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A montanha pariu um rato



Afinal, tanta guerra instalada nas entranhas do Clube, leia-se em alguma massa asociativa, pela luta legítima por determinado tipo de candidatura à cadeira presidencial e o que é que se verifica apoós o termo para a entrega das listas ás eleições para o Belenenses, melhor, para a eleição da lista da Direcção do Belenenses?
Uma única lista de ex-isto ou aquilo do Belenenses.
Não conheço o candidato a presidente do Clube, o qual está, desde já eleito, excepto das suas ligações ao mundo financeiro, nem sequer arriscava a pensar que era pastel.
É, logo pode concorrer e ainda bem que pode, porque senão tinhamos de ficar com a Comissão de Gestão até Abril de 2009, o que, entre esses dois cenários, me custaria ver, mais valendo, talvez, aí outra Junta.
Fernando Gomes explicou publicamente e teve o cuidado de o assinalar com mais detalhe noutro contexto que os falados motivos profissionais o impedem de concorrer ás eleições do Clube. Aceito, mas daí até concordar vai alguma distância, tanto mais que Fernando Gomes valeu cerca de 27% dos votos em Abril de 2007, deixando ao cuidado de cada um a interpretação para tal auto-afastamento.
Duarte Ferreira que foi para última AG falar sei lá se em seu nome, se em nome do conselho dos anciãos, ou das duas condições, nem sequer se dignou a apresentar um justificativo para não se apresentar ao acto eleitoral, o que deixou cerca de 8% de votos sem candidato.
Estes dois ex-candidatos de uma dose destemperada de comentários públicos sobre o Clube e a SAD, num ápice, qual passe de mágica, passaram ao regíme do silêncio.
Luís Pires que fartou-se de falar em ter intenção em se apresentar ao acto eleitoral, afinal acabo por constatar que, embora reunisse diverso tipo de apoio, segundo o próprio fazia gala de transmitir à comunicação social, iria sempre a tempo de apresentar uma lista (são só 50 assinaturas, contra as tais 250 para uma simples AGE, coisa que os malfadados Estatutos são nisso uma aberração, acabou por ficar pelo caminho por alegadamente não ter suficiente informação do estado clínico das finanças do Clube. Deixou a promessa de concorrer para o nao.
Aliás, suponho que há muita gente à espera de concorrer para o ano, depois de aplandas algumas coisas que serão de difícil execução.
Luís Batista, outro nome que se falava, era, para mim, uma carta fora do baralho, porque não o via muito bem enquadrado nos chamados jogos de poder do Clube.
Na zona de última hora, veio a possibilidade do concurso de Patrick Morais de Carvalho que conheço de outras bloguices estando de certa forma ligado ao Desporto, mas não somente ao Belenenses, sendo muito conhecido, através do seu blogue pessoal o seu profundo afecto pelo clube azul ás riscas, o que seria uma dificuldade para o próprio caso concorresse. Aliás, esta tentativa de candidatura deixou-me estupefacto justamente porque ele não é nenhum desconhecido e tenho sérias dúvidas que os sócios do Belenenses a aceitassem.
Enfim, tudo esprimido deu Fenando Sequeira, o qual, como bom financeiro que presumo ser, pensava que fosse mais parco nas palavras e mais ágil nos actos e acabou mesmo por concorrer o que deixa a massa associativa entregue ao único nome que demonstrou real disponibilidade para o Clube, situação que terá de amansar os "tarzans dos blogues", expressão que li por aí algures, esperando muito sinceramente que entremos num estádio de paragem de alucinação colectiva de difícil explicação psiquiática de muito boa gente que esprimida deu um só candidato.
Afinal, e para concluir, os continuados pedidos de demissão do Professor Cabral Ferreira, como o Zé dos Cucos lhe chamou noutro post, na esperança de verem um Fernando Gomes ao leme do Clube deram em nada.
Pode ser um dia... quando houver disponibilidade, bom senso e alguma maturação da casta algures na adega do Restelo saia de lá o vinho pelo quela se anseia, de preferência um Cartuxa.

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