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Hora da Selecção



Os portugueses residentes na Suíça a adicionar os que de outros lados para lá foram, têm convertido os suíços à razão de ser de uma festa que nem eles conheciam muito bem.

A avaliar pelas declarações públicas do chefe dos guardas suíços, digamos que o Europeu teria de seguir os padrões suíços e nem seriam admitidas manifestações para além de 30 minutos após os jogos, bandeiras ou cachecóis fora dos carros por motivos de segurança, que qualquer português que fosse vestido parcialmente fora do carrro era preso e foi imposto a regra da colocação da bandeira suíça a par da nossa bandeira nas janelas das casas dos portugueses, num nacionalismo que disso dei boa conta quando lá estive, porque as ruas suíças passam a vida engalanadas quer com a bandeira da Confederação Helvética quer com as bandeiras das divisões administrativas do país.

Hoje, é o presidente da câmara de Neuchâtel que se orgulha de ter a cidade mais desportiva de toda a Suíça, pela continuada manifestação promovida pela comunidade portuguesa.

O gelo helvético foi quebrado e ganhámos um aliado de peso.

Nestes termos, e porque penso que o Scolari é demasiado calculista, mais logo a Selecção vai ganhar por 1-0 ou, quanto muito, por outros 2-0, deixando não só a questão do apuramento resolvida mas também com código postal para o 1º lugar do grupo, bastando, depois, somente mais um empate com os suíços no Domingo, jogo que permitiria fazer uma melhor gestão de esforço ao plantel.

Está na hora de Portugal provar que tem uma belíssima selecção, bons jogadores e que a vitória com a Turquia não foi obra do acaso, mais que não seja para calar alguns arautas da desgraça, entre eles alguns jornalistas.

Está na hora de abandonar aquele modelo feio dos jogos de qualificação, onde é certo que cada seleccionador não pode contar com o tempo que ora tem para preparar uma equipa.

Esta equipa não está tão cansada quanto poderia estar e o facto de se ter apostado nalguns jovens veio dar mais dinâmica à equipa, uma vez que a maioria das restantes selecções apostaram mais no factor exepreiência e veterania, como seja o caso da Itália e Grécia com os resultados já à vista.
Portanto, vamos mas é lá ganhar à República Checa e mandar ás urtigas esse favoritismo que lhe atribuíam sabe-se lá porquê, tanto mais que o historial de jogos entre as duas selecções não é lá muito vasto, havendo necessidade de compensar o erro de 1996 com a vitória em Brastilava por 1-0 com golo de Eusébio e uma espetacular defesa de um penalty à beira do intervalo do nosso José Pereira, o qual nesse dia assegurou a posse da baliza da Selecção, pese embora o facto de no jogo com a Hungria Manuel da Luz Afonso ter persistido no Carvalho, idéia que abadonou logo de seguida .

Ah! Já sei que falar-se na Selecção num blogue dedicado ao Belenenses é um exercício algo complicado para aqueles que alcunham outros de estarolas. Ou muito me engano, ou o comportamento de alguns de nós na defesa do conceito de pobretes mas alegretes é pior que ser-se estarola, cuja leviandade se abençoa, pela justa compensação de tanto juízo e já agora reelmbrar que o conceito de "estarola" no subtstantivo significa "estar na moda".

Ora, se nós não formos estarolas passamos de moda, ou de prazo...

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