Os auditores de 29 de Março
Observando os curriculuns profissionais pela rama da lista concorrente ás eleições no Belenenses e que segue:Fernando Sequeira, candidato à presidência, coadjuvado pelos seguintes vice-presidentes:
Jaime Vieira de Freitas,
Armando Gertrudes Martins,
António Carlos Bastos Martins e
Jorge Manuel de Jesus Serra
Todos estes elementos estão ligados ao mundo financeiro e com ramificações pelo imobiliário.
Neste contexto, é de esperar que sejam competentes para procederem à tal auditoria efectuada por profissionais, estes sim sócios do Clube, pelo que podemos estar face a uma espécie de auditoria interna.
Coisa que foi reclamada pelos candidatos derrotados ás eleições de Abil de 2007 e por algumas cabeças tontas que não sabem, em rigor, o que é uma auditoria.
Jaime Vieira de Freitas teve no 1º mandato de Sequeira Nunes, ao que se consta, um problema insanável com outro vice-presidente, Barros Rodrigues, posteriormente membro da SAD o que obrigou a um afastamento logo após o tal desvio de fundos observado no Bingo de alguns milhares de euros.
Esperemos, então, que a auditoria a efectuar revele para onde foi tal dinheiro ou se foi declarado como incobrável e, já agora, se tal facto foi participado à PJ.
E se vai haver auditoria ao Clube e à SAD, já agora que se separe os alhos dos bugalhos, ou seja, o futebol do resto e que neste resto se explique quanto é que cada modalidade tem vindo a acumular em prejuízo para o Clube e quanto é que este deve ao Futebol Profissional.
Mal seria que tal auditoria não fosse extensível como apontei atrás ao Bingo e aí fosse explicado aos sócios a evoloução das receitas do Bingo nestes últimos 10 anos e razão pela qual o respectivo Bar dar prejuízo.
E já agora dizer-nos para onde nestes 10 anos as receitas do Bingo forma canalizadas.
Não é isto que descredibiliza a lista e os nomes em causa, antes, pelo contrário, porque a minha maior preocupação reside nas escolhas que irão ser feitas para as secções, fontes de inúmeros problemas no Clube, coisa que o Cabral Ferreira uma vez se autointilou de bombeiro de múltiplos fogos.
Pois é tempo de acabar com tais fogos e se calhar nem dar azo a que haja lenha para alguns fogos tenham razão de existir.
Isso começa logo pelo que o candidato declarou aprioristicamente, isto é, que as modalidades terão de ser auto-sustentáveis.
Se assim for, espero bem uma redução de custos nesse âmbito e acabar-se com este miserável ecletismo para as parcas finanças do Clube, muito embora seja fácil de adivinhar que muito boa gente que alimentou fogos nos blogues está ela própria na fila para ser escolhida para tais secções e não estou longe de adivinhar os nomes, tal a forma como eles bailam no mundo das minhas idéias e reflexões daquilo que vou lendo e ouvindo.
Já agora, um recado muito suave a Fernando Sequeira: saiba que não tem concorrente, pelo que escusa de vir para a imprensa alimentar fogos para dentro do Clube e dentro da massa associativa.
E um outro recado adicional: é bom que se lembre de quando em vez que se candidatou não à Caixa Geral de Aposentações ou ao BNU, mas sim a um Clube de futebol que por acaso tem muitos sócios e simpatizantes espalhados por este país e que por via das loucuras à volta das modalidades tem vindo a perder a anterior dimensão nacional, pelo que tenha cuidado se optar em poupar dinheiro no futebol.
Aquilo não é axactamente uma caixa registadora ou uma máquina de calcular de outrora, a qual aproveito para lhe enviar o modelo usado nos tempos da minha escola onde lá fazíamos o cálculo financeiro.
Há tradições para cumprir.
Há uma mística por resdescobrir e isso não se faz com contas.
Faz-se com pessoas e para pessoas.
Basta o senhor votar em si e está eleito, já que não há a possibilidade de votar contra numas eleições.
Se tal fosse possível e com a má gestão de vocabulário que tem feito, eu iria votar contra si.
Não é por má vontade, mas porque o meu Clube não é para ensaio de contabilidade, mas sim de para ensaio desportivo, querendo-me parecer que o senhor muito se assemelha ao tradicional merceeiro com o lápis atrás da orelha.
E quer saber outra: estou farto de AG's para se falar de contas e menos de objectivos desportivos, onde nada é lucidamente discutido justamente porque nunca há presdisposição para se discutir os asuntos sérios de forma séria.
Portanto, cá para o meu gosto, está a começar mal.
Não é isto que descredibiliza a lista e os nomes em causa, antes, pelo contrário, porque a minha maior preocupação reside nas escolhas que irão ser feitas para as secções, fontes de inúmeros problemas no Clube, coisa que o Cabral Ferreira uma vez se autointilou de bombeiro de múltiplos fogos.
Pois é tempo de acabar com tais fogos e se calhar nem dar azo a que haja lenha para alguns fogos tenham razão de existir.

Isso começa logo pelo que o candidato declarou aprioristicamente, isto é, que as modalidades terão de ser auto-sustentáveis.
Se assim for, espero bem uma redução de custos nesse âmbito e acabar-se com este miserável ecletismo para as parcas finanças do Clube, muito embora seja fácil de adivinhar que muito boa gente que alimentou fogos nos blogues está ela própria na fila para ser escolhida para tais secções e não estou longe de adivinhar os nomes, tal a forma como eles bailam no mundo das minhas idéias e reflexões daquilo que vou lendo e ouvindo.
Já agora, um recado muito suave a Fernando Sequeira: saiba que não tem concorrente, pelo que escusa de vir para a imprensa alimentar fogos para dentro do Clube e dentro da massa associativa.
E um outro recado adicional: é bom que se lembre de quando em vez que se candidatou não à Caixa Geral de Aposentações ou ao BNU, mas sim a um Clube de futebol que por acaso tem muitos sócios e simpatizantes espalhados por este país e que por via das loucuras à volta das modalidades tem vindo a perder a anterior dimensão nacional, pelo que tenha cuidado se optar em poupar dinheiro no futebol.
Aquilo não é axactamente uma caixa registadora ou uma máquina de calcular de outrora, a qual aproveito para lhe enviar o modelo usado nos tempos da minha escola onde lá fazíamos o cálculo financeiro.
Há tradições para cumprir.
Há uma mística por resdescobrir e isso não se faz com contas.
Faz-se com pessoas e para pessoas.
Basta o senhor votar em si e está eleito, já que não há a possibilidade de votar contra numas eleições.
Se tal fosse possível e com a má gestão de vocabulário que tem feito, eu iria votar contra si.
Não é por má vontade, mas porque o meu Clube não é para ensaio de contabilidade, mas sim de para ensaio desportivo, querendo-me parecer que o senhor muito se assemelha ao tradicional merceeiro com o lápis atrás da orelha.
E quer saber outra: estou farto de AG's para se falar de contas e menos de objectivos desportivos, onde nada é lucidamente discutido justamente porque nunca há presdisposição para se discutir os asuntos sérios de forma séria.
Portanto, cá para o meu gosto, está a começar mal.
Etiquetas: Clube, Eleições2008


12:00 da manhã


































