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Que jogo para logo?



Ontem, quando tive de apanhar um táxi em Lisboa (Areeiro), o condutor dizia mal do tempo que o podia impossiblitar de ir ver o jogo logo.
Curioso, perguntei-lhe, que jogo e de que clube era, ao que ele me repondeu ser do Belenenses e esperar ver um bom jogo, caso o tempo ajude.
Conversa puxa conversa e lá me confessou que com o dinheiro que andamos a gastar no futsal, podíamos ter 2 ou 3 melhores jogadores que temos.
Ao que a minha patroa retrucou: nem imagina a música que está a dar aos ouvidos do meu marido.
Não é sócio, usa a bancada nascente e vai porque é de borla, porque se fosse a pagar, disse ele, era difícil, porque a vida está cara.
Fim da conversa para saber se tinha filhos. Tem um filha e acha que ela se desviou para o reino dos lampiões, porque sem ganharmos nada é difícil um pai obrigar alguém a ser do Belenenses.

Na abordagem a cada jogo desta equipa do Belenenses desconfio que as coisas serão tão complicadas para o sócio comum, como para o treinador.

O sentimento de que podemos realmente vencer é algo que jogo após jogo se vai desvanecendo e quase estou convicto que a maioria afina da tese ver para crer.

Esta equipa é capaz do melhor e do pior, sendo certo que os seus níveis do melhor não são algo acentuados, não é menos certo que facilmente caímos para a asneira, como no jogo do Bonfim.

Andamos com uma tremenda capacidade de sofrer golos angelicáis, quase paracendo um bodo ao pobres, nem me ocorrendo caso semelhante com quer que seja.

O certo e sabido é que o Marítimo por seu intermédio e com ajudas arbitrais tem obtido resultados razoáveis no Restelo.

DE toda a forma, este Marítimo, a ameu ver, está longe de outras equipas que já teve, sendo outro caso do futebol português que raramente mantem de ano para ano a a mesma equipa ou até o mesmo treinador.

Nisso, estamos empatados.

Não contando com os jogos posteriores a 2003, jogámos mais 20 jogos em casa com o nosso adversário de logo, dos quais obtivemos 12 vitórias, 4 empates e 4 derrotas, num goal-average de 20-15.

Apesar do denível de jogos ganhos e jogos não ganhos, o certo é que o goal-average é muito equilibrado.

SE me puser a pensar na sorte que tivemos no jogo com a Académica, talvez as coisas voltem a funcionara a nosso favor.

Mas para isso é necessário uma grande dose de paciência, de setofo e controlo do jogo do meio-campo para a frente. E já agora, quando é que começamos a fazer pressão sobre os nossso adversários em casa?

SE não fazemos pressão em casa, não é fora dela que a afremos e quando era miúdo era à base da pressão contínua que ganhávamos nas calmas no Restelo, onde era quase proíbido perder.

Hoje em dia, é quase uma passeio para os advrsários.

Já agora, fiquem com a cópia mais perfeita que conheço do nosso Estádio do Restelo que é um estádio em Riga.

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