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A difícil arte de ganhar



Mais logo, vamos jogar um jogo que, a meu ver, é mais do que decisivo para se verificar até que ponto os meus fundados receios não se concretizam em relação quer a este plantel que lá temos, quer em relação a este treinador.

Para mim, é pacífico que falta qualidade a muitos dos jogadores que o fugitivo foi buscar a terras de Vera Cruz.

Não sei como é que ele os descobriu, que empresários estiveram por trás de todos estes negócios, mas admito que todos os empresários que negociaram com o fugitivo estejam a rir de tanta e tamanha incompetência de um indíviduo que se veio revelar aquilo que sempre eu soube ele ser, dispensando-me adjectivar o cavalheiro mais do já o fiz no passado, desde que ele se assumiu como candidato e relembro, aqui, desde que passou a andar de mão dada com Ramos Lopes.


Aliás, é gritante como ainda se duvida que eu ao aqui revelar determinadas dúvidas e facetas do fugitivo, antes dele ser presidente não tenha esse facto sido suficiente para não se acreditar no cavalheiro. Tanta era a convicção de alguns que, para eles, pior que o Cabral Ferreira não poderia ser, quando, afinal, se reval hoje que tomara a nós termos ao leme o Cabral Ferreira, o qual até fez frente ao conselho de anciãos, daí o que o mais-que-tudo do Ramos Lopes, o Nesinho da Justiça, tenha sido bafejada pelo jantarinho e ainda teve o desplante de, como funcionário, algo que lhe está vedado, ir falar numa AG. Espantoso!

O Leixões é e sempre foi uma equipa aguerrida, sendo certo que é um clube tremendamente popular e que concentra os apoios das gentes locais no que ao desporto local diz respeito.
O Belenenses como bem sabemos, está fragilizado de todas as maneiras e feitios.

Frágil na questão financeira.
Frágil em valores.
Frágil nas pessoas que escolhe para o dirigir.
Frágil no modelo de Clube.
Frágil nas assistências aos jogos.

Enfim, é muito difícil arranjar uma época pior à que está a suceder com esta.

Todos estes factores aglutinados e conjugados com o facto de diariamente sermos confrontados com sucesssivas lesões inexplicáveis de elementos do plantel numa simples sessão de treino, deixa toda a gente inquieta e estupefacta sem saber o que lá se passa.

De facto, este treinador e este prepador físico utilizam métodos revolucionários. Tão revolucionários que são eles que andam a espatifar os restos daquela equipa.

Depois, a "alegria" com que o treinador empresta a cada jogo de futebol é mais do que suficiente para que os jogadores entrem em campo parcialmente derrotados.

E é com medo da derrota que encaro o dia de hoje no resultado final com o Leixões, sendo certo que eles têm um treinador experiente na I Liga e nós temos um faz-de-conta.

Se ganharmos por meia a zero, já é um excelente resultado.

Se formos derrotados, então temos de solicitar à novel Comissão de Gestão que repense aquele modelo de treinar ou aqueles jogadores, porque destes não podemos abrir mão no imediato, mas daquele treinador que em cerca de 3 meses não encontra um fio de jogo, então aí não restam dúvidas onde teremos de mexer.

Se bem que as coisas em Alvalade já não tenham sido tão más como foram até então, apesar da derrota.

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