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Um aviso à navegação: o fim anunciado do Vitória de Setúbal



Notas Prévias:

O fim fo Vitória de Setúbal deve-se no esencial em ter-se depositado nas mesmas pessoas com interesses em imobiliárias e na construção civil, quase sempre e desembocarem na SLN/BPN sem cuidarem os respectivos sócios em analisarem quem acederam eleger.

Fica aqui a atenção do Belenenses que teve em Sequeira II um aprendiz dos mandantes da SLN. Ao menos isso, porque esta malta aqui em Setúbal partiu o Vitória.

De facto, todo e qualquer clube primodivisionário ou, até, da 2ª Liga são mercados apetecíveis para que alguns possam enriquecer sem causa.

Veja-se no nosso caso em que os sócios, na boa vontade de confiarem que nem tudo podiam ser tão mau quanto alguns eruditas pintavam do Cabral Ferreira, o seu sucessor, escolhido a dedo pela dupla Sequeira Nunes e Ramos Lopes, só podia ser boa escolha, daí, por exclusão de partes, tudo quanto ele dissesse ou fizesse teria de ser forçosamente melhor quanto o Cabral Ferreira deixou feito.

As coisa não funcionam assim, porque toda esta gente que cai de paraquedas nos clubes, o mais que querem é aproveitarem-se deles.

E no nosso caso, há um escusado empréstimo para pagar na loucura de se aprovar cegamente o que não foi sificientemente detalhado das suas razões ou fundamentos, quase parecendo uma birra do senhor: ou me aprovam o empréstimo ou eu vou-me embora. mais valia tê-lo deixado ir para os campos de golfe por ponde ele se passeia. Isto sem embargo do aviso feito pelo então Conselho Fiscla e Disciplar que se demitiu em sinal de protesto contra o empréstimo.

Falta saber para que bolsos cairam, pelo menos, 3 dos 5 mlhões de euros, porque 2 foram para a SAD e acreditem que já era tempo se pedir a factura detalhada da aplicação dos 5 mihões.

E quase ficámos à mercê da razão pela qual anteontem Miguel Sousa Tavares disse na TVI que o Belenenses, entre outros clubes, não é viável.

E da maneira como as coisas estão, cada vez é menos viável, não só desportivamentenete, mas também nas vertentes financeira, assistências aos jogos, adesão popular, associativismo e por aí fora, onde temos vindo a perder ano após ano.

Ah! Mas as amadoras vão ganhando alguns jogos, não é?

Ou seja, o Clube Eclético "Os Belenenses".

Em contrapartida, no Vitória de Setúbal, as modalidades constantes do site estão reduzidas ao zero quase absoluto e quem não se lembram dos bons andebolistas com origem emn Setúbal, um dos quais o Bacalhau chegou a vestir de azul não há mais de 2 a 3 anos? O futsal não está em competição e o resto é(era) tudo tipo dança, fitness ou essas modalidades orientais para asq uais não há dinheiro para os monitores...


O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) vendeu uma dívida de mais de 500 mil euros contraída pelo V. Setúbal (1992) para pagar uma indemnização ao ex-presidente Xavier de Lima, apenas 11 dias depois do clube deixar de cumprir os pagamentos. De acordo com documentos a que o Correio Sport teve acesso, o Vitória entrou "em incumprimento definitivo" a 30 de Novembro de 2007 – com Carlos Costa na presidência da Comissão de Gestão – tendo o BBVA cedido a dívida no dia 11 de Dezembro do mesmo ano a um ex-gerente do próprio banco.

António Lobo Marques Casaca tem agora os direitos de propriedade dos terrenos do Bonfim, porque a 14 de Abril de 2008 foi a tribunal exigir o pagamento da dívida. Como os 520 mil euros não foram pagos foi executada uma penhora já este ano, dia 15 de Janeiro.

Os direitos de superfície dos terrenos em causa foram cedidos, em 2004, por 90 anos, à Ventos de Negócios, empresa participada pela Pluripar de Emidio Catum, que por sua vez também foi participada pela SLN/BPN. Mas os terrenos do estádio (penhorados) aparecem nos activos de uma outra empresa participada pela SLN, a Gestoprata. O clube está a tentar resolver a situação, no sentido de avançar com o protocolo aprovado pela Câmara de Setúbal e a Pluripar, para em troca de um estádio novo no Vale da Rosa entregar, legalmente, os terrenos do Bonfim para a construção de um hotel de cinco estrelas, um centro comercial com cinemas e um bingo. O DCIAP está a investigar os negócios do clube com empresas e pessoas ligadas ao BPN.

AS EMPRESAS E AS PESSOAS ENVOLVIDAS

Sadisetúbal: A Sadisetúbal era do Vitória. Foi vendida à SLN, que adquiriu 60%, à Griset, com 35%, e mais tarde 5% a Carlos Costa (na foto). Na empresa estiveram Mariano Gonçalves, Jorge Bizarro, Virgílio Costa, Jorge Goes e Carlos Costa. Mariano Gonçalves foi vice de Goes quando este foi presidente do clube.


Griset: A Griset, empresa de gestão imobiliária que pertencia a Virgílio da Costa Silva e a Carlos Costa, que em 2007 tomou posse como presidente da Comissão de Gestão do Vitória, tendo demitido-se do lugar em 2008. Costa assumiu o papel de assessor do clube na apresentação do Protocolo (construção de um novo estádio) à Câmara de Setúbal. Costa esteve na Sadisetúbal e na Pluripar.

SLN: Ex-proprietária do BPN, a Sociedade Lusa de Negócios, SLN, detém empresas das mais variadas áreas. No mercado dos seguros, detém a Seguradora Real e duas corretoras. Já na área agro-alimentar destacam-se os vinhos espumantes Raposeira e Murganheira, ambos em boa situação financeira. O grupo tem também negócios na área do comércio automóvel e na hotelaria, no cimento, na construção e imobiliário.

Pluripar: A Pluripar é de Emidio Catum. Fernando Fantasia foi administrador em 2006. Mariano Gonçalves também fez parte da empresa, que serviu de avalista aos empréstimos pedidos pelo Vitória ao BPN. A Pluripar (também participada pela SLN), a Câmara Municipal de Setúbal e o Vitória têm um protocolo para assinar - construção do estádio novo no Vale da Rosa em troca dos terrenos do Bonfim.

Ventos de Negócios: A Ventos de Negócios (VN) é uma empresa de empreendimentos e investimentos imobiliários. Foi através desta empresa que a Pluripar adquiriu os direitos de superfície do lote 9 dos terrenos do Bonfim. Chegou a ser presidida por Tiago Theumudo Gallego e por Teodoro Alho, que estava ligado a Emidio Catum na Pluripar. Os actuais gerentes são Carlos Castanheira Costa e Bernardino da Costa Pereira.

Gestoprata: É uma sociedade gestora de participações financeiras, participada pela SLN/BPN. Tem nos seus activos 70 mil metros quadrados dos terrenos do Estádio do Vitória de Setúbal com o valor de 28,5 milhões de euros registados, que ninguém sabe como foram lá parar. António Capoulas Santos é o presidente, mas entre os administradores está também Mariano Gonçalves.

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