia de haver um mecanismo de controlo aos apetites conjugados de treinadores e de empresários por forma a segurar este tipo de jogadores por nós formados e adotar a nossa equipa de futebol preferencialmente portuguesa e acessoruiamente num limite máximo de 30% a 40% de futebolistas oriundos de outras nacionalidades.

E atenção que esta situação para nós é particularmente bem mais importante pelo fact de não dispormos de uma academia ou um centro de estágios onde com maior facilidade faríamos evoluir o sjogadores e não só estes, mas toda uma equuipa do Belenenses com jogadores do Belenenses.

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