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Memórias de uma viagem à Suíça - Nêuchatel



Corria o ano de 2000 quando este rapaz esteve 9 dias em viagem pela Suíça e tudo isto vem apropósito de convosco partilhar a beleza de um país para o qual ficam convidados a irem sem o mínino receio de darem a viagem por perdida. Perdidos ficarão no dia em que aterarrem na Portela.

Viagem esta articulada pelas vontades mútuas da minha Família e do Luís Gomes que á data militava pela Mailing List.Na Portela, à partida, lá foi ter comigo o Pedro para me entregar as encomendas de leitura feitas pelo Luís Gomes, leitura de desporto do antigamente ligada ao Belenenses que ele descobriu lá pelos alfarrabistas que costuma(va?) visitar.

Ficámos hospedados na pacata Villeneueve ali a cerca de 5 kms de Montreux, no Lago Léman, fronteiro com França e com uma das termas mais famosa lá do sítio - Évian-les-Bains, em plena Riviera Suíça.

Hoje é dia de Nêuchatel, um dos locais onde fomos passear num dos dias.
Descrever a Suíça ou qualquer ponto da Suíça é mais difícil que fazer rendas de bilros, porque dizer que aquilo é tudo lindo é pouco, muito pouco.

As vistas magníficas para cada lago, o aproveitamento que fazem das zonas circundantes, dizer que aquilo está salpicado de lagos e que nos intervalos o aproveitamento agrícola e pecuário é total é definir um país que tendo a área do conjunto dos dois Alentejos é 1000 vezes superior a qualquer canto deste país.

Em Nêuchatel, quartel general da Selecção portuguesa, jantámos num restaurante de uma das marinas - e só agora vi que aquilo tem 3 marinas, onde alguns restaurantes eram barcos flutuantes.
Depois da entrada em Nêuchatel, complicada, diga-se, porque tentou-se adivinhar a rotunda certa, diz-me o Luís numa das ruas de Nêuchatel: "Olhe, aqui ao lado é o estádio do Xamax que limpou os lagartos uma vez".
Pois é o estádio onde a malta da Selecção lá está a fazer pela vida para tentar passar a fase de grupos.
Aquilo parecia tudo, menos um estádio de futebol, dado que se confundia com o casario.

Casario este genericamente da cor ocre e branco no miolo de Nêuchatel e falando com a minha mulher sobre se o hotel onde a selecção está era o edíficio grandalhão perto do restaurante onde jantámos e comparado com as fotos que temos no albúm chegámos à conclusão que não senhor, aquilo era a casa da Música de frente para a marina. Sentir um lago suíço, a pacatez e o silêncio que lá se respira aliado ao facto dos suíços fazerem tudo ao cronómetro transmite uma paz de espírito e uma sensação de beleza interior face á paisagem que olhamos com sentimentos perfeitamente insdiscríitiveis.

Só mesmo indo lá dá para sentir aquela paz e aqula quietude que nos faz lembrar apenas coisas boas da Vida.

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