Um olhar sobre as eleições
Esta coisa de eleições, sejam elas quais forem, têm sempre, ou deviam ter sempre, aquilo a que se designa a discussão do princípio do contraditório.É um processo dinãmico, onde deve valer todos os argumentos válidos e de prestigío para o emblema da Cruz da Cristo, sendo que quem não é para elas, não se mete nelas.
Para mim, qualquer acto eleitoral que não seja a apimentado não tem o devido relevo que devia ter, mais parecendo que toda a gente está de acordo umas com outras, não havendo discussão séria de coisa nenhuma, deixando passar o tempo e que os eleitores decidam se os candidadtos são ou não capazes.
O apelo à urbanidade tem o seu mérito se os princípios defendidos por cada candidatura estiverem estiverem perfeitamente separados e todos sabemos que isso não acontece em eleição alguma. É, aliás, frequente atribuirem-se méritos ou deméritos onde eles não existem.
As eleições ganham-se e perdem-se mais por coisas menos relevantes mas que causam impacto que algo de substancial, afirmativo, plausível e de viabilidade prática. Por vezes, mais vale encher programas com bonitos floreados para chegarmos á conclusão que neste Belenenses tal não é viável...agora.
E vejamos os casos actuais na política portuguesa. O Demérido de uns (Manuela Fereira Leite) é o mérito de outros (Bloco de Esquerda e PCP), justamente pela incpacidade de uns em relação a outros.
No caso actual do acto eleitoral do Belenenses, não há, a meu ver, uma lista que se distancie claramente uma da outra. Que se demarque claramente dum passado que não queremos mais.
A meu ver, têm mais pontos comuns que aqueles que separam as duas candidaturas, não havendo nas duas uma ruptura com o passado.
Antevejo que a coisa ficará pior para o Belenensse caso João Barbosa ganhe, mas não antevejo que teremos melhorias deveras significativas caso a lista de Viana de Carvalho ganhe.
Posso aceitar que a lista de Viana de Carcvalho é o mal menor, mas não aceito que em alguma das duas candidaturas se faça algo bem melhor para o bem comum do Belenenses.
Se pensar em votar no João Barbosa, de certeza que se vai votar no Clube Eclético "Os Belenenses".
Por muito que eventualmente João Barbosa possa vir dizer que "não senhor, vai estudar modalidade a modalidade" é algo que não me convence, dada a sua experiência e prática passada.
Vidé a este propósito a cavalgada despesista a nível do Basquetebol, mantendo uma prática intolerável de manter na NBA à tuga uma modalidade contra natura da cultura e civilização do povo português, bem como a cavalgada despsista no futsal, em que os falados iniciais € 150.000/ano depresa multiplicaram esse valor por 5.

E não me convence porque no início dos trabalhos da Comissão de Gestão, esta fez publicar aquilo que eu supunha uma limpeza das modalidades sugadoras dos tradicionais perjuízos anuais de mais ou menos 1,2 a 1,5 milhões de euros/ano.
Mas o que assistiu foi à limpeza do balneário do futebol e em nada vi na limpeza de despesas nas modalidades.
Se, por um lado, eu sou contra este status quo no Belenenses de que Barbosa é, à boa amneira marcelista, a evolução na continuidade do regíme instalado no Clube, não é menos verdade que entendo que o Belenenses em termos de competição se devia cingir ao Futebol e ao Andebol, modalidade esta que, coma possível eleição de Barbosa, bem pode encomendar a alma ao diabo, a julgar por factos passados e do conhecimento de todos.
Publicou as contas de orçamento, que não são as contas finais e mais não fez, embora para tal tivesse sido mandatado.
E a prática passada na área do Futebol que é aquilo que me interessa desaconselha o voto neste candidato, uma vez que:
1. estamos á beirinha de descer de divisão, com espectáculos degradantes de futebol;
2. não podem mais acontecer episódios anedóticos, como sejam:
a)a contratação de 2 treinadores ao mesmo tempo, ficando-se com o que está a vista (Jaime Pacheco), enaquanto o outro está para subir de divisão(Jorge Costa);
b)não pode suceder o caso Vinícius sem se mexer uma palha para atalhar o processo, optando-se por ficar quedo e mudo;
c)não se pode se pode ameaçar em processo em tribunal no caso da Liga e depois ficar quietinho; não se pode continuar a comer e calar no caso de más arbitragens.
Se se vai votar na lista de Viana de Carvalho, talvez se volte em 1/2 ou a 1/3 do Clube de Futebol "Os Belenenses", caso o candidato não me venha chatear em criar mais modalidades, como seja o caso do golfe e, pelo contrário, anuncie alto e bom som que pretende redimensionar o Clube, analisando o caso de cada modalidade por si, fazendo com que seja estabelecido o princípio da extinção da vertente profissionalização à conta dos dinheiros do Clube ou do bingo.
E, mesmo na vertente de formação de cada modalidade, há que rendibilizar as mesmas pelo princípio de utilizador/pagador.
Tem a virtude de esta lista conter gente que teve ligada á última adiministração da SAD que fez algum trabalho proveitoso para o Clube e para a SAD, com contas transparentes e com o Sequeira II a tentar escamoetar o bom trabalho que lá foi feito com ardilosas, mas muito mal feitos arranjos contabílisticos para que aquilo tivesse um prejuízo oficial, que não real.
Enfim, para concluir, por hoje, direi que falta a tal candidatura de ruptura, aquela candidatura que, de caras, mobilizaria as pessoas.
Aí, sim, o acto eleitoral talvez não tivesse tanta abstenção. De contrário, temo o pior nessa matéria, excepto se os candidadtos fizerem pela vida na discussão do princípio do contraditório.
Etiquetas: Clube, Eleições 2009


12:00 da manhã


































