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Um país de invejosos



Não restam dúvidas que Portugal é um mundo de invejosos, pelo que não é de estranhara a goleada na Madeira.

Dizem que houve problemas arbitrais, mas o certo é que quando começámos a correr atrás do prejuízo, já lá estavam duas nas nosas redes.

E vai ser assim até ao final do campeonato, em nome da obra de Ramos Lopes, Sequeira Nunes e quejandos, porque o JB é apenas figura decorativa.

Já vai cansando ler, jornada após jornada, mais derrota do Belenenses e interrogo-me que é que o Jaime Pacheco lá está a fazer. Enfim, coisa para entendidos, não para mim, por certo.

O ano passado ganhámos lá por 2-1 e este ano dobrámos o resultado, mas ao inverso.

Não bastava que o Grupo Excursionista da FPF, após gastar 1 milhão de euros, para ir dar uma saltada ao Brasil e conftraternizar com os irmãos brasleiros que já não viam há longa data, com execepção feita da FPF ter dado boleia a algumns dos exrsionistas brasleiros. A confraternização foi tal que papámos com 6 feijoadas de uma assentada e ainda há por aí alguém a tentar fazer a digestão.

Não contentes, os de cá não podíam deixar de levar a sério o fenómeno ocorrido no Brasil, mais a mais sendo vizinhos, a inveja pega-se mais.

Vai daí, um à 3ª Feira papa com 5 passios ás Ramblas e outro papa com 5 deuses gregos.
Aqui, então a inveja é por demais evidente.

Ambos tentaram chegar ao número 6, mas isso é exclusivo do Sr. Queirós, que há-de levar mais, mas não é já.

E se acham que a inveja só mora a sul, vejam as peneiras com que aquela malta de Braga anda e afinal, aquilo bem espremido, foram 4 golos marcados pelos alemães e apenas 1 pelos bracarenses.

Mas isto tudo somado para os jornalistas portuguesdes não tem qualquer problema, porque o interessante para eles é que os jogadores que eles adoram, que fazem petições para ser o melhor do mundo e arredores são aqueles e só aqueles.

E aqueles serão sempre os que eles rezam para que cá corra tudo bem e continuem a serem chamados de craques.

Falando um bocadinho mais a sério, o futebol neste país estrá a saldo e em liquidação total.

Não sai um único jogador das camadas jovens dos clubes.

Não há prospecção de valores pelas ligas secundárias, não se aproveitando os escassos recursos naturais, o que é um hábito muito à portuguesa enraizado desdde o tempo do comércio com as Índias.

Logo, 4 jogos, 4 derrotas e 6-19 em goal-average, o que é coisa bem portuguesa.

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