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A 1 mês do fim do campeonato cresce o nervosismo



A resolução a nível interno do chamado Caso Meyong está prestes, a meu ver, a ter o seu desfecho a nível dos órgãos de justiça desportiva interna.
E digo isto porque não é crível que as instâncias do futebol indígena não façam a protecção dos seus filhos em desfavor dos seus enteados.
Ou seja, na semana do jogo com os lampiões teremos, preferencialmente a horas do dito, a decisão do conselho de justiça dos comandados pelo Madaíl, o individuo melhor pago para ver jogos de futebol.
Nesta altura, temos os lampiões a 6 pontos e se as coisas correrem bem no jogo com o Vitória de Setúbal, cujo handicap é jogarmos em casa, então os lampiões após o jogo da Luz poderão ficara meros 3 pontos, se as coisas se mantiverem.
Isto, porque acredito que o Belenenses, na pior das hipóteses, não perderá na Luz, coisa que o CJ não pode decidir, quando não já estava o assunto por aí também arrumado.
Mas, pensemos da razão, ou falta dela, pela qual se tenta pressionar o CJ na tomada de uma decisão, quando é certo que este campeonato é atípico com muitas coisas por resolver.


E assim de repente lembro-me destas:
1. Irregularidade da utilização de Leandro Lima pelo FC Porto;
2. Retirada este ano ou não, de 6 pontos ao FC Porto;
3. Descida de divisão do Boavista;
4. Utilização irregular do jogador Mateus pelo Boavista no jogo em Paços de Ferreira, coisa que os pacenses muito lhe interessará, bem como ao Leixões e à Naval.
Portanto, há aqui muita coisa por decidir fora das quatro linhas, sendo certo que se concede aos andrades a escolha entre perder 6 pontos este ano ou no próximo, coisa que a nós não nos foi facultada.
Por sua vez, o presidente da SAD do Braga faz aumentar o tom nervoso da sua manifesta inpacidade de liderar homens, apesar do imenso dinheiro que lhe foi colocado à disposição, ao fazer ouvir a sua voz, podendo ter deixado este tipo de trabalho sujo para os célebres Cónego Melo ou Mesquita Machado, pela primeira vez num dos nossos concorrentes directos à Taça UEFA, tirando o cowboy da Figueira, a sua voz a clamar pela retirada imediata dos 6 pontos ao Belenenses, única forma que ele encontra para nos ultrapassar.
Cá se fazem, cá se pagam, e o Belenenses não se costuma dar mal com estas atitudes do pessoal do Minho.
Ao cabo e ao resto, existem aqueles que estão no Desporto pelo Desporto e aqueles que tendencialmente estão no Desporto para carpir frustrações de gente que vão mentalmente ostracizando e manipulando uma população inquieta com os êxitos da vizinhança, leia-se Guimarães, com uma espécie de equipa de futebol e, disfarçadamente, vão ocultando os reais caciques e serem eles os testas de ferro dos reais mandantes dos seus clubes.
O caso do Braga é a evidência do que atrás se escreve, até que um dia deixe de haver o proteccionismo de tais caciques.

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