Mau sinal da Comissão de Arbitragem
Previa eu que a reunião solicitada pela SAD do Belenenses terminasse como todas as reuniões neste país à beira-mar plantado, ou seja, com sorrisos pepsodents, que tudo iria bem no reino da sacanagem pública e que, afinal, eram meros pontos de vista que foram, finalmente, ultrapassados.Mas não, as notícias vindas a lume pela parte dos dirigentes do Belenenses deixam anatever que o Vítor Pereira ainda se terá rido na cara face ás arbitragens que ele tem arranjado cá para o nosso lado.
No fundo, o contrário é que seria de espantar, dado que o roubo público pelso árbitros é já não só aplicável ao Belenenses mas aoutros emblemas com alguma notoriedade mais pública que aquela que nós passamos.
Veja-se o caso de roubos sequenciais e cirúrgicos aos lagartos, os quais, no entanto, não deixam de tomar medidas continudas enérgicas contra o actual status quo da arbitragem.
Aliás, este tipo de medidas é justamente aquilo que preconizo para o nosso caso, o qual pode e deve passar por duas facetas distintas:
1. denúncia sequencial e sistemática de roubos, mesmo que indirectos, ou seja, de casos esquisitos observados noutros jogos que nos digam directamente respeito e
2. uma tomada de posição enérgica por parte dos associados, os quais, a meu ver, têm sido os mais brandos para as arbitragens do panorama desportivo nacional.
Li, algum tempo depois de Vítor Pereira ter sido eleito, que uma das coisas que ele faz com regularidade é recomendações pessoais aos áribtros "nomeados" para cada jogo.
Ou seja, as 17 Leis do Jogo não se aplicam por igual em todos os jogos a todos os concorrentes da Liga, havendo aqui uma clara batota da Comissão de Arbitragem.
Portanto, se Vítor Pereira como que dando umas indirectas quer ao Belenenses, quer ao Sporting, ao afirmar em Leiria que o graua de diiculdade de arbitrar um jogo em Portugal é extremamente difcil por efeitos da nossa "cultura mediterrãnea", não me parecendo que tal grau de dificuldade seja assim tão notório nos restantes países banhados pelo Mar Mediterrâneo, onde até há mais seriedade.
Mas este artista do Vítor Pereira consegue surpreender toda a gente quando afirma que os nossos árbitros têm de usar ferramentas complementars para se auto-defenderem em cada jogo. Será que já andam de revóver em punho?
E quando não há, até o Milão, Juventus, Fiorentina e companhia descem de divisão, assim como dirigentes, árbitros e dirigentes são criminal e desportivamente penalizados.
Por cá, é como sabemos. De injustiça a injustia, chamemos-lhe ROUBOS a ROUBOS até à derrocada final do futebol luso com estes artistas da Liga.
Li, algum tempo depois de Vítor Pereira ter sido eleito, que uma das coisas que ele faz com regularidade é recomendações pessoais aos áribtros "nomeados" para cada jogo.
Ou seja, as 17 Leis do Jogo não se aplicam por igual em todos os jogos a todos os concorrentes da Liga, havendo aqui uma clara batota da Comissão de Arbitragem.
Portanto, se Vítor Pereira como que dando umas indirectas quer ao Belenenses, quer ao Sporting, ao afirmar em Leiria que o graua de diiculdade de arbitrar um jogo em Portugal é extremamente difcil por efeitos da nossa "cultura mediterrãnea", não me parecendo que tal grau de dificuldade seja assim tão notório nos restantes países banhados pelo Mar Mediterrâneo, onde até há mais seriedade.
Mas este artista do Vítor Pereira consegue surpreender toda a gente quando afirma que os nossos árbitros têm de usar ferramentas complementars para se auto-defenderem em cada jogo. Será que já andam de revóver em punho?
E quando não há, até o Milão, Juventus, Fiorentina e companhia descem de divisão, assim como dirigentes, árbitros e dirigentes são criminal e desportivamente penalizados.
Por cá, é como sabemos. De injustiça a injustia, chamemos-lhe ROUBOS a ROUBOS até à derrocada final do futebol luso com estes artistas da Liga.
Etiquetas: Arbitragem, Clube, SAD


12:00 a.m.


































