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A inqualificável gente de Barcelos




Fiúza já se tinha revelado, mas Barcelos ainda não
Ambos merecem o estatuto de gente inqualificável
Para eles a Vida Humana não vale nada
E quando assim é, e eu que vivo um processo semelhante,
Apenas solicito à CG do meu Clube que proceda em conformidade


No dia em que fiquei a saber que o meu horizonte de Vida ficou extremamente limitado ficando com a certeza que não terei tempo de, por exemplo, ver o meu Belenenses com hipóteses de ser campeão, ainda assim, tive tempo para ao princípio da noite, ou fim da tarde, sei lá, dar uma vista de olhos pelo jogo, já com o resultado feito, isto é, aí pelos 55 minutos ou coisa assim, lá vi um pouco do Belenenses, mais pela curiosidade suscitada pelas notícias de jornais que nos conduziram, de novo, a rever o Caso Mateus.

Os jornalistas são especais apreciadores de sangue ou de tentativas de desforras proporcionando cenários de guerrilha que os Clubes pretendem evitar.

Falou-se, de novo, mais do Caso Mateus, da descida do Gil Vicente e da manutenção pela secretaria que do jogo em si. Até se falou de quem tem ou deixa de ter razão, parecendo que o processo ainda corre termos no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa.

E se não tivesse havido o Caso Mateus, nem do jogo falariam, ou dado pública nota do António Fiúza, o qual lá se vangloriou do Cabral Ferreira já não ser presidente do Belenenses. Pois, ele bem se pode vangloriar de tal nota, porque pelo Restelo, infelizmente, também há fiúzas nessa matéria.

Ora bem, do bocado de jogo que vi, julgo não ter visto uma oportunidade de golo, muito embora tenha visto um meio-campo muito empreendedor e uma forte entre-ajuda entre sectores.

Há aqui de uma forma nítida um dedo de Jaime Pacheco, o qual depois de afastar alguma tropa que andava a desequilibrar o balneário, lá vai conseguindo, ao menos, que desde que está no Restelo ainda não perder (Estoril, 1-0; Guimarães, 1-1 e agora Gil Vicente, 1-0).

É certo que os golos não abundam, mas também é certo que os golos consentidos baixaram e de que maneira.

Ou seja, as equipas constróiem-se de trás para a frente e é aí que teremos de incidir o nosso trabalho imediato para colher o maior número de pontos em menor número de jogos possíveis.

A vitória obtida em Barcelos é tão importante porque foi conquistada após um jejum de 12 anos de vitórias em Barcelos, após um marcar passo de mais de 3 meses sob a data do início dos trabalhos do actula plantel e com o dito algo desequilibrado entre sectores, com claros sinais de carências no sector atacante.

Jaime Pacheco levou a sua melhor equipa na actualidade, não brincando em serviço, depois dos outros terem brincado tempo demais com Sp. da Covilhã, jogo que não perdemos porque não calhou.

Enfim, pode ser que esta vitória possa ter correspondência na próxima jornada do campeonato, tanto mais que as coisas pela Amadora não anda pelo melhor.


No mesmo dia em que o Belenenses passou à 3ª fase da taça da Liga, rectificano o resultado do jogo do Restelo, não deixa de ser giro que o nosso ex-treinador JJ foi de novo afastado da mesma Taça, tal e qual como no ano transacto, só que dessa vez contra o Portimonense e a vítima chamou-se Belenenses. Coisas...

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